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Pedro de Mendonça Lima Heck.  Lesões precursoras de neoplasia  Lesões epiteliais escamosas  Desordem na maturação  Anormalidades nucleares  Aumento.

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1 Pedro de Mendonça Lima Heck

2  Lesões precursoras de neoplasia  Lesões epiteliais escamosas  Desordem na maturação  Anormalidades nucleares  Aumento na incidência  HPV  Maior tendência a realizar biópsias  Nova postura sexual abaixo dos 35  Importância:  Diagnóstico precoce  Terapêutica mais conservadora

3 NEOPLASIA INTRA-EPITELIAL VULVAR (NIV) CLASSIFICAÇÃO ANTIGA  NIV I  Não neoplásico?  NIVII  NIV III   da incidência – HPV 16   da média de idade (<50 anos)  Biópsia  Diag. Precoce  CA céls. escam. – Estável! NIV NÃO ESCAMOSA  Doença de Paget  Melanoma in situ NIV ESCAMOSA

4 NIV INDIFERENCIADA  Relacionada ao HPV 16  Associada com NIC/NIVA  Contracepção oral e fumo  Frequente  Mulheres Jovens  Mácula e papilomas  Áreas sem pêlos  Surgimento rápido  Estacionário  Bilateral/Multifocal  Ass. Doença invasiva em até 19%  Alta recidiva NIV DIFERENCIADA  Associada a Líquen ou hiperplasia escamosa  Rara  Mulheres idosas (média 67 a)  Placas brancas e acinzentadas  Áreas pilosas  Surgimento lento  Progressão para invasão  Unilateral/Unifocal  Fortemente ass. Doença invasiva  Recidiva 15%

5 DIAGNÓSTICO  Sintomas inespecíficos  Prurido  Queimação  Irritação  Eritema  Dispareunia  Inspeção – identificação  Achado ocasional  Vulvoscopia + ác. acético  Biópsia SEGUIMENTO  Tendência mais conservadora – Preservar anatomia e função quando possível  Sucesso 70 – 90%  Recorrência 30 – 40%  Excisão cirúrgica/laser; cirurgia de alta frequencia; 5- fluorouracil; imiquimod; terapia fotodinâmica; Interferon; isotretinoína. TRATAMENTO  Anti-HIV  Acompanhamento semestral

6  Baixa incidência 0,2 – 0,3 por (EUA)  0,5% das neoplasias intra-epiteliais  Assintomático/inespecífico  50 anos  Associada a NIC, NIV, anal e carcinomas invasores, além do HPV, Herpes, tabagismo e imunossupressão – Fatores de Risco  Mais frequente em terço superior da vagina (80 – 90%)  CP Alterado – sem lesão de colo!  Classificação:  NIVA I  NIVA II  NIVA III  Tratamento – IDEM NIV!  Cirurgia!  Levar em conta a morbidade

7  Rara – 4ª neoplasia ginecológica mais comum (5%)  Idade avançada  Aumento na incidência ▪ HPV? ▪ envelhecimento populacional  Baixo índice sócio-econômico  Higiene?  70% - grandes lábios  Bem localizadas/demarcadas  Uni ou multifocal (raro)  Disseminação linfática  Inguinais  Femorais  Pélvicos  Clínica:  PRURIDO! ▪ Longa data ▪ Pudor ▪ Retardo do diagnóstico e tratamento  Sangramento, secreção, dor  Diagnóstico:  Vulvoscopia com colposcópio  Biópsia no centro da lesão

8 Estadiamento

9 FATORES DE RISCO  Infecções granulomatosas venéreas  HPV  Promiscuidade sexual  Baixo nível sócioeconômico  Tabagismo  Obesidade  DM, HAS  Imunossupressão crônica MAU PROGNÓSTICO  Sobrevida inversamente proporcional ao número de linfonodos acometidos  Metástases linfonodais grandes  Metástases extranodais

10 TIPOS HISTOLÓGICOS  Carcinoma de células escamosas (90%)  Melanoma (<5%)  Carcinoma microinvasor  Carcinoma verrucoso  Carcinoma de células basais  Adenocarcinoma  Sarcomas  Doença de Paget  Metástases

11 TRATAMENTO  Cirúrgico  Quimio adjuvante e/ou neo-adjuvante em estágios avançados  Radioterapia  Mais conservador possível  Margem adequada 3cm  Linfonodos ▪ Inguinais superficiais ▪ Femorais superficiais ▪ Femorais profundos SEGUIMENTO  Revisão trimestral (1 ano)  Semestral (2º ano)  Anual (após 3º ano)  TC anualmente – LN SOBREVIDA EM 5 ANOS  I – 100%  II – 86,2%  III – 59,4%  IV – 29,8%

12  1 -2% dos cânceres ginecológicos  anos  Sem envolvimento do colo ou vulva  Queda da incidência  Detecção precoce (NIVAS)  Critérios mais rigorosos  Muito invasivo  70 – 75% Lesões invasoras  80 – 90% Metastáticas  Terço superior/Parede posterior  Disseminação por Continuidade  Clínica  Sangramento  Disúria, dor pélvica e tenesmo ▪ Tumores avançados  Diagnóstico  Colpocitologia  Biópsia!  Ausência de CA de colo ou vulva associados no diagnóstico inicial

13 Estadiamento - FIGO

14 FATORES DE RISCO  HPV  Imunossupressão  Irradiação Prévia  Exposição ao dietilestilbestrol durante vida intra-uterina  Baixo nível sócioeconômico MAU PROGNÓSTICO  I – 70-90%  II – 30-65%  III – IV – 0-40% SOBREVIDA EM 5 ANOS  Dois terços superiores  Recidiva  Extensão da lesão no diagnóstico

15 TIPOS HISTOLÓGICOS  Carcinoma de células escamosas (85%)  Adenocarcinoma (6%) – Mulheres jovens - DES  Melanoma (3%)  Sarcoma (3%)  Misto (3%) TRATAMENTO  Radioterapia  Bons resultados  Estenose – perda de função  Cirurgia geralmente contraindicada  Proximidade com uretra, reto e bexiga  Indicada em lesões iniciais, do terço superior


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