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Quaresma Tempo de Graça e Reconciliação Pe. Kleber Rodrigues da Silva.

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Apresentação em tema: "Quaresma Tempo de Graça e Reconciliação Pe. Kleber Rodrigues da Silva."— Transcrição da apresentação:

1 Quaresma Tempo de Graça e Reconciliação Pe. Kleber Rodrigues da Silva

2 Objetivos do nosso encontro Refletir sobre a Espiritualidade quaresmal Procurar encontrar meios e modos para que a Assembleia Litúrgica tenha compreensão e vivência desta espiritualidade Crescer no amor e na prática litúrgica paroquial.

3 Ponto de partida Toda a liturgia é celebrada num tempo. Para a Igreja todo dia é dia celebrativo, sendo que alguns são especiais dentro do ciclo

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5 QUARESMA SUA VIDA PESSOAL VIDA DAQUELES QUE VIRÃO ÀS CELEBRAÇÕES

6 QUARESMA SUA VIDA PESSOAL VIDA DAQUELES QUE VIRÃO ÀS CELEBRAÇÕES TEMPO DE GRAÇA E RECONCILIAÇÃO (SALVAÇÃO)

7 Não podemos apenas sair fazendo por fazer nossasações litúrgicas, é preciso antes contextualizá-las.

8 Quaresma Características do tempo quaresmal

9 Apontam também para o início do século IV no Oriente e fim do século V no Ocidente. Temos desde a metade do século II uma prática preparatória à Páscoa incluindo o jejum. Vai ser formando a estrutura dos Quarenta dias Sua origem

10 Disciplina penitencial para a reconciliação Exigências crescentes do catecumenato com a preparação imediata para o batismo. Dois elementos auxiliam no desenvolvimento deste tempo

11 Jejum, penitência, preparação para a Páscoa São três elementos que aparecem desde as origens

12 Quaresma Tempo da Graça Tempo Cronológico JEJUM – PENITÊNCIA – PREPARAÇÃO PARA PÁSCOA

13 Vós concedeis aos cristãos esperar com alegria, cada ano, a festa da Páscoa. De coração purificado, entregues à oração e à prática do amor fraterno, preparamo-nos para celebrar os mistérios pascais, que nos deram vida nova e nos tornaram filhas e filhos vossos. Prefácio da Quaresma I

14 Conhecer aquilo que compõe um tempo litúrgico ajuda-nos a buscar e a manter o foco naquilo que é essencial e não se perdendo nos elementos periféricos.

15 Todos os sinais litúrgicos que formos preparar devem nos remeter a Páscoa

16 Outra característica para renovar na santidade, o coração dos vossos filhos e filhas [...], libertando-nos do egoísmo e das outras paixões desordenadas (cf. Prefácio da Quaresma II).

17 Um exemplo QUARTA-FEIRA DE CINZAS Iniciamos hoje nosso caminho quaresmal com o desejo de chegarmos a contemplação do Mistério da Ressurreição, não deixando de se envolver dos momentos da paixão e morte de Jesus Cristo. Nosso ponto de partida é a compreensão de que somos pó e ao pó voltaremos. Não podemos e nem devemos manter distância de Deus, pois Ele nos oferece um tempo de graça e conversão. Com a Igreja no Brasil, através da Campanha da Fraternidade, somos despertados para o problema do Tráfico Humano. É hora de anunciar e denunciar que a pessoa humana não é mercadoria. Desejosos de viver nossas práticas penitenciais do Jejum, da Oração e da Caridade, iniciemos nossa celebração, cantando.

18 Quaresma Duas naturezas do tempo quaresmal

19 BATISMAL PENITENCIAL

20 109. Coloquem-se em maior realce, tanto na liturgia como na catequese litúrgica, os dois aspectos característicos do tempo quaresmal, que pretende, sobretudo através da recordação do batismo ou sua preparação e por meio da penitência, preparar os fiéis para a celebração do mistério pascal, ouvindo com mais freqüência a palavra de Deus e entregando-se à oração com mais insistência. Por isso: a ) Utilizem-se com mais abundância os elementos batismais próprios da liturgia quaresmal; e para isso, retomem-se elementos da tradição anterior, se parecer oportuno; b ) O mesmo se diga dos elementos penitenciais. Quanto à catequese, inculque-se no espírito dos fiéis, juntamente com as conseqüências sociais do pecado, a natureza própria da penitência que detesta o pecado como ofensa feita a Deus; e na ação penitencial não se esqueça a parte da Igreja, nem se deixe de recomendar a oração pelos pecadores. A Quaresma

21 Quaresma PERSPECTIVA DA LITURGIA DA PALAVRA

22 ANO A: MATEUS ANO B: MARCUS ANO C: LUCAS

23 QUARESMA Ano A Itinerário Batismal Ano B: Itinerário Cristocêntrico Ano C: Itinerário Penitencial

24 Tentações de Jesus no Deserto 1º Domingo Transfiguração de Jesus 2º Domingo Samaritana 3º Domingo Cego de Nascença 4º Domingo Ressurreição de Lázaro 5º Domingo

25 Sua relação com o Batismo Tentações de Jesus no Deserto = PECADO ORIGINAL = AFASTAMENTO DE DEUS 1º Domingo Transfiguração de Jesus = CENTRALIDADE DA FÉ EM JESUS CRISTO 2º Domingo Samaritana = CARACTERISTICA DA ÁGUA FONTE DE VIDA 3º Domingo Cego de Nascença = ADQUIRIMOS UMA NOVA DIGNIDADE 4º Domingo Ressurreição de Lázaro = BATIZADOS NASCEREMOS UM DIA PARA A VIDA ETERNA 5º Domingo

26 Sua relação Penitencial Meios para superar as tentações: oração, jejum e caridade 1º Domingo Caminho de conversão se dá através do anúncio e do testemunho. Não basta orar. É preciso ter um novo rumo 2º Domingo O Exercício quaresmal precisa estar focado em cristo. Temos risco de desistir na terceira semana. É preciso se reabastecer do propósito. 3º Domingo Próximo do fim, vamos enxergando uma nova realidade no modo de pensar, agir e no rumo da vida. 4º Domingo Finalidade da Quaresma: conduzirmo-nos a Páscoa de Cristo. 5º Domingo

27 BATISMAL PENITENCIAL Uma terceira perspectiva ECLESIAL

28 Quaresma O OLHAR ECLESIAL

29 O aspecto ECLESIAL DA QUARESMA. A Igreja (ecclesia) Povo de Deus é convocada para uma experiência junto com o seu Senhor. Chamada a deixar purificar e santificar-se pelo seu Senhor. Além do aspecto batismal e penitencial podemos aludir para

30 DOIS OLHARES MENSAGEM QUARESMAL

31 MENSAGEM QUARESMAL Fez-se pobre, para nos enriquecer com sua pobreza (2Cor 8,9).

32 A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura.

33 A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu «jugo suave» (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer- nos com esta sua «rica pobreza» e «pobre riqueza», a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogênito (cf.Rm 8, 29).

34 AJUDAR O POVO A COMPREENDER O QUE VEM A SER A RIQUEZA E A POBREZA DE CRISTO

35 Análise das nossas misérias MateriaisMoraisEspirituais

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37 Ter claro o objetivo da Campanha da Fraternidade É preciso lembrar que a Quaresma não é Campanha da Fraternidade Reforçar nos cânticos, nas preces, nos comentários

38 Quaresma Orientações gerais

39 Quanto ao Espaço Celebrativo e a Cor Litúrgica: O espaço celebrativo deve ser simples, guardando as expressões festivas, como o uso de flores, para a Páscoa. Durante o tempo quaresmal é proibido ornar o altar com flores. A cor litúrgica da estola e casula para a Quaresma é o Roxo, lembrando a dimensão maior de penitência e disposição à conversão. No domingo Laetare, (4º Domingo da Quaresma) pode-se usar Cor-de-rosa

40 Quanto as Partes Fixas da Missa Durante o tempo da Quaresma, em todas as celebrações, iremos rezar o ato penitencial. As repostas do Ato Penitencial poderão ser cantadas ou rezadas. Não há Hino de louvor no tempo quaresmal Omite-se o Aleluia no Canto de Aclamação

41 Para o canto das Oferendas, fica a sugestão para as equipes de canto, utilizarem apenas o solo e a resposta: Bendito seja Deus para sempre, cantada. Quando a equipe optar por esta sugestão, deverá comunicar ao presidente da celebração para que entoe em voz alta as orações próprias da preparação das Oferendas. Segue Modelo: Padre: Bendito sejais senhor Deus do Universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano que agora vos apresentamos e que para nós vai se tornar pão da vida eterna. Assembleia (cantando): bendito seja Deus para sempre!

42 Quando aos instrumentos e cantos Durante o tempo da Quaresma, o violão será o instrumento de base, os demais, ficam resguardados para a Vigília Pascal. Para o tempo quaresmal, os cantos básicos deverão ser tomados do CD da Quaresma O Hino da Campanha da Fraternidade poderá ser utilizado como Canto de Entrada ou Final. Lembramos que cânticos novos devem ser ensaiados com a Assembleia Litúrgica, ao menos, um por celebração.

43 Para os salmistas Ficam excluídas as melodias que dão ênfase na alegria. Procurem melodias que levem a introspecção, ao recolhimento e ressaltem a espiritualidade quaresmal.

44 Quaresma Experiência paroquial

45 Guia Litúrgico Paroquial

46 Composto Motivações Iniciais Ato Penitencial Preces para Missas Preces para Missas com as crianças

47 QUARTA-FEIRA DE CINZAS ORAÇÃO DA COMUNIDADE Rezemos, pela Igreja, com o Papa, os bispos, presbíteros e diáconos, possam ser para o povo de Deus, testemunho de reconciliação e conversão, supliquemos: SENHOR, TENDE PIEDADE, DE NÓS 2. Rezemos, por aqueles que nos governam e que muitas vezes fecham os olhos, para a dignidade humana, contribuindo para que a pessoa seja tratada, como mercadoria, supliquemos 3. Rezemos, por aqueles, que perderam a coragem de se reconciliar e de experimentar a misericórdia de Deus, supliquemos 4. Rezemos, por todos nós, que hoje iniciamos nossa caminhada quaresmal. Que nossos propósitos penitenciais nos auxiliem a ter uma nova concepção do compromisso com Deus, supliquemos. 5. Rezemos, pela nossa Paróquia São José Operário, que a exemplo de seu Padroeiro, seja um lugar de compromisso e envolvimento com o projeto da salvação, supliquemos.

48 09 DE MARÇO DE 2014 ANO LITÚRGICO A 1º DOMINGO DA QUARESMA Peregrinando no deserto de nossa vida, enfrentamos as tentações, as maldades e os desafios que nos querem afastar de Deus. Somos seduzidos pelas Palavras, pelo desejo do ser, do ter e do poder. A Quaresma é um tempo que em mergulhamos em nossa consciência para lidarmos com nossos limites e deixar que Deus, pela graça do Espírito Santo realize sua obra. Somos em Cristo, justificados e a partir dele, queremos corresponder ao seu amor para conosco e construir uma vida santa. Iniciemos, cantando.

49 2º Domingo da Quaresma Nosso caminho quaresmal tem por finalidade conduzir- nos a Páscoa, onde contemplaremos a manifestação plena de Jesus Cristo. Neste segundo domingo, o evangelho apresenta-nos a Transfiguração do Senhor, demonstrando de uma forma antecipada, aquilo que veremos em breve. Não basta iniciar um caminho, é preciso saber onde se quer chegar. Não basta ficar contemplando a glória, é preciso testemunhá-la e anunciá-la a todos. Movidos pela graça do Espírito Santo, somos convidados a desalojar-se e continuar nosso caminho penitencial. Iniciemos, cantando.

50 2º Domingo da Quaresma ATO PENITENCIAL Senhor, que nos chamastes a conversão, perdoai-nos pelas vezes em que preferimos nos acomodar em nossos pecados, tende piedade de nós Senhor, príncipe da paz, tende piedade de nós Cristo, perdoai-nos pelas vezes em que preferimos quebrar a aliança, cultivando a discórdia, a intriga, a fofoca e a maldade, tende piedade de nós. Cristo, Sacerdote eterno, tende piedade de nós Senhor, perdoai-nos pelas vezes, em que preferimos ficar distante dos mais necessitados, tende piedade de nós Senhor, redentor da humanidade, tende piedade de nós

51 Calendário Litúrgico Paroquial

52 Quaresma Religiosidade popular

53 Há uma dificuldade do povo em compreender o sentido central do mistério de Cristo Tempo Quaresmal na perspectiva da Piedade Popular

54 Os fiéis concentram sua atenção na Paixão e Morte do Senhor Grande presença na Sexta-feira Santa e pouca presença diante da Ressurreição. Ressaltam muito

55 A diferença entre a concepção litúrgica e a visão popular da Quaresma não impede que o tempo dos Quarenta dias seja um espaço eficaz para uma fecunda interação entre liturgia e piedade popular (DPPL 126) Nada impede de que

56 Oração Final Senhor, Vós concedeis aos cristãos esperar com alegria, cada ano, a festa da Páscoa. De coração purificado, entregues à oração e à prática do amor fraterno, preparamo- nos para celebrar os mistérios pascais, que nos deram vida nova e nos tornaram filhas e filhos vossos. Prefácio da Quaresma I

57 Oração Final E, Para renovar, na santidade, o coração dos vossos filhos e filhas, instituístes este tempo de graça e salvação. Libertando-nos do egoísmo e das outras paixões desordenadas, superamos o apego às coisas da terra. (Prefácio da Quaresma II)

58 Oração Final Na vossa infinita misercórdia, Vós acolheis nossa penitência como oferenda à vossa glória. O Jejum e a abstinência que praticamos, quebrando nosso orgulho, nos convidam a imitar vossa misericórdia, repartindo o pão com os necessitados. (Prefácio da Quaresma III)

59 Oração Final Por isso vos pedimos Pela penitência da Quaresma, corrigis nossos vícios, elevais nossos sentimentos, fortificais nosso espírito fraterno e nos garantis uma eterna recompensa, por Cristo, Senhor nosso. (Prefácio da Quaresma IV)

60 Oração Final Nós vos louvamos, porque reabris para a Igreja, durante a Quaresma, a estrada do Êxodo, para que ela, aos pés da montanha sagrada, humildemente tome consciência de sua vocação de povo da aliança. E, celebrando vossos louvores, escute vossa Palavra e experimente os vossos prodígios (Prefácio da Quaresma V). Amém

61 Obrigado pela atenção Padre Kleber Rodrigues da Silva

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63 paroquiasaojoseoperario.org.br

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65 Quaresma tempo de graça e reconciliação


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