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Mecanismo de Agressão e Defesa nos Sistemas Planta-Patógeno.

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Apresentação em tema: "Mecanismo de Agressão e Defesa nos Sistemas Planta-Patógeno."— Transcrição da apresentação:

1 Mecanismo de Agressão e Defesa nos Sistemas Planta-Patógeno

2 O MECANISMO DE DEFESA DAS PLANTAS - Intruso x Sistema de segurança -Sobrevivência = Evolução Plantas sofrem ação de : Agentes bióticos – vírus, bactérias, fungos, insetos e outros. Agentes abióticos – radiação ultravioleta, temperatura e umidade.

3 Agentes não-naturais – chuva ácida, efeito estufa e agressão pelo mau uso de defensivos agrícolas.

4 O MECANISMO DE DEFESA DAS PLANTAS Estratégia de defesa -Barreiras físicas (estruturais ou morfológicas) - Espinhos e tricomas, - Ceras na superfície dos órgãos - Espessura e dureza da cutícula e da parede externa da células epidérmicas, etc.

5 Barreiras química- Defesa pré-formada - Herança dos ancestrais - Mecanismo de resistência não-específico - Preexistência de barreiras estruturais - Compostos tóxicos pré formados -EX: Citronela: Citroneral e Geraniol Repelem insetos

6 BARREIRA QUÍMICA-DEFESA INDUZIDA Resistência localizada: Reação de hipersensibilidade (HR) Lesão necrótica

7 Resistência sistêmica adquirida (SAR) A defesa induzida envolve a produção de lignina, proteínas relacionadas a defesa, enzimas hidrofílicas, espessamento das paredes celulares e a produção de substâncias denominadas FITOALEXINAS.

8 FITOALEXINAS - Plínio(23-79 d.C.): nogueira A Juglona, extraída das folhas e raiz inibia a germinação.

9 O Termo Fitoalexina surgiu na Alemanha em Phyton = planta, alexin= composto que repele - Alguns cultivares de batata eram resistentes ao fungo da requeima (Phytophthora infestans). - A primeira fitoalexina caracterizada quimicamente foi a pisatina, isolada de plantas de ervilha (Pisum sativum).

10 EX: ervilha (Pisum sativum), onde a infecção da planta só ocorre por linhagens do fungo Nectria haematococca capazes de destoxificar a pisatina, fitoalexina produzida por ela. Transformações genéticas no fungo e que levam à perda da enzima que desmetila a pisatina, tornam as plantas de ervilha resistentes ao ataque desse microrganismo.

11 - Desde sua descoberta, inúmeras outras fitoalexinas foram obtidas de plantas cultivadas como feijão, soja, ervilha, batata, tomate, alface, algodão, arroz, cevada e banana, entre outras.

12 FITOALEXINAS – O que são? - São produtos naturais de baixo peso molecular. - Possuem atividade inibidora contra: bactérias, fungos e efeito tóxico para animais e plantas. -São acumuladas em resposta ao estresse.

13 Fitoalexinas: não são proteínas, não apresentam especificidade e não imunizam a planta. - São produtos naturais, ausentes na planta sadia, acumulados temporariamente no local e nos arredores da infecção. - Possuem atividade inibidora sobre bactérias, fungos, nematóides e efeito tóxico para animais e para as próprias plantas.

14 - Podem ser acumulados em resposta a vários microorganismos, mas também como conseqüência de fatores que causam estresse na planta, como ferimentos e exposição a substâncias tóxicas

15 FITOALEXINAS – COMO SÃO GERADAS? Invasor PLanta Eliciadores Carboidratos Proteínas Ácidos Graxos Componentes da Parede Celular Vegetal Moléculas indutoras de resposta Ativação de Mecanismo de Defesa Produz Secreta INTERAÇÃOINTERAÇÃO Contém Interação

16 Elicitores: ativadores dessa resistência -Ativador químico de resistência de plantas a doenças, aplicado a campo: - acibenzolar-Smetil (ASM ou benzotiadiazol). - Esse produto não tem ação direta sobre o patógeno, mas sua estrutura espacial, semelhante ao ácido salicílico, parece desenvolver papel importante na transdução de sinal.

17 - ASM é rapidamente absorvido pelos tecidos foliares e confere à planta aumento de resistência. - Em pós colheita, tem sido pesquisada a ação do ASM em maçãs 'Golden Delicious', no combate ao Penicillium expansum e Botrytis cinerea em melão.

18 FITOALEXINAS – COMPOSIÇÃO QUÍMICAS -Metabolismo primário: lignina,celulose, proteínas, lipídios, açúcares e outros. -Metabolismo secundário: alcalóides, flavonóides, terpenóides, compostos fenólicos, aldeídos, alcoóis, cetonase outros.

19 FITOALEXINAS – RESPOSTA A INVASÃO - Desorganização dos conteúdos celulares; - Ruptura da membrana plasmática; - Inibição de enzimas


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