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Prof.: Antonio Filho Prof.: Antonio Filho Arquitetura de Computadores Dispositivos de Entrada e Saída.

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1 Prof.: Antonio Filho Prof.: Antonio Filho Arquitetura de Computadores Dispositivos de Entrada e Saída E/S Faculdade Lourenço Filho Redes de Computadores

2 2 Dispositivos Em geral a comunicação direta entre Máquina/Homem... Dispositivos de Entrada Dispositivos de saída

3 3 Computador Toda máquina é um sistema. O que é um sistema? Sistema é um conjunto de componentes que realiza as seguintes funções:

4 4 Computador A entrada de um sistema de computação corresponde ao conjunto dos dados necessários para a realização de uma tarefa. O processamento refere-se às modificações realizadas sobre os dados de entrada e à elaboração dos resultados. A saída corresponde ao conjunto de dados resultantes obtidos.

5 5 Computador HARDWARE - é a parte física que está dividida em 5 partes funcionais: unidades de entrada, unidades de saída, memória principal, unidade central de processamento (UCP) e memória secundária. A UCP (ou processador) é composta da unidade de controle (UC) e da unidade lógica e aritmética (ULA). SOFTWARE - É o conjunto de programas O software é classificado em dois tipos: o software aplicativo e o software básico Um sistema de computação está organizado em 2 componentes: o hardware e o software.

6 6 Por dentro do computador: hardware Os componentes de hardware interligam-se à placa-mãe, como mostra a figura a seguir

7 7 Dispositivos de Entrada

8 8 –Principal meio de entrada de dados –Existem vários tipos de teclados com diferentes arranjos e quantidades de teclas. –Estrutura básica: bloco principal de teclas de máquina de escrever, bloco numérico, de movimentação do cursor e bloco de teclas de função. Dispositivos de ENTRADA Teclado

9 9 A parte visível do teclado é o conjunto de teclas. Por baixo das teclas, existe uma matriz de condutores que, quando uma tecla é pressionada, fecha contato entre dois de seu condutores, de forma que um processador (processador de teclado) possa identificar qual tecla foi pressionada. Uma vez identificada a tecla, esta informação é codificada e enviada para o processador principal do computador. Dispositivos de ENTRADA Teclado

10 10 Fundamentos do Teclado

11 11

12 12

13 13 Interface - Teclado PS/2

14 14 Dispositivos de ENTRADA Dispositivos de Apontamento e Seleção Permitem ao usuário a escolha e a manipulação de itens (objetos textuais ou gráficos) no dispositivo de visualização de um sistema computacional Tipos Mouse - Uso em praticamente todos os ambientes gráficos orientados a janelas/menus. Permitem ao usuário a escolha e a manipulação de itens (objetos textuais ou gráficos) no dispositivo de visualização de um sistema computacional Tipos Mouse - Uso em praticamente todos os ambientes gráficos orientados a janelas/menus. Mouse Almofada do mouse (mouse pad) Almofada do mouse (mouse pad) Mouse com roda Mouse com roda

15 15 Dispositivos de ENTRADA Dispositivos de Apontamento e Seleção Tipos Joystick Auxílio ao usuário no controle do movimento de objetos no visualizador Movimento de objetos em qualquer direção com maior rapidez e precisão; Mais indicado para jogos Tipos Joystick Auxílio ao usuário no controle do movimento de objetos no visualizador Movimento de objetos em qualquer direção com maior rapidez e precisão; Mais indicado para jogos

16 16 Dispositivos de Apontamento e Seleção Tipos Trackball Espécie de mouse invertido, não deslizante sobre uma superfície plana Movimento do apontador na tela associado ao giro da esfera com os dedos ou a palma da mão; Muito indicado para certos portadores de deficiência fisica Tipos Trackball Espécie de mouse invertido, não deslizante sobre uma superfície plana Movimento do apontador na tela associado ao giro da esfera com os dedos ou a palma da mão; Muito indicado para certos portadores de deficiência fisica Dispositivos de ENTRADA

17 17 Interior do mouse

18 18 Interior do mouse

19 19 Dispositivos de Apontamento e Seleção Tipos Almofada sensível ao toque Superfície horizontal plana sensível à pressão e à movimentação Movimento do apontador na tela associado ao deslocamento da ponta do dedo sobre a superfície Usualmente empregado como dispositivo de apontamento e seleção em notebooks Tipos Almofada sensível ao toque Superfície horizontal plana sensível à pressão e à movimentação Movimento do apontador na tela associado ao deslocamento da ponta do dedo sobre a superfície Usualmente empregado como dispositivo de apontamento e seleção em notebooks Dispositivos de ENTRADA

20 20 Mouse Óptico

21 21 Óptico vs com esfera

22 22 Dispositivos de Apontamento e Seleção Outros tipos Caneta fotossensível (light pen - caneta luz) Tela sensível ao toque (touch screen – toque na tela) Cursor/ Caneta (stylus) Outros tipos Caneta fotossensível (light pen - caneta luz) Tela sensível ao toque (touch screen – toque na tela) Cursor/ Caneta (stylus) Cursor sem fio Cursor sem fio Caneta com fio Caneta com fio Dispositivos de ENTRADA

23 23 Scanner Dispositivo óptico destinado à captura de imagens, fotos e textos e à conversão para formato digital Após a conversão, possibilidade de edição da imagem (apagamento, inserção ou alteração de partes da imagem, modificação de cores ou tons de cinza e das dimensões da imagem em relação ao original) Dispositivo óptico destinado à captura de imagens, fotos e textos e à conversão para formato digital Após a conversão, possibilidade de edição da imagem (apagamento, inserção ou alteração de partes da imagem, modificação de cores ou tons de cinza e das dimensões da imagem em relação ao original) Scanner de mesa Scanner de mesa Scanner de mão Scanner de mão Dispositivos de ENTRADA

24 24 Scanner de Toque com Braço Mecânico Scanner 3D a Laser Dispositivos de ENTRADA

25 25 Tecnologias de Saída de Dados Tendência : Métodos de saída que possibilitem uma comunicação mais natural,rápida e objetiva Apresentação em Vídeo Áudio Documentos Multimídia Apresentação em Vídeo Áudio Relatórios e Documentos Impressos Cartões Perfurados Relatórios e Documentos Impressos Cartões Perfurados Relatórios e Documentos Impressos (aumento na tecnologia de impressão) Relatórios e Documentos Impressos Apresentação em Vídeo 5ª Geração4ª Geração 1ª Geração 2ª Geração3ª Geração

26 26 –Principal meio de saída –Utiliza uma tela semelhante à TV como meio de visualização das informações processadas. –Também são utilizados monitor com tela de cristal líquido em microcomputadores portáteis (laptops, notebooks, palmtops, etc). –A informação relativa à imagem que deve ser exibida é gerada no computador e transmitida (em formato digital, isto é, bits) para a interface de vídeo, onde a imagem propriamente dita (sinais de vídeo) é produzida. Dispositivos de SAÍDA Monitor de Vídeo Monitor de Vídeo

27 27 –Tem sua tela de imagem construída a partir de um Tubo de Raios Catódicos. A imagem se forma em uma tela constituída por uma película de fósforo e, uma vez que um de seus pontos de imagem é atingido por um elétron (gerado pelo canhão de elétrons) ele emite luz - e isso é o que o olho humano capta. Dispositivos de SAÍDA Monitor de Vídeo Monitor de Vídeo

28 28 Dispositivos de SAÍDA Raios catódicos pode ser compreendido como sendo um feixe de partículas carregadas de carga elétrica negativa 1mmHg = 0,001atm : 1mmHg = 133,32Pa :1Pa=0,00001atm

29 29 Dispositivos de SAÍDA Quando a pressão for da ordem de mmHg, desaparecerá o feixe luminoso, permanecendo apenas uma mancha luminosa na parede do tubo oposta ao cátodo Esta experiência mostra que "alguma coisa" sai do cátodo, sendo por isso chamada de raio catódico

30 30 Dispositivos de SAÍDA Modalidade Gráfica A tela do monitor é composta de uma única matriz de pontos que podem está em um certo instante brilhantes (feixe ligado) ou escuro (feixe desligado). Cada ponto é denominado de pixel – cada pixel contem um bit de informação (indica acender ou apagar) para os terminais monocromático ou mais bits se o vídeo for do tipo colorido Monitor de Vídeo

31 31 Dispositivos de SAÍDA Monitor de Vídeo Monitor de Vídeo

32 Dispositivos de Saída Há muito mais coisas envolvidas no processo de construção de uma LCD do que simplesmente criar uma lâmina de cristal líquido. A combinação de 4 fatores torna as LCDs possíveis: 32 LCD

33 a luz pode ser polarizada os cristais líquidos conseguem transmitir e mudar a luz polarizada; a estrutura dos cristais líquidos pode ser mudada pela corrente elétrica; existem substâncias transparentes que podem conduzir eletricidade. Uma LCD é um aparelho que usa esses 4 fatores de maneira surpreendente 33

34 34 Quando a luz atinge o primeiro filtro, ele é polarizado. Então, as moléculas em cada camada guiam a luz que recebem até a próxima camada. À medida em que a luz passa através das camadas de cristal líquido, as moléculas também mudam o plano de vibração da luz para coincidir com o seu próprio ângulo. Quando a luz alcança o lado mais distante da substância de cristal líquido, ela vibra no mesmo ângulo que a camada final de moléculas. Se a camada final coincidir com o segundo filtro de vidro polarizado, então a luz atravessará

35 35 Construindo sua própria LCD Construir uma LCD simples é mais fácil que você pensa. Você começa com um sanduíche de vidro e cristais líquidos e adiciona dois eletrodos transparentes. Por exemplo, imagine que queira criar a LCD mais simples possível somente com um eletrodo retangular. As camadas se pareceriam com isto:

36 36 A LCD necessária para fazer esse serviço é muito básica. Ela tem um espelho (A) atrás, que a torna refletiva. Então, adicionamos um pedaço de vidro (B) com um filme polarizador no lado de baixo e uma superfície de eletrodo comum (C) feita de óxido de estanho-índio por cima. Em cima disto está a camada da substância de cristal líquido (D). Depois vem outro pedaço de vidro (E) com um eletrodo na forma de retângulo na base e, por cima, um outro filme polarizador (F), formando um ângulo reto em relação ao primeiro.

37 LCD O eletrodo está conectado a uma fonte de energia como uma bateria. Quando não há corrente, a luz que entra através da fonte da LCD vai simplesmente bater no espelho e ricochetear de volta. Mas quando a bateria fornece corrente aos eletrodos, os cristais líquidos entre o eletrodo plano comum e o eletrodo com forma retangular se destorcem e impedem a luz de passar nessa região. Isso faz a LCD mostrar o retângulo como uma área negra.bateria

38 38 Impacto Caractere Margarida Esfera Matricial Não Impacto Jato de tinta Laser Impacto Caractere Margarida Esfera Matricial Não Impacto Jato de tinta Laser Dispositivos de SAÍDA Atualmente, impressoras podem ser do tipo Atualmente, impressoras podem ser do tipo

39 39 Dispositivos de SAÍDA Impressoras de maior popularidade em microcomputadores Impressoras de maior popularidade em microcomputadores Unidade de Velocidade: cps (characters per second) cps (characters per second) Unidade de Velocidade: cps (characters per second) cps (characters per second) Matricial Seu mecanismo consiste em um dispositivo qualquer (pode ser um conjunto de martelos ou agulhas) que se projeta contra uma fita com tinta imprimindo o símbolo no papel que está atrás Velocidades Típicas: 100 a 800 cps

40 40 Velocidades Típicas: 1 a 8 ppm Impressoras de maior popularidade em microcomputadores Impressoras de maior popularidade em microcomputadores Unidade de Velocidade: ppm (pages per minute) ppm (pages per minute) Unidade de Velocidade: ppm (pages per minute) ppm (pages per minute) Dispositivos de SAÍDA Jato de tinta (Ink Jet) Produzem caracteres em um papel em forma de matrix de pontos como as matriciais A diferença está na técnica de criar o ponto no papel, no caso das impressoras a jato de tinta, o ponto é o resultado de uma gota de tinta depositada no papel secada a calor para não correr comandados por um programa que determina quantas gotas e onde deverão ser lançadas as gotículas e a mistura de tintas.

41 41 Ao examinar um impressora devem ser consideradas algumas características básicas: O volume de impressão por unidade de tempo, sua vazão pode ser: Caracteres por segundo (cps); Linhas por minuto (lpm); Páginas por minutos (ppm) Ao examinar um impressora devem ser consideradas algumas características básicas: O volume de impressão por unidade de tempo, sua vazão pode ser: Caracteres por segundo (cps); Linhas por minuto (lpm); Páginas por minutos (ppm) Dispositivos de SAÍDA Impressora Impressora Dependendo da tecnologia utilizada para enviar os símbolos a serem impressos

42 42 Laser Funciona de modo semelhante as copiadoras, a ídéia consiste em formar em um cilindro fotossensitivo, uma imagem da página que será impressa. Em seguida um produtor chamado Toner, composto de partículas minúsculas é espalhado sobre a imagem criada no cilindro Finalmente esta é transferida do cilindro para o papel através de um feixe de luz (laser) e secada por intenso calor. Impressoras de maior popularidade em microcomputadores Impressoras de maior popularidade em microcomputadores Unidade de Velocidade: ppm (pages per minute) ppm (pages per minute) Unidade de Velocidade: ppm (pages per minute) ppm (pages per minute) Dispositivos de SAÍDA Velocidades típicas: 1 a 16 ppm

43 43 Traçador Gráfico (Plotter) Traçador Gráfico (Plotter) Dispositivo que utiliza canetas especiais de diversas cores e/ou espessuras ou cartuchos de tinta (preto e coloridos) para traçados em papel com dimensões variantes (A4 a A0) Uso para traçados de plantas, gráficos e figuras de naturezas mais diversas Aplicação nas engenharias, em arquitetura e projetos industriais e publicitários Traçador Gráfico (Plotter) Traçador Gráfico (Plotter) Dispositivo que utiliza canetas especiais de diversas cores e/ou espessuras ou cartuchos de tinta (preto e coloridos) para traçados em papel com dimensões variantes (A4 a A0) Uso para traçados de plantas, gráficos e figuras de naturezas mais diversas Aplicação nas engenharias, em arquitetura e projetos industriais e publicitários Dispositivos de SAÍDA

44 Rua barão do rio Branco com domingos olimpio, centro da lado do IJF 44

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