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Www.sogab.com.br ESTUDO DE CASO - HMNH Priscila da Silva Orientadora: Maria Luiza Carvalho Echevenguá.

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1 ESTUDO DE CASO - HMNH Priscila da Silva Orientadora: Maria Luiza Carvalho Echevenguá

2 - Baixa Hospitalar: 06/07/ Nome: N.J - Gênero: Masculino - Idade: 54 anos CASO CLÍNICO

3 CASO CLÍNICO - Cor: Branco - Estado Civil: Casado - Profissão: Motorista - Naturalidade: Nova Petrópolis - Procedência: Novo Hamburgo

4 Paciente realizou cirurgia para varizes em 1984, Paciente realizou cirurgia para varizes em 1984, DM, DM, Sedentário, Sedentário, Não fumante e etilista. Não fumante e etilista. Diagnóstico: Erisipela Diagnóstico: Erisipela CASO CLÍNICO

5 ERISIPELA É uma infecção da pele que pode atingir a gordura do tecido celular subcutâneo e os vasos linfáticos. É uma infecção da pele que pode atingir a gordura do tecido celular subcutâneo e os vasos linfáticos. Bactéria Streptococcus pyogenes grupo A, ou por outros estreptococos ou até por estafilococos. Bactéria Streptococcus pyogenes grupo A, ou por outros estreptococos ou até por estafilococos. Nomes populares: esipra, mal-da-praia, mal-do- monte, maldita, febre-de-santo-antônio. Nomes populares: esipra, mal-da-praia, mal-do- monte, maldita, febre-de-santo-antônio.

6 - Os estreptococos do grupo A são as espécies mais virulentas para o ser humano. - Infecção estreptocócica da orofaringe, tonsilite, infecções de feridas e da pele, infecções do sangue (septicemia), escarlatina, pneumonia, moléstia reumática, coréia de Sydenham (dança de São Vito) e inflamação dos rins (glomerulonefrite). Streptococcus pyogenes

7 - Caracteriza-se por movimentos involuntários, rápidos, desordenados, que aparecem durante o sono. - Distúrbios emocionais: irritabilidade, mau humor, falta de concentração na escola e, às vezes, temperamento explosivo. - Algumas semanas após o início da instabilidade emocional, surgem os movimentos involuntários envolvendo todo o corpo. Coréia de Sydenham

8 - Sinais de ataxia, - Manifesta-se fraqueza muscular, - Reflexos musculares profundos tornam-se alterados, - É mais freqüente em adolescentes do sexo feminino e incide em torno de 15%.

9 Qualquer idade, Qualquer idade, Comum nos diabéticos, obesos e nos portadores de deficiência da circulação venosa dos membros inferiores, Comum nos diabéticos, obesos e nos portadores de deficiência da circulação venosa dos membros inferiores, Não é contagiosa, Não é contagiosa, Não transmite pessoa/pessoa. Não transmite pessoa/pessoa. ERISIPELA

10 A bactéria penetra numa pele favorável à sua sobrevivência e reprodução. A bactéria penetra numa pele favorável à sua sobrevivência e reprodução. A porta de entrada quase sempre é uma micose interdigital (as famosas frieiras), mas qualquer ferimento pode desencadear o mal. A porta de entrada quase sempre é uma micose interdigital (as famosas frieiras), mas qualquer ferimento pode desencadear o mal. ERISIPELA

11 Os primeiros sintomas, aparecem no período de incubação (1 a 3 dias): Os primeiros sintomas, aparecem no período de incubação (1 a 3 dias): – calafrios, – febre alta, – astenia, –cefaléia, – mal-estar, – náuseas, – vômitos. ERISIPELA

12 Alterações da pele: Alterações da pele: – vermelhidão, – dor, – edema, – formação de bolhas, – feridas por necrose da pele.

13 Início: a pele se apresenta lisa, brilhosa, vermelha e quente, Início: a pele se apresenta lisa, brilhosa, vermelha e quente, Com a progressão da infecção: o inchaço aumenta, surgem as bolhas de conteúdo amarelado ou achocolatado, Com a progressão da infecção: o inchaço aumenta, surgem as bolhas de conteúdo amarelado ou achocolatado, Por fim: necrose da pele. Por fim: necrose da pele.

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21 A localização mais freqüente: A localização mais freqüente: – membros inferiores, – região acima dos tornozelos, – pode ocorrer em outras regiões como face e tronco. É comum o paciente queixar-se de íngua. É comum o paciente queixar-se de íngua. Complicações linfedema, elefantíase, abscessos, ulcerações (feridas) superficiais ou profundas e trombose de veias. Complicações linfedema, elefantíase, abscessos, ulcerações (feridas) superficiais ou profundas e trombose de veias.

22 –Exame clínico: analisando os sinais e sintomas apresentados pelo paciente. –Não há necessidade de nenhum exame de sangue ou de outro exame especial da circulação, a não ser para acompanhar a evolução do paciente. Diagnóstico

23 1 – Uso de antibióticos específicos para eliminar a bactéria causadora. 2 – Redução do inchaço, 3 – Fechamento da porta de entrada da bactéria, 4 – Limpeza adequada da pele, 5 – Uso de medicação de apoio, como antiinflamatórios, antifebris, analgésicos e outras que atuam na circulação linfática e venosa. Tratamento

24 Prevenção Cuidados higiênicos locais,: Cuidados higiênicos locais,: –mantendo os espaços entre os dedos sempre bem limpos e secos, –tratando adequadamente as frieiras, –evitando e tratando os ferimentos das pernas –tentando manter as pernas desinchadas. Deve-se evitar engordar, Deve-se evitar engordar, Evitar permanecer muito tempo parado, em pé ou sentado. Evitar permanecer muito tempo parado, em pé ou sentado.

25 FISIOTERAPIA Alongamento Alongamento Exercícios metabólicos Exercícios metabólicos Fortalecimento muscular Fortalecimento muscular Elevação dos MsIs Elevação dos MsIs

26 Padrão respiratório Padrão respiratório Orientações sobre a doença Orientações sobre a doença

27 Referências 1. ROBBINS, Stanley L.; COTRAN, Ramzi S.; KUMAR, Vinay. Fundamentos de Robbins: patologia estrutural e funcional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1992. Não paginado 2. STEVENS, Alan; LOWE, J. S. Patologia. 2. ed. São Paulo, SP: Mir, Manole, p. 3. acessado em 24 de julho de 2007 as 19 horas acessado em 24 de julho de BERNARDES, Carlos Henrique de A., AUGUSTO, João Carlos de Aguiar, LOPES, Larissa Torres Cardoso et al. Clinical experience assessing 284 cases of erisipela. An. Bras. Dermatol., Sept./Oct. 2002, vol.77, no.5, p acessado em 25 dejulho de 2007 as 20 horas acessado em 25 de julho de 2007 as 21:30.

28 Obrigado!!!


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