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Profª Gilvaci PLANEJAMENTO PRÁTICA PEDAGÓGICA II.

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Apresentação em tema: "Profª Gilvaci PLANEJAMENTO PRÁTICA PEDAGÓGICA II."— Transcrição da apresentação:

1 Profª Gilvaci PLANEJAMENTO PRÁTICA PEDAGÓGICA II

2 P L A N E J A M E N T O Virou moda afirmar que é necessário descobrir novos paradigmas para a Educação. Até aí tudo bem. O contra-senso é que ao mesmo tempo que se afirma isso, se propõe métodos estagnados de planejar, quando não se copia de anos anteriores ou de outras escolas ou ainda de colegas vizinhos... A escola deve assumir seu lugar vivo, dinâmico e, como centro de intelectualidade, ter como matéria prima a Criatividade, formando uma comunidade livre para pensar e agir. Talvez para que isso ocorra, tenhamos que nos despir da "carga" de conhecimentos que carregamos, como bem retrata a historinha a seguir:

3 Um mestre zen convidou um de seus discípulos para o chá da tarde em sua casa. Os dois conversaram um pouco e chegou a hora do chá. O mestre começou a servir o chá na xícara do discípulo. Mesmo depois que a xícara se encheu, ele continuou servindo. A xícara transbordou e o chá foi se derramando pelo chão. Vendo isso, o discípulo disse: "Mestre, o senhor precisa parar de servir. O chá está se derramando, não está indo para a xícara." O mestre respondeu: "Muito perspicaz de sua parte. O mesmo acontece com você. Se pretende receber os meus ensinamentos, precisa primeiro esvaziar sua xícara mental".

4 Moral: Às vezes precisamos ser capazes de desaprender o que sabemos e que nos deixa cristalizados. Se tivermos a capacidade de esquecer temporariamente o que sabemos, nossa cabeça não ficará atravancada com respostas prontas e teremos a oportunidade de formular perguntas que saem do caminho usual para novas direções. Novas direções: Esse é o caminho que os professores deveriam tomar. Utilizar as técnicas de planejamento sim, naquilo que for eficaz para eles próprios e não para cumprimento de tarefas burocráticas. Um planejamento bem feito facilita muito a vida do professor ao longo do ano, além de ampliar as dimensões e abordagens do que será trabalhado, mas sem abrir mão de suas potencialidades criativas. Informação, conhecimento, esforço e ousadia, rumo a novas direções...

5 Elaboração do Plano de Ensino-Aprendizagem Segundo Celso dos S. Vasconcellos, um plano de ensino - aprendizagem pode ser subdividido em plano de curso e plano de aula. 1. P l a n o d e C u r s o O plano de curso é a sistematização da proposta geral de trabalho do professor naquela determinada disciplina ou área de estudo, numa dada realidade. Pode ser anual ou semestral. O planejamento é um processo contínuo, porém momentos mais intensos, como os de final e início de ano, são importantes, na medida em que alterações mais substanciais podem ser elaboradas. Dentro de uma linha de trabalho interativa e libertadora, é necessário que a postura do professor diante do plano seja aberta e flexível, porém é importante esboçar no plano de curso uma visão total. Define-se uma espinha dorsal que será detalhada, complementada ou modificada no decorrer do ano. Não esqueçam que a prática de replanejar periodicamente (p.ex. bimestralmente) é interessante, desde que haja um fio condutor, para o trabalho não ser fragmentado.

6 E l e m e n t o sD i m e n s ã o Possíveis elementos do plano de curso - Quadro Geral de Conteúdos; - Proposta Geral Metodológica; - Proposta de Avaliação; - Bibliografia; - Integração com outras disciplinas; - Integração com atividades extra-classe; - Normas Estabelecidas; - Observações. Formas de Mediação - Objetivos da Escola; - Objetivos Gerais da Disciplina. Projeção de Finalidades - Identificação; - Caracterização da Realidade Sujeitos; - Objeto; - Contexto. Análise da Realidade

7 2. P l a n o d e A u l a É a proposta de trabalho do professor para uma determinada aula ou conjunto de aulas (por isto pode ser chamado também de Plano de Unidade). Corresponde ao nível de maior detalhamento e objetividade do processo de planejamento. É o "que fazer" concreto. Muitos professores consideram que "este é o planejamento que importa mesmo", o que não deixa de revelar um profundo bom senso. Mas este plano terá maior consistência e organicidade se estiver articulado ao Plano de Curso e ao Projeto Educativo da escola. Não planejar pode implicar em perder possibilidades de caminhos, por isso o plano de aula deve ser feito como uma necessidade do professor e não por exigência formal da coordenação ou direção.

8 Possíveis elementos do plano de aula - Conteúdo; - Metodologia; - Tempo; - Recursos; - Avaliação; - Tarefa. Formas de Mediação - Objetivos. Projeção de Finalidades - Assunto; - Necessidade. Análise da Realidade E l e m e n t o sD i m e n s ã o Uma única aula (ou conjunto de aulas) pode ter este conjunto de elementos repetido várias vezes, de acordo com a necessidade e a estimativa de tempo disponível.

9 Para saber mais sobre objetivos A- Objetivos gerais da educação propostos pela nova LDB A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de no 9.394/96, sancionada em 20/12/96, também conhecida como Lei Darcy Ribeiro, dispõe sobre aspectos da estrutura e do funcionamento da educação escolar no Brasil e fixa princípios gerais, disciplinando a educação escolar, vinculando-a ao mundo do trabalho e à prática social. Nesse sentido estabelece os seguintes objetivos gerais:

10 Ensino Fundamental (1ª à 8ª séries) Tem por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: I - O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, escrita e do cálculo; II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. (artigo 32).

11 Ensino Médio Final da etapa da educação básica, tem como finalidade: I - A consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento dos estudos; II - a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; III - o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; IV - a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina. (artigo35).

12 B - Objetivos Gerais do Ensino Fundamental indicados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais - compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a- dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito; - posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas; - conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais, materiais e culturais como meio para construir progressivamente a noção de identidade nacional e pessoal e o sentimento de pertinência ao País; - conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sócio-cultural brasileiro, bem como aspectos sócio-culturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais;

13 - perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente; - desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas capacidades afetiva, física, cognitiva, ética, estética, de inter-relação pessoal e de inserção social, para agir com perseverança na busca de conhecimento e no exercício da cidadania; - conhecer e cuidar do próprio corpo, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva; - utilizar as diferentes linguagens - verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal - como meio para produzir, expressar e comunicar suas idéias, interpretar e usufruir das produções culturais, em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação;

14 - saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos; - questionar a realidade formulando-se problemas e tratando de resolvê-los, utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica, selecionando procedimentos e verificando sua adequação.


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