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PASTORAL DA SOBRIEDADE Assembléia Nacional Campina Grande do Sul, PR – 23/09/2006 Mobilização de recursos para projetos sociais Rogerio Dardeau de Carvalho.

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1 PASTORAL DA SOBRIEDADE Assembléia Nacional Campina Grande do Sul, PR – 23/09/2006 Mobilização de recursos para projetos sociais Rogerio Dardeau de Carvalho CERIS

2 CERIS Organização de pesquisa e ação social da Igreja Católica, fundada em 1962, por CNBB e CRB O atual presidente do CERIS é D. Affonso Felippe Gregory, Bispo Emérito de Imperatriz (MA)

3 CERIS Missão Contribuir para uma presença mais significativa da Igreja Católica na sociedade, com estudos, pesquisas e também ações que propiciem aos setores mais pobres e excluídos, que obtenham melhoria de suas próprias condições de vida, estimulando reflexões e práticas sociais transformadoras

4 CERIS O CERIS realiza sua missão por meio de ações em três grandes campos estratégicos: Pesquisa e presença Apoio a iniciativas comunitárias Responsabilidade social empresarial

5 CERIS Responsabilidade Social Empresarial – RSE (um conceito nascido no mundo das empresas) Conjunto de ações voluntárias, realizadas por empresas, voltadas a interferir em questões de natureza social

6 CERIS Estratégia para realizar a missão (1) Pesquisa e presença Censo Anual da Igreja Católica do Brasil - CAICBr Anuário Católico do Brasil Pesquisas de sociologia da religião Pesquisas de sociologia geral Participação nas pastorais Assessorias

7 CERIS Estratégia para realizar a missão (2) Apoio a iniciativas comunitárias Fundo de apoio a iniciativas comunitárias Apoio a programas diocesanos Formação de assentados e acampados do programa brasileiro de reforma agrária

8 CERIS Estratégia para realizar a missão (3) Responsabilidade Social Empresarial no CERIS Estudos e pesquisas para contribuir com a formação de opinião da Igreja e da sociedade civil sobre o assunto O CERIS participou de reunião do CELAM sobre RSE, na Costa Rica, em 2004, e integra a Red Puentes, para difusão e fortalecimento de práticas de RSE na América Latina

9 CERIS Sustentabilidade e mobilização de recursos para projetos sociais Mobilizar recursos é sensibilizar parceiros para que sejam solidários e assumam compromisso de apoiar uma determinada causa

10 CERIS Mobilização de recursos para projetos sociais Origens de recursos Públicas Convênios Legislação específica (p. ex. artigos 24, 25, 68 da lei ) Privadas

11 CERIS Mobilização de recursos para projetos sociais Fontes privadas Receitas geradas pela própria instituição Comunidade (vizinhos) Contribuições espontâneas de cidadãs e cidadãos Contribuições espontâneas de empresas Patrocínio da causa Agências internacionais de cooperação

12 CERIS Mobilização de recursos para projetos sociais Histórico Até o final da década de 1990 –Fontes basicamente internacionais –Doadores com recursos próprios –Tomadores do terceiro mundo –Modelo 'doação' –Investimento e custeio permitidos

13 CERIS Mobilização de recursos para projetos sociais Modelo doação (características) contatos pessoais solicitações, em geral, por carta e até por telefone gratuidade; contrapartida zero prestação de contas informal recursos administrados na conta corrente da instituição relatórios físicos gerais

14 CERIS Mobilização de recursos para projetos sociais após o final da década de 1990 –Mudança do foco das agências internacionais Guerra nos Bálcãs (tomadores também da Europa) África e Ásia Queda na arrecadação Doadores com recursos de governos Adoção do modelo 'projeto'

15 CERIS Mobilização de recursos para projetos sociais Conseqüências para as organizações no Brasil –Escassez de recursos –Complexidade do modelo 'projeto' –Controles rígidos –Investimento, sim; custeio, não! –Busca de doadores internos –RSE –1999 – Pesquisa de Ana Peliano (IPEA)

16 CERIS Mobilização de recursos para projetos sociais No modelo ‘projeto’, a palavra chave é parceria O investidor aporta recursos financeiros porque também acredita no projeto, quer ser parceiro da ação É muito importante conhecer previamente que tipo de ações a instituição consultada apóia

17 CERIS Mobilização de recursos para projetos sociais O modelo 'projeto' (aspectos técnicos) Negociações mais impessoais Objetivo e justificativas Metas (itens concretos, mensuráveis) Metodologia Resultados esperados Monitoramento Avaliação Publicação (visibilidade)

18 CERIS Mobilização de recursos para projetos sociais Tratamento das justificativas Em geral, as organizações apoiadoras de projetos desejam que, conforme o caso: se apontem as desigualdades sociais que levam à proposta se questione a concepção de desenvolvimento se mostrem os males decorrentes da situação se apresente o processo no qual está inserida a ação

19 CERIS Mobilização de recursos para projetos sociais O modelo 'projeto' (aspectos financeiros) Orçamento Plano de desembolso Contrapartida Projetos correlatos Prestações de contas detalhadas Auditorias

20 CERIS Mobilização de recursos para projetos sociais Algumas recomendações aos proponentes Sempre caracterizar o público do projeto Identificar se é formal ou não Definir claramente o tema Definir o local da ação Sempre declarar se há solicitação de $ a outros

21 CERIS Mobilização de recursos para projetos sociais Algumas instituições católicas internacionais que oferecem apoio a projetos no Brasil 1. Diözese Rottenburg-Stuttgart 2. Kirche in Not 3. Diözese Köln (Colônia) 4. MIVA – Missionary Vehicle Association 5. Solidaridad


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