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Www.deducoeslogicas.com Geraldo Antunes Cacique. Esse trabalho visa provar: 1 – A inexistência da dilatação do tempo; 2 – A inexistência da Força Centrípeta;

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1 Geraldo Antunes Cacique

2 Esse trabalho visa provar: 1 – A inexistência da dilatação do tempo; 2 – A inexistência da Força Centrípeta; 3 - A existência do paradigma da Relatividade da Gravidade.

3 O Referencial O referencial é a posição em relação a qual se observa os movimentos dos objetos. Todo observador que se encontra num certo referencial, considera–se sempre parado, pois desconhece seu próprio movimento. Um observador, sentando em um banco, em uma estação ferroviária, vê um trem passar com a sua velocidade v. O maquinista do trem, pensa que está parado e vê a estação ferroviária passar por ele, como se ela estivesse com velocidade contrária a do trem, ou seja -v. Na verdade, ele só sabe que está realmente em movimento devido à trepidação do trem e ao rangimento das rodas nos trilhos. Nessa figura, o trem está parado, sendo assim, o observador do trem(maquinista) e o observador sentado na cadeira na estação, estão em um mesmo referencial, significando que os dois observadores têm a mesma verdade, ou seja, o maquinista vê o trem parado e o observador sentado na cadeira na estação vê o trem parado. Concluímos com isso que é o movimento (v) relativo entre eles o responsável pela distinção da verdade observada por cada um.

4 Referencial absoluto Como já sabemos que as verdades são relativas, podemos ainda fazer a seguinte pergunta: Haveria uma verdade absoluta? Se houvesse uma verdade absoluta, ela só poderia ser detectada por um observador que estivesse realmente parado, portanto, é fácil concluir que ele não poderia estar no referencial de nenhuma galáxia, já que todas as galáxias estão em movimento. Com isso, deduzimos que esse referencial só pode existir a partir do local de onde se originaram todos os movimentos no Universo, que estaria associado ao referencial do Big Bang. O observador no referencial do Big Bang, por estar absolutamente parado, não sofreria a influência dos movimentos que distorcem a verdade absoluta, logo, esse é um referencial privilegiado, sendo que o observador nele vê a verdade absoluta de todos os movimentos no Universo, inclusive os movimentos dos fótons que são influenciados pelos movimentos de suas fontes. De fato, esse observador é o único que conhece esses movimentos, pois os observadores nas galáxias, por pensarem que estão parados, não têm conhecimento das suas velocidades de expansão no universo, adquiridas no Big Bang, portanto, eles jamais poderão conhecer as influências dessas velocidades sobre os fótons emitidos das fontes sobre as quais eles se encontram. Em suma, podemos dizer que o referencial do Big Bang, que está associado ao ponto ou singularidade inicial, é o referencial absoluto. Nunca poderemos acessar esse referencial, mas podemos colocar nele um observador criado pela nossa imaginação dotado de olhar instantâneo que pode ver tudo o que acontece no universo. A física de Deduções Lógicas é a física da verdade ou seja do referencial absoluto, enquanto que a física atual é a física do referencial da terra cuja verdade é distorcida pela velocidade de expansão no universo da terra

5 O funcionamento da Luz Fóton é a partícula mediadora da energia Luminosa. Uma fonte de Luz emite fótons em todas as direções com a velocidade da luz c Km/s. O conjunto de fótons emitidos em uma mesma direção formam um raio de luz.

6 A Velocidade do Raio de luz e a Velocidade do Fóton Nessa animação vemos, do lado esquerdo, duas naves paradas ligadas através de um raio De luz. No lado direito as duas naves estão em movimento com a velocidade v. Um observador na nave verá sempre o raio de luz da mesma maneira, crescendo da nave A até a nave B, com a velocidade c. ao observar o fóton do lado direito ele é emitido pela nave A da posição A1 chegando na nave B na posição B2. Isto só é possível porque o fóton sofre a influência da velocidade v da nave, indo da posição A1 até a posição B2 com a velocidade c2 que é a soma vetorial da emissão c do fóton com a velocidade v da nave. O observador só vê este acontecimento se estiver no referencial do espaço absoluto. Como a física não trabalha com o observador no referencial absoluto, ela não tem como saber a influência da velocidade da nave sobre o fóton, assim para os físicos a velocidade do fóton e do crescimento do raio de luz é sempre igual a c. Essa diferença de velocidade do fóton não é conhecida pelos físicos atuais. - A velocidade do fóton SOFRE a influência da velocidade da fonte e da velocidade do receptor. - A velocidade do raio de Luz NÃO SOFRE a influência da velocidade da fonte nem do receptor. - O raio de luz está sempre entre a fonte emissora e o seu receptor. Abrir Animação

7 Albert Einstein por não conhecer a diferença entre a velocidade do fóton e a velocidade do crescimento do raio de luz considera sempre que a velocidade da luz é sempre constante, ele estaria certo se referi-se à velocidade de Crescimento do raio de luz. Em um exercício de imaginação ele colocou Maria dentro de um trem e João parado ao lado dos trilhos vendo a mesma luz que Maria. Ao resolver o triângulo ABB1, de lados D, E, L ele chegou a formula da relatividade do tempo, considerando a velocidade dos fótons e do raio de luz sempre igual a c. Einstein utilizou dois relógios, o de João que marcou o tempo t e o de Maria que marcou o tempo to. Ele interpretou nesta fórmula que o tempo t, medido por João, é maior que o tempo to, medido por Maria, porque os ponteiros do relógio de João, parado em relação a Maria, movimentam-se mais rápidos que os ponteiros do relógio de Maria, em movimento em relação à João. Essa interpretação de Einstein criou o absurdo da dilatação do tempo, quando se tem uma relação de uma pessoa parada e outra em movimento.

8 No momento em que ligar a fonte, se a nave estivesse com velocidade horizontal v o fóton que chegaria à nave seria outro, seria o que percorreria A trajetória de comprimento L em um tempo t com velocidade c, neste mesmo tempo t a nave vai do ponto Bo ao B1 com a velocidade v na trajetória de comprimento E Eu por conhecer a diferença entre o Fóton e o crescimento do raio de Luz fiz um exercício de imaginação diferente do de Einstein. Coloquei Maria sentada ao lado de uma fonte de luz que ao ser ligada emite fótons em todas as direções com a velocidade c. Na vertical da fonte coloquei uma nave parada na posição Bo. Ao ligar a fonte de luz o fóton que vai alcançar a nave na posição Bo é aquele que percorre a trajetória D com a velocidade c, em um tempo to. Para medir o tempo t e to, usei apenas um relógio, o de Maria. Ao resolver o triangulo ABoB1 de lados D, E, L cheguei à mesma fórmula da Relatividade do tempo de Einstein A minha interpretação dessa fórmula é diferente da interpretação de Einstein. Para mim o tempo t é maior que o tempo to porque o fóton que percorreu a trajetória – AB1 - hipotenusa do triangulo retângulo, percorreu um distancia maior do que o fóton que percorreu A trajetória ABo - cateto do triangulo retângulo. Esta interpretação demonstra o acerto da matemática da fórmula da relatividade do tempo e acaba com o absurdo da dilatação do tempo, conseqüentemente com a contração dos espaços e a quarta dimensão.

9 Na prática isso torna mais fácil a compreensão do funcionamento do Universo. Se você perguntar a um físico qual é a forma do universo ele vai responder, de acordo com Einstein, a forma do universo vai depender da densidade do universo, que pode ser uma cela, um plano ou uma esfera. Bem, e qual é essa densidade? Não sabemos essa resposta pois sabemos hoje da existência de uma matéria e de uma energia escura que altera essa densidade, e não temos a noção do que seja energia escura e matéria escura. Os físicos ao raciocinarem sobre o universo, raciocinam matematicamente em 4 dimensões, fisicamente não tem como eles raciocinar em 4 dimensões. Como eu provei que não existe a 4ª dimensão, penso o universo em 3 dimensões, chegando a conclusão que o Universo Verdadeiro, que tem centro, que é o local onde aconteceu o Big Bang, é uma esfera cujo raio tem o comprimento equivalente a 13,7 bilhões de anos luz, composto por galáxias que atendem a lei de Hubble, ou seja, elas estão se afastando do centro do universo com as suas velocidades proporcionais à suas distâncias a esse centro.

10 O universo que enxergamos é o Universo visível, cujo centro para nós é a terra e que também é uma esfera composta por Galáxias que atendem a lei de Hubble, ou seja, elas estão se afastando do Centro do nosso universo visível, a Terra, com as velocidades proporcionais a suas distâncias a esse centro. Um observador em qualquer galáxia terá sempre um universo visível próprio, cujo centro é o local onde ele se encontra. O Universo Verdadeiro O Universo Visível

11 Efeito Maurício Como é possível termos o Universo Visível dentro do Universo Verdadeiro? Graças ao "Efeito Maurício", que é a propriedade de expansão do Universo que explica a mágica do funcionamento de como um observador numa galáxia vê todas as outras afastando-se dele com velocidades V a proporcionais às suas distâncias. Um par de galáxias qualquer do Universo Verdadeiro P e L, com velocidades de expansão uniformes formam o triangulo OLP que cresce com a idade do Universo, gerando sempre triângulos semelhantes. Sendo assim, um observador em uma delas, como por exemplo, em L, verá a sua companheira sempre no mesmo ângulo de visada B. Esse observador, na sua verdade, acha que está parado, e vê a outra galáxia afastando-se dele com a velocidade Va uniforme, já que, nos triângulos semelhantes, os lados são sempre proporcionais, e portanto, como os lados OL e OP aumentam uniformemente com a idade do Universo, conseqüentemente, o lado LP crescerá também com velocidade uniforme, dando a impressão ao observador em L, que a sua galáxia companheira P afasta-se dele com velocidade Va uniforme. Essa é a ilusão que engana a Ciência, que não sabe explicar porque o nosso planeta é o centro do nosso Universo Visível.

12 Como a relatividade acabou com o referencial absoluto da física newtoniana, torna-se impossível chegar a essa conclusão. Acabamos de demonstrar o funcionamento da dinâmica do nosso modelo de Universo e vamos demonstrar matematicamente a sua consistência com os dados observacionais fornecidos pela Astronomia. Com o objetivo de desarmar os espíritos daqueles que leram até esse ponto, acreditando que as teorias de Deduções Lógicas são contra a Relatividade, principalmente os físicos, informamos, muito pelo contrário, que o que fizemos foi confirmar como os fótons para os observadores nos referenciais em movimentos, aparentemente não sofrem a influência das velocidades das suas fontes, como considera a Relatividade. Também, ao deduzirmos a mesma fórmula do tempo, usando apenas um relógio em vez de dois, como feito por Einstein, mostramos que a matemática relativística continua explicando o funcionamento daqueles fenômenos que ela sempre explicou e, ao mesmo tempo, acabamos com o seus absurdos como: - a dilatação do tempo; - a contração dos espaços; - a quarta dimensão; - a dependência da massa com a velocidade. Satisfazendo assim, uma parte dos físicos que foram obrigados a aceitar esses absurdos, à contragosto. O maior físico brasileiro Cezar Lates não acreditava na dilatação do tempo da relatividade.

13 Ao entender o funcionamento da luz passei a escrever sobre as teorias de deduções lógicas. Ao deduzir que a gravidade funciona de uma maneira semelhante a luz aumentou e meu campo de percepção sobre a física. Efeito Aberração Esse efeito relacionado à luz é de suma importância para entendermos o funcionamento do Universo. Para melhor compreensão do efeito de aberração da luz, façamos uma comparação deste, com o que acontece com um observador dentro de um carro numa chuva sem vento. Para um observador dentro de um carro, na sua verdade, a velocidade do carro modifica a velocidade dos pingos da chuva e faz este observador acreditar que eles estão vindo de uma direção completamente diferente das suas trajetórias verdadeiras, que são verticais. Esse mesmo efeito, devido à velocidade de expansão no universo, da Terra, ocorre no espaço com os fótons que chegam até nós, oriundos de uma outra galáxia(fonte da luz).

14 Carro em movimento com a velocidade v Este observador verá a velocidade desses mesmos pingos ter o seu módulo e direção modificados, devido à velocidade v do carro, fazendo um ângulo θ com a direção vertical. Quanto maior for a velocidade v do carro, maior será o valor do ângulo e maior será a velocidade de aproximação dos pingos V c1. Para uma velocidade do carro igual à velocidade da chuva, este ângulo será de 45° e o módulo da velocidade aumentará para 1,4142 Vc. V = velocidade do carro. Vc1 = velocidade dos pingos de chuva para o observador dentro de um carro em movimento. Carro parado. Este observador verá os pingos de chuva caírem na vertical numa velocidade Vc. V = 0. Vc = velocidade dos pingos da chuva.

15 Terra Parada Se a Terra estivesse parada, os fótons chegariam até ela, oriundos de uma galáxia(fonte da luz), depois de terem percorrido as suas trajetórias verdadeiras com a velocidade c2, que é a velocidade c de emissão dos fótons influenciada pela velocidade Va de afastamento da galáxia onde tiveram origem (fonte da luz). Terra em movimento A Terra tem um movimento de expansão V no Universo adquirido no Big Bang. Devido a este movimento e ao Efeito de Aberração, o módulo da velocidade c 2, dos fótons, é modificado para c 1, assim como a direção de sua chegada. Da mesma maneira como acontece com os pingos da chuva, acontece também com os fótons, portanto, podemos concluir que a velocidade V de expansão no Universo, da terra, para um observador na Terra, faz com que a velocidade dos fótons seja modificada de c 2 para c 1, fazendo com que eles cheguem de uma direção completamente diferente da sua trajetória verdadeira.

16 Sendo assim, tudo que vemos no Universo não passa de uma ilusão, pois a direção verdadeira de chegada dos fótons não é aquela que acreditamos ser. Acabamos de falar de aberração devido à velocidade V de expansão no Universo, da terra, a qual não conhecemos. Nós na Terra, na nossa verdade, estamos parados e conhecemos as velocidades de rotação e translação, porque a Ciência deduziu a existência delas através de observação. Além disso, lemos nos livros essas afirmações. O mesmo acontece com a velocidade de expansão V no Universo, da terra, que não podemos medir diretamente, mas que podemos deduzir. Quando a Ciência fala em aberração, ela se refere à velocidade de translação da Terra, de aproximadamente 29 km/s, e da sua velocidade de rotação, de 4,6 km/s no equador. Estas velocidades são desprezíveis em relação à velocidade V de expansão no Universo da Terra.

17 Energétron O energétron é a partícula mediadora da Força de Gravidade. Ele funciona de uma maneira parecida com o funcionamento do fóton. Um corpo emite energétrons em todas as direções, com a velocidade da Luz c ± Km/s. O Energétron sofre a influência da velocidade do corpo emissor, e do corpo receptor. Os energétrons emitidos numa mesma direção formam uma Linha de gravidade. Uma Linha de Gravidade não sofre a influência da velocidade do corpo emissor nem do receptor. Uma linha de Gravidade está sempre entre um corpo emissor e um corpo receptor.

18 A Gravidade Para falar sobre a luz consideramos o fóton como uma partícula de energia luminosa mediadora da luz e criamos a partícula energétron que é a partícula mediadora da energia gravitacional. Os fótons e os energétrons sofrem o efeito de aberração como o exemplo do carro na chuva Conclui e postulei que qualquer quantidade de energia saída do big bang tem a capacidade de emitir energétrons, partículas mediadoras da força de gravidade, que Ao chegar em outra quantidade de energia, tem a capacidade de atraí-la e vice versa. Conclui que a teoria da força de gravidade de Newton é uma teoria incompleta, ela se baseia apenas em corpos parados no mesmo referencial. Quando existe uma velocidade relativa entre os esses corpos essa velocidade modifica o módulo e o sentido de aplicação da força de gravidade, em virtude do efeito de aberração. A fórmula de gravidade de Newton e em função da distancia R entre os corpos. Demonstrei que essa formula da gravidade pode ser em função do tempo t que um energétron vai de um corpo ao outro. onde:

19 Quando não existe a velocidade v relativa entre os corpos o tempo que o energétron vai de um corpo ao outro é o tempo to, assim a formula de gravidade será: Cujo resultado é idêntico a força de gravidade Fg de Newton, ou seja, Fg = Fo Quando existe a velocidade v relativa entre os corpos o tempo que o energétron vai de um corpo ao outro é o tempo t, assim a formula de gravidade será: Podemos relacionar os tempos to e t destas fórmulas com a força de gravidade Fo quando os dois Corpos estiverem parados com a força de gravidade fv quando eles estiverem em um movimento De velocidade v. Chegando a relatividade da gravidade expressa pela fórmula Essa fórmula denominei de fórmula Antônio cacique em homenagem a meu pai, ela explica como na física das partículas como a força de gravidade transforma-se na força forte responsável pela coesão entre as partículas.

20 Atualmente fala-se na partícula de Deus “bóson de Higgs" – a única partícula prevista pela teoria vigente da física que ainda não tinha sido detectada em laboratórios, e que vinha sendo perseguida ao longo das últimas décadas. Pela teoria, o bóson de Higgs, "A partícula de Deus", teria dado origem à massa de todas as outras partículas. A partícula de Deus é a partícula A descrita por Deduções Lógicas na Formação das partículas durante o Big bang. É a primeira partícula com massa formada no Big Bang e que é componente das demais partículas subatômicas Formação das partículas durante o Big bang

21 A energia fundamental emitida pelo Big bang adquiriram velocidades de expansão no universo proporcionais às suas distancias ao local (O), inicio do Big bang. Cada quantum Q dessa energia, quando terminou a fase de aceleração do universo, continuaram por inércia com as suas velocidades de expansão Ve. Na idade T 1 eles se uniram aos pares pela gravidade lógica para materializar partículas do 1º nível A, na idade T 2, duas dessas partículas A se uniram para formar um 2° nível de partículas B, em T 3, por sua vez, foram encontrar com uma outra partícula B já formada, gerando a partícula C de 3º nível em T 4, e assim por diante, criando partículas em níveis cada vez mais complexos, passando pelos átomos, pelos gases, até chegar às nebulosas, na idade T 5 e depois nas galáxias, no tempo T 6, cujas velocidades de expansão (V e ), adquiridas durante o Big Bang, são proporcionais às distâncias dessas ao centro do Universo. As partículas de primeiro nível A deram origem à massa de todas as outras partículas, como a partícula de Deus.

22 A ciência com os conceitos atuais da física não tiveram como explicar o funcionamento dessa partícula dando o apelido de Partícula de Deus, como se fosse criada por ele. Todas as galáxias tiveram origem no caldo primordial de energia proveniente do Big Bang. Elas se afastam com velocidades uniformes, que são proporcionais às distâncias de cada uma delas ao centro do Universo. Quando as galáxias são formadas a partir das nebulosas, tendo em vista as grandes distâncias que as separam, a força gravitacional entre elas já não é forte o suficiente para fazê-las fundir- se numa estrutura ainda maior. Sendo assim, surgem apenas aglomerados de galáxias ligadas pela gravidade, porém, distantes entre si. Esses aglomerados, por sua vez, formam os superaglomerados.

23 Na figura, no inicio do Big Bang os quantas de energia com suas velocidades Ve de expansão no universo, uniram se à quantas visinhos, através da força de gravidade lógica, materializando-se nas partículas A de primeiro nível. Muitos quantas não encontraram um quantum vizinho para formar um par e se materializarem em partículas e continuaram por inércia com suas velocidades Ve. Hoje, eles representam 70% de gravidade das galáxias, como não emitem luz, são conhecidos pela ciência como ENERGIA ESCURA que emitem gravidade. As partículas A de primeiro nível uniram-se à outras partículas A materializando-se nas partículas de níveis B, desta maneira sempre utilizando da gravidade lógica e mantendo as suas velocidades Ve,, por inércia, materializaram se em partículas de vários níveis até alcançarem o nível mais complexo, o dos átomos, partículas emitentes de luz. Muitas partículas subatômicas não encontraram vizinhas para se materializaram em partículas de níveis superiores, mas, continuaram com suas velocidades de expansão no universo. Hoje são denominadas de “MATERIA ESCURA”, por não emitir luz e representa 23% da gravidade das galáxias. São identificas por seus efeitos gravitacionais no universo.MATERIA ESCURA”, Nesta pagina Deduções Lógicas explica os 3 dos mais importantes mistérios da física: - O funcionamento da partícula elementar que deu origem a massa de todas elas, denominada “A PARTÍCULA DE DEUS” - “Bóson de Higgs"; - O que é e o funcionamento da ENERGIA ESCURA”.;ENERGIA ESCURA”. - O que é e o funcionamento da MATERIA ESCURA”..MATERIA ESCURA”.

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25 4- A experiência. 1ª- Fase: Amarrando na outra ponta a balança que fica segura por uma pessoa, quando ligado ele tende ir em frente, por estar preso. as suas rodas começam deslizar aparecendo na balança uma força de tensão que vai equilibrar a força motora do carrinho. Essa força de tensão mostrada na balança é de(foto da balança do 1º vídeo). T = 1,58 kg, quando a pessoa mantém a balança firme em um mesmo ponto. Amarrei a ponta da corrente na parte traseira do carrinho, ao ligá-lo, ele se movimenta para frente puxando a corrente. Ver animação

26 2ª- Fase: Amarrei um pedaço de corrente nos pontos A e B de um dos lados do carrinho, e na metade desse pedaço de corrente, no ponto C, amarrei uma ponta de outra corrente. Na outra ponta dessa corrente, ponto D, amarrei uma balança digital, que ficava segura por uma pessoa, em um local fixo. Quando colocamos o carrinho para se movimentar paralelamente á direção da corrente formou se um torque entre a tensão da corrente amarrada na lateral do carinho e força motora do carrinho exercida no seu centro de gravidade que fez com que o carrinho rodopiasse em torno desse centro de gravidade. Neste instante o carrinho, devido a sua força motora começa a se movimentar na direção perpendicular à corrente numa trajetória circular em torno de ponto D onde a ponta da corrente esta presa por uma pessoa. Ver animação

27 3ª-Fase: O carrinho começa a se movimentar numa trajetória curvilínea fazendo aparecer nele uma força centrifuga que o empurra para fora da curva fazendo prevalecer o principio de ação e reação equilibrando a força de tensão existente na corrente, que é responsável pelo seu movimento circular, fazendo com que a corrente fique sempre esticada. Nessa fase a balança mostra a tensão de 1,94 kg, e na primeira fase a balança mostra a tensão de 1,58 kg, o que prova que a força centrifuga que equilibra a tensão é maior que a tensão na corrente da 1ª fase da experiência. É neste ponto que aparece o paradigma da física existente há quase 350 anos, desde a época de Newton, afirmando que a força que aparece nos movimentos curvilíneos é a força centrípeta. Ver animação

28 Para explicar a existência desta força centrípeta a física usa de interpretações equivocadas: - afirma que a tensão existente na corrente é uma força centrípeta que aparece nos movimentos curvilíneos, o que não é verdade, conforme acabamos de provar. Outras vezes afirma que a força centrípeta é a resultante da velocidade do carrinho (força motora do carrinho tangencial à trajetória curvilínea) com uma força que ela não explica qual é. - em nenhuma destas explicações a física indica qual a força igual e contraria que vai contrabalançar esta força centrípeta de acordo o principio ação e reação de Newton. - a física usa de casuísmo na dedução de suas formulas, como na dedução da aceleração que ela denominou de aceleração centrípeta, para dar veracidade à força centrípeta que na verdade é uma aceleração centrifuga. -para dificultar o entendimento das forças que aparecem nos movimentos curvilíneos ela considera a força centrifuga como força fictícia que só é real para um observador no referencial do corpo em movimento curvilíneo.

29 4 - O Vídeo Ao ligar o carrinho, suas rodas começam a girar devido ao seu motor. A tendência do carrinho é seguir em frente, na direção perpendicular à corrente, mas como ela está segura na outra ponta por uma pessoa, aparece na corrente uma força de tensão que obriga a pessoa a usar de força para mantê-la na posição fixa, e o carrinho, a descrever uma trajetória curva. Isso acontece porque, como já falamos, a outra ponta da corrente está segura, em um ponto fixo, por uma pessoa, o que não deixa o carrinho afastar se da balança, como mostra o vídeo. Devido ao movimento circular, aparece uma força centrífuga que empurra o carrinho de dentro para fora do movimento, fazendo com que a corrente se estique, contrariando a afirmação da física, que afirma que nos movimentos curvilíneos aparece uma força centrípeta, de fora para dentro do movimento. A força que vai contrabalançar com a força centrífuga, é a força de tensão na corrente, que obriga o carrinho permanecer em movimento circular. Se a Física estivesse certa, a corrente não ficaria esticada, e a cada volta, o carrinho se aproximaria mais da balança. Em nossa experiência, a pessoa que segurava a ponta da corrente, a medida que o carrinho andava, ela ia dando ligeira folga á corrente. Devido à força centrífuga, o carrinho a cada volta se afastava mais da balança, aumentando o tamanho do raio da curvatura e mantendo a corrente sempre esticada. Ver animação

30 As correntes estão esticadas em função do peso do carrinho e da reação que este peso provoca na balança em forma de uma tensão. Esta tensão é idêntica ao que acontece com a corrente entre a balança e o carrinho quando ele está em movimento curvilíneo em volta da balança. Em outra parte do vídeo, constatamos que a força centrifuga medida pela balança quando o carrinho está em movimento circular, varia com a velocidade do carrinho. Velocidade essa que varia devido ao fato do carrinho estar em movimento em um plano inclinado da praça do papa. Com essa experiência acabamos com o paradigma da física, existente a quase 350 anos, desde a época de Newton, que afirma que a força que aparece nos movimentos curvilíneos dos corpos é a força centrípeta, o que não é verdade, como acabamos de provar. A força que aparece nos movimentos curvilíneos dos corpos é a força Centrífuga, de dentro para fora do movimento. Se soltarmos a corrente, imediatamente, desaparece a tensão, que obrigava o carrinho a permanecer no movimento circular e a força centrifuga que esticava a corrente, fazendo com que o carrinho permaneça com a sua velocidade tangencial, cuja direção modificava a toda instante. Esta velocidade, que tem origem no girar das rodas provocada pelo motor do carrinho, faz com que ele saia do movimento circular pela tangente Em uma parte do vídeo vemos Geraldo Cacique pesando o carrinho que está pendurado na balança através do pedaço da corrente preso nos pontos A e B do carrinho. Peso do carrinho =4,08 kg. Ver animação

31 A física fala que não existe a força centrífuga, que ela é uma força virtual, existindo apenas em certos referenciais. No entanto essa é uma das forças mais importantes do universo. Junto: - com a força de gravidade é responsável Pelo equilíbrio dos astro. - com A força elétrica é responsável pelo equilíbrio dos elétrons nos átomos - com a força forte é responsável pelo equilíbrio das partículas subatômicas. Newton quando fez a teoria de sua força de gravidade criou uma força centrípeta para explicar a órbita da Lua em torno da Terra

32 Porque a Lua não cai na Terra O que Isaac Newton não sabia: Na época de Newton, ele não sabia e nem poderia saber, que a velocidade de transmissão da gravidade é igual velocidade da luz = km/s. Para ele, a transmissão da gravidade era instantânea. Assim, Newton, como um observador no referencial da Terra, considerou-a parada, emitindo linhas de gravidade em todas as direções, formando um campo gravitacional que atrai instantaneamente todos os corpos que movimentam neste campo. Eu posso imaginar o que veria um observador parado em relação ao movimento entre a Terra e a Lua. Este observador, na sua verdade, vê a Terra emitir as linhas de gravidade que vão atrair a Lua, quando a Terra estava na posição A do espaço. Depois de mais ou menos 1,5 segundos, enquanto as partículas medidoras da força da gravidade iriam da posição A até a posição B1, a Lua iria da posição A1 até a posição B1. No momento em que as partículas mediadoras da força de gravidade chegavam na posição B1, atraindo a Lua para a posição A, a Terra já ocupava a posição B, então, a força da gravidade que a Terra atrai a Lua faz um ângulo com o eixo Terra-Lua.

33 Esse pequeno ângulo permite decompor o vetor força gravitacional no vetor radial, na direção do eixo Lua-Terra e no vetor tangencial, perpendicular ao eixo Lua-Terra. O desconhecimento da existência destes dois vetores, levou Newton a raciocinar que não era possível a existência desta força que aparece nos movimentos circulares, de dentro para fora do movimento, ou seja, não era possível a existência da força centrífuga, pois essa, anularia a força da gravidade, fazendo com que a Lua não se aproximasse e nem se afastasse da Terra. A teoria da gravidade concebida por ele, naquela época, previa que a resultante das forças externas, atuantes em um corpo, não poderia ser nula, pois se assim fosse, esse corpo estaria em movimento retilíneo, com velocidade uniforme ou parado. Desta maneira, para explicar o movimento da Lua em sua órbita, e por desconhecer a componente da gravidade, ele teve a necessidade de criar uma força, de fora para dentro do movimento circular, que seria a responsável pelo movimento curvilíneo da Lua, concluindo que essa força, que denominou de força centrípeta, era uma força real e que aparece em todos os movimentos curvos. E para dar veracidade a essa interpretação, a matemática da ciência atribui à aceleração calculada nos movimentos curvilíneos, uma aceleração, como se fosse de fora para dentro do movimento, denominando-a de aceleração centrípeta. Todavia, na dedução dessa aceleração, os físicos partiram do conhecimento da velocidade de um corpo num movimento em uma circunferência. Calculando o tamanho dessa circunferência e o tempo que um corpo demoraria para percorre-la, chegaram a uma aceleração. Só que nada indicava o sentido dessa aceleração, se era para dentro ou para fora do movimento, conforme a figura da próxima página.

34 Então, para justificar a força centrípeta, consideraram que essa aceleração seria uma aceleração centrípeta, ou melhor, de fora para dentro. Essa opção errônea deu veracidade a força centrípeta. Revendo hoje os exemplos práticos das forças que atuam nos movimentos circulares, como os em uma máquina de lavar roupas, concluímos que a primeira força que aparece no movimento circular do tambor da máquina é uma força de dentro para fora, força centrífuga. Essa é a força que empurra a roupa depositada no assoalho da máquina para fora, até a parede do cilindro, fazendo com que ela exerça uma pressão na parte interna do tambor rotativo da máquina. Neste momento aparece uma força de reação da parede sobre as roupas. ou para fora do movimento, conforme a figura da próxima página. Agora, podemos concluir, que no caso da máquina de lavar, a força que aparece no movimento circular do seu tambor é uma força centrífuga e não uma força centrípeta como professa a física. A força que vai reagir na parede do cilindro para neutralizar a força centrífuga é uma força normal de reação.

35 Assim, devido a todos os exemplos dos movimentos circulares, só podemos concluir que: 1º - A força de inércia que aparece em todos os movimentos circulares é a FORÇA CENTRÍFUGA, de dentro para fora dos movimentos. 2º - Não existe a FORÇA CENTRÍPETA, a força de reação à FORÇA CENTRÍFUGA é uma força que pode ser de tensão, de gravidade ou uma reação normal de uma superfície conforme o caso. 3º - Que a força responsável pelos movimentos circulares, é uma força real, que pode ser uma força motora, a componente tangencial de uma tensão ou da gravidade conforme o caso e não a força centrípeta como afirma a ciência. Todas as explicações dadas até esse momento, incluindo o motivo que levou Newton a afirmar que a FORÇA CENTRÍPETA é a responsável pelos movimentos curvilíneos dos corpos, são mais que suficiente para que as pessoas acreditem na existência real da FORÇA CENTRÍFUGA e da não existência da FORÇA CENTRÍPETA. Entretanto, é necessário explicar melhor o ângulo, que é o vetor que a força de gravidade faz com o eixo Terra-Lua, no momento em que a Lua é atraída pela gravidade da Terra. Essa explicação só deveria ser dada depois que as pessoas aceitassem plenamente as conclusões aqui demonstradas, sobre a existência real da FORÇA CENTRÍFUGA, porque a aceitação dessa existência,seria uma prova dos muitos conceitos que as teorias de Deduções Lógicas estão propondo modificar na física atual.

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37 O que venho propor é: Que a única força que aparece devido ao movimento curvilíneo, é a FORÇA CENTRÍFUGA Fc. A força que vai reagir à FORÇA CENTRÍFUGA Fc é uma força que conforme o exemplo do movimento curvilíneo, pode ser: - uma Força normal N; - uma força motora; - a componente radial de uma tensão; - ou a componente radial de gravidade. Portanto, proponho a extinção da FORÇA CENTRÍPETA da física, substituindo-a pela força acima referida. E, para aumentar o equívoco da existência da FORÇA CENTRÍPETA, a física, para complicar o raciocínio daqueles que querem entender o funcionamento das forças que aparecem nos movimentos curvilíneos, inventou a existência do REFERENCIAL NÃO INERCIAL. Esse referencial deveria chamar-se REFERENCIAL SENSITIVO, pois uma pessoa nesse referencial, em movimento curvilíneo, sente a existência da FORÇA CENTRÍFUGA - Fc, como no caso do piloto da moto, enquanto que outra pessoa parada em um referencial ao lado do globo da morte, não sente a FORÇA CENTRÍFUGA - Fc, sentida pelo piloto. Mas isso, não quer dizer que a FORÇA CENTRÍFUGA - Fc, que atua no piloto, deixa de existir para a pessoa no referencial parado. A interpretação dada pela ciência é que a FORÇA CENTRÍFUGA - Fc sofrida pelo piloto, não existe para quem está parado ao lado do globo. Ela existe sim, para os dois referenciais, de onde se conclui que o nome de REFERENCIAL SENSITIVO seria melhor do que o nome de REFERENCIAL NÃO INERCIAL, dado pela física. O equívoco da ciência que estou propondo correção é sobre o funcionamento das forças que aparecem nos movimentos curvilíneos.

38 A ciência vem afirmando que a força real que aparece nesses movimentos é uma força de fora para dentro do movimento, chamada de Força Centrípeta, e que a FORÇA CENTRÍFUGA existe apenas para quem está no referencial do movimento curvilíneo, diferentemente do que vimos nos dois exemplos explicados aqui e em todos os exemplos que demonstro nas minhas teorias, que são: - a existência da FORÇA CENTRIFUGA - Fc - e a inexistência da Força Centrípeta, força essa que será substituída pela força real que contrapõe a FORÇA CENTRÍFUGA. Na explicação acima, Newton não podia falar da existência da força centrífuga, porque se ela existisse, ela iria anular a força de gravidade, e na teoria que acabara de formular sobre a força de gravidade, ele dizia que se a resultante das forças que atuassem em um corpo fosse nula esse corpo teria que estar parado ou em movimento retilíneo uniforme, que não é o caso da Lua em relação à terra, portanto para explicar a órbita da lua em torno da terra ele criou uma força que não existe, a força centrípeta, que tiraria a lua de um movimento retilíneo uniforme para um movimento curvilíneo. A partir daí a física passou a acreditar na existência da força Centrípeta para todos os movimentos curvilíneos. Esse paradigma existe a quase 350 anos. Para um observador na terra os energétrons emitidos na direção da lua ao chegar a ela, devido a velocidade dela em relação a terra e ao efeito aberração, os energétrons sofrem a mudança de direção, fazendo com que a força de gravidade atraia a lua com um ângulo alfa com eixo terra lua Esse ângulo nos permite decompor a força de gravidade em duas: -uma força axial que atrai a lua em direção a terra -uma força tangencial que é a responsável pelo movimento orbital da lua em relação a terra. Da mesma maneira funciona os energétrons emitidos da lua em direção á terra, para um observador no referencial da lua.

39 O Google e Deduções Lógicas Quem indiretamente tem aprovado as teorias de deduções lógicas é o site de busca Google. A Alguns anos depois das minhas teorias aparecer na internet, nos resultados da pesquisa do Google, As páginas do site deduções lógicas começaram a aparecer nos primeiros lugares. Eu não entendia como isso era possível, pois os físicos consideram erradas, todas a minhas teorias, Estudei o funcionamento do Google chegando a conclusão que o resultado das pesquisas são Elaborados por um programa matemático de lógica, eliminando a mente humana, cheias de Paradigmas, fazendo assim um julgamento imparcial. O Google vem colocando as teorias de teorias de Deduções Lógicas nas primeiras posições dos seus rankings. O titulo e os subtítulos do índice do livro “Brincando com o Universo” apresentam a seguinte classificação no PageRank do Google. Pesquisa feita 11 de fevereiro de Título do artigo das Teorias de Deduções Lógicas Páginas Encontradas Classificação de Deduções Lógicas Brincando com o Universo º, 2º e 3º O Criador e o Big Bang º Conceitos sobre referenciais º e 2º Referencial absoluto º º Conceitos luz º

40 o fóton e o raio de luz º à 6º Efeito de aberração º A dinâmica da luz º, 6º,7º Onda de luz º Efeito Cristina º e 2º Efeito Mariana º e 2º Efeito Daniel º Efeito Paula º Universo º Dinâmica do universo º

41 As ilusões que enganam a ciência º Universo verdadeiro º, 2º,3º e 4º Universo visível º, 6º e 7º Efeito Mauricio º e 2º O Funcionamento do Universo º e 3º O funcionamento do Big Bang º Funcionamento da dualidade da luz º funcionamento da radiação de fundo º Biografia de Geraldo º A relatividade restrita º

42 A relatividade º Efeito Camila º e 2º A relatividade e os Gps º A relatividade da gravidade º O tempo de vida útil de múon3.9901º o funcionamento da luz º e 2º O universo º A relatividade º A gravidade º

43 Conseqüências das teorias de Deduções Lógicas Além de acabar com os paradigmas da dilatação do tempo e da existência da força centrípeta criei o paradigma da relatividade da gravidade que será responsável por inúmeras inovações na física das partículas. Modifiquei vários conceitos primordiais de varias partes da ciência como o funcionamento: -Do Universo: - a sua forma; - a existência do universo verdadeiro e universos visíveis para um observador no referencial de cada galáxia; - o efeito Maurício; - o que é a energia escura e a matéria escura; -Da Luz: - a diferença entre a velocidade do fóton e do raio de luz; - a dualidade da luz; - a radiação de fundo; - a onda dos fótons e dos colores; - o efeito Cristina que demonstra que a luz é transmitida como se fosse instantânea. -Da Gravidade: - Postulei que cada quanta de energia emitido do big Bang tem a capacidade de emitir energétrons ( partículas mediadoras da gravidade que ao chegar em outros quantas tem a propriedade de atraí-los com uma força gravitacional; - que a teoria gravitacional de Newton é incompleta; - que a formula da gravidade pode ser expressa em função da distancia D entre os corpos ou em função do tempo t que os energétros levam para ir de um corpo à outro.

44 As teorias de Deduções Lógicas foram feitas com uma matemática que é lecionada no curso Fundamental ou no ginasial da época que estudei. Esta simplicidade fará com que a partir de agora os alunos da faixa de 14 anos passem a entender e adorar a física. Para fazer todas estas teorias não foi preciso usar integrais ou derivadas. O homem é quem complicou a matemática da física. Descobri que, quem fez o universo, qualquer que seja o nome, Deus, Alá ou Buda, nunca foi a uma aula de matemática ou de física, utilizou apenas da lógica e do bom senso. Na década de 70 fui sócio de uma firma de informática para prestar serviços à terceiros, onde aprendi a utilizar planilhas eletrônicas. Passei a partir daí a utilizá-las em tudo o que fiz, nos controles de rendimento e produção, na fazenda de café, na firma de terraplanagem, na exploração de granitos e para jogar na loteria esportiva usando estatísticas e probabilidades e também na Exploração de Águas Marinhas. Por curiosidade ao ler, em junho de 1998, uma reportagem sobre a expansão do universo, o repórter enfatizava que a expansão estava em aceleração e para explicar isto falava na existência De uma força no vácuo. Achei estanho e comecei a imaginar uma planilha eletrônica para simular a dinâmica de duas galáxia e a luz entre elas. Minha surpresa foi enorme depois de varias tentativas ela funcionou e os resultados assemelhavam-se com aqueles que os astrônomos Indicavam para o funcionamento das galáxias, principalmente para o valor da constante de Hubble.

45 Desconfiado que estava no caminho de descobrir uma coisa importante comecei a pesquisar sobre o assunto e quando tive a certeza larguei os meus trabalhos de engenharia, passando para meus filhos, também engenheiros. Montei um site para divulgar as minhas teorias, graças a renda de algumas patentes de mineração de granito, tendo vivido e custeado as minhas pesquisas sem ajuda de nenhuma entidade do governo ou particular. Depois de mais de 10 anos procurando um físico para ler minhas teorias e me apoiar, o Que encontrei e que fez o prefácio de meu livro “ Brincando com o Universo” e por ter apoiado as minhas teorias foi ameaçado pelos Físicos, seus colegas da Universidade de Ouro Preto, de ser dispensado e de ter caçado os seus títulos de físico, mestre e doutor em física. Ultimamente que tem me apoiado é o IMEC – Instituto Mineiro de Engenharia Civil e o INEC – Instituto Nacional de Engenharia Civil, como também o professor Haydn Amaral Fernandes.


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