A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Introdução a Bancos de Dados (BD’s) Prof. Tales K. Cabral 2º Módulo Colégio da Imaculada Curso Técnico em Informática.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Introdução a Bancos de Dados (BD’s) Prof. Tales K. Cabral 2º Módulo Colégio da Imaculada Curso Técnico em Informática."— Transcrição da apresentação:

1 Introdução a Bancos de Dados (BD’s) Prof. Tales K. Cabral 2º Módulo Colégio da Imaculada Curso Técnico em Informática

2 Slide nº 2 de 46. Banco de Dados, por quê? Independência entre Dados e Programas DATA INDEPENDENCE DADOS - fatos que podem ser armazenados ex:nomes, telefones, endereços... BASE DE DADOS - coleção de dados inter-relacionados logicamente, ex: agenda de telefones, catálogo de produtos...

3 Slide nº 3 de 46. Introdução Representação dos dados em computadores antes do conceito de banco de dados Organização exemplo: Universidade

4 Slide nº 4 de 46. Introdução Situação: * cada aplicação da organização com o seu conjunto de dados * descrição dos dados fica dentro das aplicações * não existe compartilhamento de dados entre as aplicações Problemas: * redundância de dados * difícil manutenção dos dados * falta de uma padronização na definição dos dados * não há preocupação com a segurança dos dados (segurança de acesso e segurança contra falhas)

5 Slide nº 5 de 46. Banco de Dados Definição de Banco de Dados (BD): "Uma coleção de dados operacionais inter- relacionados. Estes dados são armazenados de forma independente dos programas que os utilizam, servindo assim a múltiplas aplicações de uma organização."

6 Slide nº 6 de 46. Banco de Dados Vantagens do uso de BD em relação aos métodos tradicionais, baseados em papéis e arquivos: – é compacto : não há necessidade de arquivos de papéis volumosos; – é rápido : a máquina recupera e modifica os dados muito mais rapidamente do que o ser humano; – menos trabalho braçal : arquivamento; – tem fluxo corrente : informações corretas e atualizadas a qualquer momento.

7 Slide nº 7 de 46. Banco de Dados

8 Slide nº 8 de 46. Banco de Dados Vantagens do uso de BD em relação aos sistemas de arquivos tradicionais: –reduzir a redundância; –a inconsistência pode ser evitada; –compartilhar os dados; –aplicar restrições de segurança; –manter a integridade.

9 Slide nº 9 de 46. Algumas Necessidades de Bancos de Dados Criação e/ou Atualização 1.“ Sou do departamento de retrato falado (RF) da polícia federal e tenho uma enorme dificuldade em identificar possíveis criminosos comparando, manualmente, um RF com os demais RFs que dispomos. O vocês podem fazer para melhorar isso?” 2.“Sou gerente geral de uma rede de supermercados do estado e gostaria de obter informações atualizadas de cada loja. Além disso, gostaria de saber, periodicamente, os produtos mais vendidos por loja, por mês. Vocês podem me ajudar?” 3.“Tenho fichas de preenchimento de meus clientes no minimercado. Faço para muitos a compra “fiado” via caderno. Meu caderno está uma bagunça. O que fazer para resolver o meu problema?” 4.“Tenho vários tipos de documentos dos mais diversos formatos (DOC, HTML, BD) disponibilizados meu site. Como poderia permitir que meus usuários consultassem todos esses dados de forma mais uniforme e otimizada?” 5.“Sou gerente de uma fazenda e gostaria de analisar melhor minhas terras e as previsões do tempo para saber o que plantar para ser mais rentável.” Dados de satélites, Relevo, Clima, Vegetação local, Geologia, etc... 6.“Sou agente de viagens e gostaria de disponibilizar dados da minha cidade e obter dados de outras cidades on-line para conseguir ajudar outros agentes e fechar melhores pacotes.”

10 Banco de Dados Tabela EMPREGADO NomeRGCICDepto. RG SupervisorSalário João Luiz NULO3.000,00 Fernando ,00 Ricardo ,00 Jorge ,00 Renato ,00 Tabela DEPARTAMENTOTabela PROJETO NomeNúmeroRG GerenteNomeNúmeroLocalização Contabilidade Financeir o 1 5São Paulo Engenharia Civil Motor 310Rio Claro Engenharia Mecânica Prédio Central 20Campinas Tabela DEPENDENTES RG Responsável Nome Dependente Dt. NascimentoRelaçãoSexo Jorge27/12/86FilhoMasculino Luiz18/11/79FilhoMasculino Fernanda14/02/69ConjugeFeminino Angelo10/02/95FilhoMasculino Adreia01/05/90FilhoFeminino Exemplo de um Banco de Dados: “Projeto ABC” Tabela DEPARTAMENTO_PROJETO Número Depto.Número Projeto Tabela EMPREGADO_PROJETO RG EmpregadoNúmero ProjetoHoras

11 Slide nº 11 de 46. Exercício: 1.Responda (pergunta e resposta no caderno): Qual a necessidade da criação de bancos de dados? Como era a “organização” antes da criação de bancos de dados? Monte, com suas palavras, uma definição para Banco de Dados. Quais as vantagens de Bancos de Dados com relação à utilização de métodos tradicionais? Crie um banco de dados contendo duas tabelas (crie as tabelas). Nomeie o banco de dados; As tabelas serão “Aluno” e “Professor”; Inclua campos para as tabelas e alguns exemplos de atributos (valores dos campos);

12 Slide nº 12 de 46. Modelo Hierárquico Similar ao modelo em rede - com relação aos dados e suas relações serem representadas por registros e links. Diferença: no modelo hierárquico os registros estão organizados em árvores ao invés de gráficos arbitrários

13 Slide nº 13 de 46. Modelo Hierárquico (exemplo) , , , ,00 MárioAv. S.CarlosS.P. RuiRua XV S.Carlos SilviaAv.D.PedroItu Cada tipo de registo tenha apenas um possuidor!

14 Slide nº 14 de 46. Modelo de Rede Representados por um conjunto de registros (como no Pascal) e as relações entre estes registros são representadas por links (ponteiros) Registros são organizados no BD por um conjunto arbitrário de grafos

15 Slide nº 15 de 46. Modelo de Rede (exemplo) , , , ,00 MárioAv. S.CarlosS.P. RuiRua XV S.Carlos SilviaAv.D.PedroItu Evolução do Modelo Hierárquico!

16 Slide nº 16 de 46. Modelo Relacional Usa um conjunto de tabelas para representar tanto os dados como a relação entre eles. Cada tabela possui múltiplas colunas e cada uma possui um nome único (CAMPO) linhas colunas

17 Slide nº 17 de 46. Modelo Relacional (exemplo)

18 Slide nº 18 de 46. Diferença entre modelos Modelo relacional difere por não usar nem ponteiros nem links (relaciona os registros por valores próprios a eles) Como não é necessário uso de ponteiros: possibilidade do desenvolvimento de fundamentos matemáticos para sua definição

19 Slide nº 19 de 46. Álgebra Relacional If (Álgebra Relacional=“Já Visto”) –Then: “Passar adiante no conteúdo de BD!” –Senão: “Visualizar antes de continuar com BD.”

20 Slide nº 20 de 46. Linguagens de Banco de Dados Dois tipos de linguagens: 1. específica para os esquemas do BD (Linguagens de Definição de Dados) 2. para expressar consultas e atualizações ( Linguagem de Manipulação dos Dados)

21 Slide nº 21 de 46. Linguagens de Definição de Dados – DDL Para expressar a especificação do esquema de dados data-definition language (DDL) resultado da compilação dos parâmetros DDL’s armazenado em tabelas que constituem o dicionário de dados ou diretório de dados dicionário de dados: arquivo de metadados (dados a respeito de dados)- no SGBD o diretório é consultado antes que o dado real seja modificado

22 Slide nº 22 de 46. Linguagens de Definição de Dados – DDL create table alter table drop table create view, drop view Comandos básicos:

23 Slide nº 23 de 46. Linguagem de Manipulação dos Dados DML data-manipulation language (DML) manipulação de dados: recuperação das informações armazenadas no BD inserção de novas informações no BD remoção de informações do BD modificação das informações do BD DML viabiliza o acesso (manipulação) dos dados de forma compatível ao modelo de dados apropriado

24 Slide nº 24 de 46. Linguagem de Manipulação dos Dados DML ò Procedurais exigem que o usuário especifique quais dados são necessários, e como obtê-los (passos avançados em bds) ò Não Procedurais exigem que se especifique quais dados são necessários, sem especificar como obtê-los (passos simples em bds).  Linguagens de consulta (query)  SQL* * SQL (Structure Query Language) is a database query language that was adopted as an industry standard in 1986.

25 Slide nº 25 de 46. Exercício: 1.Responda (pergunta e resposta no caderno): O que são Bancos de Dados Relacionais (que utilizam o Modelo Relacional) ? Como é representado um CAMPO em um Modelo Relacional? Quais as linguagens existentes para se operar com bancos de dados? Cite 2 (dois) exemplos de manipulação de dados feitas em um banco de dados. Cite 1 (um) exemplo de uma linguagem de consulta a bancos de dados.

26 Slide nº 26 de 46. Administração do armazenamento de dados (papel do Administrador do BD) interface entre os dados de baixo nível, armazenados no BD, os programas aplicativos e as consultas submetidas ao sistema y Gerenciamento de autorizações e integridade y Gerenciamento de transações y Administração de arquivos y Administração de buffer (memória)

27 Slide nº 27 de 46. Contrapartida... Criação de Pontos de conflito através do Compartilhamento de Dados; Necessidades de especialização tecnológica e profissional; Criação de motivos para “conflito Organizacional”.

28 Slide nº 28 de 46. SGBD Sistema Gerenciador de Banco de Dados Software (programa) que incorpora as funções de definição, recuperação e alteração de dados em um banco de dados. "É um sistema cujo objetivo principal é gerenciar o acesso e a correta manutenção dos dados armazenados em um banco de dados."

29 Slide nº 29 de 46. SGBD Um dos objetivos de um SGBD é prover aos usuários uma visão abstrata dos dados. – Omitir detalhes de como os dados são armazenados e mantidos. Ocultar forma como são cadastrados, alterados ou excluídos; Ocultar comandos utilizados para consultas; Mostrar somente os resultados desejados; – Esconder a complexidade em diversos níveis de abstração que simplificam a interação do usuário com o sistema de BD. Qual o melhor caminho a seguir para executar uma dada operação

30 Slide nº 30 de 46. Alguns SGBD’s Comerciais Oraclehttp://www.oracle.com.brhttp://www.oracle.com.br Sybasehttp://www.sybase.com.brhttp://www.sybase.com.br Informixhttp://www.informix.comhttp://www.informix.com DB2http://www.ibm.com.brhttp://www.ibm.com.br Interbasehttp://www.borland.com.brhttp://www.borland.com.br MSSqlServerhttp://www.microsoft.com.brhttp://www.microsoft.com.br

31 Slide nº 31 de 46. Alguns SGBD’s Livres MySQLhttp://www.mysql.comhttp://www.mysql.com PostGreSQLhttp://www.postgresql.comhttp://www.postgresql.com Firebirdhttp://www.firebirdsql.orghttp://www.firebirdsql.org

32 Slide nº 32 de 46. Catálogo Contém a definição do Banco de Dados, descrita num (meta-)modelo de dados (específico de cada SGBD, utilizando o mesmo modelo lógico que o usado para a Base de Dados propriamente dita). Exemplo: Num SGDB “relacional”, o catálogo contém as definições das tabelas, visões, regras de integridade, etc.. O Catálogo é por vezes designado por “Dicionário de Dados”

33 Slide nº 33 de 46. Novas Necessidades Evolução dos SGBD’s Desempenho, Complexidade nas estruturas de dados, Sofisticação do Processamento, Controle de Integridade dos Dados,... Sistemas de Suporte à Decisão Interoperabilidade entre SGBD’s, e entre SGBD’s e outros tipos de sistemas ( p.e. WWW ) Novos tipos de Aplicações Armazenamento cada vez maior em meio digital.

34 Slide nº 34 de 46. Portanto... Não confunda: Banco de Dados:

35 Slide nº 35 de 46. SQL Structure Query Language (Linguagem Estruturada de Consultas) Padrão em SGBDs Relacionais Implementa operações da álgebra relacional

36 Slide nº 36 de 46. SQL Tipos: DDL – Data Definition Language Linguagem de Definição de Dados a)Definiçãode uma relação (ou tabela) Create Table ( atribute1 INT(4) UNSIGNED ZEROFILL DEFAULT '0000' NOT NULL, atribute2 CHAR(20) DEFAULT '' NOT NULL, atribute3 DOUBLE(16,2) DEFAULT '0.00' NOT NULL, PRIMARY KEY(atribute1, atribute2) );

37 Slide nº 37 de 46. SQL b) Alteração de uma tabela Alter Table add atribute4 INT(6); Alter Table drop atribute2; c) Remoção da tabela Drop Table ;

38 Slide nº 38 de 46. SQL Tipos: DML – Data Manipulation Language Linguagem de Manipulação de Dados a)Comandos de Atualização do BD a.1) Inserção de Tuplas Insert Into values (123,’A’,1.05,555),(456,’B’,2,333); a.2) Alteração de Tuplas Update set {atributox} where {condicao};

39 Slide nº 39 de 46. SQL a) Comandos de Atualização do BD a.3) Remoção de Tuplas Delete from where {condição};

40 Slide nº 40 de 46. SQL b) Comando de Consulta (Query Language) Comando SELECT b.1) Selecionar todas as tuplas de uma tabela SELECT * from ; b.2) Selecionar todas as tuplas que obedeçam 1 condição: SELECT * from where {condição}; b.3) Existem vários outros tipos de consultas...

41 Slide nº 41 de 46. MySQL SISTEMA GERENCIADOR DE BD FREE. Comando SELECT b.1) Selecionar todas as tuplas de uma tabela SELECT * from ; b.2) Selecionar todas as tuplas que obedeçam 1 condição: SELECT * from where {condição}; b.3) Existem vários outros tipos de consultas...

42 Slide nº 42 de 46. MySQL Chave Primária A função da chave primária é identificar univocamente uma linha da tabela. Cada tabela deve possuir uma chave primária. Quando se define um atributo como chave primaria, fica implícito as cláusulas UNIQUE e NOT NULL para este atributo, não sendo necessário a especificação destas. create table cliente (codigonumber(5) primary key, nomechar(30) not null, sexochar(1) CHECK(sexo IN (‘M’, ‘F’)), CPFnumber(11) UNIQUE, enderecochar(40), cidadechar(20) DEFAULT ‘Maceio’ );

43 Slide nº 43 de 46. MySQL Chave Primária Opcionalmente pode-se definir a chave primária após a especificação de todos os atributos da tabela. create table cliente (codigonumber(5), nomechar(30) not null, sexochar(1) CHECK(sexo IN (‘M’, ‘F’)), CPFnumber(11) UNIQUE, enderecochar(40), cidadechar(20) DEFAULT ‘Maceio’, primary key (codigo) ) );

44 Slide nº 44 de 46. MySQL Integridade referencial Freqüentemente desejamos assegurar que o valor de um determinado campo de uma tabela esteja presente na chave primária de outra tabela. Este campo é chamado chave estrangeira (FOREIGN KEY). A SQL original padrão não incluía instruções para especificar chaves estrangeiras. Um aperfeiçoamento posterior foi aprovado como uma adição ao padrão. Este recurso permite a especificação de chaves primárias e estrangeiras como parte da instrução create table. create table movimento (agencianumber(5) references agencias(codigo), contanumber(7) references contas(numero), valornumber(16,2), primary key (agencia, conta) );

45 Slide nº 45 de 46. MySQL Integridade referencial Assim como na definição da chave primária, pode-se definir a chave estrangeira após a especificação de todos os campos (domínio) da tabela. create table movimento (agencianumber(5) contanumber(7) valornumber(16,2), primary key (agencia, conta) foreign key (agencia) references agencias, foreign key (conta) references contas );

46 Slide nº 46 de 46. MySQL Integridade referencial Chave estrangeira: exemplo: create table movimento ( agenciaxnumber(5) contaxnumber(7) valornumber(16,2), primary key (agenciax, contax), foreign key (agenciax) references agencias (agencia), foreign key (contax) references contas (conta) );

47 Referências Bibliográficas Tutoriais, apostilas e cursos sobre Bancos de Dados e SQL. Disponível em: Disponível em: Disponível em: Organização de Banco de Dados. Profa. Denise Bandeira – Unisinos/2007. Disponível em:


Carregar ppt "Introdução a Bancos de Dados (BD’s) Prof. Tales K. Cabral 2º Módulo Colégio da Imaculada Curso Técnico em Informática."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google