A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

0800-770-6870 1. 2 SGA: Sistema de Gerenciamento de Armazéns Nível 2: Gestão por radiofrequência Estudo de caso : Centres Autoequip, S.A.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "0800-770-6870 1. 2 SGA: Sistema de Gerenciamento de Armazéns Nível 2: Gestão por radiofrequência Estudo de caso : Centres Autoequip, S.A."— Transcrição da apresentação:

1

2 2 SGA: Sistema de Gerenciamento de Armazéns Nível 2: Gestão por radiofrequência Estudo de caso : Centres Autoequip, S.A.

3 ÍNDICE SGA O que é um armazém? Por que é necessário um armazém? Operações realizadas em um armazém Ferramentas de gestão da empresa: ERP Objetivos de um armazém Ferramentas de gestão da empresa: SGA Gerenciamento sem SGA: estudo de caso Gerenciamento com SGA: estudo de caso Seleção do SGA Implementação do SGA

4 O que é um armazém? Por que é necessário um armazém? Operações realizadas em um armazém Ferramentas de gestão da empresa: ERP Objetivos de um armazém Ferramentas de gestão da empresa: SGA Gerenciamento sem SGA: estudo de caso Gerenciamento com SGA: estudo de caso Seleção do SGA Implementação do SGA

5  Um espaço destinado para armazenamento, gestão e manipulação eficazes e eficientes de bens e materiais.  O armazém é um elemento vivo, cujo gerenciamento tem um impacto decisivo no desenvolvimento da atividade comercial.  É necessário proporcionar o nível de serviço desejado com o menor custo possível.  É o elemento regulador entre a produção/oferta e a demanda (que na maioria dos casos é irregular).  Hoje faz parte da estratégia de negócios. O QUE É UM ARMAZÉM?

6 O que é um armazém? Por que é necessário um armazém? Operações realizadas em um armazém Ferramentas de gestão da empresa: ERP Objetivos de um armazém Ferramentas de gestão da empresa: SGA Gerenciamento sem SGA: estudo de caso Gerenciamento com SGA: estudo de caso Seleção do SGA Implementação do SGA

7  Para regular os processos de oferta e demanda.  Para a criação de um estoque de segurança.  Para a construção de um estoque antecipado para eventuais procuras atípicas.  Em alguns casos, é exigido por uma necessidade da variabilidade no mercado.  Para uso eficaz da unidade de produção contínua ou intermitente.  Para otimizar as oscilações na preparação dos processos de seleção de pedidos. POR QUE É NECESSÁRIO UM ARMAZÉM? No entanto, O MELHOR ARMAZÉM É O QUE NÃO EXISTE

8 O que é um armazém? Por que é necessário um armazém? Operações realizadas em um armazém Ferramentas de gestão da empresa: ERP Objetivos de um armazém Ferramentas de gestão da empresa: SGA Gerenciamento sem SGA: estudo de caso Gerenciamento com SGA: estudo de caso Seleção do SGA Implementação do SGA

9 Recebimentos Armazenamento/Inventário Preparação de pedidos Expedições OPERAÇÕES REALIZADAS EM UM ARMAZÉM

10 Tarefas de recebimento  Registrar a entrada do veículo.  Aviso para o descarregamento do veículo.  Abrir e fechar portas.  Verificar a documentação.  Descarregar a mercadoria.  Revisar os produtos e controlar sua qualidade.  Etiquetar os materiais, produtos e paletas.  Efetuar a paletização e consolidar.  Assinar os documentos de entrega.  Introduzir o material recebido no sistema de informações. OPERAÇÕES REALIZADAS EM UM ARMAZÉM

11 Armazenamento  Obter instruções sobre a localização.  Dirigir-se para o local e encontrar as posições.  Mover e classificar as paletas.  Colocar os materiais ou produtos no devido lugar.  Consolidar paletas incompletas.  Obter instruções de reposição.  Repor a área de seleção de pedidos.  Informar e remover produtos danificados.  Registrar os locais utilizados. OPERAÇÕES REALIZADAS EM UM ARMAZÉM

12 Preparação de pedidos  Recolher documentos da seleção de pedidos.  Ajustar o equipamento para o transporte.  Localizar o primeiro local para a seleção de pedidos.  Verificar e recolher a quantidade adequada do produto.  Deslocar-se para as seguintes localizações para a seleção de pedidos.  Corrigir irregularidades na mercadoria.  Conferir as variações do estoque.  Notificar quaisquer discrepâncias e/ou danos nos produtos.  Dirigir-se para a área de classificação, consolidação, embalagem e remessa.  Notificar as necessidades de reposição.  Preencher e transmitir a documentação. OPERAÇÕES REALIZADAS EM UM ARMAZÉM

13 Envio  Conferir as notas e os produtos.  Registrar o lote e números de série.  Preparar a documentação.  Etiquetar as remessas.  Consolidar a carga.  Confirmar a carga e documentação.  Carregar o veículo por ordem.  Permitir a circulação do veículo.  Abrir e fechar portas.  Documentar o envio. OPERAÇÕES REALIZADAS EM UM ARMAZÉM

14 A importância do armazém Do conhecimento das diferentes alternativas existentes no mercado e do sucesso na concepção e gestão dependem o êxito da instalação, assim como do rendimento, capacidade e durabilidade. Antes... Os processos de armazenamento e distribuição foram considerados, na maioria dos casos, como um mal necessário e, portanto, representaram um investimento mínimo e, o que é pior, recebiam pouca atenção da gerência.

15 O armazém sem controle

16 Atualmente... Os sistemas de distribuição são considerados um elemento estratégico no gerenciamento da cadeia de abastecimento. Além disso, constituem um fator importante na diferenciação entre as empresas tanto em termos de nível de serviço como em termos de custos. A SOBREVIVÊNCIA DE SUA EMPRESA DEPENDE DISSO

17 O armazém controlado

18 Ao automatizar um armazém deve-se identificar os principais geradores de custos e suas ineficácias CUSTOS DE UM ARMAZÉM SEM GERENCIAMENTO VALOR ANUAL TOTAL 1,724,444 $ Expedição no armazém Mão-de-obra 18 % Manuseio 5 % Instalações 64 % Ineficiências 5 % Diversos 8 % Preparação de pedidos Instalações 8 % Manuseio 23 % Mão-de-obra 45 % Ineficiências 20 % Diversos 4 % REPERCUSSÃO DE CUSTOS POR ÁREA DE ARMAZÉM Armazenamento/ reposição 27% Expedição no armazém 12% Recebimento da mercadoria 12% Preparação de pedidos 49% Recebimento de mercadorias Mão-de-obra 19 % Manuseio 6 % Instalações 63 % Diversos 6 % Ineficiências 5 % Armazenamento/Reposição Diversos 6 % Mão-de-obra 25 % Manuseio 26 % Instalações 26 % Ineficiências 12 %

19 O que é um armazém? Por que é necessário um armazém? Operações realizadas em um armazém Ferramentas de gestão da empresa: ERP Objetivos de um armazém Ferramentas de gestão da empresa: SGA Gerenciamento sem SGA: estudo de caso Gerenciamento com SGA: estudo de caso Seleção do SGA Implementação do SGA

20 ERP O ERP é uma ferramenta que ajuda a integrar todos os processos de negócio e otimizar os recursos disponíveis. FERRAMENTAS DE GERENCIAMENTO DA EMPRESA PRODUÇÃOCOMPRAS FINANÇAS VENDAS LOGÍSTICA RH

21 O que é um armazém? Por que é necessário um armazém? Operações realizadas em um armazém Ferramentas de gestão da empresa: ERP Objetivos de um armazém Ferramentas de gestão da empresa: SGA Gerenciamento sem SGA: estudo de caso Gerenciamento com SGA: estudo de caso Seleção do SGA Implementação do SGA

22  A maximização da capacidade em termos de espaço.  A minimização das operações de manipulação.  Garantir que o sistema de gerenciamento não só aumente a capacidade produtiva do armazém, mas ao mesmo tempo melhore a qualidade do serviço.  Informar permanentemente a situação do inventário.  Aumentar a confiabilidade dos clientes.  Menor frequência de entrega.  Realização de processos de valor agregado para os clientes.  Melhorias dos prazos de entrega dos pedidos prontos. OBJETIVOS DE UM ARMAZÉM Quais são os objetivos do gerenciamento de um armazém?

23 O que é um armazém? Por que é necessário um armazém? Operações realizadas em um armazém Ferramentas de gestão da empresa: ERP Objetivos de um armazém Ferramentas de gestão da empresa: SGA Gerenciamento sem SGA: estudo de caso Gerenciamento com SGA: estudo de caso Seleção do SGA Implementação do SGA

24 O que é um SGA? Um Sistema de Informações e Gerenciamento para centros de Armazenamento, que visa abordar o gerenciamento físico e documental do fluxo de mercadorias, no momento em que entra no armazém até a saída final. Todo esse processo deve se basear em um planejamento contínuo, proporcionar o acompanhamento global das atividades e o controle de estoques em tempo real. FERRAMENTAS DE GERENCIAMENTO DO ARMAZÉM

25  Relacionado com os custos: melhor aproveitamento do espaço, otimização dos recursos humanos e do tempo de manipulação, minimização dos inventários e ajuste dos níveis de investimento em estoques.  Relacionados com o serviço: diminuição de erros nas entregas aos clientes, manutenção da rotatividade de estoque em níveis que não gerem ou excessos ou interrupções e previsão da capacidade de adaptação à evolução futura dos mercados em função dos resultados obtidos no passado. Definitivamente, um excelente serviço para nossos clientes. Benefícios e objetivos do SGA FERRAMENTAS DE GERENCIAMENTO DO ARMAZÉM

26 O que é um armazém? Por que é necessário um armazém? Operações realizadas em um armazém Ferramentas de gestão da empresa: ERP Objetivos de um armazém Ferramentas de gestão da empresa: SGA Gerenciamento sem SGA: estudo de caso Gerenciamento com SGA: estudo de caso Seleção do SGA Implementação do SGA

27 GERENCIAMENTO SEM SGA: ESTUDO DE CASO Quantidade de mercadoria Índice Horas de trabalho Recebimento administrativo Entradas físicas Reposições físicas Retirada física Expedições administrativas ,3 2,9 4,8 5,0 2,7 24 3TOTAL DE PESSOA NECESSÁRIO PALETAS CONVENCIONAIS COM EASY GERENCIAMENTO TRADICIONAL TOTAL DE HORAS DO PESSOAL Meios disponíveis nas paletas Turnos de trabalho 1 turno de 8 horas Tipo de trabalho Gerenciamento de paletas completas, preparação e expedição Referências a serem gerenciadas 500 referências Paletas no estoque paletas no estoque 1 empilhadeira 1 preparadora de pedidos Entradas 140 paletas/dia Preparação 550 linhas/dia Expedição 135 paletas/dia DADOS DE PARTIDA CARACTERÍSTICAS GERAIS

28 O que é um armazém? Por que é necessário um armazém? Operações realizadas em um armazém Ferramentas de gestão da empresa: ERP Objetivos de um armazém Ferramentas de gestão da empresa: SGA Gerenciamento sem SGA: estudo de caso Gerenciamento com SGA: estudo de caso Seleção do SGA Implementação do SGA

29 GERENCIAMENTO COM SGA: ESTUDO DE CASO AUMENTO DA PRODUTIVIDADE: 27,9% Meios disponíveis nas paletas Turnos de trabalho 1 turno de 8 horas Tipo de trabalho Gestão de paletas completas, preparação e expedição Referências a serem gerenciadas 500 referências Paletas no estoque paletas no estoque 1 empilhadeira 1 preparadora de pedidos Entradas 140 paletas/dia Preparação 550 linhas/dia Expedição 135 paletas/dia DADOS DE PARTIDA CARACTERÍSTICAS GERAIS Quantidade de mercadoria Índice Horas de trabalho Recebimento administrativo Entradas físicas Reposições físicas Retirada física Expedições administrativas ,0 3,5 5,7 8,1 2,7 24 3TOTAL DE PESSOA NECESSÁRIO PALETAS CONVENCIONAIS GERENCIAMENTO TRADICIONAL TOTAL DE HORAS DO PESSOAL

30  Melhoria na organização do plano de descarregamentos.  Redução de estoques e inventário permanente.  Gerenciamento de localizações.  Preparação e reposição coordenada segundo os mapas do armazém.  Redução de percursos (menor consumo e tempos utilizados).  Quanto maior a quantidade de mercadorias, mais complexa será a pesquisa de produtos.  O número de referências é um fator importante que precisa de controle de lotes e de vencimentos (que devem ser inseridos manualmente).  As melhorias anteriores têm maior incidência quanto maior for a área do armazém e/ou sua capacidade.  A metodologia e limpeza nos armazéns afetam diretamente a produtividade do pessoal e a manutenção das instalações. GERENCIAMENTO COM SGA Principais elementos de melhoria organizacional:

31  Agilidade no tratamento das mercadorias.  Diminuição de erros de preparação.  Redução do prazo do serviço para “A-C” “A-A”.  Melhoria no gerenciamento de itens obsoletos e do tempo de permanência das mercadorias no armazém.  Os sistemas SGA proporcionam taxas de cobertura para cada necessidade.  Diminuição das perdas desconhecidas ou por outros conceitos.  Otimização do espaço.  Redução do tempo gasto nos inventários (regulação automática dos estoques)  Informações em tempo real sobre estoques e melhoria da rede comercial.  Controle da produtividade por funcionário (incentivos).  Possibilidade de aumentar o número de rotações anuais. Principais elementos da economia direta e indireta GERENCIAMENTO COM SGA

32 Por meio da implementação de um SGA, é possível reduzir a ineficácia causada por falta de organização e método. Os custos anuais de instalação diminuem, e a produtividade aumenta. CUSTO DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉNS VALOR ANUAL TOTAL 1,301,397 $ REPERCUSSÃO DE CUSTOS POR ÁREA DE ARMAZÉM Armazenamento/ Reposição 27% Expedição no depósito 12% Recebimento da mercadoria 12% Preparação de pedidos 49% Preparação de pedidos Instalações 13 % Mão-de-obra 52 % Manuseio 26 % Diversos 6 % Ineficiências 3 % Expedição no armazém Mão-de-obra 15 % Manuseio 5 % Instalações 70 % Ineficiências 1 % Diversos 9 % Expedição no armazém Diversos 7 % Instalações 40 % Mão-de-obra 25 % Manuseio 26 % Ineficiências 2 % Recebimento de mercadorias Instalações 73 % Mão-de-obra 15 % Diversos 7 % Ineficiências 1 % Manuseio 4 %

33 Rentabilidade do SGA Com a implementação de um SGA produz-se um ROI ou retorno sobre o investimento no curto e médio prazo: Retornos financeiros  Não se realizam inventários.  Redução de erros nas remessas a clientes.  Menor espaço de armazenamento para otimizar os espaços vazios.  Investimentos menores para controlar de forma mais eficaz os estoques e sua rotatividade.  Número reduzido de funcionários e de equipes de preparação dos pedidos.  Menor consumo de papel em estoque Retornos estratégicos  Melhor serviço ao cliente.  Redução de custos de logística.  Possibilidade de incorporar um portal de compras ou outras plataformas. GERENCIAMENTO COM SGA

34 O que é um armazém? Por que é necessário um armazém? Operações realizadas em um armazém Ferramentas de gestão da empresa: ERP Objetivos de um armazém Ferramentas de gestão da empresa: SGA Gerenciamento sem SGA: estudo de caso Gerenciamento com SGA: estudo de caso Seleção do SGA Implementação do SGA

35 SELEÇÃO DO SGA SGA PARCEIRO CLIENTE PRODUTO

36  Deve ser desenvolvido com tecnologia padrão e de ponta.  O SGA deve ser capaz de ser atualizado conforme as tendências do mercado  O pior software é o desatualizado.  A empresa que desenvolve o SGA deve ter garantias de continuidade e futuro.  O gerenciamento deve ser escalável e modular, o que não constitui um empecilho para o crescimento de sua empresa.  Precisa ser global. Multicliente, multilíngue, multiempresa, multiarmazém.  A funcionalidade do SGA deve atender às exigências de sua empresa hoje e no futuro.  Deve ser compatível e integrável com outros sistemas e outras ferramentas da informática. Como deve ser o produto (SGA)? SELEÇÃO DO SGA

37 Quais as características que devem ser atendidas pelo PARCEIRO?  Entender seu negócio.  Perceber que é compreendido.  Fornecer referências e certificações.  Ser um solucionador e com perspectivas futuras.  Ser atendido sempre que sua empresa precisar.  Ser capaz de oferecer um serviço de suporte e manutenção global para toda a informática do armazém. SELEÇÃO DO SGA

38  Procurar adaptar-se, sempre que possível, ao padrão do sistema. É mais econômico, fácil de implantar e manter.  Envolver-se no processo de seleção e implementação.  Contribuir com todos os departamentos envolvidos.  Ver o SGA como uma ferramenta mais produtiva e de forma mais confortável e competitiva.  Valorizar o SGA segundo seu valor e utilidade que superam o custo. Uma ferramenta ruim jamais é extinta.  Ao implantá-la, o software deve ser atualizado para acompanhar a tecnologia. Não esteja à frente nem fique para trás dos avanços tecnológicos. O que o CLIENTE deve fazer? SELEÇÃO DO SGA

39  Em primeiro lugar, reorganizar, simplificar... e, depois, gerenciar. Nunca automatizar o caos.  Muitas vezes, o gerenciamento envolve uma mudança na forma de conduzir as operações (Reengenharia de processos).  Precisamos nos concentrar nas tarefas repetitivas e não nas exceções (Gerenciamento seletivo).  Todo o gerenciamento deve basear-se na análise de custo/benefício.  Por mais que o gerenciamento seja aprimorado, o funcionário ainda é necessário e, portanto, precisamos dar atenção especial à participação, motivação e treinamento do pessoal envolvido, a fim de atingir os resultados desejados. O gerenciamento do armazém permite uma melhoria significativa tanto em redução de custos quanto na melhoria do nível de serviço. Para realizar de forma eficaz deve-se levar em conta os seguintes aspectos: SELEÇÃO DO SGA

40 O que é um armazém? Por que é necessário um armazém? Operações realizadas em um armazém Ferramentas de gestão da empresa: ERP Objetivos de um armazém Ferramentas de gestão da empresa: SGA Gerenciamento sem SGA: estudo de caso Gerenciamento com SGA: estudo de caso Seleção do SGA Implementação do SGA

41 A implementação de um SGA envolve... IMPLEMENTAÇÃO DO SGA  Controle das operações em tempo real.  Gerenciamento automático dos locais: armazém desorganizado.  Otimização das recorrências.  Minimização de erros.  Inventário permanente.  Rastreabilidade.  Trabalho “sem papel”.  Transmissão de ordens aos funcionários.  Intercâmbio de informações com o ERP corporativo. O que você ganha com um SGA?  Aumento de produtividade.  Redução de custos de logística.  Melhoria da qualidade do serviço.  Inventário permanente.

42 Características básicas do armazém a serem consideradas:  Número de localizações do armazém.  Número de funcionários para o recebimento e envio.  Número de funcionários para a seleção, preparação e reposição de pedidos.  Movimentos realizados: paletas que entram por dia, número de pedidos e de linhas de pedidos por dia...  Quantidade de referências.  Tipologia das referências.  Controle de rastreabilidade.  Controle de lotes, vencimentos...  etc. IMPLEMENTAÇÃO DO SGA

43  As necessidades de nosso negócio serão atendidas?  Isso permitirá uma expansão futura de meu negócio?  Isso permitirá um desenvolvimento tecnológico superior?  É um produto padrão? Ou é um produto não-padrão?  Trata-se de um sistema adequado para as operações que realizo em meu armazém?  Reduzirá o custo unitário de manipulação e o tempo de manipulação?  Os custos totais de armazenamento diminuirão?  É adequado para o correto gerenciamento de meus estoques e serei informado de forma permanente? Quais as perguntas que devemos fazer para escolher um SGA?

44 ÍNDICE NIVEL 2 Introdução Módulos Funcionalidades Metodologia de implementação Arquitetura Conclusões

45 Introdução Módulos Funcionalidades Metodologia de implementação Arquitetura Conclusões

46 UNIDADES DE NEGÓCIO Mecalux é uma multinacional de engenharia com mais de 40 anos de história. Líder do mercado mundial de estantes industriais e está entre as 5 maiores empresas do mundo em automatização de depósitos. Estantes seletivas e dinâmicas Armazenagem de caixas Armazenagem de paletes Depósitos verticais Sistemas de transporte (caixas e paletes) Sistemas de estacionamento Informática de Controle e Gerenciamento Drive-in e Drive-thru Cantilever, outros... RF APRESENTAÇÃO DA EMPRESA ESTANTES Estantes dinâmicas e Push Back ROBÓTICA

47 é o Sistema de Gerenciamento de Depósitos (SGD) da Mecalux para os depósitos convencionais sem terminal automático guiados por radiofrequência (RF).  Resolver o problema do gerenciamento físico das mercadorias (da entrada até a saída, por meio de todos os processos intermediários)  Fornece uma coleção de ferramentas poderosas (facilita o trabalho e aumenta a produtividade, eficiência e qualidade de serviço)  Permite maior controle de estoque no depósito (são registradas todas as entradas e saídas, disponibilidade de estoque on-line)  Ajuda a reduzir erros humanos (fornece movimentos guiados, serviços de assistência e informações em tempo real) APRESENTAÇÃO DO PRODUTO

48 Foi criado em 2006 como um novo produto com base na experiência e melhores práticas de SGD da Mecalux (SIMEGA) e de SGD da Thyssen (Thystore). SIMEGA (2003) THYSTORE (1995) Em 2005, a Mecalux adquiriu a divisão de robótica Thyssen HISTOIRE DU PRODUIT (2006)

49 Introdução Módulos Funcionalidades Metodologia de implementação Arquitetura Conclusões

50 Instaladores Impressora de rótulos Gerente de PTL Gerente de pick to voice Simulador de layouts Importador/ Exportador Módulo de radiofre- quência (Telas de radiofrequência do Terminal Cliente) GNA (comunicação com o ERP) GALILEO (comunicação com automáticos e SCADA) MÓDULOS Ferramentas Console de gerenciamento (Tela principal do PC) Application Updater

51 É o módulo principal do aplicativo, onde o depósito, o fluxo de trabalho, produtos, embalagens, clientes, etc. estão configurados. CONSOLE DE GERENCIAMENTO

52 É o módulo de radiofrequência do aplicativo. Contém todas as funcionalidades necessárias para que o operador execute qualquer trabalho no depósito. Módulo de RF MÓDULO DE RADIOFREQUÊNCIA

53 É o módulo de gerenciamento de interfaces para a comunicação com o ERP do cliente. Protocolo de comunicação Mecalux O sistema permite a comunicação com o ERP por meio do protocolo de intercâmbio de arquivos padronizado pela Mecalux e sem nenhuma modificação ou adaptação. Protocolo de comunicação cliente O sistema também permite a personalização para adaptação ao formato do ERP do cliente. (o nível de personalização é estimado na oferta) Canais de comunicação O protocolo utilizado é o de pastas compartilhadas do Windows O protocolo utilizado é o de transferência de arquivos por FTP Utilise l'IDOC du WM-SAP via RFC. Utiliza-se o MQ-Series da IBM GNA - Comunicações com o ERP Pastas compartilhadasFTPSAP IDOCMQ-Series

54 Módulo responsável pela execução das atualizações automáticas dos demais módulos do aplicativo. Essas atualizações são realizadas pela Internet e distribuídas automaticamente aos terminais de radiofrequência e PC. É usado no momento do lançamento do aplicativo para instalar a última versão disponível, sendo utilizado também pelos técnicos de manutenção remota para aplicar as atualizações críticas. Servidores centrais Mecalux upload APPLICATION UPDATER NOVA VERSÃO INTERNET download Cliente 1 REDE DO CLIENTE Cliente n REDE DO CLIENTE

55 Nota: as funções marcadas com o símbolo (A) correspondem às funções incluídas no pacote Mecalux Easy Nível 0 (Autoinstalável). Introdução Módulos Funcionalidades Metodologia de implementação Arquitetura Conclusões

56 CLASSIFICAÇÃO INTERNA

57 Os recebimentos são o processo que permite a entrada do material (estoque) no depósito, relacionando esse material com a ordem de recebimento correspondente. ORDEM DE RECEBIMENTO: o sistema de gerenciamento corporativo do cliente (ERP) informa ao SGD acerca da chegada da mercadoria, por meio de uma ordem de compra ou de produção. Esse conceito não é obrigatório para o funcionamento do SGD. RECEBIMENTO: este conceito reflete a ação de confirmação de entrada física do produto no depósito, gerando alta de estoque. RECEBIMENTOS

58 O Easy WMS otimiza recebimentos de material desde a notificação da ordem de envio pelo sistema de gerenciamento corporativo (ERP) até a entrada física. Planejamento de descargas  Planejamento da capacidade de descarga de recebimentos por intervalo de horários. (A)  Impressão de relatórios com gráficos que exibem o nível de conformidade na entrega da transportadora ou fornecedor.  Possibilidade de realizar recebimentos sem ordem de entrada prévia, ou seja, alta de recebimentos realizada manualmente. (A)  Capacidade de criar qualquer quantidade de recebimentos associados com uma ordem de entrada. Dessa forma, é possível receber envios múltiplos.  Possibilidade de corrigir quantidades esperadas por excesso ou defeito (erros de envio).  Possibilidade de realizar o recebimento operacional por meio do terminal de radiofrequência. Captura de dados logísticos  Confirmação das informações do recibo de entrega para evitar erros de recebimento. (A)  Criação manual de novos artigos no próprio SGD, caso não existam no sistema.  Possibilidade de criar novas apresentações de artigos (embalagens, empilhadeiras etc.) relacionadas com cada produto.  Controle de lote, número de série, validade... durante o recebimento de artigos com os atributos logísticos necessários.  Controle de temperatura e peso durante o recebimento para os artigos com os atributos logísticos necessários.  Controle do proprietário das mercadorias. Recebimentos RECEBIMENTOS

59 Documentação de recebimentos  Impressão de relatórios padrão de recebimento. (A)  Impressão de relatórios personalizados de recebimento.  Impressão de relatórios de diferenças para comparar o material recebido com o esperado (relatório de erros de envio).  Fechamento de ordens de entrada e recebimentos manualmente associados a elas. (A)  Cancelamento de recebimentos para implementar o encerramento parcial da ordem de recebimento.  Fechamento de ordens de entrada e dos recebimentos a elas relacionados no sistema de gerenciamento (ERP). Encerramento de recebimentos Etiqueta com código de barras  Impressão de etiquetas de unidades de armazenamento (embalagem) com formato padrão. (A)  Impressão de etiquetas de unidades de armazenamento (embalagem) em formato personalizado.  Impressão de etiquetas de produto em formato padrão. (A)  Impressão de etiquetas de produto em formato personalizado.  Gerenciamento da maioria das impressoras de etiquetas do mercado. (A) Devoluções  Alta manual de devoluções. (A)  Alta de devoluções associadas a uma ordem de recebimento.  Tratamento e localização de embalagens segundo as regras estabelecidas em áreas específicas destinadas ao controle de qualidade. RECEBIMENTOS

60 Comunicações com o ERP Entradas de produção  Reconhecimento de embalagens procedentes de linhas de produção por meio de etiquetas no formato EAN 128.  Gerenciamento de envio rápido: Se faltar estoque para atender a um pedido, será gerado um movimento diretamente do ponto de recebimento até o centro de expedições a fim de concluí-lo sem o posicionamento prévio da mercadoria.  Controle dimensional da embalagem (altura, controle de lacunas, controle de fichas) em depósitos automáticos.  Gerenciamento de envios a locais de trabalho de reembalagem para corrigir erros dimensionais e de qualidade de unidades de armazenamento.  Possibilidade de comunicação de alta do material do sistema de gerenciamento corporativo (ERP) em processos de entrada.  Comunicação automática do material recebido no sistema de gerenciamento corporativo (ERP).  Comunicação automática do material posicionado no sistema de gerenciamento corporativo (ERP). RECEBIMENTOS Controle de erros de medição  Representação visual de erros de medição.  Impressão de relatórios e estatísticas de erros de medição. Em depósitos automáticos nos quais se dispõe de controle de medição:

61 O Easy WMS permite configurar regras de localização a partir de uma série de condições selecionáveis. Gerenciamento de regras de localização As regras de posicionamento, ou seja, o comportamento do processo de localização, podem ser constituídas de diferentes estratégias aplicáveis ou não, segundo as necessidades (A):  Por região e características dimensionais.  Por produto e/ou apresentação.  Por fornecedor.  Por proprietário.  Por rotatividade do produto.  Por estado do material.  Por peso.  Por nível de perigo do produto.  Por temperatura.  Por tipo de embalagem.  Por tipo de produto. ARMAZENAMENTO

62 Consolidação Permite consolidar material por unidade de armazenamento ou de referência. Move o estoque de um local ou unidade de armazenamento para outro, para que haja maio otimização do espaço do depósito. O usuário pode executar comandos de consolidação para poder compactar material segundo os seguintes critérios:  Produto. (A)  Proprietário.  Lote.  Número de série.  Data de vencimento.  Área do depósito.  Corredor.  Intervalo de coordenadas. Registram-se todos os movimentos do estoque e das unidades de armazenamento, obtendo, dessa forma, total rastreabilidade no depósito, da entrada à saída. Rastreabilidade Se faltar estoque para atender a um pedido, será gerado um movimento diretamente do ponto de recebimento até o centro de expedições a fim de concluí-lo sem o posicionamento prévio da mercadoria. Envio rápido ARMAZENAMENTO

63  Reposição manual. (A)  Reposição automática nos locais de retirada para que sempre haja estoque disponível. Reposições Nos depósitos automáticos, o sistema tem a capacidade de reorganizar as unidades de armazenamento nos corredores por meio de programação de tarefas por intervalo de horários ou nos períodos de inatividade de produção. Reorganização automática  Associando um determinado estoque a um cliente. Esse estoque deve ser utilizado apenas para atender ao cliente especificado.  Associando um determinado estoque a uma ordem de saída. Esse estoque deve ser utilizado apenas para atender essa ordem. Reservas manuais de estoque O sistema realiza reservas de estoque manualmente com os seguintes critérios: ARMAZENAMENTO

64 O Easy WMS facilita o gerenciamento e controle dos estoques do depósito (estoque) e as alterações de status (correto, vencido, danificado...). Gerenciamento dinâmico de rotatividade  Cálculo da rotatividade de cada artigo em um intervalo de datas selecionável e a partir dos movimentos produzidos. Gerar um relatório com sugestões para a alteração de rotatividade. (A)  Geração de tarefas de reposicionamento de estoques, com base nas mudanças de rotatividade dos produtos ou alterações de status do material. Gerenciamento de localização L&F O sistema tem uma ferramenta gráfica que exibe uma imagem das estantes com o estoque localizado nelas, no qual é possível identificar e alterar os status e locais de estoque, assim como a aplicação de reservas e bloqueios de posicionamentos e embalagens. (A) INVENTÁRIO Gerenciamento de localizações  Gerenciamento da rota de posicionamento a fim de otimizar o movimento até a chegada ao destino. (A)  Possibilidade de o operador alterar manualmente a localização sugerida pelo sistema.  Reposições: o sistema gera reposições automáticas na localização de sobras configuradas para manter um estoque permanente.

65 INVENTÁRIO Visualização do depósito e do estoque O sistema tem uma ferramenta gráfica que exibe uma imagem das estantes com o estoque localizado nelas, no qual é possível identificar e alterar os status e locais de estoque, assim como a aplicação de reservas e bloqueios de posicionamentos embalagens. (A) Contagens  O usuário pode gerar e lançar as contagens (tarefas de inventario do depósito) pelas seguintes características (A):  Proprietário do produto ou depósito.  Produto.  Unidade de armazenamento.  Lote.  Número de série.  Corredor.  Área do depósito.  Intervalo de coordenadas do depósito.  A contagem pode ser gerada por meio dos seguintes tipos:  Informado. (A)  Cego.  Parcialmente Informado.

66 O objetivo é fazer uma contagem (inventários de material), podendo funcionar em dois modos de trabalho:  Manual: a pedido do usuário e de forma manual, ou seja, a partir do terminal de rádio, o conteúdo de uma unidade de armazenamento ou localização é consultado.  Automática: é gerado pelo gerente do depósito, que atribui o trabalho a um operador. Na geração de uma tarefa de contagem, é possível definir a forma de contagem que se deseja aplicar. CONTAGENS  Informado: o sistema fornece informações sobre o produto e a quantidade, devendo o operador confirmar ou corrigir a indicação do sistema.  Parcialmente informado: o sistema fornece informações sobre o produto, mas não a quantidade e, portanto, o operador deve inserir a quantidade após realizar a contagem.  Cego: o sistema não informa nem o produto nem a quantidade; portanto, o operador deverá inserir todos os dados. Os trabalhadores que executam as tarefas de contagem e que têm permissão para fazer isso poderão ajustar e corrigir os estoques. Uma modificação do estoque do depósito gerará automaticamente uma comunicação de variação de estoque para o sistema de gerenciamento corporativo (ERP) do cliente. Modos de contagem

67 Por meio deste processo são realizadas as saídas de material do depósito, a partir da preparação de pedidos. As extrações podem ser realizadas de duas maneiras:  Manual: o material é extraído ou operações de retirada são realizadas manualmente a partir do terminal de radiofrequência sem associá-lo a nenhuma ordem de envio, ou seja, sem o sistema de gerenciamento corporativo (ERP) relatar a saída do estoque ao SGD.  Automática: o material é removido com uma ordem de entrega, ou seja, o ERP informou ao SGD a saída de estoque e, portanto, há um gerenciamento de preparação dessa ordem pelo SGD. EXPEDIÇÕES

68 Automático Este modo é usado quando são utilizadas as ordens de envio enviadas do ERP ao SGD para implementar as saídas (preparação de pedidos) e as expedições posteriores da mercadoria. O sistema pode lidar com os seguintes conceitos: CENTRO: localização anterior à plataforma de carga, onde as embalagens são depositadas para expedição. ORDENS DE EXPEDIÇÃO: São incluídos em cada pedido de um cliente (e têm um único ponto de descarga). PARADA: cada ponto de descarga realizado pelo veículo que transporta o pedido do cliente. PERCURSO: deslocamento realizado por um transporte que sai do depósito e que, normalmente, transporta mais do que um pedido.. EXPEDIÇÕES

69 Manual Aqui, o operador utiliza uma lista (geralmente impressa em papel a partir do ERP) com o material a ser extraído Por meio do terminal de radiofrequência (RF) serão registradas as operações de saída que o sistema descontará do estoque. EXPEDIÇÕES

70  Ondas de pedidos: agrupamento para poder executar de forma conjunta todas as ordens de saída contidas na onda. Isso otimizará os movimentos dos operários na realização do pedido, obtendo maior produtividade. As ordens de saída agrupadas são tratadas em ondas individuais, indicando ao operador a quantidade de produto que deve ser extraída para cada pedido.  Grupos de pedidos: somatório de todas as ordens de saída de modo que elas sejam feitas segundo o total de material a ser preparado. Ou seja, ele informa ao operador a extração global do produto, resultante da soma dos pedidos agrupados. Posteriormente, será necessário desagrupar os produtos em suas ordens originais. EXPEDIÇÕES Termos utilizados  Percurso: agrupamento de pedidos de clientes em um transporte comum e sequenciados por paradas. O SGD administrará a carga dos pedidos no veículo na sequência de paradas que tiverem começando a carregar o veículo pelo último pedido a ser distribuído.  Ordem de expedição: cada um dos pedidos de clientes ou de saída de material de qualquer conceito, geralmente compra, transferência de estoque ou devolução ao fornecedor. No caso de estarem associados a um percursos, é necessário especificar o número de parada (sequência de paradas). Pode haver mais de uma ordem de expedição ou pedido para cada parada.  Parada: cada um dos pontos de descarga de pedidos dentro de um roteiro. O sistema extrairá o material na ordem inversa das paradas para permitir que a primeira carga corresponda à última parada.  Agrupamento de ordens de expedição: o sistema permite realizar agrupamentos de ordens de expedição de duas formas:

71 DEPÓSITO CENTROS PLATAFORMAS DE EXPEDIÇÃO CONSOLIDAÇÃO MONTAGEM DE KITS

72 Percursos/ Ordens de expedição Percursos/ Ordens de expedição O sistema permite receber as ordens de expedição por meio de uma interface de comunicação. Elas são equivalentes às ordens de venda ou de saída de material. Podem conter dados das embalagens específicos que sairão ou apenas a quantidade de material de referência, acompanhada das informações logísticas necessárias.  Realização manual de saída de material. (A)  O sistema permite o planejamento das expedições em intervalos de horários. (A)  O sistema permite a impressão de relatórios com gráficos para visualizar o nível de conformidade. (A)  O sistema permite imprimir relatórios personalizados. Por meio deste processo são realizadas as saídas de material do depósito, a partir da preparação de pedidos. Saída de material segundo as seguintes modalidades:  Gestão de saídas das embalagens cheias. (A)  Gestão de percursos de envio (transporte). Todos os pedidos são agrupados formando um percurso de envio.  Gestão de saídas de embalagem cheia, ordenando o pedido por linhas. Preparação de encomendas EXPEDIÇÕES

73 Retirada Retiradas por meio de terminais de radiofrequência ou em posição fixa por meio do PC. (A)  Gestão das diferentes apresentações do artigo.  Gerenciamento de empilhamento de produtos.  Gerenciamento da embalagem-cliente e gerenciamento do retorno da embalagem-cliente ao depósito. Pick / Put to light Pick / Put to light  Gerenciamento de dispositivos PTL (Pick e Put to light) para executar os processos de retirada. Carregamento do caminhão  O sistema monitora a carga de pacotes de cada pedido no veículo de transporte designado, evitando, assim, erros de envio.  Gerenciamento de percursos de entrega. Transferência manual de estoque Transferência de estoques manuais entre os pedidos de diferentes clientes (os pedidos são ajustadas na plataforma para atender um cliente com urgência). Saída do balcão Gerenciamento de pedidos gerados diretamente do balcão de vendas a pedido do cliente e expedidos por radiofrequência O sistema gerenciará a aceitação ou não do produto pelo cliente. Se o produto for rejeitado, o sistema gerenciará a recolocação de armazenamento. EXPEDIÇÕES

74 Rotulagem da mercadoria  Rotulagem de embalagens de formato padrão. (A)  Rotulagem de embalagens de formato personalizado.  Comunicação automática do material emitido para o sistema de gerenciamento corporativo (ERP).  Comunicação automática ao ERP do material carregado no veículo de transporte. Comunicações com o ERP Documentação da expedição  Notas de entrega por pedido ou por grupo de pedidos. (A)  Relatório de diferenças entre o material solicitado e o fornecido. (A)  Relatório de material por embalagem (lista de embalagem). (A)  Relatório de composição de expedição consolidada, a fim de desfazê-la manualmente nos pedidos.  Relação de embalagens, referências e pedidos carregados em um caminhão.  Elaboração de relatórios personalizados. EXPEDIÇÕES

75 Gerenciamento de estações Capacidade de gerenciar bloqueios e alterações básicas de funcionamento nas estações de trabalho (computadores, terminais de radiofrequência etc.) do sistema. Designer de relatórios O sistema é fornecido com um designer de relatórios dentro do próprio aplicativo. Isso permite que a equipe de TI do cliente adapte os relatórios existentes a suas necessidades ou crie novos relatórios. Na mesma instalação podem ser gerados relatórios personalizados e padrão. Designer de rótulos O sistema é fornecido com um designer de rótulos. Isso possibilita que a equipe de TI do cliente adapte formatos de rótulos adequados às próprias necessidades. Possibilitam padronizar e personalizar a aplicação segundo critérios do próprio cliente e da aplicação das regras de segurança necessárias. FERRAMENTAS

76 Consultas gerais O sistema tem uma grande coleção de consultas e relatórios gerais que podem ser adaptados pelo cliente segundo suas necessidades de informação. Possibilidade de acesso a diferentes níveis de informação em uma mesma tela, facilitando a melhor ergonomia da aplicação. Navegação O sistema permite gerenciar usuários e grupos de usuários, administrando a segurança de acesso ao aplicativo, o uso e a visualização das diferentes opções e a restrição de operação para cada usuário. O gerenciamento de autorizações de usuários, no caso da estrutura multidepósito, pode ser configurado independentemente para cada depósito. Segurança O sistema pode ser utilizado no terminal de radiofrequência, posição fixa do computador ou com apoio de formulários em papel. Manuseio O sistema é fornecido com um designer de relatórios dentro do próprio aplicativo. Isso permite que o cliente adapte os relatórios existentes a suas necessidades ou crie novos relatórios. Na mesma instalação podem ser gerados relatórios personalizados e padrão. Relatórios e estatísticas FERRAMENTAS

77 Editor de regras e estratégias de localização FERRAMENTAS

78 Configurador de plug-ins e interface gráfica FERRAMENTAS

79 Gestor de projetos FERRAMENTAS

80 Manutenção de trabalhos FERRAMENTAS

81 Visualizador de fluxos de trabalho (processos) FERRAMENTAS

82 Gerente de segurança FERRAMENTAS

83 O sistema dispõe dos seguintes relatórios pré-configurados: RELATÓRIOS E ESTATÍSTICAS  Entradas e saídas do sistema.  Discrepâncias no recebimento.  Atividades do depósito por item.  Atividades do depósito por localização.  Atividades do depósito por operador.  Lista de itens ordenados por código.  Lista de itens ordenados por descrição.  Detalhes da produtividade por operador.  Faltas de estoque.  Lista de pedidos de retirada.  Contagens designadas.  Locais sem uma contagem.  Contagem de produtividade.  Variação da contagem por localização.  Sessões iniciadas no sistema.  Tarefas incompletas.  Inventário por código de produto e localização.  Inventário por descrição de produto e localização.  Inventário de uma localização.  Inventário de um código do produto.  Estoque recebido.  Lista de locais por área.  Comparação dos tempos de trabalho dos operadores.  Relatório do material expedido.

84 Designer gráfico de relatórios O sistema é fornecido com um configurador gráfico de relatórios que permite que o cliente crie seus próprios relatórios a partir do zero ou aproveite os já existentes, a fim de obter informações que sejam mais úteis e necessárias a qualquer momento. RELATÓRIOS E ESTATÍSTICAS

85 inclui mais recursos para adequar-se à diversidade do negócio de nossos clientes em todo o mundo. Multiproprietário Permite administrar mercadorias de terceiros Ideal para operadores logísticos. Multisite É instalado em um único servidor. É utilizado em todas os depósitos em diferentes localizações geográficas. Multilinguagem O aplicativo está traduzido em vários idiomas e em vários alfabetos. Extensível A aplicação é projetada para incluir atributos específicos dos processos de negócio do cliente. Baseado em plug-ins Segundo o conceito de modularidade, a aplicação é uma coleção de plug- ins (ou funções) a partir da qual você pode criar outros novos recursos com facilidade. Interface gráfica A aplicação tem uma interface gráfica, simples, confortável, rápida e amigável, o que facilita uma aprendizagem rápida. MAIS CARACTERÍSTICAS

86 Introdução Módulos Funcionalidades Metodologia de implementação Arquitetura Conclusões

87 é configurado e desenvolvido segundo as normas vigentes e segundo o modelo de ciclo de vida tradicional de um sistema de informações. Fase I A coleta de dados de cada cliente é realizada para configurar e parametrizar o sistema em termos das características de trabalho do cliente. São processos configurados e parametrizados com base nos dados obtidos de cada cliente. Os documentos são elaborados a partir das especificações detalhadas e casos de teste. Os equipamentos de hardware são instalados e realiza a implementação do aplicativo no depósito do cliente. Realiza-se o treinamento em nível operacional e técnico. Inicia-se a produção real da aplicação do SGD. Os implementadores da Mecalux comparecem pessoalmente e entregam a documentação do SGD (manuais do usuário, manuais técnicos...). Ponto de partida da entrada em produção do sistema SGD. Usando as ferramentas habilitadas para inventário, realiza-se uma contagem de todo o depósito para iniciar as operações com o SGD. CICLO DE VIDA Fase IIFase III Inventário de partida Fase IV FASE I: Coleta de dados do cliente FASE II: Configuração e parametrização FASE III: Implementação e treinamento FASE IV: Saída para produção e documentação INVENTÁRIO PARTIDA

88 Introdução Módulos Funcionalidades Metodologia de implementação Arquitetura Conclusões

89 tem uma arquitetura cliente-servidor moderna, na qual o servidor contém as regras do negócio e o cliente só contém recursos gráficos para melhorar a velocidade de resposta. Utiliza-se Windows XP SP 2 (requisito mínimo) Utiliza-se Windows CE versão 5.0 ou superior Utiliza-se Windows 2003 R2 server e DB: Oracle 10g R2 Arquitetura de 3 camadas ARQUITETURA Interface de usuário (C#.NET)Serviços (C#.NET) Lógica e acesso a dados (Oracle PL-SQL) Para os clientes de PC Para os clientes de RF Para o servidor

90 instala-se em dispositivos móveis que atendam aos seguintes requisitos mínimos: WLAN RádioComunicação Leitor de etiquetasOutros (opcional) QVGA [240x320 píxeis] VGA [480x640] Colorido/Monocromático Capacidade do monitor 64 MbMemória flash 64 MbMemória RAM InTel. X-Scale PXA270 a 624 MHzMicroprocessador Windows CE 5.0 ou superior Sistema operacional REQUISITOS DE HARDWARE

91 Terminais de transporte Terminais de radiofrequência robustos instala-se nos principais fabricantes do mercado. Alguns exemplos são: SÍMBOLOTeklogixIntermec Terminais de radiofrequência leves/celulares REQUISITOS DE HARDWARE

92 recomenda-se o uso de Symbol, Intermec e Cisco, com as seguintes características: – GHz – GHz – GHz – GHz (segundo as especificações do país) Bandas abg Ports LAN Interfaces físicas REQUISITOS DE HARDWARE

93 Introdução Módulos Funcionalidades Metodologia de implementação Arquitetura Conclusões

94  Sabe-se onde o estoque está o tempo inteiro.  Otimiza-se o trabalho de pesquisa de localização e preparação de pedidos.  É possível fazer as estatísticas de trabalho no depósito (tempos de recebimento, localização, preparação de pedidos etc.).  É possível obter informações em tempo real sobre produtos, embalagens, locais e tarefas que o operador está desenvolvendo.  É possível desencadear tarefas em outros sistemas de informação.  Maior eficiência no trabalho do depósito.  Mais controle sobre o estoque do depósito.  Mais controle sobre o trabalho dos funcionários do depósito.  Funcionários que podem mudar de área sem problemas. IMPLICAÇÕES POR QUE USAR UM SGD?

95 POR QUE USAR MECALUX EASY?  Conhecemos o negócio de armazenamento há mais de 40 anos.  Temos escritórios e suporte local.  Temos uma plataforma tecnológica moderna que evolui a cada mês.  Temos uma plataforma flexível que permite que o software seja adaptado às necessidades do cliente e não o cliente às restrições do software.  Oferecemos preço competitivo.  Fornecemos um serviço de pós-venda 7 dias por semana, 24 horas por dia, 365 dias por ano.  Nosso software pode ser instalado em diversos fabricantes de terminais de radiofrequência.  Estamos com o cliente da pré-venda até o pós-venda passando por etapas de análise, concepção, configuração, programação, treinamento e implementação.  Nosso software pode ser integrado com sistema automático da Mecalux e outros fabricantes.

96 ESTUDO DE CASO Centres Autoequip, S.A.

97 A Centres Autoequip, S.A. é uma empresa dedicada a serviços rápidos de manutenção e cuidados com os veículos, especializada na distribuição de pneus. Em 1988, Rafael Bosch, atual presidente da empresa, começou a vender pneus em um pequeno local de Premià de Mar chamado Neumáticos N-II. Posteriormente, mudou-se para Vilassar de Dalt e inaugurou a Neumáticos Vilassar (1992). O negócio se expandiu e se tornou a AutoEquip (1995), a primeira rede catalã especializada em serviços rápidos para manutenção de veículos. Desde então, a empresa evoluiu até chegar à fase de expansão e crescimento atual com 17 pontos de venda na Catalunha, divididos entre as províncias de Barcelona e Girona. Em 2009 foi adquirido um novo depósito logístico de distribuição para pontos de venda na cidade de Argentona, onde foi implantado um sistema de gerenciamento por meio de radiofrequência APRESENTAÇÃO

98 O mercado-alvo da Centres Autoequip é:  Todos os proprietários de veículos.  Rapidez  Qualidade  Profissionalismo  O melhor preço do mercado NEGÓCIO Os negócios da Centres Autoequip baseiam-se nas seguintes divisões: Mais de referências Os principais fatores de sucesso da Centres Autoequip são:  Manutenção rápida de veículos.  Venda e substituição de pneus.  Venda e substituição componentes para veículos (freios, amortecedores, faróis, rodas, arrefecimento...).  Venda e instalação de equipamentos de áudio, navegação, multimídia e vivavoz para automóveis.

99 NECESSIDADES LOGÍSTICAS  Total rapidez na preparação de pedidos.  Número de referências elevado e variável.  Alta capacidade de otimização do espaço e armazenamento.

100  Área total: m²  Área de serviços e escritórios: 448 m²  Área do depósito: m²  Prateleiras convencionais  Área de armazenamento no solo  8 corredores para armazenamento  2 plataformas de recebimento  5 plataformas de envio  8 terminais de radiofrequência  5 empilhadeiras  1 estação de trabalho de recebimento/envio  1 impressora de etiquetas DEPÓSITO

101 Área do solo Área de Pneus - Azul Área de Pneus - Laranja Área de Pneus - Cinza Área da loja Área de Áudio para Automóveis Plataformas de recebimento/envio DEPÓSITO

102 Recebimento e localização: Otimização do espaço e armazenamento 1)Descarregamento do veículo. 2)Consolidação de produtos em embalagens completas. 3)Gerenciamento de envio rápido. 4)Localização da embalagem cheia. 5)Consolidação de embalagens para preencher os espaços vazios com excessos de mercadoria. 6)Localização de excessos de mercadoria; recebimento em áreas de excessos. PROCESSOS

103 ) Gerenciamento da área de envio rápido; previsão de pedidos. 2) Otimização de quantidades e gerenciamento da redução de excessos de mercadoria. 3) Agrupamento de pedidos em etapas. 4) Otimização do percurso do funcionário. 5) Delimitação do depósito em áreas de rotatividade de mercadorias A, B, C. 6) Fechamento automático dos envios. Preparação de pedidos e envio: Total rapidez na preparação de pedidos PROCESSOS

104  Inventário permanente e geração de tarefas de contagens.  Cálculo automático de rotatividade das mercadorias.  Assistente de consolidação de referências em um mesma embalagem armazenada.  Geração de etiquetas de embalagem e localizações.  Atribuição em bloco de tarefas a funcionários.  Geração de relatórios e estatísticas. OUTROS PROCESSOS

105 Capacidade do produto armazenado Capacidade no recebimento de mercadorias MELHORIAS OBTIDAS 100% Aumento Com Mecalux Easy Sem Mecalux Easy 50% Aumento 150Com Mecalux Easy 100Sem Mecalux Easy Sem Mecalux Easy Com Mecalux Easy Sem Mecalux Easy Com Mecalux Easy

106 Preparação de encomendas 50%Aumento 1.200Com Mecalux Easy 800Sem Mecalux Easy Linhas/dia Expedições 40%Aumento 70Com Mecalux Easy 50Sem Mecalux Easy Pedidos/dia Sem Mecalux Easy Com Mecalux Easy Sem Mecalux Easy Com Mecalux Easy MELHORIAS OBTIDAS

107  Automatização dos movimentos.  Otimização do armazenamento.  Minimização dos movimentos internos do depósito.  Redução do tempo de treinamento para os funcionários.  Integração aos sistemas computadorizados. MELHORIAS OBTIDAS

108 Advertência jurídica O conteúdo deste documento está o protegido por leis de direito autoral e tratados de direitos autorais, tanto nacionais como internacionais. A reprodução, distribuição, comunicação pública, transformação ou disponibilização do presente documento ou de qualquer parte dele é punível por lei com sanções civis e criminais. Copyright © 2008 MECALUX, Inc. Todos os direitos reservados.

109 MECALUX BRASIL LTDA. Estrada Municipal SMR 281 Campinas-Hortolândia s/n Hortolândia - SP Tel. (19) Fax (19)


Carregar ppt "0800-770-6870 1. 2 SGA: Sistema de Gerenciamento de Armazéns Nível 2: Gestão por radiofrequência Estudo de caso : Centres Autoequip, S.A."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google