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Business Process Modeling Notation BPMN Basics 1.2. Introdução a BPMN.

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1 Business Process Modeling Notation BPMN Basics 1.2. Introdução a BPMN

2 BPMN: Resolvendo GAP de Comunicações BPMN resolve as dificuldades das comunicações oferecendo uma linguagem comum –Linguagem simples de fácil entendimento –Capaz de desenhar os objetivos do negócio –Capaz de diagramar complexos problemas técnicos –Tratamento de Eventos em contexto Disparo de começo e fim de condições Tratamento de Exceções BPMN vai além de workflow tradicionais –Workflow geralmente refere-se a tarefa de pessoas –BPMN foi designada para Negócio com complexidades empresariais Resolvendo problemas de integração Pessoas, Sistemas e outros Processos, interagem em um ambiente corporativo

3 BPMN: Alto nível e detalhes explícitos Mostra o tempo e as responsabilidades –Quem faz O que e Quando – em relação a outros participantes do processo Cada participante tem uma única perspectiva do processo –Exibe exatamente como cada processo participante interage Quem (ou O que) Timeline – Linha do Tempo BPMN: Notação Robusta

4 CONCEITOS BÁSICOS BPMN

5 BPMN Formas Básicas: Tarefa Uma Tarefa é uma atividade atômica que está incluída em um Processo –Uma tarefa é utilizada quando o trabalho no processo não contém melhor nível de Modelo de Processo. –Geralmente, um usuário/aplicação é utilizado para executar uma Tarefa. –Em um processo de negócio, cada participante pode executar uma ou mais tarefas. Uma Tarefa pode ser: –Manual: quando executada por um Participante Pessoa –Automática: Quando executadas por Participantes Sistemas ou Processos Uma Tarefa compartilha a mesma forma de um Sub-Processo, que é um retângulo com os cantos arredondados.

6 Atividade Uma Atividade é como uma Tarefa ou Sub-Processo Um Sub-Processo é um composto de atividades –Possui detalhes que são definidos como um fluxo de outras tarefas / sub-processos Um Sub-Processo pode ser exibido de duas maneiras –Expandido – aparece com o sinal de menos - –Retraído – aparece com o sinal de mais + Tarefa Sub-Processo (expandido) Sub-Processo (retraído)

7 BPMN Regras de Sub-Processo Todas as atividades dentro de um sub-processo devem ser finalizadas antes de mover-se para a próxima atividade Sub-Processos tem um escopo –Dados do sub-processo A não são relevantes para o sub-processo B. Seqüência: 1A, 2A, 1B, 2B

8 BPMN Conceitos Chave 1. Participante –Um participante é qualquer coisa ou qualquer pessoa que interage em um processo. Os participantes podem ser pessoas, sistemas, máquinas, outros processos, grupos de pessoas, grupos de sistemas etc. 2. Papéis –Um papel é um agrupamento lógico de pessoas e/ou sistemas que são atribuídos para realizar uma categoria geral de trabalho no contexto do diagrama de processo. Ambas, pessoas e sistemas, podem estar em múltiplos papéis, mas raramente você verá pessoas e os sistemas misturados na mesma função. 3. Contexto de Escopo Um escopo é como um container. Coisas do lado de dentro de um container não podem ser acessadas do lado de fora. Cada escopo pode conter suas próprias atividades e dados.

9 4. Fluxo –Fluxo é a ordem em que as etapas do processo são realizadas. É importante compreender que múltiplos fluxos podem estar ocorrendo com múltiplos papéis participantes, e estes fluxos podem ser realizadas simultaneamente.. 5. Transição –Uma transição descreve o ligamento entre as atividades, e é mais comumente conhecido como fluxo de linhas. –Transição também significa que uma atividade parou e outra já começou –Transição nunca ocorre entre os Participantes. BPMN Conceitos Chave Receive OrderFulfill Order Ship Ordered Products Send Invoice

10 Transição Uma transição define como um processo participante executa atividades –Quais tarefas executar –Ordem da sequência Abrir Porta Andar através da Porta Fechar a Porta

11 Transições e Sequências de Fluxos Receive OrderFulfill Order Ship Ordered Products Send Invoice Todas as tarefas devem possuir uma transição, caso contrário, você terá múltiplos pontos de início.

12 Atividades de Looping Tarefas e Sub-Processos podem conter looping Tarefa única que se repete Todas as tarefas dentro de um sub-processo depois de completas, entrarão em loop

13 Looping de dados em sub-processos Looping de sub-processos não são como um back-edge line (Workflow). = Inicie e sobrescreva os dados antigos = Faça passo 1 e 2 novamente, e adicione iterações nos dados dos processos. Os loopings de sub-processos tem mais capacidade do que back-edge lines. Processos devem ir da esquerda para direita, nunca fazendo retornos. Fácil compreensão de leitura.

14 Dúvidas

15 Exercício 1.2.1: Modelando Transições Cinco Tarefas, A, B, C, D, E em sequência

16 Exercício 1.2.2: Modelando Transições Tarefa B deveria na verdade ser um sub-processo. –Contém 2 tarefas: B1 e B2.

17 BPMN Shapes - Revisão: Shapes de Atividades Tarefa Sub-Processo - retraído Sub-Processo - expandido Sub-Processo - Looping Tarefa - Looping

18 Múltiplos CAMINHOS de Transição Dividindo e Juntando com Gateways

19 Dividir e Juntar Processos Processos frequentemente requerem que múltiplas tarefas e eventos ocorram em paralelo. Divisão Paralela (Implícita) Divisão Paralela (Explicito com Gateway)

20 Comportamentos de Gateways Merge (Implícito) Comportamento não especificado Merge Paralelo (Explícito) Todas as tarefas devem ser finalizadas antes do processo seguir em frente Dividir e Juntar Processos

21 Paralelismo Após a Tarefa 1, as outras três atividades serão executadas simultaneamente. Tarefa 6 não será executada até que as Tarefas 2 e 5 estejam completas

22 Exercício 1.2.3: Paralelismo 1.Cinco tarefas, A, B, C, D, E em sequência Tarefa B deveria na verdade ser um Sub-Processo 2. Tarefa C deve ocorrer em paralelo com as atividades do Sub-Processo B

23 Caminhos Condicionais Caminhos que são trilhados baseados em uma condição específica Exclusivo Somente um caminho é seguido Inclusivo Todos os caminhos podem ser seguidos

24 Condição Default Caminhos default acontecem quando outras condições não são verdadeiras Exclusivo ( A ou B ), então C Inclusivo Se (A e/ou B) então siga o caminho C

25 Juntando Caminhos Boas Práticas: Divida com, Junte com Correto: Comportamento esperado. Incorreto: Impasse Incorreto: Sem Sincronização! OU…

26 Gateways Inclusivos Split / Merge Gateway Inclusivo comporta-se similar ao Paralelo. Múltiplos caminhos podem ser seguidos Merge com Paralelo.

27 Exercício 1.2.4: Fluxo Condicional Sobre certas condições, nós devemos bypass a Tarefa C.

28 Comportamento de Sub-Processos Todas as atividades dentro de um processo devem ser completadas antes de seguir Se houver múltiplas seqüências, então será executado como um Paralelismo

29 BPMN Shapes - Revisão: Gateways Gateway Simples Exclusivo baseado em Dados Paralelo Inclusivo

30 Eventos Além dos shapes básicos de atividades, temos:

31 BPMN: Shapes de Eventos Evento de Início são desenhados com uma única linha. Shapes específicos de Evento Eventos Intermediários são desenhados com um linha dupla Eventos de Fim são desenhados com uma linha bold line. Cada shape herda o comportamento do outro e assume também comportamentos próprios

32 BPMN Eventos Vazios Evento Intermediário Vazio Importante ponto do processo KPI (Key Performance Indicator) Evento de início Vazio Ilustra que o processo começará aqui, mas sem nenhum evento específico

33 BPMN Eventos Fim Terminar / Terminate Encerra a instância do processo. Evento Final Vazio Ilustra onde o processo termina Processos podem ter múltiplos pontos de fim*.

34 BPMN: Eventos dentro de um Sub-processo Shapes Inicio e Fim podem ser usados dentro de um sub-processo Intermediário – utilizado para definir loop de processo Fim – uitlizado para demonstrar que o ciclo terminará neste ponto Pontos de inicio facilmente identificados

35 Exercício 1.2.5: Condições

36 BPMN Eventos de Tempo Evento intermediário de Tempo As tarefas aguardarão por um período específico de tempo antes de continuar Aguarde até uma data específica Aguarde um determinado tempo Evento inicial de Tempo Processos iniciam com um intervalo específico definidos pelo timer Inicie em um dia específico Inicie no primeiro dia do mês

37 Exercício 1.2.6: Evento de Tempo 1.Cinco tarefas, A, B, C, D, E na sequencia 2.Tarefa C deve ocorrer em paralelo com as atividades no subprocesso B 3.Sobe certas condições, podemos ignorar a tarefa C 4.Sob certas condições, ao invés de realizar a tarefa C, podemos encerrar todos os ramos do processo, incluindo todas as atividades do subprocesso B 5.Nós queremos aguardar algum tempo antes de B1 seguir para B2

38 Eventos Intermediários: Enviando e Recebendo Throwing Eventos (enviando) Catching Eventos (recebendo) Message Error Cancel Signal Link Compensation

39 COMUNICAÇÃO EM BPMN Interações entre Participantes

40 Participantes Três tipos de Participantes: 1.Participante Sistema 2.Participante Pessoa 3.Participante Processo O que é um Participante? Qualquer recurso que está envolvido em um processo, seja ele um processo de negócio, um grupo de pessoas, um sistema ou outros processos.

41 Exemplos de Participantes Participantes interagem com os processos de negócio –Implementado via sistema BPMS Processo de Negócio Grupo de Pessoas Servidor sServidor aplicações WEB Administrador TI Gerente Departamento de compras XYZ Process Outros Processos

42 BPMN Shapes Básicos: Pool e Lane" Pool: Representa um participante do processo

43 BPMN Shapes Básicos: Pool e Lane Lane: Divide um pool dentro de seções

44 BPMN Conceito: Interação Interação Pessoa com Pessoa –Voz, papel, telefone etc. Interação com Sistemas – , Web server, Blog Site

45 Dados do Processo Cada participante possui sua própria informação –Pessoas possuem conhecimento –Sistemas possuem dados –Processos possuem dados do processo Participantes podem trocar informações com outros participantes através de mensagens Participantes podem criar e manipular seus próprios dados O que são Dados dos Processos? Dados dos Processos consistem na informação da estrutura que está incluída em um Processo de Negócio. Cada instância de processo possui seus próprios dados.

46 Dados do Processo Task Process Data Típico Modelo de Workflow (Petri - nets) Típico Modelo BPM (Pi-Calculus) Task Dados trafegados através de cada tarefa Dados compartilhados na piscina para todas as tarefas A A, B A, B, C A, B, C, D

47 Timeline Suzys Activities Johnnys Activities Interações No fluxo de dados até que haja uma interação, toda comunicação é chamada mensagem – Escrita, falada, , chamadas de serviço web etc.

48 Atividades do Robert Atividades do Johnny Interação em um sistema de BPM (BPMS) Em um sistema automatizado, o BPMS orquestra todas as atividades. – Todas as atividades existentes na piscina do processo Sistema BPM

49 BPMN - Eventos de Mensagens Evento intermediário de mensagem O processo irá aguardar até que uma mensagem seja recebida antes de proseguir Sincronização Gatilho Evento inicial de mensagem Processo inicia quando uma mensagem é recebida Mensagem é envidada a partir de outro participante Evento final de mensagem Processo termina quando uma mensagem é enviada. Mensagem enviada para outro participante

50 Fluxo de Processos X Fluxo de Dados Fluxo do processo define como as atividades são coordenadas do ponto de vista de um participamente específico. O fluxo de dados define o fluxo de informações que são trocadas entre os participantes.

51 Interação com mensagens para os participantes Mensagem é usada para se comunicar com participantes através de piscinas. Dentro de uma piscina, mensagem nunca é utilizada. Transições são usadas para isso. Dentro de uma piscina, não há fluxo de dados definido. Apenas fluxo de processo. Entre piscinas, mensagens, contem dados que são enviados/recebidos de/para participantes. Isto é chamado de Interação

52 Exercício: Fluxo de Processos X Fluxo de Dados Qual desses diagramas está correto? Fluxo Contínuo Dois pontos de partida Faltando ligação

53 Eventos vs. Tarefas Task

54 Exercício 1.2.7: Mensagens entre participantes 1.Cinco tarefas A, B, C, D, E na sequencia 2.Tarefa C deve realmente ocorrer em paralelo com as atividades no subprocesso B 3.Sob certas condições, podemos ignorar a tarefa C. 4.Sob certas condições, ao invés de realizar a tarefa C, podemos encerrar todos os ramos do processo, incluindo todas as atividades no subprocesso B 5.Nós queremos esperar um tempo depois de B1, antes de iniciar o B2 6.Tarefa A deve iniciar o processo recebendo uma mensagem do participante Clerks

55 Exercício 1.2.8: Mensagens entre participantes 1.Cinco tarefas, A, B, C, D, E na sequencia 2.Tarefa C deve realmente ocorrer em paralelo com as atividades no subprocesso B 3.Sob certas condiçoes, podemos ignorar a tarefa C 4.Sob certas condições, ao invés de realizar a tarefa C, podemos encerrar todos os ramos do processo, incluindo todas as atividades do subprocesso B 5.Queremos esperar algum tempo depois de B1, antes de iniciar o B2 6.Tarefa A deve realmente iniciar o processo, recebendo uma mensagem do participante Clerks. 7.Tarefa E deve terminar o processo desencadeando um outro participante Accounting

56 BPMN - Revisão: Eventos Shapes Terminate Empty Message Timer Error Link Compensation Cancel Condition Signal

57 Q&A

58 Event Driven Flow

59 Event Driven Gateway Decisão baseada em dados Condição baseada em qual evento ocorre

60 Event Driven Gateway Pode receber vários tipos de eventos

61 Q&A

62 Exception Path As coisas nem sempre ocorrem conforme o planejado.

63 Manuseio do caminho de exceção em BPMN BPMN tem uma maneira elegante de lidar com o fluxo de exceção Fluxo de exceção Fluxo normal Resume Normal Flow

64 BPMN: Responsabilidades das Tarefas Automaticamente escalar tarefas que estão em atraso – Fluxo de exceção pode direcionar tarefas para pessoas ou sistemas.

65 Eventos intermediários: Borda do Sub-processo Multiplos enventos intermediários também podem ser colocados na borda de um subprocesso. – Usado para capturar eventos específicos Eventos de erro Eventos de tempo Eventos de compensação Normal Flow Exception Flow

66 Exercício 1.2.9: Mensagem entre participantes 1.Cinco tarefas, A, B, C, D, E na sequencia 2.Tarefa C deve ocorrer em paralelo com as atividades do subprocesso B 3.Sob certas condições, podemos ignorar a tarefa C 4.Sob certas condições, ao invés de realizar a tarefa C, podemos encerrar todos os ramos do processo incluindo todas as atividades do subprocesso B 5.Queremos esperar algum tempo depois de B1, antes de iniciar o B2 6.Tarefa A deve iniciar o processo recebendo uma mensagem do participante Clerks. 7.Tarefa E deve terminar o processo desencadeando um outro participante Accounting 8.Se o subprocesso B não for concluído em um determinado tempo, queremos provocar uma outra tarefa.

67 Q&A

68 Fazendo seu diagrama ficar mais fácil de ser lido: 1.Cores 2.Artefato Shapes 3.Interpretação de requisitos em modelo de processos 4.Exemplos 5.Juntando tudo

69 Convenção de Cores Pode ser definido uma cor diferente para todos os objetos utilizado em um diagrama de processo. Uma cor diferente pode ser utilizada para cada tipo de piscina: processo, sistema, pessoas. Na piscina do processo, pode ser util utilizar as mesmas cores para diferentes tarefas, dependendo do tipo de participante que interage. Uma cor diferente também pode ser utilizado para tarefas em diferentes estados: totalmente implementadas, a ser implementada, em discução etc.

70 Piscinas, Lanes e links de mensagens A tarefa assume a cor da piscina com quem troca mensagem Tarefas abstratas estão na cor cinza (estabeleça um padrão)

71 Técnicas de Modelagem Criar o processo com tarefas iniciais – Utilize Change activity type to para mostrar os detalhes específicos depois de conhecer melhor o processo. BPMN é o caminho mais rápido para capturar um processo durante uma sessão de modelagem colaborativa. Concentre-se no fluxo principal do processo Evite perder tempo nos fluxos participantes, para não desviar sua atenção sobre o fluxo principal.

72 Adicionando os participantes Depois de criado o fluxo do processo principal, fica mais fácil adicionar as piscinas participantes para mostrar a interação completa.

73 Q&A

74 BPMN Artifact Shapes Adicionando maior clareza.

75 Artefatos Shapes Anotação de texto Artefato de dados Grupo

76 BPMN: Anotação de Texto Todos os diagramas BPMN devem focar na transferência de conhecimento sobre o processo Anotação de texto é utilizado para documentar o processo com maior detalhe.

77 BPMN: Artefatos de Dados Artefatos de dados são utilizados no diagrama para definir onde os dados são criados ou trocados. Isto pode ser considerado uma técnica, porém BPMN suporta tanto a TI quanto os negócios, facilitando as atividades dos analistas de um diagrama. – Artefato de dados associados: anexado a uma outra forma com uma linha pontilhada. – Free-standing: frequentemente utilizado para mostrar uma declaração de variável.

78 BPMN Artefatos Shapes: Grupo Grupo não tem fluxo associado. Pode ser colocado sobre piscinas multiplas Mostra atividades associadas e eventos para documentar com uma maior clareza. – Não é executado.

79 Modelando Melhores Práticas 1.Nomeando Pools/Lanes 2.Nomeando Tarefas/Eventos 3.Nomeando o label dos eventos de mensagens 4.Uso do Gateway

80 BPMN: Objetivos Os objetivos da modelagem BPMN 1.Transferência de conhecimento sobre os processos de negócio. 2.Fazer o Diagrama de fácil leitura e entendimento. 3.Criar um Diagrama eficiente utilizando o menor número de formas para transmitir o conhecimento do processo. 4.Reduzir os erros de interpretação por ser tão explícito quanto possível.

81 Nomeando Piscinas A piscina em BPMN representa um participante. É boa prática nomear a piscina com o mesmo nome do participante Lembre-se de deixar uma piscina para o processo. O processo é onde as decisões são tomadas.

82 BPMN: Nomeando Tarefas As tarefas devem ser nomeadas com a consideração da perspectiva do participante Empregado envia - Processo recebe Processo envia - Gerente recebe Como você pode melhorar este digrama com uma melhor rotulagem de nomes das tarefas?

83 Condições – Melhores Práticas Adicionar a questão na descrição do gateway Cada ramo representa uma resposta. É recomendável que você rotule cada um. Cada ramo pode ter zero, uma ou várias atividades

84 Condições – Melhores Práticas (2) Evite condições não- exclusivas, onde os ramos das condições não estão relacionados uns aos outros Use condições em cascatas, conforme exemplo a direita, fica muito mais claro. Um gateway faz uma pergunta, somente uma pergunta

85 Regras – Regras Encadeadas Condições podem ser encadeadas Melhores Práticas: utilização de sub- processo, para evitar confusão, melhora a visibilidade

86 Q&A


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