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Mercado de Capitais – Unidade 2

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Apresentação em tema: "Mercado de Capitais – Unidade 2"— Transcrição da apresentação:

1 Mercado de Capitais – Unidade 2

2 Educação a Distância – EaD
Mercado de Capitais Professor: Flávio Brustoloni

3 Mercado de Capitais Cronograma: Turma ADG0096 Data Atividade 28/06
1º Encontro 05/07 2º Encontro 1ª Avaliação Disciplina 12/07 3º Encontro 2ª Avaliação Disciplina 19/07 4º Encontro 3ª Avaliação Disciplina (FINAL)

4 Unidade 2 MERCADO FINANCEIRO

5 Objetivos da Unidade: Identificar as entidades participantes do mercado financeiro e suas funções; Compreender as necessidades de financiamento do poder público e as emissões de títulos públicos; Compreender a utilização do Certificado de Depósito Bancário (CDI) pelo mercado financeiro; Entender o significado da expressão “Risco-Brasil”; Identificar os principais produtos para aplicação financeira disponíveis no país, suas características e principais vantagens; Conhecer as principais fontes de financiamento (produtos de crédito) oferecidos pelas instituições financeiras;

6 TUTORIAL Indicação do Tópico Numeração do slide Página da apostila 03
Unidade 1 TUTORIAL Numeração do slide Página da apostila 03 2/45

7 TÓPICO 1 Títulos Públicos e CDI 1/122

8 2 Títulos Públicos - Conceito
Tópico 1 Unidade 2 O setor público (federal, estadual ou municipal) tem como característica o déficit, ou seja: gasta mais do que arrecada. Arrecada recursos sob a forma de impostos, e despende em investimentos nas áreas da infraestrutura, saúde, educação etc. 35 2/122

9 2 Títulos Públicos - Conceito
Tópico 1 Unidade 2 Para financiar este déficit, os governos emitem títulos. Títulos são documentos de créditos que permitem aos seus aplicadores garantir um ganho financeiro após um período definido. Emissores de títulos registram no documento seu valor nominal, um prazo para pagamento, e a taxa de juros que pretendem remunerar quem os financiar. 35 3/122

10 2 Títulos Públicos - Conceito
Tópico 1 Unidade 2 Com a estabilização da Economia, o governo iniciou um processo de emissão de títulos com prazo mais longo, contudo, paga-se juros mais altos do que aqueles que têm prazo mais curto. 36 4/122

11 2 Títulos Públicos - Conceito
Tópico 1 Unidade 2 A classificação de baixíssimo risco ou risco zero é justificada pelo conceito de que o Governo Federal “não quebra”. 36 5/122

12 2 Títulos Públicos - Conceito
Tópico 1 Unidade 2 QUADRO 2 - TÍTULOS FISCAIS MONETÁRIOS Financiam déficit público Política Monetária - Liquidez NTN – Nota Tesouro Nacional NBC – Nota Banco Central LTN – Letra Tesouro Nacional LBC – Letra do Banco Central LFT – Letra Fiscal do Tesouro BBC – Bônus do Banco Central OTN – Obrigação do Tesouro Nacional* BTN – Bônus do Tesouro Nacional* ORTN – Obrigação do Tesouro Nacional* 36 FONTE: os autores. (*) Títulos não mais utilizados. 6/122

13 2 Títulos Públicos - Conceito
Tópico 1 Unidade 2 Os bancos emitem títulos chamados de CDB (Certificado de Depósito Bancário), com o objetivo de lastrear suas carteiras de empréstimos. São os recursos que os poupadores investem nestes títulos que permitem aos bancos conceder empréstimos nas carteiras de capital de giro, financiamento de automóveis etc. 37 7/122

14 2 Títulos Públicos - Conceito
Tópico 1 Unidade 2 As empresas também emitem títulos. São as debêntures, que lhes permitem desenvolver projetos, captando recursos sem que precisem contrair empréstimos bancários (pagando juros) ou emitindo ações (conquistando novos sócios). 37 8/122

15 2 Títulos Públicos - Conceito
Tópico 1 Unidade 2 A grande maioria dos países tem essa dívida interna. Os Estados Unidos – país extremamente rico que hoje é o modelo de economia fortalecida – é o mais endividados deles. O que os países procuram é estabilizar o seu endividamento, para que este não cresça desenfreadamente. 37 9/122

16 2 Títulos Públicos - Conceito
Tópico 1 Unidade 2 A continuar com o quadro atual, o governo brasileiro entra no ano de 2010 com sua dívida pública atingindo inacreditáveis R$ 1,4 tri. É isso mesmo que você leu: mais de um trilhão de reais (R$ ,00). 37 10/122

17 3 Todos Pagando Impostos
Tópico 1 Unidade 2 Um dos principais problemas na área de impostos no Brasil é o grande número de pessoas à margem da tributação, que não pagam impostos. Os trabalhadores assalariados precisam pagar muito mais impostos para compensar os que não pagam. Se todos pagássemos todos pagariam menos. 37 11/122

18 4 A Bola de Neve Tópico 1 Unidade 2 Os títulos são emitidos com prazos grandes, como 20 ou 30 anos, e são repactuados no seu vencimento. Ou seja, quando os títulos vencem, como o governo não tem recursos para liquidar, é obrigado a emitir novos títulos ainda maiores, para pagar o anterior mais os juros do período. E ainda emite mais títulos, porque continua gastando mais do que arrecada. 39 12/122

19 5 Aplicando Dinheiro nos EUA
Tópico 1 Unidade 2 Se um americano, ou uma empresa americana estiver interessada em aplicar seus recursos,tem basicamente duas alternativas: aplicar na bolsa de valores, financiando empresas mas correndo mais risco; ou comprar títulos públicos dos EUA. Os títulos americanos são considerados o produto mais seguro do mundo para investimento, e por isso mesmo pagam os juros mais baixos. 40 13/122

20 6 As Agências de Classificação de Risco
Tópico 1 Unidade 2 Agências de risco são empresas privadas que mantêm um grande número de especialistas que estudam cada país sob o ponto de vista político e econômico. Economistas, contadores, administradores, estudam cada um dos países que emitem títulos no mercado mundial, e conseguem estabelecer um ranking, listando dos países mais seguros (começado pelos EUA) até os mais inseguros para aplicar. 41 14/122

21 6 As Agências de Classificação de Risco
Tópico 1 Unidade 2 Os mais seguros podem pagar juros menores, e os mais inseguros precisam pagar mais juros, se quiserem captar os recursos dos aplicadores. Afinal, para um maior risco o aplicador exige uma maior remuneração. 41 15/122

22 7 Risco-Brasil Tópico 1 Unidade 2 Risco-Brasil é a diferença percentual que um país precisa pagar, acima do que a governo americano já paga, para lançar seus títulos nos EUA. Esta diferença é expressa em pontos. 2 %, por exemplo, são 200 pontos. 42 16/122

23 8 CDI - Conceito Tópico 1 Unidade 2 Todos os dias os clientes da rede bancária fazem movimentações, depositando, sacando, resgatando ou aplicando recursos. Pagamos contas, fazemos empréstimos, muitas vezes transações entre instituições bancárias. 42 17/122

24 8 CDI - Conceito Tópico 1 Unidade 2 Eventualmente, a diferença entre os créditos (depósitos e aplicações feitas) e débitos (saques e empréstimos concedidos) dentro de um banco pode ser negativa, ou seja, mais dinheiro pode ter sido sacado dentro daquele banco (incluídas todas as suas agências), do que depositado. 42 18/122

25 8 CDI - Conceito Tópico 1 Unidade 2 Por este dia de empréstimo, os bancos não precisam negociar uma taxa entre si, que poderia prejudicar ora o banco, ora outro. Os bancos se utilizam de uma taxa padrão entre todos eles, o Certificado de Depósito Bancário – CDI. 43 19/122

26 9 O Custo do Dinheiro Tópico 1 Unidade 2 O CDI na realidade é um certificado, um título, cuja função é lastrear os empréstimos entre as instituições. Porém, com o tempo, o CDI também virou uma referência de taxa de juros. Se fosse para emprestar cobrando apenas o CDI; não seria necessária toda uma estrutura de agências e gerentes. Bastaria o banco ter uma única sala e esperar as ligações do final do dia de um banco deficitário. 43 20/122

27 9 O Custo do Dinheiro Tópico 1 Unidade 2 Grandes empresas tomam recursos emprestados em bancos hoje, pagando, por exemplo, taxas como CDI + 1 % a.m. ou CDI + 2 % a.m. Quem aplica volumes maiores tem uma remuneração maior (mais próxima do CDI). 43 22/122

28 10 SELIC x CETIP Tópico 1 Unidade 2 O CDI toma como base a taxa SELIC definida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM). Porém, enquanto a taxa SELIC definida pelo governo é um padrão, uma referência para todo o próximo mês, o CDI CETIP dos bancos é dinâmico, e varia sutilmente dia a dia. Esta variação pode ser um pouco acima, ou pouco abaixo da taxa SELIC do governo. 43 23/122

29 10 SELIC x CETIP Tópico 1 Unidade 2 Taxa SELIC meta – O governo traça uma meta, de quanto pretende pagar de juros sobre os títulos que emite. 44 24/122

30 10 SELIC x CETIP Tópico 1 Unidade 2 Taxa SELIC diária – A SELIC diária, é uma média das taxas das operações com títulos públicos no dia. O que diferencia a SELIC meta da SELIC diária é a procura pelo dinheiro, chamada liquidez. 44 25/122

31 10 SELIC x CETIP Tópico 1 Unidade 2 CETIP – Câmara de Custódia e Liquidação – A CETIP é depositária principalmente de títulos de renda fixa privados. A entidade processa a emissão, o resgate e a custódia dos títulos, bem como, quando é o caso, o pagamento dos juros e demais eventos a eles relacionados. 44 26/122

32 11 Utilização pelo Mercado
Tópico 1 Unidade 2 O CDI passou a balizar todo o sistema financeiro, quando os clientes procuram utilizar a taxa CDI como referência para suas operações junto aos bancos. Garantem-se, desta forma, contra qualquer flutuação nas taxas de mercado. 44 27/122

33 11 Utilização pelo Mercado
Tópico 1 Unidade 2 Atrelados ao CDI, têm a certeza de que , haja alta ou baixa nas taxas de juros, suas operações estarão protegidas contra estas flutuações da moeda. 44 28/122

34 TÓPICO 2 Sistema Financeiro Nacional - SFN 29/122

35 1 Introdução Tópico 2 Unidade 2 O sistema financeiro nacional é o conjunto de instituições que compões o mercado financeiro. Desde os cargos mais elevados, como o Conselho Monetário Nacional, até os bancos, que atuam intermediando empréstimos e aplicações. 51 30/122

36 1 Introdução Tópico 2 Unidade 2 Os bancos, então, intermediários que são neste processo, assumem os riscos da inadimplência dos tomadores, se comprometendo a restituir aos aplicadores o montante aplicado, mesmo em caso de não pagamento. Por esta intermediação, os bancos cobram uma comissão. 52 31/122

37 1 Introdução Tópico 2 Unidade 2 Outra função dos bancos é a de prover liquidez ao mercado. Os bancos dão garantia ao tomador de que não precisará devolver os recursos, mesmo se o aplicador resolver liquidar a sua aplicação. 52 32/122

38 2 Autoridades Monetárias (Subsistema Normativo) 2
2 Autoridades Monetárias (Subsistema Normativo) 2.1 Conselho Monetário Nacional Tópico 2 Unidade 2 É o órgão do sistema financeiro. É responsável pela fixação das diretrizes da política monetária, creditícia, fiscal e cambial do país. Como órgão normativo, por excelência, não lhe cabe funções executivas. 52 33/122

39 Composição do Conselho Monetário Nacional:
2 Autoridades Monetárias (Subsistema Normativo) 2.1 Conselho Monetário Nacional Tópico 2 Unidade 2 Composição do Conselho Monetário Nacional: Ministro de Fazenda. Ministro do Planejamento. Presidente do Banco Central. 52 34/122

40 2 Autoridades Monetárias (Subsistema Normativo) 2
2 Autoridades Monetárias (Subsistema Normativo) 2.2 Banco Central do Brasil (BACEN) Tópico 2 Unidade 2 É o órgão responsável pela execução das normas que regulam o Sistema Financeiro Nacional (SFN). Cabe-lhe cumprir e fazer cumprir as disposições que lhe são atribuídas pela legislação em vigor e as normas expedidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). 53 35/122

41 2 Autoridades Monetárias (Subsistema Normativo) 2
2 Autoridades Monetárias (Subsistema Normativo) 2.2 Banco Central do Brasil (BACEN) Tópico 2 Unidade 2 COPOM: Órgão do BC, responsável por estabelecer a meta para taxa SELIC. Foi criado para estabelecer um ritual adequado ao processo decisório de política monetária e aprimorar sua transparência, a exemplo do que já era adotado pelo Federal Open Market Committee (FOMC) do Fred e pelo Central Bank Council do BC da Alemanha. Em 1998, o Banco da Inglaterra instituiu o seu Monetary Policy Committee (MPC) e seguido pelo BC Europeu, em 1999, com a criação da moeda única. 54 36/122

42 3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3
3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3.1 Comissão de Valores Imobiliários (CVM) Tópico 2 Unidade 2 Atua como órgão normativo do sistema financeiro, voltado para o desenvolvimento, disciplina e fiscalização do mercado de valores mobiliários, basicamente o mercado de ações e debêntures. 58 37/122

43 Seus objetivos fundamentais são:
3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3.1 Comissão de Valores Imobiliários (CVM) Tópico 2 Unidade 2 Seus objetivos fundamentais são: Estimular a aplicação no mercado acionário; Assegurar que as Bolsas de Valores atuem de forma transparente e eficaz; Proteger os investidores contra atos ilícitos de empresas que objetivem a manipulação de preços nos mercados. 58 38/122

44 3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3.2 Banco do Brasil
Tópico 2 Unidade 2 É um banco múltiplo que opera também com agente financeiro do Governo Federal. Conserva ainda algumas funções que não são próprias de um banco comercial comum, mas típicas de parceiro principal do governo federal na prestação de serviços bancários, como por exemplo: 58 39/122

45 3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3.2 Banco do Brasil
Tópico 2 Unidade 2 administrar a Câmara de Compensação de cheques e outros papéis; agenciamento dos pagamentos e recebimentos fora do país; a execução da política de preços mínimos dos produtos agropastoris; compra e venda, por conta própria, ou por conta do BACEN, de moedas estrangeiras. 59 40/122

46 3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3
3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3.3 Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Tópico 2 Unidade 2 O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é um órgão do Governo Federal criado com objetivo de apoiar empreendimentos que contribuam para o desenvolvimento do país. 59 41/122

47 3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3
3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3.3 Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Tópico 2 Unidade 2 Tem como o seu principal objetivo promover o crescimento das micro, pequenas e médias empresas do país, mas também atende a megacorporações e inclusive empresta recursos para governos de outros países, quando se trata de interesse político do nosso país. 59 42/122

48 3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3
3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3.4 Caixa Econômica Federal (CEF) Tópico 2 Unidade 2 É um banco público voltado para o lado social, caracterizando-se como banco de apoio do trabalhados de baixa renda. É um instrumento governamental de financiamento social. É responsável pela operacionalização das políticas do Governo Federal para habitação e saneamento básico. 60 43/122

49 3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3
3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3.4 Caixa Econômica Federal (CEF) Tópico 2 Unidade 2 As principais atividades da CEF estão relacionadas com a captação de recurso em caderneta de poupança, em depósitos judiciais e o prazo e sua aplicação em empréstimos vinculados, principalmente, à habitação. 60 44/122

50 3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3
3 Autoridades de Apoio (Subsistema Operativo) 3.4 Caixa Econômica Federal (CEF) Tópico 2 Unidade 2 A Caixa Econômica Federal exerce ainda a administração de loterias, do FGTS E do Programa de Integração Social – PIS. 60 45/122

51 4 Instituições Financeiras Monetárias
Tópico 2 Unidade 2 Cooperativas de Crédito Bancos Cooperativos Bancos Múltiplos Bancos Comerciais 60 46/122

52 5 Instituições Financeiras Não Monetárias
Tópico 2 Unidade 2 Os Bancos de Desenvolvimento: o já citado BNDES é o principal agente de financiamento do governo federal. Destacam-se outros bancos regionais de desenvolvimento, como por exemplo: BRDE 62 47/122

53 5 Instituições Financeiras Não Monetárias
Tópico 2 Unidade 2 Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimentos: as “financeiras” captam recursos através de letras de câmbio e sua função é financiar bens de consumo duráveis aos consumidores finais (crediário). 62 48/122

54 6 Instituições Auxiliares
Tópico 2 Unidade 2 Sociedades Corretoras Sociedades de Arrendamento Mercantil 62 49/122

55 TÓPICO 3 Produtos Bancários 50/122

56 2 FGC – Fundo Garantidor de Crédito
Tópico 3 Unidade 2 Após a onda de quebradeira financeiras que assolou o país na década de 90 e do tão criticado socorro prestado pelo governo através do PROER, o governo criou um fundo de compensações em que os próprios bancos são responsáveis... 69 51/122

57 2 FGC – Fundo Garantidor de Crédito
Tópico 3 Unidade 2 ...por garantir os recursos dos investidores parados em conta-corrente ou aplicados em CDB, caderneta de poupança, letras de câmbio, letras hipotecárias e letras de crédito imobiliário, entre outros, até o limite de R$ ,00 por banco e por CPF. 69 52/122

58 2 FGC – Fundo Garantidor de Crédito
Tópico 3 Unidade 2 Em caso de conta conjunta (por exemplo, marido e mulher ou pai e filho), cada um tem direito de sacar seus valores depositados ou aplicados até o limite de R$ ,00. 69 53/122

59 3 Conceitos Básicos Liquidez – Disponibilidade para saques.
Tópico 3 Unidade 2 Liquidez – Disponibilidade para saques. Taxa de Administração – comissão cobrada pela instituição financeira para administrar seus recursos. Juros reais - juros já descontados da inflação. 71 54/122

60 3 Conceitos Básicos Tópico 3 Unidade 2 Imposto de Renda – O imposto sobre a renda incide apenas sobre os juros da aplicação. Lastro – Os recursos que aplicamos em uma instituição financeira têm destino certo. 71 55/122

61 3 Conceitos Básicos Tópico 3 Unidade 2 Prefixados / Pós – Fixados – Quando aplicamos nossos recursos, dependendo do produto que escolhermos, saberemos antecipadamente os juros que incidirão sobre aqueles recursos. 72 56/122

62 3 Conceitos Básicos Tópico 3 Unidade 2 Tabela do IOF (Imposto sobe Movimentações Financeiras) – Tabela criada pelo Governo para desestimular resgates antes do período de 30 dias. Como a tabela é regressiva, ela penaliza mais quem sacar mais cedo. 73 57/122

63 4 Produtos de Aplicação 4.1 Caderneta de Poupança
Tópico 3 Unidade 2 A caderneta de poupança é a aplicação financeira mais simples e popular do Brasil. É uma modalidade básica de aplicação oferecida pelo governo federal, que paga juros mensais e é normalmente destinada a quem vive de rendas ou tem pequenas quantias para investir periodicamente. 74 58/122

64 4 Produtos de Aplicação 4.1 Caderneta de Poupança
Tópico 3 Unidade 2 Seu rendimento é o da Taxa Referencial (TR) + 0,5 % a.m. (ao mês), o que é o mesmo que TR + 6,17 % a.a. (ao ano). A TR é a taxa que o governo escolheu para expressar a inflação do período. 74 59/122

65 4 Produtos de Aplicação 4.2 CDB / RDB
Tópico 3 Unidade 2 São Títulos Privados emitidos por bancos. O banco emite um título no valor, por exemplo, de R$ 30 milhões com prazo de vencimento de 3 anos e subdivide este título em várias “fatias”, como se fosse um bolo, para a aplicação de seus clientes. 74 60/122

66 4 Produtos de Aplicação 4.2 CDB / RDB
Tópico 3 Unidade 2 CDB: Certificado de Depósito Bancário, que rende juros pelo prazo contratado. É emitido de forma nominal e por prazo definido, sendo que o resgate pode ser solicitado a qualquer momento. 74 61/122

67 4 Produtos de Aplicação 4.2 CDB / RDB
Tópico 3 Unidade 2 RDB: Recibo de Depósito Bancário, que rende juros pelo prazo contratado. É emitido de forma nominal e prazo definido. Se for solicitado o resgate antes do vencimento, o cliente receberá apenas o valor aplicado sem qualquer remuneração. 75 62/122

68 4 Produtos de Aplicação 4.3 CDB Rural
Tópico 3 Unidade 2 É idêntico aos outros CDBs, contudo, a sua principal característica é que seus recursos são captados de pessoas físicas ou jurídicas do setor rural e emprestados para pessoas físicas ou jurídicas do setor rural. 78 63/122

69 4 Produtos de Aplicação 4.4 Letra de Câmbio
Tópico 3 Unidade 2 Letra de Câmbio é título de crédito pelo qual o sacador (emitente) dá ao sacado (aceitante), ordem de pagar, ao tomador (beneficiário investidor), determinada quantia, no tempo e no lugar fixados na cambial. Na letra de câmbio o emitente é devedor, a instituição financeira é a aceitante e o beneficiário é a pessoa física ou jurídica investidora, adquirente da Letra de Câmbio. 78 64/122

70 4 Produtos de Aplicação 4.5 Letra Imobiliária
Tópico 3 Unidade 2 Os recursos são captados com a finalidade de financiar o setor imobiliário através de construção de imóveis. Suas características de rentabilidade, prazo, impostos seguem as das demais aplicações. 79 65/122

71 4 Produtos de Aplicação 4.6 Fundos de Investimento
Tópico 3 Unidade 2 Um Fundo é uma reunião de recursos com o objetivo de investir o dinheiro e dividir os resultados proporcionalmente entre todos os cotistas. São mútuos, isto é, todos os cotistas do fundo dividem mutuamente os resultados na proporção se suas cotas. 79 66/122

72 4 Produtos de Aplicação 4.6 Fundos de Investimento
Tópico 3 Unidade 2 Cota: os recursos dos fundos são controlados pelo sistema de cotas. Cota, portanto, é a menor fração do patrimônio do fundo. Cotista: é o investidor que adquire as cotas do fundo. Regulamento: cada fundo tem um regulamento próprio, no qual estão estabelecidas as regras básicas de seu funcionamento. 80 67/122

73 4 Produtos de Aplicação 4.6 Fundos de Investimento
Tópico 3 Unidade 2 Condomínio: os cotistas são donos dos recursos do fundo em condomínio com outros cotistas. Administrador: é uma espécie de “síndico” do condomínio. É o responsável pela gestão, supervisão, acompanhamento e prestação de informações relativas ao fundo. Lastro: os recursos que são aplicados em uma instituição financeira têm destino certo. 81 68/122

74 4 Produtos de Aplicação 4.6 Fundos de Investimento
Tópico 3 Unidade 2 Taxa de administração e de performance: pelos serviços prestados, administrador recebe uma taxa, que poderá ser de administração e /ou performance. A taxa de administração é fixa, definida nos regulamentos. 81 69/122

75 4 Produtos de Aplicação 4.7 Títulos Públicos
Tópico 3 Unidade 2 Títulos são como uma promessa de pagamento, um papel garantido que no dia tal, o governo devolverá ao proprietário daquele título o montante “emprestado”, acrescido de juros que podem ser pré ou pós-fixados. 82 70/122

76 4 Produtos de Aplicação 4.7 Títulos Públicos
Tópico 3 Unidade 2 Normalmente na data de vencimento, por não dispor de recursos, o governo emite novos títulos ainda maiores, que servem para quitar o principal e os juros dos títulos anteriores, bem como arrecadar mais recursos para financiar seu déficit cada vez maior. 82 71/122

77 4 Produtos de Aplicação 4.7 Títulos Públicos
Tópico 3 Unidade 2 Alguns dos títulos mais comuns são: LTN (Letras do Tesouro Nacional), NBC (Notas do Banco Central) etc. 82 72/122

78 5 Produtos de Crédito Tópico 3 Unidade 2 Curto prazo: são operações financeiras que, de acordo com o balanço, são contabilizadas no curto prazo, ou seja, até 180 dias de prazo de vencimento. 82 73/122

79 Produtos de Financeira:
5 Produtos de Crédito Tópico 3 Unidade 2 Produtos de Financeira: CDCI: é um crédito ao consumidor, com interveniência do vendedor, (que fica como coobrigado). É, também, uma linha de crédito destinada a empresas comerciais e afins, para financiar as vendas de seus clientes, consumidores finais. 84 74/122

80 5 Produtos de Crédito Tópico 3 Unidade 2 CDC: é um financiamento destinado á aquisição de bens duráveis e serviços. Títulos de crédito: é um documento aceito legalmente, que representa o valor negociável de uma transação comercial ou financeira. 84 75/122

81 5 Produtos de Crédito Tópico 3 Unidade 2 Duplicatas: são títulos de crédito representativos de uma operação comercial de compra e/ ou prestação de serviços. O prazo é negociado no momento da efetivação do negócio. 84 76/122

82 5 Produtos de Crédito Tópico 3 Unidade 2 Cheque: legalmente, é uma ordem de pagamento á vista, sobre saldo em conta corrente bancária. Notas Promissórias: são títulos emitidos para garantir o pagamento de uma transação bancária e outras. 84 77/122

83 5 Produtos de Crédito Tópico 3 Unidade 2 Garantia real: serve garantir o pagamento de uma obrigação assumida num contrato financeiro. Longo prazo: são operações financeiras que, de acordo com balanço, são estabilizadas no longo prazo, ou seja, acima de 180 dias do prazo de vencimento. 84 78/122

84 5 Produtos de Crédito 5.1 Cheque Especial
Tópico 3 Unidade 2 Limite desburocratizado normalmente concedido tendo como garantia apenas o aval dos responsáveis. Normalmente muito utilizado pela pouca exigência, e pratica as taxas mais altas. 87 79/122

85 5 Produtos de Crédito 5.2 Empréstimo Parcelado
Tópico 3 Unidade 2 Também conhecido como Capital de Giro ou Mútuo. Pode ser uma alternativa interessante para captação de recursos, principalmente quando em substituição ao cheque especial. 88 80/122

86 5 Produtos de Crédito 5.2 Empréstimo Parcelado
Tópico 3 Unidade 2 É especialmente útil para quem está utilizando o cheque especial costumeiramente. Em muitos casos, principalmente em prazos maiores, o valor da prestação será semelhante ao que era pago anteriormente somente nos juros do cheque especial, com a vantagem de que no empréstimo parcelado estamos também amortizando o principal. 88 81/122

87 5 Produtos de Crédito 5.3 Penhor
Tópico 3 Unidade 2 É um empréstimo feito somente pela Caixa Econômica Federal em que o cliente dá como garantia do empréstimo jóias em ouro, prata ou platina. Após a avaliação do especialista da CEF, é liberado ao cliente um valor de até 80 % do valor avaliado. 88 82/122

88 5 Produtos de Crédito 5.3 Penhor
Tópico 3 Unidade 2 O objeto penhorado fica em poder da Caixa, e o cliente recebe o valor do empréstimo já líquido dos juros, podendo renovar a operação ao final do prazo. 88 83/122

89 5 Produtos de Crédito 5.4 Antecipação de Recebíveis
Tópico 3 Unidade 2 No atual nível de concorrência entre as empresas, prazo é um dos principais diferenciais oferecidos pelos fabricantes / lojistas. Como, infelizmente, não conseguem uma reciprocidade de seus fornecedores e, na falta de capital de giro próprio, nada resta a fazer senão antecipar o recebimento destes recebíveis junto a factorings e bancos. 90 84/122

90 5 Produtos de Crédito 5.5 Desconto
Tópico 3 Unidade 2 Comumente utilização pela grade maioria dos empréstimos tomadores de recursos, o desconto de recebíveis (cheques, duplicatas, cartão de créditos etc.) busca antecipar o recebimento de um título que, de outra forma, só seria descontado quando de seu vencimento. 91 85/122

91 5 Produtos de Crédito 5.5 Desconto
Tópico 3 Unidade 2 Os bancos cobram juros proporcionais ao prazo que falta para conseguir descontar aquele título, além de outros custos, como taxa de contrato, IOF, tarifa por título ou borderô etc. que devem ser consideradas quando da operação. 91 85/122

92 5 Produtos de Crédito 5.6 Conta Garantida
Tópico 3 Unidade 2 Diferentemente das operações de desconto, na conta garantida o cliente paga pelo saldo e período que utilizar. Se dispuser de recursos no meio do período, pode amortizar o seu saldo devedor e, portanto, pagar menos juros. Seu funcionamento é extremamente semelhante ao de um cheque especial. 92 86/122

93 5 Produtos de Crédito 5.7 Hot Money
Tópico 3 Unidade 2 Produto de Crédito para Pessoas Jurídicas, utilizando em prazos muito pequenos, para compensar uma eventual falta de caixa. Ao contrário dos produtos de antecipação de recebíveis, em que a empresa precisa negociar garantias com o banco, no Hot Money a empresa assina um contrato e uma Nota Promissória (NP), e toma o empréstimo sem garantias adicionais. 93 87/122

94 5 Produtos de Crédito 5.8 CDC
Tópico 3 Unidade 2 O Crédito Direto ao Consumidor está disponível para pessoas físicas e jurídicas para o financiamento da aquisição de bens em geral, como veículos, máquinas e equipamentos. 93 88/122

95 5 Produtos de Crédito 5.8 CDC
Tópico 3 Unidade 2 Além disso, também é CDC o financiamento que é feito para aquisição de bens de consumo como fogões, geladeiras etc., em qualquer loja de eletrodomésticos. Para bens de maior valor, como veículos, máquinas e equipamentos, exige-se alienação do mesmo. 93 89/122

96 5 Produtos de Crédito 5.9 Leasing
Tópico 3 Unidade 2 No Leasing, a empresa de arrendamento mercantil compra o bem em seu nome e arrenda (aluga) o bem para o arrendatário (tomador do empréstimo). Ao final do contrato, o cliente tem a opção de adquirir o bem que alugou por um valor residual, normalmente por 1% do valor do contrato. 95 90/122

97 5 Produtos de Crédito 5.10 Vendor
Tópico 3 Unidade 2 É um produto destinado a pessoas jurídicas. A mercadoria custa R$ 100,00, mas como todos os clientes exigem prazo para pagamento, a indústria fixa o preço em R$ 110,00, já embutindo aí os juros. Impostos como IPI, ICMS, PIS e COFINS incidirão somente os 100,00, porque o vendor se caracteriza como uma venda à vista. O vendor ocorre quando o banco entra neste processo, financiando a empresa compradora e pagando o vendedor à vista. 96 91/122

98 5 Produtos de Crédito 5.11 Compror
Tópico 3 Unidade 2 É um produto destinado a pessoas jurídicas e semelhante ao Vendor, mas ocorre quando grandes empresas (como grandes magazines) compram de pequenos fornecedores. Normalmente, os pequenos fornecedores não têm condições de oferecer o prazo que os grandes exigem, e são obrigados a reduzir suas margens de lucro tomando capital de giro emprestado nos bancos, para suportar o prazo exigido por seus clientes, os grandes compradores. 96 92/122

99 5 Produtos de Crédito 5.11 Compror
Tópico 3 Unidade 2 Além disso, pequenos fornecedores tomam recursos a custos maiores o que grandes empresas. No Compror, as grandes empresas abrem uma linha de crédito junto aos bancos, com custos muito menores, para financiar suas compras. Elas conseguem preços muito menores nos produtos, pois podem prometer aos fornecedores pagamentos imediatos. 97 93/122

100 5 Produtos de Crédito 5.12 ACC / ACE / Carta de Crédito / Seguro de Crédito / Garantia de Crédito / CAD / Drawback Tópico 3 Unidade 2 ACC - Adiantamento de contrato de câmbio: que antecipa seu crédito em até 100 % do valor contratado, para a exportação futura, com um banco, corretora ou trading, a fim de fazer frente à sua necessidade de capital de giro, que é destinado à compra de matéria-prima ou para suprir seu fluxo de caixa com recursos de custos mais reduzidos. 97 94/122

101 5 Produtos de Crédito 5.12 ACC / ACE / Carta de Crédito / Seguro de Crédito / Garantia de Crédito / CAD / Drawback Tópico 3 Unidade 2 ACE – Adiantamento sobre Cambiais Entregues: É a antecipação em moeda nacional (R$) dos recursos referentes à exportação creditados ao exportador após o embarque da mercadoria ao exterior. 98 95/122

102 5 Produtos de Crédito 5.12 ACC / ACE / Carta de Crédito / Seguro de Crédito / Garantia de Crédito / CAD / Drawback Tópico 3 Unidade 2 Carta de Crédito/Brochura 500: Documento de crédito emitido por um banco. É destinado a garantir o pagamento de uma transação internacional mediante uma série de condicionantes comerciais e documentais, que são transcritas nesse documento e regidas pelas regras do Comércio Internacional (OMC) na chamada Brochura 500. 99 96/122

103 5 Produtos de Crédito 5.12 ACC / ACE / Carta de Crédito / Seguro de Crédito / Garantia de Crédito / CAD / Drawback Tópico 3 Unidade 2 Seguro de Crédito de Exportação: Esse seguro protege contra a falta de pagamento das exportações realizadas a seus clientes internacionais. Destina-se a clientes que não aceitam abrir a carta de crédito, devido aos custos envolvidos, e tomar seus limites de crédito no Banco emissor. Quem contrata esse seguro, e paga, é o exportador e, normalmente, envolve toda a sua carteira de clientes no exterior. 100 97/122

104 5 Produtos de Crédito 5.12 ACC / ACE / Carta de Crédito / Seguro de Crédito / Garantia de Crédito / CAD / Drawback Tópico 3 Unidade 2 Garantia de Crédito: Garante ao exportador 100 % do valor exportado em caso de default, sento possível também, paralelamente, o adiantamento de crédito e/ou a negociação das cambias através de operações ACC e ACE. 101 98/122

105 5 Produtos de Crédito 5.12 ACC / ACE / Carta de Crédito / Seguro de Crédito / Garantia de Crédito / CAD / Drawback Tópico 3 Unidade 2 CAD – Cash Against Document: Exportação de mercadorias com pagamento à vista um sinal de pagamento tipo 20 %. Somente poderá retirar a mercadoria no porto ou aeroporto após pagar o saldo da importação. No Banco, são retirados os documentos que permitirão desembaraçar a mercadoria. 101 99/122

106 5 Produtos de Crédito 5.12 ACC / ACE / Carta de Crédito / Seguro de Crédito / Garantia de Crédito / CAD / Drawback Tópico 3 Unidade 2 Drawback: Trata-se de uma modalidade de importação de peças, partes, componentes e/ ou matérias-primas para a produção e/ou montagem de máquinas, equipamentos ou produtos destinados à exportação. 102 100/122

107 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 O BNDES oferece às empresas linhas de créditos provenientes do FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador, Fundo PIS – PASEP, Fundo Nacional de Desenvolvimento, além de recursos externos captados junto a organismos internacionais. 103 101/122

108 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 FINAME: Financiamento destinado à aquisição de máquinas, equipamentos e veículos de transporte novos, produzidos no país, com índice de nacionalização superior a 60 % do seu valor e peso. Os recursos são originários da Agência Finame – BNDES, porém o risco de crédito é do Agente (Banco). 103 102/122

109 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 BNDES OPERAÇÕES FINEM – POC Programa de Operações Conjuntas: O BNDES oferece linhas de crédito permanentes, programas com finalidades mais específicas, operações em fundos de investimentos e outro mecanismos de apoio. São enfim, muitas as opções para que a sua empresa tenha plenas condições de realizar grandes projetos em prol do desenvolvimento. 103 103/122

110 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 BNDES AUTOMÁTICO E (3) FINEM – POC – Programa de Operações Conjuntas BNDES Automático: caracteriza-se por projetos de investimento cujos valores a financiar sejam inferiores a R$ ,00. São negociados com o BNDES. 106 104/122

111 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 FINAME LEASING: Financiamentos a empresas arrendadoras para a aquisição de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, credenciados pelo BNDES, para operações de arrendamento mercantil. 108 105/122

112 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 CARTÃO BNDES: Qual a finalidade do Cartão BNDES? Financiar os investimentos das micro, pequenas e médias empresas. 108 106/122

113 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 LEASING: Leasing é um sistema de financiamento de bens, veículos e/ ou equipamentos que mistura financiamento com aluguel, podendo ter opção de compra do veículo ou outro bem no final do contrato. Não há incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). 111 107/122

114 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 Leasing ou Arrendamento Mercantil consiste, basicamente, na cessão de um bem por uma empresa (arrendador), para outra pessoa física ou jurídica (arrendatário), para uso próprio por m prazo previamente determinado. 112 108/122

115 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 Tipos de Leasing Leasing Financeiro; Leasing Operacional; Leasing Imobiliário; 112 109/122

116 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 OUTROS TIPOS DE LEASING Leasing Nacional: é um contrato entre pessoas jurídicas sediadas no país. Podem ser bens produzidos no país ou bens importados. 114 110/122

117 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 Leasing Internacional ou Arrendamento Mercantil Internacional é uma alternativa de financiamento para aquisição de bens novos ou usados, produzidos no Brasil ou no exterior e utilizados para uso próprio da empresa arrendatária, assegurando-lhe a opção pela compra renovação ou devolução dos bens ao final do contrato. 114 111/122

118 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 Leasing Internacional de Exportação: está previsto no Artigo 20 da Lei n° O vendedor no país vende seu produto a uma companhia de leasing sediada no país e essa é arrendada ao usuário no exterior. 115 112/122

119 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 Leasing Importação: trata-se de uma operação na qual a empresa brasileira demonstra interesse em importar equipamentos de fornecedores do exterior, negociando o bem, o preço e as demais características diretamente com o próprio fornecedor e a empresa de leasing providencia a importação dos equipamentos. 115 113/122

120 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 MICROCRÉDITO: Termo que designa empréstimos financeiros, que se caracterizam por serem de pequeno valor e direcionados a pessoas de baixa renda ou pelo seu ramo de pequenos negócios. Esses não têm acesso a outros tipos de crédito. 116 114/122

121 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 CRÉDITO RURAL: Financiamento destinado, especificamente e comprovadamente, a atividades agrícolas ou pecuárias, para financiar o custeio da produção e da comercialização dos seus produtos, além dos Investimentos. 117 115/122

122 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 TÍTULOS PRIVADOS Duplicata Nota Promissória Cheque Letra de Câmbio Letra imobiliária Warrant/Conhecimento de Depósito 118 116/122

123 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 TÍTULOS DE CRÉDITO INDUSTRIAL Cédula CI ▪ com garantia real; ▪ Atividades Industriais para evitar formalismo do penhor ou hipoteca. Nota CI ▪ garantia de penhor mercantil. 123 117/122

124 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 TÍTULOS DE CRÉDITO COMERCIAL Cédula: garantia real. Nota: garantia de penhor. 123 118/122

125 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 TÍTULOS DE CRÉDITO RURAL Duplicata rural Cédula rural pignoratícia Cédula rural hipotecária Cédula rural pignoratícia / hipotecária Nota crédito rural 123 119/122

126 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 LETRA HIPOTECÁRIA: Títulos emitidos pelas instituições financeiras autorizadas a conceder créditos hipotecários. A rentabilidade deste tipo de aplicação está vinculada ao valor nominal do financiamento imobiliário, ajustado pela inflação ou variação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), e pode ser prefixada, flutuante e pós-fixada. 123 120/122

127 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 TÍTULOS – RISCOS (Mercado) ▪ o risco de mercado; ▪ mudança na taxa de juros; ▪ tem impacto no valor do investimento; ▪ se o investidor precisar de liquidez antes da data de vencimento; ▪ caso em que resgatará o CDB ou a LC antecipadamente; ▪ o RDB não tem essa facilidade. 124 121/122

128 5 Produtos de Crédito 5.13 BNDES
Tópico 3 Unidade 2 Impacto no preço: em relação à curva original do título, tem a seguinte lógica: se a taxa de mercado, na hora do resgate antecipado, for maior que a contratada originalmente, o preço é menor, e vice-versa. 124 122/122

129 Parabéns!!! Terminamos a Unidade.

130 Mercado de Capitais PRÓXIMA AULA:
3º Encontro da Disciplina 2ª Avaliação da Disciplina (Objetiva sem consulta)


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