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LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC POSAR Q DISCUTINDO QUALIDADE NO PROJETO DE HIS Fundamentos de Funcionalidade e Flexibilidade Apresentação: Louise.

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1 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC POSAR Q DISCUTINDO QUALIDADE NO PROJETO DE HIS Fundamentos de Funcionalidade e Flexibilidade Apresentação: Louise Logsdon, Mestranda PosARQ

2 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC Objetivos dos programas habitacionais: Reduzir o déficit habitacional, facilitando a aquisição de moradias às famílias carentes. De que maneira? Reduzindo o valor da habitação, para se construir o maior número de unidades possível. Problema gerado: A redução dos custos acontece a partir da redução qualitativa e dimensional, e da padronização excessiva. Ignoram-se, além dos condicionantes da região de implantação, as características e necessidades dos usuários a que se destinam (PALERMO et al, 2007). O PROBLEMA HABITACIONAL introdução 2

3 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC Com tantas restrições, o ARQUITETO pergunta-se: Como é possível agregar qualidade ao projeto de habitação de interesse social (HIS)?... Para isso precisamos entender alguns conceitos O PROBLEMA HABITACIONAL introdução 3

4 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC Qualidade habitacional é “A adequação da habitação e de sua envolvente às necessidades imediatas e possíveis dos moradores, compatibilizando as necessidades individuais com as da sociedade, e incentivando a introdução ponderada de inovações que conduzam ao desenvolvimento.” (PEDRO, p.9)” Desdobrando o conceito.... Q UALIDADE HABITACIONAL conceitos 4

5 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC Para atender às necessidades imediatas de seus moradores, a moradia deve estar adequada ao morar, ou seja, deve oferecer todas as condições de habitabilidade e funcionalidade. “Uma casa para ser habitável deve oferecer espaço suficiente para o morador, como também para todos os seus utensílios que são necessários ao desempenho das atividades cotidianas. Em outras palavras, a casa tem que funcionar.” (MALARD, 2000, p. 38). F UNCIONALIDADE conceitos 5

6 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC Funcionalidade é a característica que permite facilidade, fiabilidade e a eficiência de desenvolvimento das funções e atividades habitacionais, sendo proporcionada pelas características dos espaços e de seus equipamentos (PEDRO, 2000). F UNCIONALIDADE conceitos 6

7 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC Para atender às necessidades possíveis e futuras de seus usuários, a moradia deve ser adaptável e flexível, com uma perspectiva de adequação a longo prazo, que permita responder à alteração das necessidades dos moradores durante o prazo de vida útil previsto (PEDRO, 2000). “Seus espaços devem suportar diversos modos de uso ou permitir a alteração de suas características, com vista à alteração das necessidades dos utentes decorrentes da sua evolução ou substituição.” (PEDRO, 2000, p. 33). F LEXIBILIDADE conceitos 7

8 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC na prática... 8 D ISCUTINDO A FUNCIONALIDADE

9 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC  Conviver – fazer refeições coletivamente, ver TV, conversar e receber visitas, atender ao telefone.  Cuidar do corpo – repousar, alimentar-se, fazer higiene pessoal e vestir-se.  Cuidar da mente – ler e estudar, realizar tarefas escolares e trabalhos manuais, brincar e festejar abrigado e/ou ao sol, e realizar passatempo leve.  Armazenar – armazenamento de qualquer tipo de produto.  Lidar com a roupa – triar, lavar à mão e à maquina, secar abrigado e/ou ao sol, e passar a roupa.  Manter a casa – lavar e secar utensílios de cozinha, limpeza doméstica, eliminar resíduos, e executar pequenos reparos.  Aumentar a renda – realizar atividade produtiva de baixo e médio impacto para reforço na renda familiar. (PALERMO, 2009) D ISCUTINDO A FUNCIONALIDADE na prática... Quais as atividades habitacionais? 9

10 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FUNCIONALIDADE na prática... Qual o mobiliário mínimo? 10 Sala de estar/ jantar/ TV Um sofá de dois ou três lugares, ou sofá- cama; Uma poltrona; Uma mesa de canto ou centro; Uma estante ou rack para a TV; Uma mesa para quatro lugares (em unidades com dois dormitórios) ou seis lugares (em unidades com três dormitórios); Um balcão ou aparador de apoio. Cozinha Balcão com pia; Geladeira com congelador integrado; Fogão com quatro bocas e forno integrado; Mesa de apoio com uma cadeira ou banqueta; Dois armários suspensos com quatro portas; Balcão ou aparador com três portas. Dormitório do casal Uma cama de casal; Um criado-mudo; Um gaveteiro, uma sapateira ou estante; Um roupeiro de quatro portas ou seis portas (excluindo-se assim o gaveteiro); Temporariamente, deve poder receber um berço. Área de serviço Tanque; Espaço para máquina de lavar ao lado do tanque; Varal suspenso; Espaço para botijão de gás 13l; Eventualmente, pode receber uma tábua de passar roupas Dormitório dos filhos Um beliche ou duas camas de solteiro; Um gaveteiro, uma sapateira ou estante; Um roupeiro de quatro portas; Uma mesa de estúdio com cadeira. Banheiro Box (90cm para os quadrados e 80cm de largura para os retangulares); Vaso sanitário com caixa acoplada; Lavatório de coluna ou bancada.

11 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FUNCIONALIDADE na prática... A sala 11  Garantir integração ou proximidade direta à cozinha e à entrada principal da residência.  Atender, mesmo que de forma limitada, ao uso eventual como dormitório de visitantes ou hóspedes

12 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FUNCIONALIDADE na prática... Os dormitórios 12  Atender a outras atividades que necessitam privacidade visual ou sonora, além do repouso.  Receber sol direto, preferencialmente pela manhã.  O quarto do casal deve suprir espaço para a guarda de roupa de cama e de banho.  O quarto dos filhos deve atender a dois indivíduos.  Atender às demandas decorrentes da popularização do microcomputador.  No quarto de casal, a faixa livre para circulação deve atender a toda volta da cama, admitindo-se 40cm em situação crítica e, no máximo, em uma das laterais.  No quarto dos filhos, a faixa de circulação deve atender necessariamente a uma das laterais da cama.

13 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FUNCIONALIDADE na prática... A cozinha 13  Facilitar o atendimento às demandas decorrentes da popularização de eletrodomésticos médios como forno de microondas e máquina de lavar louça.  Garantir a guarda de gêneros alimentícios separadamente daquela de utensílios de cozinha.  Incluir possibilidade de instalação de mobiliário complementar.  Fogão ou geladeira não podem confrontar ou ser instalados lado a lado.  A rede hidráulica deve compartilhar parede com o banheiro e/ou área de serviço.  O botijão de gás deve ter localização prevista fora da cozinha.

14 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FUNCIONALIDADE na prática... A área de serviço 14 Melhor se instalada em espaço contíguo à cozinha. Dispor de espaço para a instalação de máquina de lavar. A janela deve ser aberta para o exterior. Melhor se a rede hidráulica compartilhar parede com a rede que serve ao banheiro e/ou à cozinha.

15 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FUNCIONALIDADE na prática... O banheiro 15  Garantia de circulação de no mínimo 60cm de largura.  Deve ter área de aproximação e uso do comando da janela, que deve ser aberta para o exterior.  Pode ser um ambiente único em unidades com dois dormitórios. Em casos de moradias com 3 ou mais dormitórios, deve compor dois ambientes.  Melhor se a rede hidráulica compartilhar parede com a rede que serve à cozinha e/ou área de serviço.

16 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FUNCIONALIDADE na prática... Todos os ambientes 16  Garantir uma faixa livre de passagem e circulação com no mínimo 60cm, que pode sobrepor-se à área de uso do mobiliário e equipamento. Para garantia de segurança, na cozinha esta faixa deve ter no mínimo 90cm.  Garantir espaço suficiente para os móveis e equipamentos mínimos, sem esquecer o espaço para uso dos mesmos. Acrescenta-se que estes espaços podem estar sobrepostos ao espaço de passagem e circulação;  Todas as portas devem ter abertura mínima de 80cm, facilitando a circulação de pessoas com dificuldades de locomoção.  O espaço livre de cada ambiente deve garantir área suficiente para liberação integral da área de varredura das portas. Deve ainda prover espaço suficiente para aproximação e uso do comando das janelas.

17 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC A VALIANDO A FUNCIONALIDADE 17 exemplos Falta aparador PROJETO FEMAI – UH1 Falta mesinha de apoio, falta espaço para armários Falta espaço para mesa de estudos Pouco espaço para receber tábua de passar

18 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC A VALIANDO A FUNCIONALIDADE 18 exemplos Falta aparador PROJETO FEMAI – UH2 Falta espaço para armários Falta espaço para mesa de estudos; circulação muito estreita entre as camas Pouco espaço para receber tábua de passar

19 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC A VALIANDO A FUNCIONALIDADE 19 exemplos PROJETO FEMAI – UH3 Falta um assento e aparador Falta mesinha de apoio, falta espaço para armários Falta espaço para mesa de estudos Pouco espaço para receber tábua de passar

20 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC A VALIANDO A FUNCIONALIDADE 20 Projetos da turma Verificar possibilidade de inserir poltrona, mesa de canto/centro, aparador Verificar possibilidade de inserir mesa de estudos Pouco espaço, verificar possibilidade de receber varal suspenso e tábua de passar Verificar possibilidade de inserir armários, mesinha de apoio e micoondas. Geladeira está muito enclausurada, dificulta sua abertura. Projeto D – UH Duplex, pavtº inferior Verificar manuseio da janela

21 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC A VALIANDO A FUNCIONALIDADE 21 Projetos da turma Verificar possibilidade de inserir berço Projeto D – UH Duplex, pavtº superior

22 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC A VALIANDO A FUNCIONALIDADE 22 Projetos da turma Projeto D – UH com pavimento único Verificar possibilidade de inserir mesa de estudos Pouco espaço, verificar possibilidade de receber tábua de passar Verificar possibilidade de inserir armários, mesinha de apoio e micoondas. Ventilação/iluminação??? Verificar manuseio da janela Verificar possibilidade de inserir poltrona, mesa de canto/centro, aparador Ventilação/ iluminação???

23 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC A VALIANDO A FUNCIONALIDADE 23 Projetos da turma Eu Social – layout1 da UH Especificar uso de beliche Verificar possibilidade de inserir poltrona, mesinha de canto/centro e aparador. Verificar possibilidade de receber armários e microondas. Verificar possibilidade de receber berço.

24 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC A VALIANDO A FUNCIONALIDADE 24 Projetos da turma Eu Social – layout2 da UH Verificar possibilidade de inserir poltrona, mesinha de canto/centro e aparador. Verificar possibilidade de receber mesinha de apoio, armários e microondas. Verificar possibilidade de receber berço.

25 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC A VALIANDO A FUNCIONALIDADE 25 Projetos da turma Mosaico – layout da UH Verificar possibilidade de inserir mesa de estudos e verificar manuseio das janelas verificar possibilidade de receber berço e manuseio da janela Verificar possibilidade de receber tábua de passar e varal suspenso Verificar possibilidade de inserir armários, mesinha de apoio e microondas.

26 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC A VALIANDO A FUNCIONALIDADE 26 Projetos da turma Germinar – layout da UH Verificar possibilidade de inserir mesa de estudos. Especificar uso de beliche. verificar possibilidade de receber berço Verificar possibilidade de receber tábua de passar e especificar local do varal suspenso Verificar possibilidade de inserir microondas. Verificar possibilidade de inserir poltrona, mesa de canto/centro, rack com TV.

27 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC A VALIANDO A FUNCIONALIDADE 27 Projetos da turma Vivace – layout da UH Verificar manuseio da janela. Especificar uso de beliche. verificar possibilidade de receber berço e criado-mudo Verificar integração com demais ambientes. Verificar possibilidade de inserir microondas. Verificar possibilidade de inserir poltrona, mesa de centro, aparador. Muito espaço ocioso Ventilação/ Iluminação???

28 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC A VALIANDO A FUNCIONALIDADE 28 Projetos da turma Englobar– layout da UH verificar área de circulação ao redor da cama, e possibilidade de receber berço Verificar possibilidade de inserir mesa de jantar, mesinha de centro, aparador, rack com TV. Verificar possibilidade de receber armários e microondas. verificar área de circulação ao redor da cama, e possibilidade de receber mesa de estudos.

29 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC M ELHORANDO A FUNCIONALIDADE exemplos 29 Figura 1-a: Projeto original. FONTE: LEITE (2006). Figura 1-b: Projeto proposto. FONTE: LEITE (2006).

30 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC M ELHORANDO A FUNCIONALIDADE exemplos 30 Figura 2-a: Projeto original. FONTE: LEITE (2006). Figura 2-b: Projeto proposto. FONTE: LEITE (2006).

31 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC M ELHORANDO A FUNCIONALIDADE exemplos 31 Figura 3-a: Projeto original. FONTE: PALERMO (2009). Figura 3-b: Projeto proposto. FONTE: PALERMO (2009).

32 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC na prática D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE

33 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC  diversidade tipológica: unidades-tipo variadas em um mesmo edifício oferecendo opção de escolha;  flexibilidade propriamente dita: dentro de um perímetro, a liberdade de reformular a organização dos espaços, geralmente com intervenção construtiva;  Adaptabilidade: garantida pela polivalência e/ou por diferentes alternativas de uso aos espaços. Proporciona versatilidade e mobilidade espacial. As mudanças são de fácil operação pelo próprio usuário;  Ampliabilidade: possibilidade de ampliação da unidade habitacional;  junção e desmembramento: é o caso em que há união de unidades uma maior, e também, o caso contrário, quando uma unidade é desmembrada em mais unidades. D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE na prática... Formas de aplicação 33

34 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Diversidade tipológica 34 Figura 4: Empreendimento em Curitiba, com 9 tipos de unidades, distribuídas alternadamente em 25 pavimentos. FONTE: BRANDÃO (2002).

35 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Diversidade tipológica 35 É a única forma de flexibilidade existente no projeto FEMAI, que tem 3 opções de planta de UH. Fora isso, as unidades não são nada flexíveis. É impossível ampliar o espaço, difícil obter outras opções funcionais de layout, e qualquer alteração interna da UH pressupõe quebra de alvenaria.

36 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Diversidade tipológica 36 Foi a forma de flexibilidade mais adotada pelos grupos da PIV. Muitos deram mais de uma opção de planta em seus projetos habitacionais. PROJETO D Eu Social

37 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Diversidade tipológica 37 Foi a forma de flexibilidade mais adotada pelos grupos da PIV. Muitos deram mais de uma opção de planta em seus projetos habitacionais. GIRASOL HORTÊNSIA

38 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Flexibilidade propriamente dita 38 Figura 5-a: Post Stucture Compact House. Seatle, FONTE: BRANDÃO (2002). Figura 5-b: One Room House. New Haben, Connecticut, FONTE: : BRANDÃO (2002). Fixação de áreas molhadas no núcleo central; os demais ambientes são definidos simplesmente pela disposição do mobiliário.

39 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Flexibilidade propriamente dita 39 Figura 6: Residencial Wohnem am Lohbach, Áustria. Bloco compacto com acesso central, havendo um anel interno com dependências de serviço e outro externo com ambientes de divisão flexível. FONTE: BRANDÃO (2002).

40 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Flexibilidade propriamente dita 40 Figura 7: Apartamento-tipo do Edifício Brownstone House em Campinas (1996); vários arranjos são colocados como sugestão ao comprador que participa num esquema do tipo quebra-cabeça. (Fonte: BRANDÃO, 1997).

41 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Flexibilidade propriamente dita 41 Figura 8: Exemplo de flexibilidade de adaptação: o desenho inicial com layout incompleto e dois arranjos completados de forma diferente (Fonte: ALBERS; HENZ; JACOB apud BRANDÃO, 2002).

42 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Flexibilidade propriamente dita 42 Alguns grupos também buscaram esta forma de flexibilidade VIVACE, GIRASOL E HORTÊNSIA Pretendem fixar áreas molhadas e deixar planta livre. Sugerem o uso de vedações leves (steel frame com drywall, wood frame com OSB), para que os moradores possam dividir a UH conforme suas necessidades.

43 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Ampliabilidade 43 Figura 13: Construção com sistema de participação do usuário, Hollabrunn, Áustria, (Fonte: WULZ apud BRANDÃO, 2002)

44 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Ampliabilidade 44 Figura 14: Construção com sistema de participação do usuário, Hollabrunn, Áustria, Planta baixa do primeiro pavimento, com possibilidade de ampliação para as frentes e/ou fundos. (Fonte: WULZ apud BRANDÃO, 2002)

45 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Ampliabilidade 45 O projeto que comporta esse tipo de flexibilidade é o do grupo Projeto D, que tem um pé-direito duplo, que pode ser aproveitado posteriormente para a criação de um mezanino ou outro cômodo.

46 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Ampliabilidade alternativa 46 Figura 15: Concurso para uma proposta flexível, Geislingen-Auchtweide, Alemanha, projeto de Werner Kohn, 1976; transformações simples permitem criar unidades diferentes: kitchenettes, apartamentos de 1 quarto e apartamentos de 2 quartos (Fonte: SCHNEIDER apud BRANDÃO, 2002) Consiste em dotar o projeto de condições que permitam agregar alternativamente uma peça de uma habitação a outra adjacente.

47 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Junção 47 Figura 16: Junção de apartamentos contíguos no mesmo pavimento. Empreendimento em Fortaleza (Fonte: BRANDÃO, 1997)

48 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Desmembramento 48 Figura 17: Combinação de apartamentos para aquisição e para uso/locação; empreendimento do tipo beach village em Florianópolis. (Fonte: BRANDÃO, 1997)

49 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Adaptabilidade 49 Figura 9: Adaptabilidade por neutralidade - várias possibilidades de utilização para o mesmo cômodo (Fonte: TRIEBEL apud BRANDÃO, 2002).

50 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Adaptabilidade 50 Figura 10: Adaptabilidade por agregação de funções – Exemplo de quarto com pelo menos três funções principais: ambiente de TV e som; escritório e quarto de hóspedes. (Fonte: OLDEMBURG apud BRANDÃO, 2002).

51 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Adaptabilidade 51 Figura 11: Apartamentos para funcionários do correio, Paris, França, ; um único painel pivotante proporciona arranjos espaciais diferentes (Fonte: GALFERTTI apud BRANDÃO, 2002).

52 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Adaptabilidade 52 Figura 12: Exemplo de mobilidade de espaço: um dos lados da mesa corre sobre um trilho embutido ao longo de um aparador instalado em toda a extensão da sala-escritório; apartamento de 1 quarto com 35 m2. (Fonte: LACLAU apud BRANDÃO, 2002)

53 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE exemplos Adaptabilidade 53 MOSAICO Pretende estudar paredes móveis sobre trilhos.

54 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC D ISCUTINDO A FLEXIBILIDADE 54 Apartamento totalmente adaptável!!!! exemplos Adaptabilidade

55 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC "Arquitetura é antes de mais nada construção, mas, construção concebida com o propósito primordial de ordenar e organizar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção. E nesse processo fundamental de ordenar e expressar-se ela se revela igualmente arte plástica, porquanto nos inumeráveis problemas com que se defronta o arquiteto desde a germinação do projeto até a conclusão efetiva da obra, há sempre, para cada caso específico, certa margem final de opção entre os limites - máximo e mínimo - determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa, - cabendo então ao sentimento individual do arquiteto, no que ele tem de artista, portanto, escolher na escala dos valores contidos entre dois valores extremos, a forma plástica apropriada a cada pormenor em função da unidade última da obra idealizada.“ Lúcio Costa 55

56 LOUISE LOGSDON MESTRANDA POSARQ - UFSC BRANDÃO, D. Q. Diversidade e potencial de flexibilidade de arranjos espaciais de apartamentos: uma análise do produto imobiliário brasileiro p. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção), Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. _________. Flexibilidade, variabilidade e participação do cliente em projetos residenciais multifamiliares: conceitos e formas de aplicação em incorporações p. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil), Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. _________. Habitação Social evolutiva: aspectos construtivos, diretrizes para projetos e proposição de arranjos espaciais flexíveis. Cuiabá: CEFETMT, PALERMO, C. Sustentabilidade Social do Habitar. Florianópolis: Ed. Da autora, PEDRO, J. A. C. B. O. Definição e avaliação da qualidade arquitetônica habitacional. Lisboa Tese de doutorado, Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto referências bibliográficas


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