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ESTRUTURA DA NARRATIVA E VERSIFICAÇÃO PROFª. PATRÍCIA PROFª. PATRÍCIA.

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1 ESTRUTURA DA NARRATIVA E VERSIFICAÇÃO PROFª. PATRÍCIA PROFª. PATRÍCIA

2 ESTRUTURA DA NARRATIVA Toda narrativa é composta de alguns elementos que veremos a seguir: ENREDO : É a narrativa propriamente dita, é a seqüência de fatos que constituem a ação que se desenrola para o leitor. Para um enredo ser interessante deve apresentar uma ou mais situações de desequilíbrio, ou seja, situações que ocorrem conflitos. O quê

3 PERSONAGENS São seres fictícios criados pelo autor e que figuram em uma narrativa. Podem ser descritos física ou psicologicamente, com poucos ou muitos detalhes. Quem Podem ser classificados em:

4 Personagens planas: Personagens planas: Sem profundidade psicológica, suas ações são previsíveis. Caracterizadas por possuírem poucos atributos. Personagens esféricas: Personagens esféricas: São pouco previsíveis em decorrência de sua mobilidade psicológica. Caracterizadas por sua complexidade.

5 Protagonista: Protagonista: Personagem principal de uma narrativa Antagonista: Antagonista: Principal opositor do protagonista Secundários: Secundários: São os coadjuvantes da ação principal.

6 ESPAÇO É o cenário por onde circulam as personagens e onde se desenrola o enredo. Ás vezes o espaço não é determinado ou mencionado na narrativa, fica apenas subentendido. É o cenário por onde circulam as personagens e onde se desenrola o enredo. Ás vezes o espaço não é determinado ou mencionado na narrativa, fica apenas subentendido.Onde

7 TEMPO É o momento ou a época em que acontecem os fatos da narrativa. O tempo pode ser cronológico ou psicológico. Quando

8 Tempo cronológico: Tempo cronológico: Tempo seqüencial, marcado por horas, datas ou índices exteriores. Tempo psicológico: Tempo psicológico: Tempo que se passa no consciente ou subconsciente das personagens.

9 NARRADOR Por meio dele temos o conhecimento da história. Dependendo do ponto de vista que o narrador assume em relação ao fato narrado, a narrativa pode ser feita na primeira ou terceira pessoa do singular. Por meio dele temos o conhecimento da história. Dependendo do ponto de vista que o narrador assume em relação ao fato narrado, a narrativa pode ser feita na primeira ou terceira pessoa do singular. Como Como

10 1ªPESSOA Quando o narrador participa dos acontecimentos. Ele não precisa ser o personagem principal da narrativa. Quando o narrador participa dos acontecimentos. Ele não precisa ser o personagem principal da narrativa. Ex: Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei no trem da Central um rapaz aqui do bairro, que eu conheço de vista e de chapéu. (Dom Casmurro, Machado De Assis)

11 3ª PESSOA O narrador observa a história, acompanha as personagens, não participa da ação. É chamado de onisciente quando tem o conhecimento do interior das personagens. O narrador observa a história, acompanha as personagens, não participa da ação. É chamado de onisciente quando tem o conhecimento do interior das personagens. Ex: João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos de Botafogo. ( O cortiço, Aluísio Azevedo)

12 DISCURSO o discurso pode ser classificado em: DISCURSO DIRETO DISCURSO DIRETO Fala visível das personagens sem a interferência do narrador. Há o uso dos recursos de pontuação: dois pontos, travessão, aspas ou mudança de linha. EX: Encontrei-me com ele um dia. O olhar estava distante. Aí ele falou: - Puxa, bem que hoje o dia está especial para matar o serviço...

13 DISCURSO INDIRETO Fala das personagens, mas informada através do narrador. Fala das personagens, mas informada através do narrador. Ex: Encontrei-me com ele um dia. O olhar estava distante. Aí ele falou que aquele dia estava especial para matar o serviço.

14 DISCURSO INDIRETO-LIVRE Uma mistura dos dois anteriores. Não fica claro onde começa a voz da personagem e termina a do narrador. Uma mistura dos dois anteriores. Não fica claro onde começa a voz da personagem e termina a do narrador. Ex: Encontrei-me com ele um dia. O Olhar estava distante. Dia especial para matar o serviço...

15 VERSIFICAÇÃO Verso - representa cada unidade rítmica de um poema. Estrofe – é o agrupamento de versos Métrica – metrificar é medir versos, é a contagem de sílabas poéticas de um verso. Essa contagem recebe o nome de Escansão.

16 De acordo com o número de sílabas métricas que possuem, os versos são classificados em: Uma – Monossílabos; Duas – Dissílabos; Três – Trissílabos Quatro – Tetrassílabos Cinco – Pentassílabos ou redondilha menor Uma – Monossílabos; Duas – Dissílabos; Três – Trissílabos Quatro – Tetrassílabos Cinco – Pentassílabos ou redondilha menor Seis – Hexassílabos

17 Sete – Heptassílabos ou redondilha maior Oito – Octossílabos Nove – Eneassílabos Dez – Decassílabos Dez – Decassílabos Onze – Hendecassílabos Doze – Dodecassílabos ou alexandrinos Mais de doze – Bárbaros

18 Importante: Contagem gramatical: Conta todas as sílabas e os sons distintos. Contagem gramatical: Conta todas as sílabas e os sons distintos. Mas/ que/ se/ja/ in/fi/ni/to/ em/quan/to/ du/re.-13 Contagem poética:Conta somente até a última sílaba tônica. Contagem poética:Conta somente até a última sílaba tônica. Mas/ que/ se/ ja in /fi/ni/ to em /quan/to/ du /re-10 Elisão Elisão Elisão Elisão

19 Exemplos de escansão Redondilha maior De/ ve/re/da/ me a/co/MO/do, se/ "dum/ bai/le/ sin/to/ CHEI/ro. se/ "dum/ bai/le/ sin/to/ CHEI/ro. Sa/cu/do o/ pó/da/ man/GUEI/ra lá/ no a/çu/de/ do/ po/TREI/ro. lá/ no a/çu/de/ do/ po/TREI/ro. En/char/co/ de a/mor /ga/Ú/cho a es/tam/pa/ dum /peão/ cam/PEI/ro. a es/tam/pa/ dum /peão/ cam/PEI/ro. Por/que/ sei/ que/ na/ minha/ TE/rra da/pra/ con/fiar/ nos/ gai/TEI/ro. da/pra/ con/fiar/ nos/ gai/TEI/ro.

20 Rendondilha menor José E a/go/ra,/ Jo/SÉ? A/ fes/ta a/ca/BOU, a/ luz/ a/pa/GOU, o/ po/vo/ su/MIU, a/ noi/te es/fri/OU, e a/go/ra,/ Jo/SÉ? e a/go/ra,/ vo/CÊ?

21 Octassílabo Su/a/ve/men/te/ gran/de a/VAN/ça Chei/a/ de/ sol/ a on/da/ do/ MAR; Pau/sa/da/men/te /se/ ba/LAN/ça, E/ des/ce/ co/mo a/ des/can/SAR. Fernando Pessoa

22 Ritmo O ritmo em poesia se dá pela alternância de sílabas tônicas (fortes) e átonas (fracas), ou seja, sílabas que apresentam maior ou menor intensidade em sua recitação. O ritmo em poesia se dá pela alternância de sílabas tônicas (fortes) e átonas (fracas), ou seja, sílabas que apresentam maior ou menor intensidade em sua recitação. EX: Quando a luz dos olhos meus e a luz dos olhos teus e a luz dos olhos teus Resolvem se encontrar

23 ESTROFES É o conjunto de versos. Recebe um nome conforme o número de versos que a constituem: É o conjunto de versos. Recebe um nome conforme o número de versos que a constituem:

24 Monóstico – um verso Dístico – dois versos Terceto – três versos Quadra ou quarteto – quatro versos Quintilha – cinco versos Sextilha – seis versos Septilha – sete versos Oitava – oito versos Novena – nove versos Décima – dez versos Monóstico – um verso Dístico – dois versos Terceto – três versos Quadra ou quarteto – quatro versos Quintilha – cinco versos Sextilha – seis versos Septilha – sete versos Oitava – oito versos Novena – nove versos Décima – dez versos

25 RIMA Semelhança sonora entre as palavras que estão no final ou no meio de versos diferentes. Semelhança sonora entre as palavras que estão no final ou no meio de versos diferentes.

26 ESQUEMA DE RIMA Quanto á combinação: Alternadas ou Cruzadas – ABAB...casa...forte...brasa...norte

27 Emparelhadas ou Paralelas – AABB...vento...lento...ponho...sonho Emparelhadas ou Paralelas – AABB...vento...lento...ponho...sonho

28 Intercaladas ou Opostas – ABBA...viso...fraca...maca...riso Intercaladas ou Opostas – ABBA...viso...fraca...maca...riso

29 Misturada Misturada Sozinha no bosque A Com meus pensamentos B Calei as saudades, C Fiz trégua a tormentos. B

30 Quanto à coincidência sonora Perfeita ou consoante – há correspondência completa de sons: vento / lento – escuras / impuras. Imperfeita ou Toante – há correspondência parcial de sons: âmbar /amar – hoje/foge.

31 Quanto ao valor Rica – classes gramaticais diferentes: revelo (verbo) / castelo (substantivo) Rica – classes gramaticais diferentes: revelo (verbo) / castelo (substantivo) Pobre – a mesma classe gramatical: coração (substantivo) / união (substantivo) Pobre – a mesma classe gramatical: coração (substantivo) / união (substantivo)

32 NÃO ESQUEÇA: VERSOS BRANCOS VERSOS BRANCOS São versos sem RIMAS VERSOS LIVRES VERSOS LIVRES São versos sem MÉTRICA


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