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Dinâmica demográfica e estruturas da população R. Moral.

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Apresentação em tema: "Dinâmica demográfica e estruturas da população R. Moral."— Transcrição da apresentação:

1 Dinâmica demográfica e estruturas da população R. Moral

2 População mundial 1800 = 1 bilhão de habitantes 1930 = 2 bilhões de habitantes Meados dos anos de 1970 os quatro Final da década de 1990 os seis 2011 os sete

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4 Dinâmica demográfica Elementos determinantes dessa dinâmica são a proporção de nascimento e de mortes em relação à população total e as migrações. Crescimento vegetativo = crescimento da população por ela mesma. Crescimento demográfico = o crescimento vegetativo mais o saldo migratório.

5 Nível de reposição populacional Fatores como a mortalidade dos jovens e a proporção entre homens e mulheres na população. A população está sendo reposta se a taxa de fecundidade estiver acima de 2,1 filhos por mulher.

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8 Censo 2010: população do Brasil é de pessoas

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11 Aumento do crescimento populacional Domínio do fogo Desenvolvimento da agricultura Revolução industrial Desenvolvimento da medicina (a estabilização da população mundial, que deve ocorrer até meados deste século, deverá se dar pelo controle da natalidade e não por altas taxas de mortalidade)

12 Transição demográfica É a queda acentuada das taxas de fecundidade, de natalidade e de mortalidade. -Primeiro = a taxa de mortalidade cai intensamente, mas a natalidade e a fecundidade continuam altas. -segundo = a natalidade e a fecundidade também começam a cair. -terceiro = alcançam estabilização e a queda da população.

13 Queda da taxa de mortalidade Aumento da produção de alimentos Melhora nas condições de moradia Desenvolvimento da medicina

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15 Queda das taxas de fecundidade e natalidade Sociedades mais urbanas Racionalização econômica da sociedade moderna(custo de criação dos filhos) Ingresso da mulher no mercado de trabalho Diminuição do trabalho familiar Anticoncepção OBS: Por outro lado, em contexto social mais competitivos, consumistas e individualistas, voltados ao prazer imediato e ao culto da juventude, o desejo de ter filhos foi se tornando menos comum, não só para as mulheres como também para os homens.

16 Teorias da população MALTHUSIANA Para Malthus, o crescimento da população ocorria mais rapidamente que sua capacidade de produzir seu próprio alimento, tendo em vista o limite do ambiente natural para aumentar tal produção. Enquanto o número de habitantes tendia a crescer numa progressão geométrica, a quantidade de alimentos produzidos só podia chegar, em boas condições, a um crescimento representado por uma progressão aritmética.

17 neomalthusianos Passaram a ligar o subdesenvolvimento econômico às altas taxas de crescimento populacional. Para eles, uma população muito numerosa acabava dificultando o desenvolvimento de um país, já que aumentava os gastos públicos em setores como saneamento básico, educação e saúde pública. A partir daí, a solução para o subdesenvolvimento seria um rígido controle de natalidade.

18 Reformistas -O crescimento populacional não é causa do subdesenvolvimento econômico, mas sim uma de suas consequências. -OBS: ECOMALTHUSIANISMO = Para eles, o crescimento exagerado da população mundial tenderia a levar a uma degradação ambiental cada vez maior, uma vez que aumentaria o uso dos recursos naturais.

19 Taxa de mortalidade é maior entre jovens negros, mostra Ipea A taxa de fecundidade das mulheres negras passou, em 1999, de 2,7 filhos para 2,1 filhos dez anos depois. Na população de mulheres brancas, essas taxas passaram de 2,2 para 1,6, no mesmo período. TAXA DE FECUNDIDADE DO BRASIL(1,86)

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21 Expectativa de vida no Brasil passa 73,4 anos, diz IBGE As mulheres continuam vivendo mais que os homens e têm esperança de vida ao nascer de 77 anos, ao passo que os homens têm uma expectativa de vida de 69,4 anos. Apesar dos avanços nos últimos anos, a expectativa de vida do brasileiro continua abaixo de outros países em desenvolvimento como Venezuela (73,8), Argentina (75,2), México (76,1), Uruguai (76,2) e Chile (78,5). OBS:a 96 brasileiros do sexo masculino para cada 100 do sexo feminino em 2010.

22 Expectativa de vida no Brasil por região Região Ambos os sexos Pos.HomensPos.MulheresPos. Região Sul75,2 anos171,9 anos178,7 anos1 Região Sudeste 74,6 anos270,7 anos378,7 anos1 Região Centro- Oeste 74,3 anos370,9 anos277,8 anos3 Região Norte72,2 anos469,3 anos475,1 anos4 Região Nordeste 70,4 anos566,9 anos574,1 anos5

23 Distrito Federal 75,8 anos H- 72,2 anos M- 79,6 anos 1Distrito Federal Alagoas 67,6 anos H- 63,7 anos M- 71,7 anos 27Alagoas

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26 No Japão, a esperança de vida ao nascer é a maior do planeta, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), de 82,7 anos, seguido de Islândia, França, Canadá e Noruega. Nos Estados Unidos, a expectativa média de vida é de 79,2 anos. Segundo o IBGE, entre 2000 e 2009, a esperança de vida do brasileiro cresceu 2 anos, 8 meses e 15 dias, e em relação a 1980, aumentou 10 anos, 7 meses e 6 dias.

27 Mortalidade Infantil De 2008 a 2009, a taxa de óbitos para cada mil nascimentos vivos recuou para 22,47, ante 23,30. Em 2000, a mortalidade infantil era de 30,7 crianças para cada mil nascimentos, e em 1980, 69,12 óbitos. Segundo dados da ONU, a Islândia tem a menor taxa de mortalidade infantil, com 2,9 óbitos a cada grupo de mil nascimentos vivos, seguido de Cingapura (3) e Japão (3,2). Nos Estados Unidos, a cada mil nascimentos vivos, há 5,9 óbitos.

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