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ASPECTOS FINANCEIROS DA COOPERATIVA E CAPITAL SOCIAL.

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Apresentação em tema: "ASPECTOS FINANCEIROS DA COOPERATIVA E CAPITAL SOCIAL."— Transcrição da apresentação:

1 ASPECTOS FINANCEIROS DA COOPERATIVA E CAPITAL SOCIAL

2 Operadoras de Plano de Saúde ANTES E DEPOIS LEI 9656/98 E ANS

3 LEI 9656/98 Regulamenta a atividade das Operadoras de Planos de Saúde na área Suplementar

4 ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar Criada pela Lei de 28/01/2000

5 ANS -REGULAÇÃO -NORMATIZAÇÃO -CONTROLE - FISCALIZAÇÃO

6 ANS Finalidade maior: Garantir o atendimento ao beneficiário

7 Classificação de Operadoras Quanto à Natureza Quanto ao Tipo de atenção prestada Quanto ao Porte

8 Quanto ao porte: EXIGÊNCIAS Até 20 mil beneficiários : pequena – Capital De 20 mil a 100 mil beneficiários : média – Capital + reservas Mais de 100 mil beneficiários: grande – Capital compatível ao volume de beneficiários + reservas + provisões Unimed Goiânia = Operadora de grande porte: +de beneficiários

9 RESERVAS OBRIGATÓRIAS PEONA PROVISÃO PARA REMISSÃO Margem de solvência Provisão de Eventos e Sinistros a liquidar

10 PEONA PROVISÃO PARA EVENTOS OCORRIDOS E NÃO AVISADOS ( 12% DA MÉDIA ANUAL dos nossos custos assistenciais OU 9,5% DA MÉDIA DE GASTOS COM CONTRATOS EM PRÉ- PAGAMENTO, O QUE FOR MAIOR ) ou, ainda, como é o nosso caso, INDIVIDUALIZADA, após apresentação e validação de notas técnicas.

11 PEONA

12 PROVISÃO PARA REMISSÃO -Deve ser constituída integralmente no mês de competência do fato gerador -Fato gerador = óbito do titular do plano que tenha, contratualmente, cobertura para esta situação

13 Margem de solvência Corresponde à Suficiência do Patrimônio Líquido É a garantia que a cooperativa ( Operadora) conseguirá manter suas atividades, mesmo em momentos de crise

14 Margem de Solvência

15 Dependência Operacional É a diferença, contada em dias, entre o prazo médio de pagamento de eventos e o prazo médio do recebimento de contraprestações decorrentes do ciclo financeiro da operação da Cooperativa A ANS não aceita que ultrapasse 30 dias, caso ocorra existe a necessidade de provisionamento ( Provisão de Eventos e Sinistros a liquidar )

16 TERMOS UTILIZADOS INGRESSOS DISPÊNDIOS SOBRAS PERDAS

17 OBJETIVO A estabilidade de qualquer empresa, está no equilíbrio entre seus Ingressos (receitas) e seus Dispêndios (despesas).

18 INGRESSOS Origem Venda dos Planos de Saúde e Serviços que a Unimed faz em nome de seus Cooperados Destino Providencia o repasse de valores para cobertura dos compromissos e obrigações assumidos.

19 Ingressos Operacionais São os valores relativos à atividades da empresa:- Venda de planos - Intercâmbio - Ingressos oriundos de serviços prestados nos Recursos Próprios.

20 Custos Assistenciais Toda saída de valores, relativos ao serviço prestado: - Produção Médica - Produção dos laboratórios, clinicas, ambulatórios e hospitais - Intercâmbio - Produção na sede e outros serviços médicos/hospitalares ( por ex Unidomiciliar)

21 Sinistralidade Receita X 100 Despesa

22 Sinistralidade 2005 a agosto/2010

23 Gastos operacionais indiretos (comerciais, administrativos e tributários) São aqueles necessários para administrar a empresa, tem relação direta com sua atividade fim e estão divididos em: Despesas Fixas Estrutura física, equipamentos, pessoal, impostos, manutenções contratuais e etc. Despesas Variáveis Serviços e taxas, materiais, manutenção e conservação, serviços temporários, marketing e etc.

24 Receitas e despesas não operacionais São todos os ingressos e saídas de valores de transações não incluídas nas atividades principais e acessórias da empresa, como: Equivalência Patrimonial (resultados de investimentos), depreciações. Receitas Financeiras São os ingressos referentes a: aplicações financeiras (reservas) da empresa, descontos obtidos, juros e multas recebidas de pagamento em atraso das faturas/boletos. Despesas Financeiras Saídas referentes juros passivos (empréstimos), taxas e despesas bancárias como: CPMF, IOF e etc.

25 Capital Social É o conjunto de cotas partes dos cooperados

26 IMPORTÂNCIA DO CAPITAL SOCIAL - Cumprir disposições estatutárias; - Cumprir regulamentação do setor = reservas técnicas e capital mínimo; - Elemento positivo quanto a: Transações/empréstimos na área pública e privada Licitações Concorrências Investimentos. - Alavancar financeiramente sua cooperativa

27 COOPERATIVA RATEIO DE SOBRAS OU PREJUÍZOS É FEITO NA PROPORÇÃO DAS OPERAÇÕES DO COPERADO COM A COOPERATIVA E NÃO SEGUNDO O CAPITAL

28 Capital Social Quando o cooperado sair da cooperativa, por qualquer motivo, terá o resultado de seu investimento, ressarcido. Acrescido: -dos juros sobre cota de capital; -de sobras de resultados incorporadas ao capital; -de novas subscrições de cotas que tenham sido feitas

29 OBRIGADA Selma Herculiani Trad Honorato da Silva e Souza Diretora Financeira


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