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SEMINÁRIO INSTITUCIONAL DE AVALIAÇÃO E PLANEJAMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO NA UFSM - 2012 Nome do Programa: PPGEnf Centro: CCS Área de avaliação: Enfermagem.

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1 SEMINÁRIO INSTITUCIONAL DE AVALIAÇÃO E PLANEJAMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO NA UFSM Nome do Programa: PPGEnf Centro: CCS Área de avaliação: Enfermagem Conceito na Capes: 3 Início do Curso Mestrado: 2007 Doutorado: APCN/2013 Coordenação: Gestão Stela Maris de Mello Padoin e Marlene Gomes Terra Comitê Gestor: Tânia Bosi Magnago; Cristiane Cardoso de Paula e Margrid Beuter. Representante Discente: Mestrando Roger Rodrigues Peres MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COMITÊ ASSESSOR DA PRPGP

2 UFSM QUANTITATIVO DA ATIVIDADE DE FORMAÇÃO Capacidade de formação MESTRADO Número de discentes matriculados em cada ano Número de titulados cada ano-previsão até dez/ DOUTORADO Número de discentes matriculados em cada ano Número de titulados cada ano-previsão até dez/12

3 UFSM Resumo dos requisitos exigidos pelo Documento de área Capes Expor brevemente quais os principais requisitos do documento de área para o conceito ao que o Programa tem a perspectiva de atingir.

4 UFSM Resumo do desempenho do Programa nos dois primeiros anos do triênio Grupos de pesquisa 71 discentes em 2012 Docentes Permanentes = 9 Docentes Permanentes = 6 PP = 27; P Ext. = 7 Disciplinas focadas e flexíveis PP = 11; P Ext. = 3 Disciplinas Trabalho e gestão em enfermagem e saúde – LP 2 Cuidado e educação em enfermagem e saúde – LP 1 Cuidado, Educação e Trabalho em Enfermagem e Saúde PPGEnf = Adequação AC, LP, PP, Disciplinas Métrica MB Planejamentos, metas – indução da Instituição; Infraestrutura – precisa melhorar Quesito 1: adequação da proposta e convergência entre AC; LP e PP [50]. Planejamento, metas [20]. Infraestrutura ensino, pesquisa e extensão [30].

5 UFSM Resumo do desempenho do Programa nos dois primeiros anos do triênio Perfil aderente a proposta do Programa // Experiência = em equilíbrio - Adequação ao programa / Dedicação = MB -Atividade de pesquisa – todos os docentes com pelo menos um PP sob sua coordenação [mediado por consultoria externa houve adequação do nº de PP no triênio, era uma recomendação do triênio passado] - Mediante as avaliações consecutivas e experiência acumulada fizemos adequações em disciplinas para o envio do APCN do Curso de Doutorado [dar flexibilidade e foco temático nas LP e AC] Quesito 2: peso 30. Corpo docente, perfil/experiência [15], adequação ao programa, dedicação [20], atividades pesquisa e formação [40], contribuição GRA [repercussão de futuros ingressantes na PG] [10]; captação de recursos [15]

6 UFSM Resumo do desempenho do Programa nos dois primeiros anos do triênio Atividade de formação Orientação 2010: 31 alunos/14 DP [03 ingressos, 01 LTS] = 2, : 51/13 DP [01 ingresso] = 3, : 71/15 DP [02 ingressos] = 4,73 * Adequação à Portaria 01/2012 de 1DP no próximo triênio [mais de 8 orientações/participação 2 PG/UFSM] * Distribuição equilibrada de orientação vai melhorar com a experiência dos DP no programa e tempo de ingresso. Formação: no triênio só não tem formação o DP com ingresso recente [3] 1 Docente Colaborador e 1 Docente Visitante não reflete dependência Avaliação de Professor Visitante = MB, manter contratação Quesito 2: continuação... atividades de formação [40], contribuição GRA [repercussão de futuros ingressantes na PG] [10]; captação de recursos [15] Média DP/triênio: 14 Métrica = MB

7 UFSM Resumo do desempenho do Programa nos dois primeiros anos do triênio Repercussão na formação GRA: reflete no perfil do corpo discente ME 2010: bolsa de IC 12% 2011: bolsa de IC 40,7% 2012: bolsa de IC 34,21%, 43% egressos GRA; Repercussão do perfil no ME: aproxima do perfil da demanda desejado, agiliza a transição, possibilita formação qualificada em menor período de tempo, aumenta a produção, melhora a proporção da produção DP/DC. Quesito 2:... contribuição GRA [repercussão de futuros ingressantes na PG] [10]; captação de recursos [15] Quesito captação de recursos: DP contemplado com Ed.Universal [3], Pesquisador Gaúcho [1], Bolsas de PIBIC, PROBIC, PROIC entre outras. Projetos financiados - como Centro de Referência de Craque. O Corpo Docente tem enviado projetos para PQG/FAPERGS, Ed.Universal/CNPq e PQ/CNPq, demostram competitividade, no entanto o sistema esta engessado. Precisa melhorar.

8 UFSM Resumo do desempenho do Programa nos dois primeiros anos do triênio % dos discentes tiveram co-orientação de TCC e/ou IC 50% dos discentes participaram em banca de TCC na graduação, os demais estão com participação prevista para ,5% participaram em projetos de extensão 94% desenvolveram atividade de DO na graduação Quesito 3: peso 30. Corpo discente e trabalho de conclusão. Relação de defesas e CD [20]; distribuição orientação [20]; produção discente quantidade e qualidade [autoria compartilhada orientador, GRA] [50]; tempo de formação bolsistas [10]. 2010: 10 / 30 = 0, : 16 / 50 = 0, : 30 / 71 = 0,42 Titulados no triênio = 56 Métrica da área: alunos titulados em relação à dimensão do corpo discente/Mestrado = MB = ≥ 0,30 Para o PPGEnf = MB Tempo de formação dos bolsistas: média 21 meses = MB Demanda reprimida de 16 bolsas [50%] Interface com quesito 2 contribuição na GRA

9 UFSM Resumo do desempenho do Programa nos dois primeiros anos do triênio Quesito 4: peso 40. produção intelectual. Produções qualificadas [40]; distribuição da produção quanto CD [40]; produção técnica [20]. [Interface com quesito 3 - Corpo Discente] Conceito Bom (nota 4): produção global dos DP corresponde a razão de, no mínimo, 01 artigo B2 ou superior/DP/ano. Atingindo 300 pontos ou mais. Produção de discentes e/ou egresso da PG e GRA autores dos artigos qualificados é de 65,5 % B3 ou superior. Métrica do PPGEnf = MB Produção técnica: membro de associação [3]; consultores de periódicos [15]; membro de conselho editorial [4]; capítulo de livro e livro [em discussão];

10 UFSM Resumo do desempenho do Programa nos dois primeiros anos do triênio Quanto a razão entre a produção qualificada x CD // DP no triênio PPGEnf: 321/14 média DP: 21,9 // PPGEnf: 305/14 média DP: 21,8 Percentual de DP com produção qualificada nos estratos: 100% DP com 300 pontos ou mais em B2 ou superior – para conceito 4 86,7 % DP com 400 pontos ou mais em B1 ou superior – para conceito 5 Quanto à produção global do CD triênio [CD = DP + DC] Corrigindo desde coleta sem Qualis 16 capítulos e 02 organização livros [discute-se ser produção técnica] A1A2B1B2B3B4B5Total triênio ,2 %11,5 %42,0 %33,6 %6,9 %2,2 %0,6 %-

11 UFSM Resumo do desempenho do Programa nos dois primeiros anos do triênio Atende métrica de produção intelectual para conceito 4 Conceito 4: produção global dos DP corresponde a razão de, no mínimo, 01 artigo B2 ou superior/DP/ano e 300 pontos. Equilíbrio na distribuição melhora com experiência/tempo ingresso...

12 UFSM Resumo do desempenho do Programa nos dois primeiros anos do triênio Total global

13 UFSM Resumo do desempenho do Programa nos dois primeiros anos do triênio Quesito 5: peso 15. inserção social. Inserção e impacto do PG [30]; Integração e cooperação com outros vistas ao desenvolvimento outro [55]; Visibilidade/transparência [15]. Projetos de extensão na assistência, na comunidade e no Ensino Fundamental e Médio Somos Receptora de DINTER Novas Fronteiras 2009 com quatro Associadas com vista a minimizar as desigualdades regionais no RS Apoio/assessoria para cursos novos no Estado – a partir do DINTER Página com manutenção própria Nucleação: Egressos em IES como docentes [13], como Doutorandos – UFRGS [4], UFRJ [2], USP [1]. Nos processos seletivos de 2012: UFC/Ceará [1]; UFRGS [5]. [60 % da turma de doutorado 2013 da referida escola].

14 UFSM Resumo do desempenho comparativo aos demais Programas de sua Área de Avaliação na Capes ENFERMAGEMProgra mas Cursos Mestrado (MA)2045 MA e Doutorado (DO)* (*2 IES MA/DO/MP) 25- DO0227 Mestrado Profissional (MP) 11 TOTAL5883 Conceitos dos Programas e Cursos de Pós-Graduação em Enfermagem abril/2012 PROGRAMAS E CURSOS DE PG EM ENFERMAGEM Maio 2012

15 UFSM Resumo do desempenho comparativo aos demais Programas de sua Área de Avaliação na Capes PROGRAMAS E CURSOS DE PG EM ENFERMAGEM - Maio 2012 RegiãoNorte (AM, RO, RR, AP, PA, TO, AC) Nordeste (MA, CE, RN, PB, PE, AL, SE, BA, PI) Centro-Oeste (MT, GO, MS) Sudeste (MG, ES, SP, RJ) Sul (RS, PR, SC) Participa ç ão 2,4%21,7%8,4%47%20,5% Bolsa PQ MP (conceito) 02 (3)1 (3)3 (3) 2 (4) 1 (3) 2 (4) MA (conceito) 2 (3)6 (3) 4 (4) 1 (5) 2 (3) 2 (4) 6 (3) 5 (4) 6 (5) 3 (6) 3 (3) 3 (4) 1 (5) 1 (6) DO (conceito) 04 (4) 1 (5) 2 (4)4 (4) 7 (5) 3 (6) 4 (4) 1 (5) 1 (6)

16 UFSM Resumo do desempenho comparativo aos demais Programas de sua Área de Avaliação na Capes Nordeste [PE, PI, BA] Sudeste [MG, RJ] Entre 18 Programas com nota 3, foram analisados: ano de início do curso e localização; Nº de DP; Formação; Produção global dos DP; Nº de DP que NÃO atendem aos critérios do conceito 4 [quesito produção].

17 UFSM Expectativa do Programa de Pós-graduação com relação a conceito no próximo triênio QuesitoSituação PPGEnf/UFSM Proposta Coerência e consistência da proposta Planejamento anual Infraestrutura Corpo docente Critérios bem definidos de credenciamento [politica treinamento/renovação] Equilíbrio entre doutor com experiência e jovem Formação em três escolas - diversidade Atividade de ensino, pesquisa GRA e PG Orientação/DP Formação [ingresso 5 DP no triênio]; co-orientação DINTER [experiência] Captação de recursos Corpo discente Titulação/DP Bolsistas Produç ão intelect ual Aumento quantitativo e qualitativa - premiações Razão DP/Discente qualificada Produção técnica Inser ção socia l Integração com IES do DINTER; com serviços SUS; participação em órgão de classe e associações 100 % Alcança o conceito MB

18 UFSM METAS ESTABELECIDAS PARA O TRIÊNIO Meta Viabilida de (1 a 5) Ameaças Prioridad e 1 a 5 Obter conceito 4 Capes1Avaliação CAPES1 Implantar Curso Doutorado1Avaliação CAPES1 Ter DP com bolsa produtividade3Sistema1 Ampliar área física e infraestrutura4Falta de recursos financeiros1 Ampliar convênios de pesquisa com instituições de ensino superior nacionais e internacionais 1Domínio de Línguas estrangeiras. Financiamento dos projetos 1 Ampliar o impacto social e a visibilidade do programa 2Fomento2 Apoiar e fortalecer grupos de pesquisa2Melhorar a infraestrutura; Número de bolsas de IC e de mestrado insuficientes 1

19 UFSM AÇÕES QUE PODERÃO PERMITIR ATINGIR AS METAS PROPOSTAS PARA O TRIÊNIO Ações Viabilidade (1 a 5) AmeaçasPrioridade 1 a 5 Ampliação CD5Externa FUNPRESP Política de recursos humanos do governo federal e critérios de alocação de vagas no Centros de ensino. 1 Aproximação com instituições nacionais e internacionais para estabelecer parcerias; Construção de projetos interinstitucionais e instrumentalização do CD e Discentes; 2CD composto ainda por jovens doutores; reduzido e sobrecarga de trabalho 1 Participação efetiva de professor visitante.11 Busca de fomentos por meio da participação em editais específicos 3Critérios para responder ao edital1 Avaliação do programa continuamente; Incentivo de DP para estágio pós doutoral; Homogeneização da quantidade e da qualidade da produção científica 2Obtenção de recurso para pós doc no exterior; Demora do retorno dos periódicos; 1

20 UFSM AÇÕES QUE PODERÃO PERMITIR ATINGIR AS METAS PROPOSTAS PARA O TRIÊNIO Ações Viabilidade (1 a 5) AmeaçasPriorida de 1 a 5 Participação e organização de eventos internacionais (Discentes e docentes); Produção de material de divulgação do programa/ Revista; Monitoramento da página do PpGEnf na Web Efetivação de parcerias com instituições de ensino e de saúde 2Fomento Restrito aos discentes 2 Divulgação entre os líderes dos GP dos editais pertinentes; Convite à experts para apoio na elaboração de projetos competitivos para editais Formação permanente das equipes de pesquisa por meio de cursos de pequena duração 2Externa: número insuficiente de bolsas (IC e discentes); 2

21 UFSM Descrever como infra-estrutura e material humano irão afetar a perspectiva de conceito para o próximo triênio e a estratégia de ação junto às Direções de Centros, Departamentos e Gabinete do Reitor. INFRA-ESTRUTURA E MATERIAL HUMANO: RELAÇÃO COM AS METAS PARA O TRIÊNIO Infra-estrutura - necessidade de equipar laboratório de epidemiologia para GP, sala equipada para GP, gabinete de orientação, auditórios para as defesas e cursos de curta duração - área física em construção o que possibilitará ampliar salas de aula, laboratórios e salas de professores - hoje temos 04 salas de aula, 01 sala para laboratório, 01 sala para os mestrandos, 03 salas de professores; - resposta ao Edital Pró-equipamentos/UFSM e aquisição de material e equipamentos (mesas, escrivaninhas, computadores, impressora, etc);

22 UFSM Professores com perspectiva de aposentadorias/déficit de docentes INFRA-ESTRUTURA E MATERIAL HUMANO: RELAÇÃO COM AS METAS PARA O TRIÊNIO Diversas reuniões com o Reitor, Vice Reitor e Diretor de Centro sobre possibilidade de ampliação de vagas docentes; poucas possibilidades efetivas e mediatas; - realizado concurso público para professor efetivo para a vaga de aposentadoria - aguardando publicação no Diário Oficial; - abertura de 01 vaga para enfermeiro (TAE) no próximo concurso público na UFSM e 01 vaga para docente para 2013

23 UFSM PRINCIPAIS AÇÕES QUE VISAM PROMOVER A INSERÇÃO SOCIAL E INTERNACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA Descrever quais ações foram, estão sendo ou pretendem implementar ou intensificar para aumentar a inserção social e a internacionalização do Programa. Criação da Comissão de Assuntos Internacionais (3DP, 3 mestrandos e 01 estudante da graduação) do PPGEnf/UFSM no 1º sem/2012. “II Seminário Internacional de Enfermagem: cuidado, educação e trabalho” em 25 a 27 de setembro de Pesquisadores renomados de IES estrangeiras confirmados: Canadá, Portugal, Colômbia e Argentina. Aproximação de DP com Programas de IES estrangeiras com vistas ao Pós- doutorado. Participação de DP em eventos científicos de caráter internacional (eventos no país e no exterior – Canadá e Portugal). Participação de 01 aluna na Mobilidade de estudantes da Graduação no Ciências Sem Fronteiras. Convênio realizado com IES de Montreal (Canadá), tem produto - 2 artigos submetidos.

24 UFSM PRINCIPAIS AÇÕES QUE VISAM PROMOVER A INSERÇÃO SOCIAL E INTERNACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA Participação em comitês editoriais e em diretoria de periódicos de circulação internacional. Parceria em projetos de pesquisa envolvendo Programas de Pós Graduação e grupos de pesquisa de IES estrangeira. Abrir vagas para alunos de origem estrangeira no Programa. Estimular publicação em periódico internacional. INTENSIFICAR

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