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MELANOMA Como identificar e diferenciar lesões suspeitas.

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Apresentação em tema: "MELANOMA Como identificar e diferenciar lesões suspeitas."— Transcrição da apresentação:

1 MELANOMA Como identificar e diferenciar lesões suspeitas

2 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Introdução Neoplasia epitelial maligna Origens – Melanócitos – Pele – Mucosa oral, anogenital, esôfago, meninges, olhos Pode surgir a partir da pele normal ou de uma lesão pigmentada.

3 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Epidemiologia Alta letalidade Baixa incidência – 4% dos tipos de Ca de pele – Mais grave -> alta possibilidade de metástase – 75% de todas as mortes causadass por Ca de pele Detecção precoce – melhora a sobrevida – Sobrevida média = 69% – Melanoma in situ é curável! DETECÇÃO PRECOCE Alta letalidade Baixa incidência 4% dos tipos de Ca de pele – Mais grave -> alta possibilidade de metástase – 75% de todas as mortes causadas por Ca de pele Detecção precoce – melhora a sobrevida – Sobrevida média = 69% – Melanoma in situ é curável!

4 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Detecção precoce – Reduz a morbimortalidade da doença – Reduz os custos para o sistema de saúde – PODE SALVAR VIDAS! – Quando menor a profundidade melhor o prognóstico.

5 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 COMO IDENTIFICAR LESÕES SUSPEITAS

6 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Avaliação do Paciente História pessoal História familiar Exame físico Dermatoscopia Biópsia Exames laboratoriais Imunohistoquímica Exames de imagem

7 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Fatores de risco 1.Genéticos 2.Ambientais 3.Fatores carcinógenos 1.Sensibilidade ao sol (queima fácil e bronzeia pouco) 2.Pele clara 3.Exposição excessiva a luz solar 4.Hx prévia de Ca de pele 5.Hx familiar de melanoma 6.Idade avançada 7.Xeroderma pigmentoso 8.Nevo displásico 9.Alterações em uma nevo já existente 10.Múltiplos nevos típicos

8 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Fatores de risco Fatores Ambientais Exposição excessiva a luz solar Exposição excessiva a luz solar Exposição a radiação ultravioleta Exposição a radiação ultravioleta Nevo novo ou que modifique o aspecto da lesão Nevo novo ou que modifique o aspecto da lesão Queimaduras extensas na infancia Bronzeamento artificial Terapia PUVA Idade avançada (> 45 anos)

9 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Fatores de risco Fatores Genéticos Sexo masculino Pele clara Síndrome do nevo displásico Nevo atípico familiar Nevo congênito gigante Nevo displásico Grande número de nevos comuns Historia prévia de melanoma HMF + melanoma

10 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Fatores de risco Fatores carcinógenos Radiação UV Radiação UV – UVA – UVB – parte mais carcinogênica do UV Radiação ionizante Arsênio Genodermatoses Xeroderma pigmentoso

11 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Fatores de risco Profundidade

12 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA PROFUNDIDADE DO TUMOR Espessura Do Tumor – Índice de Breslow. Tis in situIn situ T1 Até 0,75mm T2 0,76 – 1,5 mm T3 1,60 – 3,0 mm T4 3,10 – 4,0 mm T5 > 4,0 PROGNÓSTICO

13 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Sinais Clínicos De Alerta De Melanoma A umento de uma lesão preexistente (assimetria) Irregularidade das bordas Variedade de cores Diâmetro > 6mm Prurido ou dor em uma lesão preexistente Desenvolvimento de uma lesão pigmentada recente durante a idade adulta Ferida que não cicatriza

14 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Sinais Clínicos De Alerta De Melanoma Alterações na cor Alteração nas características da borda – Contorno irregular, pigmentação satélite, desenvolvimento de halo despigmentado. Alterações na superfície – Erosão, ulceração, sangramento, elevação, perda das linhas normais da pele Desenvolvimento de sintomas – Prurido, dor, parestesias

15 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 REGRA DO ABCDEF Lesão suspeita

16 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 COMO DIFERENCIAR DE OUTRAS LESÕES???

17 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Como diferenciar lesões suspeitas 1.Qual a queixa do paciente? 2.Tem fatores de risco? 3.A lesão parece suspeita? – Localização – Características do paciente – Dermatoscopia 4.Dúvida  Biópsia

18 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 CBC

19 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010

20 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MM

21 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010

22 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010

23 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010

24 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010

25 Camila Araujo; Laila Djensa. Monitoria 2010 MELANOMA Referencias 1.Souza RJSP, Mattedi AP, Rezende ML, Corrêa MP, Duarte EM. Estimativa do custo do tratamento de câncer de pele tipo melanoma no Estado de São Paulo – Brasil. An Bras Dermatol. 2009; 84(3): Robins e Contran. Patologia – Bases Patológicas das doenças. Rio de Janeiro: Elsevier INCA - Câncer de Pele - Melanoma 4.HABIF, Thomas P. Dermatologia clínica: guia colorido para diagnóstico e tratamento. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, Gimaraes, J.R.Q. Manual de Oncologia. 2 edição. BBS UICC, Manual de Oncologia Clinica. 8 edição. São Paulo: Fundação Oncocentro de São Paulo Sabiston, Tratado de Cirurgia: a base biológica moderna pratica cirúrgica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.


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