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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Curso de Arquitetura e Urbanismo - UFSC Tecnologia de Edificação I Professor: Anderson Claro Semestre 2012.1 Acadêmicos:

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Curso de Arquitetura e Urbanismo - UFSC Tecnologia de Edificação I Professor: Anderson Claro Semestre Acadêmicos: Alana Corrêa Ivana Cristina Bernart Jéssica Müller Carvalho Luise Mesquita Roger Thomas Contato: Visite Também o CALEIDOSCÓPIO:

2 Ventilação Natural Definição A ventilação natural é o deslocamento de ar através do edifício, por suas aberturas, umas funcionando como entrada e outras como saída. A ventilação nos espaços arquitetônicos pode ser produzida pela diferença de pressão entre os espaços internos e externos de uma edificação. A principal finalidade da ventilação natural em um ambiente é manter a qualidade do ar, remover a carga térmica adquirida pela edificação, em decorrência dos ganhos de calor externos e in ternos e também promover o resfriamento fisiológico dos usuários. Todo ambiente habitado por pessoas necessita de ventilação. Nossa respiração produz dióxido de carbono e carrega vírus e bactérias. As atividades de cozinhar, limpar e fumar liberam partículas e gases que contribuem para a poluição do ar. Espaços deficientemente ventilados contribuem para o desconforto e podem tornar o ambiente intolerável. Finalidades A manutenção da qualidade do ar nos ambientes internos e obtida através da renovação do ar, de maneira a remover as impurezas eventualmente existentes e manter os níveis de oxigênio em patamares apropriados. Existe uma NBR : 2005 (ABNT, 2005) que determina as pequenas taxas de renovação do ar das construções. Durante o dia, as edificações ficam expostas a radiação solar e absorvem uma grande quantidade de calor. Outra finalidade da ventilação é justamente remover essa carga térmica absorvida pela edificação e proporcionar um maior conforto ao ambiente. Eliminando também o ganho térmico interno produzido no interior das edificações (devido à presença dos usuários, existência de equipamentos elétricos, de iluminação artificial, entre outros). Um terceiro objetivo da ventilação é o resfriamento fisiológico, que ocorre quando o calor provocado pela evaporação do suor da pele entra em contato com o fluxo de ar criado. Esse resfriamento é importante em regiões com muita umidade, pois a pele úmida provoca desconforto.

3 Ventilação nos espaços interiores Este tipo de ventilação determina o tamanho e a localização das aberturas de entrada do ar na parede, o tipo e a configuração das aberturas usadas, assim como a localização de outros componentes arquitetônicos nas proximidades das aberturas, tais como: divisórias internas e painéis verticais ou horizontais adjacentes a elas (protetores solares e marquises, por exemplo). O planejamento das aberturas de entrada é a estratégia mais eficiente para definir o componente direcional do fluxo do ar. Em uma construção térrea, a diferença máxima de pressão e obtida se as entradas de ar forem localizadas na região de maior pressão positiva das fachadas a barlavento, e as saídas, na região de pressão negativa mais intensa nas paredes a Sotavento. Optar por uma distribuição uniforme do movimento de ar ou um jato concentrado depende dos requisitos específicos de cada projeto. Se a atividade desenvolvida em um determinado ambiente induz os usuários a permanecerem em uma localização fixa quando ocupam o espaço, como acontece em quartos, por exemplo, a concentração de jatos com velocidades maiores pode ser uma opção mais interessante. Contudo, em espaços onde a flexibilidade e um importante requisito, uma distribuição uniforme do fluxo de ar pode produzir resultados mais apropriados. Fluxo distribuídoFluxo concentrado

4 Entradas de ar maiores que as saídas reduzem o fluxo de ar, porque parte da energia cinética é transformada em pressão estática ao redor das aberturas de saída (FAIREY; BETTENCOURT, 1981). Essa configuração, porém, propicia uma distribuição mais uniforme da velocidade do ar dentro do ambiente:

5 Para construções com igual porosidade, aberturas localizadas no centro da fachada produzem taxas de ventilação mais altas que as localizadas nas extremidades da mesma. Devido a inércia da corrente do vento, a influência da localização da abertura de saída na distribuição do ar interno é menor que a de entrada, exceto nas proximidades da abertura de saída. Localização das aberturas

6 Tipologias das aberturas A escolha do tipo das esquadrias para uma construção depende da função particular de cada espaço. Afora os aspectos ambientais (ventilação, iluminação natural, controle do som, da chuva e do sol) existem outros igualmente importantes, tais como aspectos plásticos e estéticos, custos, vista da paisagem, privacidade e segurança. Quando possível gelosias e venezianas moveis se constituem em soluções indicadas para janelas de construções em climas quentes, devido a possibilidade de ajustes apropriados para o controle da privacidade, vento, chuvas, raios solares e iluminação natural, figura Esquadrias basculantes com folhas de venezianas são também apropriadas, pois as venezianas inclinam em função da posição da folha da janela.

7 Projeções verticais e horizontais Os elementos verticais podem ser constituídos por prolongamentos e extensões de paredes internas, protetores solares verticais ou elementos estruturais. Já os elementos horizontais incluem protetores solares, marquises, beirais e varandas. Podem ser usados isoladamente ou combinados com elementos verticais. Ambos são importantes pois influenciam na direção do fluxo, através da criação de zonas de alta e baixa pressão. Exemplos da influência das projeções verticais

8 Exemplos da influência das projeções horizontais

9 Portanto, ventilar bem os espaços depende muito da posição das aberturas em relação à direção do vento predominante. Existem outras estratégias, utilizando a vegetação para melhorar as condições de ventilação nos ambientes, tais como: 1. Regular a distância entre a vegetação e a casa, variando de acordo com o que se pretende. Exemplo 01 Exemplo 02

10 2. Cercas vivas em volta da casa podem também mudar o movimento da brisa dominante. Exemplo 01 Exemplo 02

11 Eficiência da ventilação na arquitetura Uma das formas mais eficientes para manter a temperatura agradável no interior das nossas casas é a de ventilar, especialmente durante a noite, quando as temperaturas são mais frescas. Durante uma grande parte dessa época do ano, o ar no exterior apresenta valores de temperatura bastante confortáveis, apesar da grande amplitude térmica diária. Outro fator que contribui para o desconforto é o calor. O ar é aquecido por fogões/fornos, iluminação, lareiras e aquecedores, computadores e também pelo calor produzido por nossos corpos. Ambiente sem aberturasAmbiente com aberturas

12 Tipos de ventilação natural Efeito chaminé O ar interno sai pelas aberturas mais altas e o ar externo penetra pelas aberturas mais baixas. O fluxo será intenso quanto mais altas forem as aberturas de saída.

13 Ventilação cruzada Ventilação cruzada é quando a ventilação de um modo geral tem entrada e saída diferentes no mesmo ambiente, ocasionando um transito de ventos Exemplo 01 Exemplo 02Exemplo 03

14 Exemplos de projeto Valeo VEC, Arquitetos: GCP Arquitetos, Itatiba, SP, ano 2010.

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16  Ecomercado Palhano, Arquitetos: Studio Guilherme Torres, Londrina, PR, ano 2011

17  O átrio central do edifício proporciona o uso do efeito chaminé para a ventilação natural

18  IDOM Headquarters Arquitetos: ACXT Arquitectos, Bilbao, Espanh a  O sistema de difusão para a ventilação é o deslocamento através do qual o ar sai pelo solo, a uma velocidade muito baixa, e sobe, ao se aquecer, em direção ao teto, onde entra em contato com as pilhas e depois desce por confecção natural.

19  Salas de classes Atrapa Luz, LAND arquitectos, Santiago – chile.  As pequenas aberturas zenitais fazem com que o ar quente saia das salas pelo efeito chaminé.  Ainda acontece o fenomeno da ventilação cruzada, já que as aberturas enncontram-se em posições diferentes dentro de um mesmo ambiente.

20  Ferreteria O’Higgins, Arquitetos: GH+A arquitectos, Pudahuel, Santiago-chile.

21  A pele dupla de aço corten do volume gera uma efeito Venturi vertical de ventilação passiva em todo o edifício, que acontece quando um fluido em movimento dentro de um conduto fechado diminui sua pressão ao aumentar a velocidade depois de passar por uma zona de seção menor.  As diferentes alturas entre os níveis também proporcionaram que a ventilação acontecesse de forma cruzada e pelo efeito chaminé (aberturas zenitais)

22  Edifício Mburicao, Arquitetos: Estudio ELGUE, Asunção-Paraguai.

23  A ventilação acontece através de fechamentos (ou aberturas?) permeáveis, que o arquiteto chamou de peles. Os ventos que permeiam o edifício circulam de forma cruzada e de maneira direta. Ainda acontece o efeito chaminé, visto que o edifício encontra-se em um terreno bastante apertado.

24 PECULIARIDADES DA VENTILAÇÃO EM FLORIANÓPOLIS - Clima: subtropical temperado úmido. Recomendações de projeto: - Usar esquadrias amplas e com áreas de valores próximos: - Maior parte das esquadrias localizadas nas fachadas N e S. - Promover ventilação vertical para retirar o ar quente que fica acumulado nas partes superiores do edifício.

25 - Paredes orientadas a Leste e Oeste devem ter um bom sombreamento no verão, ou utilizar nessas fachadas forro vegetal nas paredes externas, que ameniza a temperatura através da evapotranspiração. E a utilização de isolamento nas coberturas, a fim de evitar os ganhos de calor nos períodos quentes (uma boa recomendação seria a utilização de terraço-jardim)

26 “Ventilação na arquitetura é fundamental, o clima de modo geral é uma condicionante para qualquer projeto. É obrigação do arquiteto saber a direção e sentido dos ventos, faz parte de todo um ritual inicial de verificação das condicionantes do terreno.” Arquiteto Leonardo Gazeto

27 Bibliografia content/uploads/2011/09/guia_ventila%C3%A7%C3%A3onatural.pdf a%C3%A7%C3%A3o&source=bl&ots=HAfZaXacW2&sig=C8lO3rZp-tGGGkmgpPtSJt2yBHc&hl=pt- BR&sa=X&ei=jJOWT-_SNcuXtweCv4njDg&ved=0CGcQ6AEwCA#v=onepage&q&f=false 32/Publico/christhinamariacandido_Capa_Cap4_Pte1.pdf Livro Manual do Arquiteto Descalço


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