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PSICOLOGIA DA COMUNICAÇÃO Norma Suely Bezerra. Jesus é a Palavra que revela Deus Jo 1,1-5 No começo a Palavra já existia: a Palavra estava voltada para.

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1 PSICOLOGIA DA COMUNICAÇÃO Norma Suely Bezerra

2 Jesus é a Palavra que revela Deus Jo 1,1-5 No começo a Palavra já existia: a Palavra estava voltada para Deus, e a Palavra era Deus. No começo ela estava voltada para Deus. Tudo foi feito por meio dela, e, de tudo o que existe, nada foi feito sem ela. Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. Essa luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguem apagá-la.

3 O que é Psicologia É a ciência que estuda o homem em relação ao ambiente em que vive. Estuda o comportamento humano com base na natureza biológica (herança) e nos estímulos ambientais e sociais. REAÇÃO PESSOAL Capacidade de ter seu próprio destino HERANÇA AMBIENTE Atua na promoção, na prevenção, na recuperação e na reabilitação de pessoas com distúrbios mentais, emocionais e de personalidade.

4 Principais abordagens  Abordagem psicanalítica – estuda o inconsciente A publicidade frequentemente faz referência ao inconsciente e irá explorar as necessidades das quais muitas vezes a pessoa não é consciente.

5 Principais abordagens  Abordagem cognitivo-comportamental – estuda o comportamento e os pensamentos e emoções subjacentes. A publicidade se refere a esta teoria quando associa um produto a um estímulo particularmente agradável, p.ex., a cerveja a uma jovem loura e sensual

6 Percepção realidade interna e externa A consciência de que a realidade não é percebida de modo objetivo, mas subjetivo, com base nas motivações, necessidades emoções e convicções individuais. Nossas habilidades perceptivas são múltiplas:  Percepção visual;  Percepção auditiva;  Percepção tátil;  Percepção olfativa;  Percepção gustativa

7 Percepção visual

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12 Percepção de movimento Frequentemente vemos movimento onde não existe:  Movimento induzido ex. trem  Movimento estroboscópico Ex. filme

13 Percepção das cores  O índigo e o violeta são as cores da espiritualidade e são usados em igrejas.  O branco representa a pureza, inocência, sinceridade e limpeza.  O cinza é associado à elegância e sobriedade.  O preto indica dor, luto, elegância.  As cores pastéis são o azul claro, o lilás, o rosa... associadas ao romantismo, à docura, à inocência. São harmoniosas e são usadas para os doces, cosméticos, embalagens alimentares e produtos para crianças.

14 Cor na Publicidade

15 Percepção do tempo Depende da personalidade do indivíduo e do interesse que tem pela atividade. Se esta for agradável o tempo passa rápido e quando é desagradável o tempo não passa nunca. Orientadas principalmente para o passado Experimentam sentimentos de depressão melancolia, saudade, nostalgia, pesar, sentimento de culpa, etc. É muito comum em pessoas idosas. Orientadas principalmente para o futuro Emoções como ansiedade, medo, impaciência. Mais comum nos jovens. Orientadas principalmente para o presente Se concentram no aqui e agora. Tem o presente como o único momento certo da vida. São pessoas mais serenas e tranquilas.

16 O canal perceptivo preferencial As experiências que as pessoas tem no início da vida determinam o canal preferencial, por meio do qual receberá informações do mundo externo.  Os visuais (cerca de 70%) Dão importância às informações visuais, cuidam da estética, pensam por meio de imagens e usam verbos que se referem à vista. Ex: “nesta situação não vejo claro...”  Os auditivos (cerca de 20%) São atentos ao som, à voz, à música. Ex: “Essa história me soa mal...”  Os cinestésicos (cerca de 10%) Quando falam com alguém, geralmente procuram contato físico. Ex: “Tenho a sensação de que algo não vai bem...”  É utilizado pela psicologia, no ensino e na publicidade e vendas.

17 Comunicação Comunicar significa também saber escutar, compreender a linguagem do corpo e colocar-se em sintonia com o interlocutor. "Eu gosto de olhos que sorriem, de gestos que se desculpam, de toques que conversam e de silêncios que se declaram.” (Machado de Assis)

18 Processo de comunicação Toda comunicação está sujeita a distorção.

19 Comunicação consciente e inconsciente A própria linguagem falada, sujeita a interferências inconscientes, revela o que se quer comunicar, como o que não se quer comunicar. A comunicação deve ser vista sob dois aspectos, consciente e inconsciente e, neste sentido tudo pode ser comunicação: um vestido, um perfume, um gesto, uma palavra, um silêncio.

20 Comunicação verbal e não verbal  A comunicação está sincronizada quando a palavra e a expressão corporal exprimem a mesma mensagem.  07% - palavras ( o que a pessoa diz)  38% - tom de voz, inflexão ( a maneira como fala)  55% - corpo, olhos, mãos, braços, pernas, dedos (expressão e gestos)  A comunicação é um ato de comunhão com o outro. É preciso que as pessoas queiram realmente entrar em comunicação.  Onde não existe afeto, dificilmente haverá uma comunicação sincera e autêntica, pois a afetividade é a chave que melhor abre o ser humano a uma real experiência com o outro. “communicare“ (latim) - partilha, tornar comum)

21 Postura Foto 1 – Postura rígida – pode estar tensa, enraivecida ou ansiosa Foto 2 – Relaxamento – postura não rígida, demonstrando estar bem a vontade Foto 3 - sobrepor as pernas e cruzar os braços indica “fechamento”, estar na defensiva”. Foto 4 – pernas relaxadas e braços abertos indicam confiança e disponibilidade.

22 Postura Em sintonia – mesma posição corporal Agressividade, insegurança ou consenso e atenção Mãos nos quadris indicam agressividade e determinação A ondulação de um lado para o outro indica inquietação A vontade e disponível para se comunicar Fechamento, rejeição ou relaxamento

23 gestos

24 Disposição ao sentar Competição: “não invada meu território” Lado mais distante e oposto. Pessoas que não alimentam simpatia recíproca. “Não quero me comunicar com você” Não delimitam a mesa; “eu estou ao seu lado” Relação de colaboração, não implica nenhuma divisão territorial. “Veja, eu estou com você”

25 Comunicação de massa Comunicação dirigida a uma massa indiferenciada de pessoas heterogêneas pela idade, sexo, status social, proveniência geográfica, nível de instrução.  Permitem ampliar a mensagem a ser transmitida e a repetem mais vezes;  Superam as barreiras físicas entre fonte/emissor e destinatário/receptor;  Reduzem os custos de comunicação, permitindo receber as mensagens por baixo preço.

26 Influência da mídia Os anúncios publicitários procura direcionar-nos para o consumo. A força dos meios de comunicação é notável e condiciona muito nosso modo de pensar e de nos comportar. Muitos mal-estares psicológicos de nosso tempo são devidos a mensagens da mídia. Ex: Depressão devido ao contínuo bombardeio de mensagens negativas; os problemas alimentares, por causa dos padrões de beleza; as interações das redes sociais.

27 Seleção das notícias Percepção subliminar – estamos mais sujeitos do que podemos imaginar. decisão do censor - líderes dos grupos - auto-seleção (dissonância cognitiva)

28 Comunicação Publicitária Interesse em induzir o comportamento aquisitivo. É preciso conhecer as motivações profundas dos destinatários e também a tipologia do consumidor.  Profissionais de diversas áreas atuam para fazer conhecer e difundir produtos ou serviços e convencer as pessoas a adquirir determinado produto.  Não é apenas um instrumento para criar novas necessidades e permitir novos consumos, mas é a expressão de uma cultura de massa.  Atualmente as necessidades não essenciais tornaram-se mais importantes que as essenciais. FILME: amor por contrato.

29 Tipologias publicitárias Existem diversos tipos de publicidades, aos quais a psicologia deu enorme contribuição:  A publicidade de repetição, fundada sobre a teoria da aprendizagem. Condic. Clássico: associação de estímulo neutro a outro estímulo positivo ou negativo. ex: associar a cerveja a loura sensual Condic. Operante: efeitos positivos manterão o comportamento (princípio da recompensa). ex: Funcionário participando dos lucros da empresa. Aprendizagem a partir de um modelo. A publicidade utiliza personagens famosos para induzir no consumidor a ilusão de possuir a celebridade e o poder que eles tem. Ex: Ao utilizar a operadora de telefone “X” você poderá falar com toda a lista de amigos.

30 Tipologias publicitárias  A publicidade de argumentação, fundada sobre a psicanálise Parte do princípio que o comportamento humano é amplamente motivado por impulsos inconscientes. Ex: peça (compre) batom. Beba Coca-cola  A publicidade inspirada na Gestalt Percebemos a realidade sob a forma de conjunto e em seguida, os elementos particulares. Quando uma mensagem é percebida incompleta, teremos a tendência de completá-la (fechar a Gestalt). A publicidade propõe um problema, cuja solução é representada pelo produto. Ex: Se dirigir não beba.  A publicidade de simpatia Se apóia sobre um envolvimento tipo afetivo, apresentando criancinha e filhotes de animais. Mecanismo de compensação e identificação Ex: Publicidade de automóvel utilizando criança para criar envolvimento afetivo. Pessoas que fazem dívidas para comprar carros de luxo e roupas de grife.

31 Tipologias publicitárias  A publicidade coletiva É promovida pro consórcios e empresas produtoras de um mesmo produto, reunindo recursos financeiros para promover determinado produto. Ex: Publicidade feita com a carne na época da vaca louca.  A publicidade turística Apresenta a fórmula turismo-saúde-cultura, indicada tanto para o ancião quanto para o jovem. Ex: agencias de viagens  A publicidade social. Se apoia sobre sentimentos e emoções para persuadir as pessoas a terem ou assumirem determinadas atitudes. Ex: Lei Seca. Combate às drogas, o cigarro e anorexia, apresentando mensagens com alto teor emotivo. Lembramos que o boca a boca é sete vezes mais eficiente que a própria publicidade.

32 O encontro de duas personalidades assemelha-se ao contato de duas substâncias: se alguma reação ocorre, ambos sofreram uma transformação. Carl G. Jung

33 FIM Norma Suely Bezerra


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