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MBA em Gestão de Empreendimentos Turísticos PLANEJAMENTO PÚBLICO DO TURISMO 6ª aula Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci.

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1 MBA em Gestão de Empreendimentos Turísticos PLANEJAMENTO PÚBLICO DO TURISMO 6ª aula Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci

2 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci TENDÊNCIAS NA GESTÃO E NO PLANEJAMENTO PÚBLICO DO TURISMO Planejamento = processo político de tomada de decisões... o planejamento turístico deve integrar processos orientados para mercados e recursos a fim de proporcionar as experiências turísticas únicas e satisfatórias que diferenciam produtos turísticos, criam atrativos de longo prazo e sustentam a base de recursos na qual produtos e destinos turísticos se baseiam. (HALL, 2001, p. 100) Elaboração de políticas públicas e o planejamento são, antes de tudo, atividades políticas, envolvem conflitos de interesses e devem almejar o consenso; Política Pública depende das: 1.Características econômicas, sociais e culturais da sociedade; 2.Estruturas formais do governo; 3.Outras características do sistema político.

3 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci PLANEJAMENTO ESCALAS DE PLANEJAMENTO – HALL, 2001

4 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci A gestão pública e o planejamento público do turismo contemporâneo exigem: 1.Compreender a importância dos relacionamentos entre os diversos processos que ocorrem simultaneamente com o turismo, tanto no nível de micro escalas (local) como em escalas maiores (nacional, internacional); 2.Assimilar que não bastam análises sobre os elementos, objetos, estruturas e sistemas para se estabelecer o planejamento estratégico do destino. È necessário ampliar o espectro de análise e, dialeticamente, compreender os processos, as relações e os fluxos que ocorrem sobre aqueles elementos, objetivos, estruturas e sistemas; 3.Ampliar a análise organizacional a partir de diferentes pontos de vistas, fugindo de análises pontuais estáticas. Essa visão ampliada nos permite ver como as situações e os problemas poder ser estruturados e reestruturados de diversas maneiras, permitindo o aparecimento de novas soluções.

5 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci O governo deve contribuir para o desenvolvimento do turismo: 1.Construindo e disponibilizando informações sobre o destino; 2.Modelando a estrutura econômica local; 3.Proporcionando infraestrutura; 4.Capacitando e educando a mão de obra; 5.Criando um ambiente regulador onde as empresas atual; 6.Contribuindo nas ações de marketing e divulgação. Coordenação Planejamento Legislação e regulamentação Empreendimentos Incentivo

6 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci Se a criação de locais sustentáveis for uma de suas metas, então o planejamento turístico deve ser um processo voltado não só para o governo, a indústria e a satisfação do turista, mas para uma ampla visão de segmentos interessados que fazer parte da comunidade local e do interesse público. (HALL, 2001, p.142)

7 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci O MARKETING DE LUGARES = CITY MARKETING O marketing de lugares significa projetar um lugar que satisfaça as necessidades de seus mercados-alvo. Ele atinge seu objetivo quando cidadãos e empresas estão satisfeitos com suas comunidades e atendem às expectativas de visitantes e investidores. (KOTLER et al., 1993, p.99) Para isso, podem ser feitos vários investimentos para melhorar: 1.As condições de vida; 2.O potencial de investimentos; 3.O potencial de atração para visitantes. Característica Ambiente fixo Provedor de serviços Entretenimento e recreação Isto implica em assumir o lugar como:

8 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci O Marketing Estratégico de Lugares envolve quatro atividades essenciais e inter-relacionadas: 1.Concepção da combinação correta de características e serviços comunitários; 2.Criação de incentivos atraentes para compradores e usuários atuais e potenciais de seus bens e serviços; 3.Oferecimento de produtos e serviços do lugar de forma acessível e eficiente; 4.Divulgação dos valores e da imagem do lugar de modo que usuários em potencial estejam totalmente cientes de suas nítidas vantagens.

9 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci A GUERRA DOS LUGARES: A REGIONALIZAÇÃO E ÀS REDES REGIONAIS A partir da década de 1990, com a globalização da economia, a concorrência entre os destinos turísticos gerou um processo de extrema competição, classificados por muitos estudiosos como uma guerra de lugares. Exemplo disso: os processos de escolha das sedes dos jogos olímpicos e da Copa do Mundo de Futebol e, a profissionalização dos Conventions Bureaux na captação dos grandes eventos. O ranking da ICA é um dos mais disputados e utilizados pelas grandes cidades e pelos países para demonstrarem seu grau de desenvolvimento turístico.

10 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci A GUERRA DOS LUGARES: A REGIONALIZAÇÃO E ÀS REDES REGIONAIS Com o aumento da competição entre os destinos turísticos, ocorre um movimento na direção de se obter destinos turísticos com produtos turísticos diferenciados e atraentes; Aliado à tendência de descentralização da gestão do turismo, orientada pela OMT a partir da década de 1980, os municípios percebem a possibilidade e a oportunidade de se aliar aos seus vizinhos para a consolidação de destinos turísticos mais consistentes e competitivos para o mercado; Esse processo leva à construção de produtos e roteiros regionais que, por sua vez exigem a reformulação das instâncias de governança, fazendo surgir os conselhos, consórcios e circuitos regionais de turismo. Os lugares/ destinos turísticos se articulam para, juntos, oferecerem um produto turístico diferenciado, competitivo e atraente para a demanda turística mundial.

11 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci A GUERRA DOS LUGARES: A REGIONALIZAÇÃO E ÀS REDES REGIONAIS A proposta de descentralização da gestão do turismo iniciada e estimulada pelo PNMT, no período entre 1994 e 2002, demonstrou que a escala local e, mais precisamente, a escala municipal (e, em certa medida, até intramunicipal), deve ser o ponto de partida para a elaboração das diretrizes e estratégias para o desenvolvimento turístico. Entretanto, antes mesmo que o PRT fosse oficialmente instituído em 2003, a tendência e a necessidade de uma ampliação daquela escala para o nível microrregional revelou-se em diversos pontos do território nacional: fazendo surgir diversos conselhos regionais de turismo ainda na década de Região das Agulhas Negras – RJ Região da Serra Gaúcha - RS

12 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci A GUERRA DOS LUGARES: A REGIONALIZAÇÃO E ÀS REDES REGIONAIS Algumas consideração sobre o processo: A articulação regional necessita ser precedida por um processo de articulação municipal, segundo um processo endógeno iniciado na escala local. A não observância desse ponto está diretamente relacionada com a continuidade do poder de decisão do centro, ou seja, a descentralização ocorre gerenciada pelo Estado e não como fruto de processos participativos endógenos consistentes e duradouros; O surgimento e o desenvolvimento de tais processos participativos endógenos culminam no desenvolvimento de redes locais e regionais de relacionamentos, estruturadas nos pilares básicos da solidariedade e da confiança entre seus participantes (HALL, 2001); Tais redes regionais poderão contribuir para a governança do desenvolvimento turístico no caso de serem fruto de processos democráticos, participativos e inclusivos, dentro daquilo que Souza Santos (1999) classifica como um espaço-tempo favorável à promoção das deliberações democráticas.

13 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci A combinação desses diversos fluxos materiais e imateriais estabelecidos entre os diversos destinos turísticos e suas áreas periféricas dá consistência e densidade a um território-rede de turismo regional, que se mostra mais denso e intenso durante os períodos de alta estação turística e mais rarefeito, ou mesmo desfeito, nos períodos de baixa estação, exigindo dos gestores das políticas públicas uma intervenção mais atenta e dinâmica. O desenvolvimento dos territórios-rede regionais de turismo, de um modo geral, como pudemos observar no caso da região das Agulhas Negras, vem acompanhado do surgimento de redes direcionadas para o melhor aproveitamento dos efeitos multiplicadores da atividade turística – redes econômicas – ou, como forma de resistência das comunidades locais – redes sociais e políticas – compondo o que estamos denominamos como redes regionais do turismo.

14 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci Rede regional de turismo das Agulhas Negras - RJ

15 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci As redes regionais de turismo podem se consolidar como a nova instância de gestão do desenvolvimento turístico de uma determina para do território, podendo ser institucionalizada na forma de Conselho, Consórcio, Fórum, Comitê, Circuito, etc. Para isso, no entanto, é necessários que os municípios tenham as suas estruturas locais de gestão do turismo ativas e atuantes; Essas novas estruturas institucionais, mesmo com a limitação de atuarem apenas como entes consultivos na definição das estratégicas de desenvolvimento turístico, apresentam a possibilidade de implantação e manutenção de um processo de desenvolvimento turístico mais duradouro, portanto, sustentável, onde todos os agentes sociais envolvidos tenham as suas demandas, necessidades e expectativas atendidas.

16 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci O desenvolvimento sustentável vai além do simples crescimento. Ele implica em mudanças políticas mais ou menos profundas, com a definição de novos padrões de organização da sociedade, exigindo maior interação e articulação entre os diversos agentes sociais, a descentralização da gestão e o aumento do poder local sobre o território e sobre as localidades (ZAPATA, 2008). Para atingi-lo é necessário que os agentes sociais locais tornem- se protagonistas dos seus próprios territórios, deixando de ser meros atores passivos. Por essa proposta, eles devem assumir a responsabilidade de serem pró-ativos e participantes de todos os momentos dos processos. (FRATUCCI, 2008)

17 Planejamento Público do Turismo Prof. Dr. Aguinaldo Cesar Fratucci Questões ainda à espera de respostas: O vácuo jurídico: Estado X novas instâncias de governança A (des) articulação dos agentes sociais do turismo


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