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Téni s RAFAELA CAROLINA NATACHA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA NOVA DE PAIVA 2013/2014 PAFD.

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1 Téni s RAFAELA CAROLINA NATACHA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA NOVA DE PAIVA 2013/2014 PAFD

2 Introdução 6. Procedimentos de montagem e desmontagem de espaços e equipamentos afetos às práticas desportivas 6.1. Equipamentos necessários à prática da modalidade de acordo com os regulamentos para o efeito 6.2 Montagem e desmontagem do equipamento desportivo em condições de segurança e de forma tecnicamente adequada 6.3 aspetos críticos de desgaste dos equipamentos e procedimentos de conservação e substituição 7.Sistemas de observação e de análise da prestação desportiva 7.1 Principais indicadores de observação da modalidade 7.2 Métodos de recolha, tratamento e análise de dados, tecnologias associadas 7.3 Modos de utilização de fichas de controlo e de aplicação de instrumentos de avaliação 7.4 Processos de recolha de registos audiovisuais

3 1. O CAMPO  retângulo de 23,77 m de comprimento por 8,23 m de largura, para singulares.  Para os encontros de pares, o campo terá 10,97 m de largura.  será dividido ao meio por uma rede suspensa através de uma corda ou cabo metálico cujas extremidades passarão por cima ou estarão fixas à parte superior de dois postes a uma altura de 1,07 m.  A rede estará esticada de forma a ocupar a totalidade do espaço entre os dois postes e deverá ter uma malha pequena para que a bola não possa passar por ela.  A altura da rede no centro será de 0,914 m, onde será mantida tensa por uma cinta.  O diâmetro máximo da corda ou cabo será de 0,8 cm.

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5  Os postes da rede não terão mais de 15 cm 2 ou 15 cm de diâmetro.  Os “sticks” de singulares não terão mais de 7,5 cm 2 ou 7,5 cm de diâmetro.  As linhas que limitam os fundos do campo denominam‐se linhas de fundo e as linhas que limitam os lados do campo denominam‐se linhas laterais.

6  Duas linhas paralelas serão traçadas entre as linhas laterais, a uma distância de 6,40 m de cada l ado da rede. Estas linhas designam‐se por linhas de serviço.  De cada lado da rede, a área entre a linha de serviço e a rede, designada quadrado de serviço, s erá dividida em duas partes iguais, pela linha central de serviço.  Cada linha de fundo será dividida ao meio por uma marca central, com 10 cm de comprimento, d esenhada dentro do campo e paralela às linhas laterais de singulares.  Todas as medidas do campo serão feitas pela parte exterior das linhas e todas as linhas serão da mesma cor, cor essa que terá que contrastar com a cor da superfície do campo.  Não é permitida publicidade no campo, rede, cinta, faixa, postes da rede ou “sticks”

7 2. ACESSÓRIOS PERMANENTES  Os acessórios permanentes do campo incluem os fundos e as laterais, os espectadores, a s bancadas e assentos para espectadores, todos os outros acessórios à volta e sobre o campo, o árbitro de cadeira, os juízes de linha, o juiz de rede e os apanha bolas quando nas suas posições.  Num jogo de singulares jogado com uma rede de pares e “sticks” de singulares, os postes da rede e a rede situada entre os “sticks” e os postes são acessórios permanentes e não se consideram postes de rede ou parte da rede

8 3. A BOLA  As bolas, que sejam aprovadas para jogar de acordo c om as Regras de Ténis  A Federação Internacional Ténis decidirá se qualquer bola cumpre as especificações ou se é de outra forma aprovada, ou não, para jogar.  Esta decisão poderá ser tomada por sua própria i niciativa, ou por solicitação de alguém que tenha um interesse genuíno no jogo, incluindo qualquer jogador, fabricante de equipamentos, Federações ou seus associados.

9  Os organizadores de eventos devem anunciar o seguinte:  a. O número de bolas a utilizar no jogo (2, 3, 4 ou 6).  b. O sistema de mudança de bolas.  A mudança de bolas, se as houver, deverá ser feitas da seguinte forma:  Depois de um número determinado de jogos impar a primeira mudança de bolas terá lugar dois jogos antes que o das restantes mudanças na partida, para ter em consideração o desgaste provocado durante o aquecimento.  Um “tie‐break” conta como um jogo para a mudança de bolas. Não se procederá a mudança de bolas num início dum “tie‐break”.  No início de um “set” Se uma bola se romper durante o jogo, o ponto será repetido.

10  A bola deverá ter uma superfície exterior uniforme constituída por uma cobertura têxtil e dever á ser de cor branca ou amarela. Se tiver alguma costura não deverá ter pontos.  Existe mais do que um tipo de bola. A bola deverá estar de acordo com os requisitos da tabela a baixo.

11  Existem bolas de iniciação pura, relativamente grandes em relação à bola oficial de jogo e, suficientemente leves, para poderem ser batidas com a mão.  A seguir, ainda que de tamanho menor, as bolas de esponja são maiores do que a bola oficial e têm um ressalto lento e suave, propício a uma boa aprendizagem.  Temos ainda três modelos de bolas com diferentes tipos de pressurização, mas já do tamanho da bola oficial até à bola de pressão adequada ao ressalto exigido nas regras oficiais de Ténis.

12 NORMAS PARA A EXECUÇÃO DE TESTES  Os testes deverão ser feitos a uma temperatura de aproximadamente 20º Centígrados e a uma humidade relativa de aproximadamente 60% e, de outra forma especificado, a uma pressão atmosféric a de 102kPa.  As bolas deverão ser retiradas das suas caixas e mantidas à temperatura e humidade referidas durante as 24horas anteriores aos testes, e deverão estar a essa temperatura e humidade quando o teste começar.

13  Em todos os testes de diâmetro, utilizar‐se‐á um calibrador circular que consistirá numa plac a de metal, de preferência não corrosivo, com uma espessura uniforme de 0,318 cm.  No caso da Bola Tipo 1 (alta velocidade) e Bola Tipo 2 (média velocidade) haverá dois orifício s circulares na placa metálica que medirão respetivamente 6,54 cm e 6,86 cm de diâmetro.  No caso da Bola Tipo 3 (baixa velocidade) haverá dois orifícios circulares na placa metálica q ue medirão respetivamente 7,00 cm e 7,30 cm de diâmetro.  Pelo seu peso a bola não deverá passar através do orifício menor mas deverá passar através do orifício maior.  O procedimento para realizar estes testes é o que se explica a seguir e deverá ser conduzido na ordem indicada:

14  Pré‐compressão- antes que qualquer bola seja testada ela deverá ser sujeita a uma compressão uniforme de aproximadame nte 2,54 cm sobre cada um dos três diâmetros em ângulo reto considerados uns em relação aos outros  Teste de peso (massa).  Teste de medida  Teste de deformação a bola é colocada em posição na máquina modificada de Stevens de forma que nenhuma parte do revestimento da máquina está em contato com a costura exterior. Aplica‐se o peso de contato, nivela‐se o indicador e a marca, e os contadores a zero. Coloca‐se o peso teste sobre a bola na balança numa posição que seja equivalente a uma carga de 8,2 Kg, aplica‐se a pressão fazendo girar a roda a uma velocidade uniforme de forma que passem 5 segundos desde que o indicador deixou o seu lugar até que o ponteiro esteja nivelado com a marca. Quando cessa a rotação regista‐se a leitura. Gira‐se a roda novamente até que se alcance o número 10 na escala.  Teste de ressalto–a bola é arremessada de 254 cm sobre uma superfície levemente rígida e horizontal.

15 4. A RAQUETA  As raquetas, que sejam aprovadas para jogar de acordo com as Regras de Ténis  A Federação Internacional Ténis decidirá se qualquer raqueta ou protótipo cumpre as especifica ções ou se é de outra forma aprovada, ou não, para jogar.  Esta decisão poderá ser tomada por sua própria iniciativa, ou por solicitação de alguém que tenha um interesse genuíno no jogo, incluindo qualquer jogador, fabricante de equipamen tos, Federações ou seus associados. Essas decisões e solicitações serão tomadas de acordo com os Procedimentos de Revisão e Audição aplicados pela Federação Internacional de Ténis.

16  superfície de batimento, definida como a área principal do encordoamento delimitada pelos pontos d e entrada das cordas no aro da raquete ou pontos de contato das cordas com o aro da raquete d everá ser plana e consistir num conjunto de cordas cruzadas ligadas ao aro da raquete e al ternadamente entrelaçadas ou ligadas onde se cruzam.  O padrão de cordas terá que ser uniforme e não menos denso no centro do que em qualquer outra área.  A raqueta será desenhada e encordoada de tal forma que as características de jogo serão idênticas e m ambas as faces. A raquete deverá estar livre de objetos aderentes e protuberâncias exceto a quelas usadas exclusivamente e especificamente para limitar ou prevenir o uso e desgaste ou vibrações ou no caso do aro da raquete para distribuir o peso. Qualquer objeto/dispositivo colocado para esse propósito terão que ser razoável em tamanho e colocação.  aro da raqueta incluindo a pega não poderá exceder 73,7cm em comprimento total. O aro da raqueta não poderá exceder 31,7cm em largura total. A área de batimento não poderá exceder 39,4cm em comprimento total e 29,2 cm em largura total.

17  aro, incluindo a pega e as cordas, deverá estar livre de qualquer dispositivo que torne possível a lterar materialmente a forma da raquete, ou alterar a distribuição de peso na direção l ongitudinal da raquete o qual alteraria o momento de inércia do movimento de rotação, ou a lterar deliberadamente e fisicamente qualquer caraterística que possa afetar a performance da raquete durante a disputa de um ponto. Nenhuma fonte de energia poderá ser colocada dentro ou fixa a uma raqueta se de qualquer forma alterar ou afetar as caraterísticas de jogo.  A raquete terá que estar livre de qualquer dispositivo que possa durante o jogo, fornecer qualquer tipo de comunicação ou instrução audível ou visível.

18  É considerada o elemento mais importante do equipamento de um jogador de Ténis e pode ser de diferentes tipos e tamanhos.  O seu papel é importante no impacto com a bola e deverá estar adaptada totalmente às caraterísticas específicas do jogador, ajudando-o a conseguir obter o máximo de proveito possível.

19 PUBLICIDADE  Publicidade é permitida na rede desde que seja colocada na zona da rede que dista 0,914 m do centro do poste da rede e seja colocada de tal forma que não interfira com a visão dos jogadores ou das condições de jogo.  Publicidade e outras marcas ou materiais colocados nos fundos e nas laterais do campo serão permitidas exceto se interferirem com a visão dos jogadores ou com as condições de jogo.  Publicidade e outras marcas ou materiais colocados na superfície de jogo fora das linhas são p ermitidas exceto se interferirem com a visão dos jogadores ou com as condições de jogo.  Publicidade e outras marcas ou materiais não são permitidos na superfície de jogo dentro das li nhas de jogo.

20 PROCEDIMENTOS DE INSPECÇÃ ODE MARCAS  A verificação de marcas só pode ser feit a em campos de terra batida.  Uma verificação de marca requerida po r um jogador/equipa será concedida ap enas se o árbitro de cadeira não conseg uir determinar com certeza a partir da s ua cadeira  Quando um árbitro de cadeira decidir r ealizar uma verificação de marca, dever á descer da cadeira e fazer ele próprio a verificação.  A partir do momento em que o árbitro de cadeira ident ificou e decidiu relativamente a uma marca, esta decisã o é final e inapelável.  Se um jogador apagar a marca de uma bola antes de o árbitro de cadeira tomar uma decisão final, ele concede a chamada.  Um jogador não pode atravessar a rede para analisar u ma marca sem ser penalizado por “conduta antidespor tiva” prevista no Código de Conduta

21 PROCEDIMENTOS PARA REVISÃO ELECTRÓNICA  Em todos os torneios em que o sistema de revisão eletrónico é usado deverão ser seguidos os s eguintes procedimentos em todos os encontros jogados nos campos em que este sistema seja u sado:  Um pedido para uma revisão eletrónica de uma chamada ou correção por um jogador será permitido ou num ponto ganhador ou quando o jogador para a jogada  O árbitro de cadeira deverá decidir usar a revisão eletrónica quando há dúvidas relativamente à validade da chamada ou correção. Contudo o árbitro de cadeira pode recusar a revisão eletrónica se entender que o jogador está a fazer um pedido que não é razoável ou que este foi feito fora do tempo razoável.  Em pares o jogador que apela tem de fazer o seu apelo de forma que ambos parem ou o árbitro de cadeira pare a jogada. Se um apelo é feito pelo árbitro de cadeira então este tem de determinar se foi seguido o procedimento correto para fazer esse apelo. Se não foi correto, ou foi tardio, então o árbitro de cadeira pode determinar que a equipa adversária foi deliberadamente estorvada, situação em que a equipa que apelou perde o ponto.

22 COMPETIÇÕES OFICIAIS PARA M ENORES DE 10 ANOS  Campos:  Em complemento a um campo normal, as seguintes dimensões de campos podem ser usadas para competições oficiais envolvendo jogadores com idade inferior a 10 anos.  Um campo vermelho será um retângulo, entre 10,97 m e 12,80 m de comprimento, e entre 4,88 e 5,79 m de largura. A rede deverá ter ao centro 0,80 m.  Um campo laranja será um retângulo, com 18,29 m de comprimento, e entre 6,40 m e 8,23 m de largura. A rede deverá ter ao centro entre 0,80 m e 0,914 m  Bolas:  Os seguintes tipos de bolas são recomendadas para jogadores com idades inferiores a 10 anos:  Uma bola tipo 3 (vermelha) ou tipo 2 (laranja) é recomendado para jogar num campo vermelho.  Uma bola tipo 2 (laranja) ou tipo 1 (verde) é recomendada para jogar num campo laranja.  Uma bola tipo 1 (verde) é recomendada para jogar num campo com medidas normais.

23 Fim Obrigada pela vossa atenção


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