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Comércio Exterior – Unidade 1. Educação a Distância – EaD Professor: Flávio Brustoloni Comércio Exterior.

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Apresentação em tema: "Comércio Exterior – Unidade 1. Educação a Distância – EaD Professor: Flávio Brustoloni Comércio Exterior."— Transcrição da apresentação:

1 Comércio Exterior – Unidade 1

2 Educação a Distância – EaD Professor: Flávio Brustoloni Comércio Exterior

3 Objetivos da Disciplina: Mencionar a evolução da economia internacional ao longo dos anos; Demonstrar os desvios de comércio livre que ocorrem nos países, bem como demonstrar como os países protegem seus mercados no âmbito do comércio internacional; Explicar a origem, formas de constituição e implicações dos principais blocos econômicos e organismos internacionais; Conhecer a NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) e suas implicações; Conhecer a estrutura dos órgãos ligados ao Comércio Exterior no Brasil, bem como suas funções; Apontar e entender como é formada a economia internacional de um país; Demonstrar a importância do respeito às diferenças culturais em um processo de negociação;

4 Objetivos da Disciplina: Conhecer os diferentes Incoterms, identificando os riscos e responsabilidades ao se optar por cada Incoterm; Conhecer e identificar as formas/canais de se operar no comércio internacional ; Conhecer o que é Mercado Cambial e sua importância no mercado internacional, bem como identificar as modalidades de pagamento existentes para a operacionalização das operações internacionais;

5 Unidade 1 ECONOMIA INTERNACIONAL DE UM PAÍS, BLOCOS ECONÔMICOS, ORGANISMOS INTERNACIONAIS E BARREIRAS AO COMÉRCIO INTERNACIONAL

6 Objetivos da Unidade: Demonstrar a divisão da Economia Internacional de um país; Explicar a origem, formas de constituição e as implicações dos blocos econômicos e organismos internacionais no comércio internacional; Demonstrar e explicar os principais desvios de comércio livre e as principais barreiras ao comércio internacional;

7 TUTORIAL 2/45 Tópico 1 03 Indicação do Tópico Página da apostila Numeração do slide Unidade 1

8 TÓPICO 1 1/83 Economia Internacional dos Países

9 2 Evolução da Economia Internacional 2.1 Antiguidade A primeira civilização que teve registro na história foi a egípcia: desta época há registros de que havia pouca comercialização. 2/83 Tópico 1 05 Unidade 1

10 Comércio no Egito 3/83 Tópico 1 05 Unidade 1

11 2 Evolução da Economia Internacional 2.1 Antiguidade A próxima civilização que devemos mencionar é a mesopotâmica e, após, os fenícios, que foram responsáveis pelas primeiras manifestações do comércio. 4/83 Tópico 1 05 Unidade 1

12 Mesopotâmicos 5/83 Tópico 1 05 Unidade 1

13 Fenícios 6/83 Tópico 1 05 Unidade 1

14 2 Evolução da Economia Internacional 2.1 Antiguidade Estas primeiras manifestações surgiram porque estes povos eram grandes navegadores e, de alguma forma bastante simples, acabavam tendo contatos com pessoas de outros países, resultando em contato com diferentes mercadorias. 7/83 Tópico 1 05 Unidade 1

15 Fenícios e as Grandes Navegações 8/83 Tópico 1 05 Unidade 1

16 2 Evolução da Economia Internacional 2.1 Antiguidade O Império Romano ficou com o controle de todo o Mar Mediterrâneo (aprimorando o comércio da Antiguidade Clássica) e, o mais importante, conquistou segurança para as rotas do comércio na região. 9/83 Tópico 1 05 Unidade 1

17 Império Romano 10/83 Tópico 1 05 Unidade 1

18 2 Evolução da Economia Internacional 2.1 Antiguidade Na Idade Média, com o regime do feudalismo, o poder estava nas mãos dos nobres, conhecidos como suseranos, e o povo, conhecido por vassalo, era comandado por este suserano. 11/83 Tópico 1 05 Unidade 1

19 Idade Média - Feudalismo 12/83 Tópico 1 05 Unidade 1

20 2 Evolução da Economia Internacional 2.1 Antiguidade Nesta mesma época, surgiram as Cruzadas, movimento ligado à Igreja Católica visando a proteção da Terra Santa (hoje Israel), que trouxe importante benefício na área de comercialização, para a evolução da economia internacional. 13/83 Tópico 1 05 Unidade 1

21 Idade Média - Cruzadas 14/83 Tópico 1 05 Unidade 1

22 2 Evolução da Economia Internacional 2.2 A Era dos Descobrimentos Com a evolução nos meios de transporte decorrentes das Cruzadas, houve o descobrimento das Américas e de novas rotas para o Oriente, que permitiu que a Europa pudesse ter acesso a produtos totalmente diferentes daqueles a que estavam acostumados. 15/83 Tópico 1 06 Unidade 1

23 Novos produtos das Américas 16/83 Tópico 1 06 Unidade 1

24 2 Evolução da Economia Internacional 2.2 A Era dos Descobrimentos Podemos concluir que, em função desta nova opção de produtos que se apresentavam às pessoas, a classe dos comerciantes se tornou rica. 17/83 Tópico 1 06 Unidade 1

25 2 Evolução da Economia Internacional 2.3 Mercantilismo O período do Mercantilismo foi de 1500 a 1750, cujo lema era o governo em primeiro lugar. A primeira prioridade era o bem-estar do governo, o enriquecimento do governo acima do bem-estar da população. Os governos buscavam ter o maior número de reservas de metais preciosos, sendo o mais importante o ouro. 18/83 Tópico 1 06 Unidade 1

26 Mercantilismo 19/83 Tópico 1 06 Unidade 1

27 2 Evolução da Economia Internacional 2.4 Liberalismo O Liberalismo pregava que o governo deveria se preocupar somente com a justiça e a defesa nacional, ficando a cargo das pessoas terem iniciativa na busca do lucro. Com o surgimento da indústria iniciou o êxodo rural: os camponeses deixavam a terra e iam até as cidades na busca de emprego e de uma condição de vida melhor. 20/83 Tópico 1 07 Unidade 1

28 2 Evolução da Economia Internacional 2.5 Século XIX * Surgiu o trem a vapor; * Surgiu a indústria automobilística. Henry Ford revolucionou a indústria na época criando a produção em linha de montagem; 21/83 Tópico 1 07 Unidade 1

29 Trem a Vapor (1828) 22/83 Tópico 1 07 Unidade 1

30 Henry Ford e o Fordismo 23/83 Tópico 1 07 Unidade 1

31 2 Evolução da Economia Internacional 2.5 Século XIX * 1ª Guerra Mundial (1914 – 1918); * A partir de 1927, o Canadá e a Inglaterra passaram por um período recessivo que afetou bastante as indústrias dos Estados Unidos, o que provocou uma queda drástica das vendas e o estouro da bolha financeira de Wall Street. 24/83 Tópico 1 08 Unidade 1

32 2 Evolução da Economia Internacional 2.5 Século XIX Em 1929 o Brasil exportava basicamente café e banana. Como estes produtos podem ser considerados supérfluos, os Estados Unidos pararam de comprar do Brasil estes produtos. 25/83 Tópico 1 08 Unidade 1

33 2 Evolução da Economia Internacional 2.5 Século XIX Consequentemente, o preço do café despencou, e o governo, pressionado pelos fazendeiros, começou a comprar o café e armazená-lo até o ponto em que não havia mais espaço nos armazéns. 26/83 Tópico 1 08 Unidade 1

34 2 Evolução da Economia Internacional 2.6 II Guerra Mundial até Hoje A 2ª Guerra Mundial se inicia em 1939 e se arrasta até Com o final da 2ª Guerra, surge a Guerra Fria, que foi o Ocidente contra a antiga União Soviética, onde imperava o regime comunista. 26/83 Tópico 1 08 Unidade 1

35 2ª Guerra Mundial 27/83 Tópico 1 08 Unidade 1

36 Guerra Fria 28/83 Tópico 1 08 Unidade 1

37 3 Formação da Economia Internacional de um País 3.1 Comércio Internacional - Importação Importar um produto é o ato de comprar este produto em outro país e introduzí-lo no território nacional. Este procedimento é conhecido como nacionalização do produto. 29/83 Tópico 1 10 Unidade 1

38 3 Formação da Economia Internacional de um País 3.1 Comércio Internacional - Importação No ato de nacionalização do produto são pagos todos os impostos e taxas devidos. A partir do momento da nacionalização de um produto ele é considerado brasileiro. 30/83 Tópico 1 10 Unidade 1

39 3 Formação da Economia Internacional de um País 3.2 Comércio Internacional - Exportação Exportar um produto é o ato de vender este produto para outro país, além de nosso território, além de nossas fronteiras. Uma empresa exportadora, de maneira geral, passa a adquirir um diferencial competitivo no mercado nacional em relação aos seus concorrentes que não exportam. 31/83 Tópico 1 12 Unidade 1

40 3 Formação da Economia Internacional de um País 3.3 Prestação de Serviços Os serviços de transportes dizem respeito à prestação de serviços de transporte no mercado internacional. No mercado internacional, para importar ou exportar produtos, podemos utilizar o transporte marítimo, aéreo ou rodoviário. Todos os valores transacionados com os custos destes transportes são registrados na entrada e/ou na saída do país. 32/83 Tópico 1 15 Unidade 1

41 Transportes 33/83 Tópico 1 15 Unidade 1

42 3 Formação da Economia Internacional de um País 3.3 Prestação de Serviços No setor de turismo estão inclusas as viagens internacionais que são feitas a passeio, ou seja, o turismo e também as viagens internacionais que são feitas a trabalho. 34/83 Tópico 1 15 Unidade 1

43 3 Formação da Economia Internacional de um País 3.4 Transferências Unilaterais Estas transferências são efetuadas de apenas uma parte, sem a obrigatoriedade de que haja uma contrapartida, ou seja, sem buscar nenhum retorno. São consideradas transferências unilaterais remessas feitas ao exterior para pagamento de estudos, transferência de título de doação para uma entidade, como, por exemplo, a ONU. 35/83 Tópico 1 16 Unidade 1

44 3 Formação da Economia Internacional de um País 3.5 Movimento de Capitais Investidores que possuem muito dinheiro buscam diferentes países para investir seu capital. Toda essa movimentação de entrada e saída de capitais é controlada pelo Brasil. 36/83 Tópico 1 16 Unidade 1

45 TÓPICO 2 37/83 Blocos Econômicos

46 2 Blocos Econômicos 2.1 Conceitualização Blocos Econômicos são formados através da junção de países. O objetivo principal dos países ao se juntarem é fortalecer o comércio entre si. Se o comércio entre os países do bloco se intensifica, então gera renda e proporciona o desenvolvimento destes países, melhorando a condição de vida de seus habitantes. 38/83 Tópico 2 21 Unidade 1

47 2.2 Etapas de Formação dos Blocos Zona de Livre Comércio Nesta primeira etapa, os países concordam em iniciar a reduzir e, se possível, eliminar as barreiras alfandegárias, ou seja, o imposto de importação existente para comercializar entre si. 39/83 Tópico 2 22 Unidade 1

48 2.2 Etapas de Formação dos Blocos União Aduaneira Nesta etapa evolui-se um pouco mais em relação às alíquotas do imposto de importação: os países que fazem parte do bloco buscam eliminar o imposto de importação que existe na comercialização entre si. 40/83 Tópico 2 23 Unidade 1

49 2.2 Etapas de Formação dos Blocos Mercado Comum Nesta etapa, os países passam a abrir suas fronteiras às pessoas e aos investimentos. Os habitantes de um país podem trabalhar em outro país do bloco como cidadãos totalmente legalizados. Também os investimentos podem acontecer de um país para outro. 41/83 Tópico 2 23 Unidade 1

50 2.2 Etapas de Formação dos Blocos União Econômica Nesta etapa, os países buscam uniformizar suas legislações e suas políticas econômicas, tais como legislações trabalhistas, de defesa do consumidor, etc. 42/83 Tópico 2 24 Unidade 1

51 2.2 Etapas de Formação dos Blocos União de Integração Total Esta é a quinta e última etapa de formação do bloco econômico. Nesta etapa os países do bloco estabelecem um banco central único e acabam por estabelecer uma moeda única. 43/83 Tópico 2 24 Unidade 1

52 2.3 Principais Blocos Econômicos MERCOSUL MERCOSUL significa Mercado Comum do Sul e foi criado em 1991, através da assinatura da Ata de Iguaçu. Fazem parte: Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e recentemente a Venezuela. 44/83 Tópico 2 24 Unidade 1

53 2.3 Principais Blocos Econômicos MERCOSUL O MERCOSUL se encontra na fase de união aduaneira, ou seja, para comercialização entre os países (sócios plenos) o imposto de importação é zero, e para os países extrabloco o imposto de importação é igual para todos os países pertencentes ao bloco. 45/83 Tópico 2 25 Unidade 1

54 2.3 Principais Blocos Econômicos ALALC/ALADI ALADI significa Associação Latino- Americana de Integração; inicialmente era chamada de ALALC – Associação Latino-Americana de Livre Comércio e surgiu em 12/08/1980 através da assinatura do Tratado de Montevidéu. 46/83 Tópico 2 25 Unidade 1

55 2.3 Principais Blocos Econômicos ALALC/ALADI Fazem parte da ALADI: Bolívia, Equador e Paraguai (considerados países menos desenvolvidos); Chile, Colômbia, Cuba, Peru, Uruguai e Venezuela (considerados países intermediários) e Argentina, Brasil e México (considerados países desenvolvidos). 47/83 Tópico 2 25 Unidade 1

56 2.3 Principais Blocos Econômicos ALALC/ALADI A ALADI se encontra no estágio de zona de livre comércio e não evoluiu. Permaneceu no estágio de livre comércio em função da dificuldade logística em comercializar entre os países pertencentes ao bloco. 48/83 Tópico 2 26 Unidade 1

57 2.3 Principais Blocos Econômicos ALALC/ALADI Como exemplo podemos citar a dificuldade de transportar carga pela Cordilheira dos Andes. O segundo fator que fez com que a ALADI não evoluísse foi o surgimento do MERCOSUL, em que os principais países do bloco passaram a se dedicar ao outro bloco econômico. 49/83 Tópico 2 26 Unidade 1

58 Cordilheira dos Andes 50/83 Tópico 2 26 Unidade 1

59 2.3 Principais Blocos Econômicos NAFTA NAFTA significa North American Free Trade Agreement, ou seja, Acordo de Livre Comércio da América do Norte. O NAFTA surgiu em 01/01/1994 e fazem parte os EUA, Canadá e México. Este bloco está no estágio de zona de livre comércio e também não tem pretensão de evoluir. Ele foi criado exatamente para este fim. 51/83 Tópico 2 26 Unidade 1

60 2.3 Principais Blocos Econômicos UE UE significa União Européia e é formada pelos países da Europa. Os primeiros ideais de união dos países na Europa surgiram em 1948, e desde lá vem evoluindo o acordo entre os países europeus. Este é o único bloco que passou por todas as fases, chegando até o final com a criação de uma moeda única. 52/83 Tópico 2 26 Unidade 1

61 2.3 Principais Blocos Econômicos UE É importante registrar que houve países que aderiram à EU, porém não aderiram ao Euro. Um exemplo é a Inglaterra: pertence à EU, mas sua moeda, a libra esterlina, não foi trocada pelo euro. 53/83 Tópico 2 27 Unidade 1

62 2.3 Principais Blocos Econômicos ALCA ALCA significa Associação de Livre Comércio das Américas. Oficialmente a ALCA ainda não é um bloco econômico, podemos dizer que ela é apenas uma intenção de ser um bloco econômico. 54/83 Tópico 2 27 Unidade 1

63 2.3 Principais Blocos Econômicos ALCA Portanto, a ALCA ainda não ingressou na primeira etapa que é a zona de livre comércio. A ideia inicial era que no ano de 2002 a ALCA já estivesse funcionando, porém isto não aconteceu. 55/83 Tópico 2 27 Unidade 1

64 2.3 Principais Blocos Econômicos ALCA O objetivo da ALCA é de ser apenas uma zona de livre comércio; não tem pretensão de evoluir no processo de formação de bloco. 56/83 Tópico 2 27 Unidade 1

65 2.3 Principais Blocos Econômicos ALCA A ALCA não evoluiu porque, dentre diversos motivos, houve a questão da agricultura. O Brasil questiona uma abertura maior de mercado nos EUA para a agricultura brasileira. 57/83 Tópico 2 27 Unidade 1

66 TÓPICO 3 58/83 Organismos Internacionais

67 2 Conceituação Organismos internacionais são órgãos permanentes com personalidade jurídica, ou seja, suas ações devem ser respeitadas. Surgiram com o objetivo de desenvolver e regular as operações de comércio internacional. 59/83 Tópico 3 31 Unidade 1

68 3 Principais Organismos Internacionais 3.1 GATT/OMC GATT significa General Agreement on Tariffs and Trade, ou seja. Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio. Foi criado no ano de 1947 e vigorou até 1994, quando se transformou em OMC – Organização Mundial do Comércio, em 1 de janeiro de /83 Tópico 3 32 Unidade 1

69 3 Principais Organismos Internacionais 3.1 GATT/OMC A mudança ocorreu porque o GATT era apenas um acordo de tarifas e, com o desenvolvimento do comércio internacional, sentiu-se a necessidade da existência de um órgão que se preocupasse com outras atividades além de tarifas, como por exemplo, a área de serviços, assuntos de propriedade intelectual, etc. 61/83 Tópico 3 32 Unidade 1

70 3 Principais Organismos Internacionais 3.1 GATT/OMC A OMC busca regulamentar as operações comerciais e prega que o comércio deve acontecer de uma forma livre, sem desvios e práticas desleais. Portanto, a OMC funciona como um grande fórum de discussões em nível mundial. 62/83 Tópico 3 32 Unidade 1

71 3 Principais Organismos Internacionais 3.2 CCI CCI significa Câmara do Comércio Internacional, está situada em Paris e é um organismo internacional que defende a globalização da economia como fator primordial para o crescimento econômico. 63/83 Tópico 3 32 Unidade 1

72 3 Principais Organismos Internacionais 3.2 CCI A CCI também regula as operações de comércio exterior, sendo a responsável pela edição da Brochura 500 ou UCP 500 e URC 522, que trata de regras bancárias para regulamentação das operações relativas a créditos documentários. 64/83 Tópico 3 32 Unidade 1

73 3 Principais Organismos Internacionais 3.2 CCI A CCI também é responsável pelos Incoterms, que são termos utilizados nas negociações internacionais que buscam estabelecer direitos e responsabilidades entre as partes (exportador/importador) no momento de uma negociação. 65/83 Tópico 3 33 Unidade 1

74 3 Principais Organismos Internacionais 3.3 Bird ou Banco Mundial BIRD significa Banco Interamericano de Reconstrução e Desenvolvimento e é popularmente conhecido como Banco Mundial. O Banco Mundial foi criado em 27 de dezembro de 1945, e sua criação teve como finalidade dar condições de reconstrução aos países da Europa destruídos pela 2ª Guerra Mundial. 65/83 Tópico 3 33 Unidade 1

75 TÓPICO 4 66/83 Desvios de Comércio Livre

76 1 Introdução Os desvios, ou seja, as manipulações que ocorrem na comercialização, são práticas desleais de comércio que são condenadas pela OMC – Organização Mundial do Comércio. 67/83 Tópico 4 39 Unidade 1

77 2 Principais Desvios de Comércio Livre 2.1 Monopólio Monopólio significa mercado apenas na mão de um. Quando há o monopólio de um produto ou serviço, significa que o consumidor está nas mãos de apenas um fabricante ou de um prestador de serviços. 68/83 Tópico 4 39 Unidade 1

78 2 Principais Desvios de Comércio Livre 2.1 Monopólio A empresa que pratica monopólio fica dona do mercado, podendo inclusive reduzir a oferta de produtos no mercado e assim provocar um aumento do preços para, com isto, lucrar mais. 69/83 Tópico 4 39 Unidade 1

79 2 Principais Desvios de Comércio Livre 2.2 Oligopólio Oligopólio significa mercado apenas na mão de alguns. Ele acontece quando o mercado é dominado por apenas um pequeno grupo de empresas, que da mesma forma que o monopólio, pode ditar as regras do produto no mercado. 70/83 Tópico 4 40 Unidade 1

80 2 Principais Desvios de Comércio Livre 2.3 Trust O Trust é caracterizado pela fusão, ou seja, pela junção das empresas. Fusão significa que as empresas que estão no mercado vão sendo adquiridas, compradas umas pelas outras e quando este processo de compras acontece as opções de mercado para os consumidores vão se reduzindo. 71/83 Tópico 4 41 Unidade 1

81 2 Principais Desvios de Comércio Livre 2.4 Cartel O cartel é traduzido por um acordo comercial de preços, quantidades e qualidades dos produtos e/ou serviços. As empresas que praticam cartel são concorrentes entre si, não são compradas umas pelas outras, cada uma tem sua autonomia. 72/83 Tópico 4 41 Unidade 1

82 2 Principais Desvios de Comércio Livre 2.4 Cartel As empresas em um determinado momento se reúnem e fazem um acordo entre si, mesmo sendo concorrentes. Elas acordam, por exemplo, o preço a ser praticado, a qualidade a ser ofertada e assim sucessivamente. 73/83 Tópico 4 41 Unidade 1

83 TÓPICO 5 74/83 Barreiras ao Comércio Internacional

84 2 Dumping O dumping ocorre quando uma empresa pratica o seu preço de venda, em um determinado país, abaixo do custo de produção ou de seu preço de venda no país de origem. 75/83 Tópico 5 46 Unidade 1

85 3 Barreiras Tarifárias As barreiras tarifárias são barreiras impostas através de tarifa propriamente dita. Os países aumentam a alíquota do imposto de importação para se proteger. Pagando mais imposto no momento da chegada ao país, aumenta o custo do produto e aumentando o custo do produto, o preço deste produto será mais alto. Um preço alto poderá inviabilizar a sua venda no mercado. 76/83 Tópico 5 47 Unidade 1

86 4 Barreiras Não Tarifárias As barreiras não tarifárias são barreiras que não são relacionadas a alíquotas do imposto de importação, ou seja, o preço. As barreiras impostas dizem respeito às características de produtos, condições de certificações, condições sanitárias etc. As barreiras não tarifárias são mais prejudiciais ao país ou às empresas em comparação às barreiras tarifárias. 77/83 Tópico 5 48 Unidade 1

87 4 Barreiras Não Tarifárias 4.1 Subsídios O significado da palavra subsídio é dar, doar sem exigir nenhuma contrapartida, ou seja, quando você subsidia algo você está bancando sem exigir nenhum pagamento de volta por isto. No mercado internacional o governo de alguns países faz exatamente isto, subsidia, ou seja, doa dinheiro para cobrir os custos e não exige retorno do dinheiro, o dinheiro é doado. 78/83 Tópico 5 48 Unidade 1

88 4 Barreiras Não Tarifárias 4.2 Barreiras Técnicas Os países estabelecem características técnicas que os produtos devem apresentar para poder entrar no país. Na medida em que a empresa não consegue atingir as características exigidas para o produto, está fora deste mercado, mesmo tendo um preço competitivo e um produto de qualidade. 79/83 Tópico 5 49 Unidade 1

89 4 Barreiras Não Tarifárias 4.2 Barreiras Técnicas As barreiras técnicas não ocorrem apenas na agricultura, os países podem impor este tipo de barreiras nos mais diferentes segmentos de produtos. O objetivo é barrar a entrada de produtos estrangeiros. 80/83 Tópico 5 50 Unidade 1

90 4 Barreiras Não Tarifárias 4.3 Quotas Neste tipo de barreira o governo estabelece limites quantitativos referentes ao que será importado pelo país durante um determinado período. O país determina a quantidade que será permitida importar. Este limite de quantidade pode ser estabelecido em número (peças, quilos, etc) ou em valor monetário. 81/83 Tópico 5 50 Unidade 1

91 4 Barreiras Não Tarifárias 4.4 Barreiras Ecológicas Neste tipo de barreira o governo busca a proteção da ecologia e então passa a proibir a entrada dos produtos que estejam prejudicando seu meio ambiente. 82/83 Tópico 5 50 Unidade 1

92 4 Barreiras Não Tarifárias 4.5 Barreiras Sanitárias Barreiras sanitárias são barreiras em que o governo busca manter um controle sanitário em relação aos produtos importados. Este tipo de barreira se aplica mais diretamente aos produtos agroindustriais, principalmente em relação às carnes. Como os produtos em questão são destinados à alimentação, os países buscam manter afastadas doenças e epidemias para evitar problemas de saúde na sua população. 83/83 Tópico 5 51 Unidade 1

93 Parabéns!!! Terminamos a Unidade.

94 PRÓXIMA AULA: Empreendedorismo 2º Encontro da Disciplina 1ª Avaliação da Disciplina (Redação com consulta)


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