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Prof. Celso Cardoso Neto. 2 UNIDADE III DISPOSITIVOS DE E/S.

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1 Prof. Celso Cardoso Neto

2 2 UNIDADE III DISPOSITIVOS DE E/S

3 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES HARDWARE Pode-se dividir em 3 partes: ( 1 ) Dispositivos de entrada ( 2 ) Dispositivos de saída ( 3 ) Dispositivos de entrada e saída Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída.

4 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES HARDWARE – DISPOSITIVOS DE ENTRADA Todo componente que faz parte do sistema e tem por finalidade efetuar a ENTRADA de dados no computador. Exemplos: teclado mouse joystick scanner TRACKBALL

5 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES HARDWARE – DISPOSITIVOS DE SAÍDA Todo componente que faz parte do sistema e tem por finalidade efetuar a SAÍDA de dados. Exemplos: impressora monitor de vídeo DeskJet Jato de Tinta matricial

6 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES HARDWARE – DISPOSITIVOS DE ENTRADA / SAÍDA Todo componente que faz parte do sistema e tem por finalidade efetuar tanto a ENTRADA como a SAÍDA de dados. Exemplos: floppy disk (disquete) disco rígido (HD) CD-R DVD BLU-RAY

7 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES COMPONENTES DE UM COMPUTADOR

8 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES SITES NA INTERNET DE INTERESSE

9 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADES DE ENTRADA As unidades de entrada do computador, têm como função ler e transmitir dados. Os dispositivos de entrada são: TECLADO: Para entrada de dados através da digitação. O teclado é dividido em 3 partes: (1)teclado alfanumérico (semelhante ao de uma máquina de escrever), (2)teclado numérico (semelhante à uma calculadora) e (3)teclado de controle (formado por um grupo de teclas, que isoladamente ou em conjunto com outras teclas, executam comandos ou funções específicas, como as teclas,,, entre outras...)

10 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADES DE ENTRADA TECLADO: O Teclado é nossa principal ferramenta de trabalho com o computador, e é com ele que digitamos documentos, além de muitas teclas servirem de comandos de operações em programas e no Windows. Um teclado pode ter de 102 a 114 teclas, sendo divididas da seguinte forma: a maioria delas para os caracteres (a-z, 0-9 e acentos, etc.); outra parte para comandos e funções, e outra parte para digitação numérica. Observe suas teclas com atenção, pois possuem muitas funções.

11 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADES DE ENTRADA TECLADO: ATALHOS DE TECLADO... Os teclados seguem o antigo padrão das máquinas de escrever, conhecido por QWERTY

12 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. PERIFÉRICOS, INTERFACES e ACESSÓRIOS Chamamos de Periféricos, Interfaces e Acessórios a todo equipamento utilizado pelo computador para intercambiar dados ou se comunicar com seu usuário ou com outros computadores. O monitor, teclado, modem, fax, impressora, mouse, dentre outros, são periféricos de nosso computador, pois é através deles que ele se comunica. Quando uma mensagem é exibida na tela de seu monitor, por exemplo, o computador está se comunicando com você. Por outro lado, quando digitamos algo no teclado, estamos nos comunicando com ele.

13 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. DISPOSITIVOS DE ENTRADA E SAÍDA DE DADOS Esses Periféricos são classificados também de acordo com sua finalidade: se servem para entrar dados ou enviar dados para o usuário ou para o computador. Chamamos esses periféricos de Dispositivos de entrada e saída de dados, conforme esta disposição. Aos periféricos usados para transmitirmos informações ao computador chamamos de Dispositivos de entrada de dados; aos periféricos usados para o computador se comunicar conosco enviando dados chamamos de Dispositivos de saída de dados; e aos que servem tanto para entrada quanto para saída de dados chamamos de Dispositivos de entrada e saída de dados. Esses dispositivos de entrada e saída de dados são fundamentais para o correto funcionamento de nosso computador. Sem eles, de nada serviria nosso computador, pois não haveria meios de nos comunicarmos com ele.

14 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. DISPOSITIVOS DE ENTRADA E SAÍDA DE DADOS DISPOSITIVOTIPO DE COMUNICAÇÃO DE DADOS faxmodementrada e saída de dados monitor ou vídeosaída de dados impressorasaída de dados tecladoentrada de dados scannerentrada de dados mouse, trackball, mousetouchentrada de dados microfone para multimídiaentrada de dados

15 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADES DE ENTRADA MOUSE: Também conhecido como dispositivo apontador. Serve para apontar e selecionar uma das opções possíveis que aparecem na tela. Existem diversos tipos de mouse, mas o modelo mais comum tem o formato de um ratinho, por isso o nome em inglês: "mouse". Como dispositivo apontador, também encontramos os trackball, (que são um mouse invertido, ou seja, ao invés de rolarmos o mouse pela mesa, simplesmente, giramos sua bolinha com a mão movimentando o cursor na tela), track point, que é composto de um ponto no meio do teclado (geralmente em notebooks), touch pad, ou mouse de toque (onde ao movimentarmos o dedo sobre uma "pequena placa", movimentamos o cursor na tela) e os mouses em forma de caneta que tem o mesmo formato de uma caneta (geralmente encontrado em palm tops).

16 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADES DE ENTRADA MOUSE: Um dos inventos mais importantes para o uso do ambiente Windows foi o mouse, que depois acabou se transformando em outras versões. Com o mouse arrastamos seu Ponteiro pela tela, ativando comandos e programas. Mouse e Trackball: duas versões da mesma idéia: arrastar na tela um ponteiro para ativar funções em programas e no Sistema Operacional. Interfaces serial, PS/2 e USB.

17 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADES DE ENTRADA JOYSTICK: Dispositivo de controle dos mais versáteis, baratos e acessíveis para microcomputadores, normalmente empregado em jogos.

18 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADES DE ENTRADA Scanner: Trata-se de um dispositivo que serve para transferir desenhos, fotos e textos para o computador. O scanner pode ser de dois tipos: (1)scanner de mão, o qual é parecido com um mouse bem grande e que devemos passar por cima do desenho/texto a ser transferido para o computador e (2)scanner de mesa, muito parecido com uma máquina de xerox, onde devemos colocar o papel e abaixar a tampa para que o desenho seja então transferido para o computador.

19 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADES DE ENTRADA Scanner: O Scanner é um aparelho que digitaliza uma imagem. É como uma máquina de fotocópia, mas ao invés de copiar, torna cada ponto de cor em uma imagem digitalizada. Através do Scanner podemos “extrair” imagens de fotos, jornais, desenhos, e colocá-las em nossos textos. É uma ferramenta muito útil para pessoas que trabalham com Editoração Eletrônica. Um Scanner de mesa: colocamos uma imagem dentro dele e a imagem aparece em nosso computador. É necessário um programa de editoração de imagens para trabalharmos o objeto “escaneado”. Além disso, existem inúmeros formatos de imagens para diferentes finalidades.

20 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADES DE ENTRADA Leitor Óptico: É um dispositivo que serve para evitar os enormes tempos gastos com digitação de dados, é como um scanner, só que é utilizado, geralmente, para ler códigos de barra. Microfone: Também é um dispositivo de entrada, pois através dele podemos gravar sons, transmitir a nossa voz pela internet ou mesmo "ditar" um texto para o computador, utilizando um dos programas mais recentes de reconhecimento de voz.

21 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA DE DADOS Câmera de Vídeo: Quando se está longe de outras pessoas e é preciso efetuar uma reunião à distância, um dos periféricos de maior importância é a câmera para videoconferência – WebCam.

22 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA DE DADOS Câmera Digital: Útil para profissionais que trabalham externamente aos seus escritórios e precisam incluir fotografias em seus relatórios ou processos, como é o caso de peritos de sinistro, policiais técnicos, decoradores, entre outros.

23 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento: Os principais são: disquetes e discos rígidos, cujo processo de armazenamento é similar. Todo disco deve ser formatado, antes de sua utilização. A formatação consiste em criar um mapa, dividindo-o em trilhas (circulos concêntricos) e setores (fatias). É exatamente o número de trilhas e setores que a capacidade de armazenamento do disco.

24 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento: O sistema operacional precisa encontrar o arquivo dentro de disco, que pode estar dividido em trilhas e setores separados,necessitando desta forma de um programa que execute a entrada e a saída dos dados, mais conhecido por BIOS (“Basic Input Output System”). Em seguida, consulta no disco formatado uma área mapeada das localizações dos arquivos denominada FAT (“File Allocation Table” – Tabela de Alocação de Arquivos), caso esse arquivo seja maior que o espaço de um único clustter (bloco – é o espaço criado do cruzamento dos setores com as trilhas).

25 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – Discos Flexíveis / Floppy Disk: Podem variar de capacidade. Atualmente existem os de 3 ½ polegadas com capacidade de 1,44 MB.

26 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – Fita Streammer: Muito útil pelo fato de ser utilizado para efetuar backup do disco rígido. Possui a aparência de um gravador profissional, cujo cartucho da fita é muito parecido com o de um cassete e possibilita gravar a cópia de um HD inteiro, para manter uma “cópia de segurança”.

27 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – Fita DAT:

28 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – Fita DAT:

29 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – ZipDrive:

30 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – ZipDrive:

31 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – PenDrive: Não faz muito tempo que eles "invadiram" o mercado e conquistaram muitos adeptos. Para quem ainda não sabe, os Pen Drives (Várias são as formas como são chamados: HD USB, Flash Drive, Stick Pen Drive, etc..) são pequenas unidades de memória que se conectam ao micro por intermédio de uma porta USB, facilitando o transporte de dados. Suas principais vantagens são o tamanho reduzido, facilidade de instalação e transporte com menos risco de danos físicos. A princípio a única finalidade era esta, a de transportar dados, mas novas utilidades foram agregadas aos pequenos Pen Drives. Já se encontram disponíveis modelos com câmeras fotográficas digitais e modelos com MP3 Players e rádio FM. Existem modelos que além do MP3 e rádio FM, também permitem que sejam gravadas varias horas de áudio através do microfone embutido.

32 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – PenDrive:

33 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Flash Memory

34 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Flash Memory

35 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – Disco Rígido: Normalmente, fica internamente no gabinete do computador, sendo chamado de HD (“Hard Disk”). Atualmente a capacidade de armazenamento chega a centenas de GBytes. Existem diversos fabricantes e tecnologias: Maxtor, Seagate, Western Digital, Samsung / IDE, SCSI e Serial ATA (SATA)

36 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – Disco Rígido:

37 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – Disco Rígido:

38 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – Disco Rígido:

39 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – Disco Rígido:

40 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES BARRAMENTO ISA, PCI e AGP. 1 – slots de memória RAM 2 – interface drive floppy disk 3 – controladoras IDE1 e IDE2 4 – barramento ISA 5 – barramentos PCI 6 – barramento AGP 7 – interface paralela 8 - interfaces seriais (COM1 e COM2) 9 – barramento USB 10 – interface PS/2

41 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Barramentos são, basicamente, um conjunto de sinais digitais com os quais o processador comunica-se com o seu exterior, ou seja, com a memória, chips da placa- mãe, periféricos, etc. O barramento ISA, apesar de não ser mais utilizado com freqüência, esteve presente na maior parte dos computadores. O barramento EISA representou uma evolução do ISA, mas que atualmente não mais é utilizado. O barramento PCI é o mais utilizado atualmente. O barramento AGP é usado exclusivamente para vídeo. Para que os periféricos (placas em geral) possam usar esses barramentos, é necessário que cada placa (de vídeo, de som, modem, etc) seja compatível com um determinado tipo de barramento. BARRAMENTO ISA, EISA, PCI e AGP.

42 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES BARRAMENTO ISA O Barramento ISA (Industry Standard Architecture) é formato por slots que trabalham com 8 e 16 bits por vez. Em placas-mãe antigas, o barramento ISA era usado internamente para a comunicação entre o processador e alguns chips presentes na placa-mãe. O ISA surgiu no computador IBM PC, na versão de 8 bits e posteriormente, chegou ao IBM PC AT, passando a usar 16 bits de dados por vez (provando que trata-se de um barramento antigo). Como esse computador trabalhava a uma velocidade de 8 MHz (processador 286), o ISA herdou essas características, ou seja, passou a trabalhar nesta mesma velocidade. No barramento ISA, os processos de escrita/leitura requeriam pelo menos 2 períodos de clock, o que possibilita realizar no máximo 4 milhões de transferências de dados por segundo.

43 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES BARRAMENTO PCI Criado pela Intel na época do desenvolvimento do processador Pentium, o barramento PCI (Peripheral Component Interconnect) é utilizado até hoje. O motivo de tanto sucesso se deve à capacidade do barramento de trabalhar a 32 ou 64 bits, o que oferecia altas taxas de transferência de dados. Só para dar uma noção, um slot PCI de 32 bits pode transferir até 132 MB por segundo. O PCI também foi considerado "revolucionário" por suportar, até então, o poderoso recurso Plug and Play (PnP), que permitia que a placa instalada num slot PCI fosse automaticamente reconhecida pelo computador. Hoje em dia, os slots PCIs são usados por vários tipos de periféricos, como placas de vídeo, de som, de rede, modem, adaptadores USB.

44 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES BARRAMENTO PCI A versão de 64 bits do PCI, cujo slot era um pouco maior que os slots de 32 bits, nunca chegou a ser popular. São raras as placas-mãe que usam esse tipo. Isso porque os slots de 32 bits, além de mais baratos, tem taxas de transferência suficientes para a maioria das aplicações. Teoricamente, a velocidade do barramento PCI equivale à metade do valor do clock externo do processador. Mas sabe-se que esse valor também é sujeito às especificações do chipset das placas-mãe.

45 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES BARRAMENTO AGP Visando obter uma maior taxa de transferência entre a placa-mãe e as placas de vídeo (principalmente para uma melhor performance nas aplicações 3D), a Intel desenvolveu um barramento especialmente desenvolvido para a comunicação com o vídeo: o barramento AGP (Accelerated Graphics Port). O uso desse barramento iniciou-se através de placas-mãe que usavam o chipset i440LX, da Intel, já que esse chipset foi o primeiro a ter suporte ao AGP. principal vantagem do barramento AGP A principal vantagem do barramento AGP é o uso de uma maior quantidade de memória para armazenamento de texturas para objetos tridimensionais, além da alta velocidade no acesso a essas texturas para aplicação na tela. O primeiro AGP (1X) trabalhava a 133 MHz, o que proporciona uma velocidade 4 vezes maior que o PCI. Além disso, sua taxa de transferência chegava a 266 MB por segundo quando operando no esquema de velocidade X1, e a 532 MB quando no esquema de velocidade 2X (hoje, é possível encontrar AGPs com velocidades de 4X e 8X). Geralmente, só se encontra um único slot nas placas-mãe, visto que o AGP só interessa às placas de vídeo Geralmente, só se encontra um único slot nas placas-mãe, visto que o AGP só interessa às placas de vídeo.

46 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES BARRAMENTOS PROPRIETÁRIOS Nos computadores, existiram outros barramentos, como o VLB, o MCA e o EISA. Mas também, existiram os barramentos proprietários, que consistiam em barramentos de, geralmente, 32 bits, que certos fabricantes criaram para a conexão de placas especiais à seus produtos. falta de padronização O grande problema desses barramentos, que foi inclusive, o motivo de sua extinção, era a falta de padronização. Ou seja, se uma pessoa adquirisse uma placa de um fabricante A com um slot proprietário, não poderia conectar neste slot, uma placa qualquer de um fabricante B.

47 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES TECNOLOGIA IDE IDE é a sigla para Integrated Drive Electronic Trata-se de uma tecnologia que surgiu na época do processador 386 para solucionar o problema que envolvia o aumento de ruído (interferência, perda de dados) quando fabricantes de HDs aumentavam a capacidade de armazenamento de seus discos. Esse ruído ocorria entre o disco e a controladora do HD. Os ruídos, devido a sua natureza de causar perda de informações, fazia com que a controladora solicitasse várias vezes o reenvio dos dados naquele momento. Com isso, naquela época, não era recomendável aumentar a capacidade dos HDs. controladora passou a estar integrada na placa de circuitos do próprio HD padrão para discos rígidos Mas como esse aumento era uma necessidade real, houve várias pesquisas para encontrar soluções. A empresa Western Digital foi a que mostrou uma solução viável e considerada por alguns, até relativamente simples. A companhia apresentou uma solução em que o cabo que ligava os discos à controladora, não existia mais. A controladora passou a estar integrada na placa de circuitos do próprio HD e os ruídos não existiam mais. Essa solução foi chamada de IDE e tornou-se padrão para discos rígidos.

48 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES TECNOLOGIA IDE

49 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES TECNOLOGIA SCSI A sofisticada tecnologia SCSI constitui um padrão cuja essência serve à aplicações de transferência de dados entre componentes de um computador. O SCSI é uma tecnologia consolidada há alguns anos e é um tipo que de tão eficiente, demorará muito para sair definitivamente do mercado. É uma tecnologia de elevado desempenho e de custo alto.

50 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES TECNOLOGIA SCSI O que é SCSI ? É sigla para Small Computer System Interface. Trata-se de uma tecnologia criada para acelerar a taxa de transferência de dados entre dispositivos de um computador, desde que tais periféricos sejam compatíveis com a tecnologia. O padrão SCSI é muito utilizado para conexões de HD (disco rígido), scanners, impressoras, CD-ROM ou qualquer outro dispositivo que necessite de alta transferência de dados. Se seu computador não possui interface SCSI, ainda assim é possível fazer uso desta tecnologia. Basta instalar um adaptador (ou controlador) SCSI. Alguns, permitem de 7 a 15 conexões de dispositivos SCSI.

51 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES TECNOLOGIA SCSI As vantagens do SCSI não se resumem apenas à questão da velocidade, mas também da compatibilidade e estabilidade. Sendo o processador o dispositivo mais rápido do computador, o uso do padrão SCSI permite que essa velocidade seja aproveitada e assim, aumentá-se de forma considerável o desempenho do computador. Isso deixa claro que o SCSI é aplicado principalmente em servidores e em aplicações de missão crítica. Em gráficas, o uso de scanners poderosos poderia ser inviável se o computador não conseguisse processar as imagens rapidamente, devido a baixa taxa de transferência. O padrão SCSI consegue resolver essa questão. Se seu computador não possui interface SCSI, ainda assim é possível fazer uso desta tecnologia. Basta instalar um adaptador (ou controlador) SCSI. Alguns, permitem de 7 a 15 conexões de dispositivos SCSI.

52 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES TECNOLOGIA SCSI Funcionamento do SCSI Para funcionar no computador, o SCSI precisa de um dispositivo conhecido como "host adapter". Esse aparelho é quem realiza a conexão com o computador e pode utilizar dois modos de transmissão: normal e diferenciado. O primeiro utiliza apenas um condutor para transmitir o sinal, enquanto o segundo utiliza dois. No modo diferenciado, um condutor transmite o sinal original e o outro transmite o sinal inverso. Isso evita erros causados por interferência. É possível conectar até 15 periféricos numa única implementação SCSI. Cada um recebe um bit que o identifica (ID SCSI). No entanto, a comunicação somente é possível entre dois dispositivos ao mesmo tempo. Isso porque é necessário que um dispositivo inicie a comunicação (iniciador ou emissor) e outro a receba (destinatário).

53 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES TECNOLOGIA SCSI Funcionamento do SCSI Determinados dispositivos só podem assumir uma tarefa ou outra (iniciador ou destinatário). Outros, podem assumir os dois. O dispositivo iniciador recebe esse nome pois é ele quem solicita o estabelecimento da comunicação com um dispositivo (por exemplo, entre o computador e uma impressora). O iniciador pode controlar o barramento, quanto a velocidade e modo de transmissão. Já o destinatário pode pedir certas informações ao iniciador, tais como status, dados ou comandos. Ainda é possível ao destinatário escolher outro iniciador. É importante ressaltar que no barramento SCSI existem transmissões assíncronas e síncronas. O primeiro permite ao iniciador enviar um comando e aguardar uma resposta em todas as operações. O segundo funciona de maneira semelhante, mas é capaz de enviar vários comandos antes mesmo de receber a resposta do anterior. E estes comandos podem ser iguais. Por isso, o modo síncrono é comumente usado quando a distância entre os dispositivos é grande. Este modo surgiu no SCSI-2.

54 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES TECNOLOGIA SCSI Adaptadores Wide SCSI e Narrow SCSI É possível encontrar adaptadores Wide SCSI e Narrow SCSI. Ambos permitem uma velocidade maior no barramento (de 5 a 10 MHz). Wide SCSI No entanto, o Wide SCSI usa um cabo adicional de 16 ou 32 bits de largura para enviar dados, o que permite o dobro ou quádruplo da velocidade, respectivamente. Narrow SCSI Já o Narrow SCSI usa somente 8 bits de largura.

55 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES TECNOLOGIA SCSI Cabos e conectores Os cabos de dispositivos SCSI são cruciais para uma implementação nessa tecnologia. É recomendável que seu tamanho não ultrapasse 15 cm. Do contrário, a transmissão de dados pode ser severamente prejudicada. Existem vários tipos de cabos para interfaces SCSI, sendo os mais comuns o ALT-1 e o ALT-2. De igual forma, existem vários tipos de conectores. Em todos eles, no entanto, é necessário a existência de terminadores, que são circuitos que garantem o envio e o recebido dos sinais de dados. Existem, pelo menos, 7 tipos de terminadores.

56 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES TECNOLOGIA SCSI O padrão SCSI é uma tecnologia usada em aplicações de alto desempenho. Mas sua sofisticação faz desta tecnologia requerer custos altos. Por esta razão, se você não precisa de velocidade extremas de transferência de dados entre periféricos em seu computador, não há razão para utilizar o SCSI. O SCSI é um padrão consolidado há alguns anos e até hoje recebe inovações. Já é possível encontrar destes dispositivos que ultrapassam a taxa de 200 MB/s. Para ter tanta confiabilidade e desempenho, o SCSI teve que seguir várias normas. A implementação destas normas é uma das razões de seu alto preço. No entanto, se sua aplicação exige alta velocidade, certamente você chegará à conclusão de que a adoção de dispositivos que usam a interface SCSI não lhe saiu tão caro assim.

57 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – CD-ROM: São periféricos de leitura e gravação que permitem armazenar grandes quantidades de dados, utilizando uma tecnologia semelhante á dos CDs (Compact Disk – musicais). Os sistemas a laser possuem duas vantagens: Elevada capacidade de armazenar grande quantidade de dados (em torno de 700 MBytes) Facilidade de transporte e a segurança na guarda das informações

58 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Dispositivos de Armazenamento – CD-ROM: Os sistemas a laser para computadores são conhecidos por: CD-ROM (Compact Disk – Ready Only Memory – CD com dados já gravados e somente usados para leitura) CD-WORM (Compact Disk – Write Once, Ready Many Times – CD no qual o usuário pode gravar dados uma só vez e ler esses mesmos dados várias vezes) e o sistema MO (ou optomagnético – CD que pode ser gravado e desgravado)

59 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS CD-ROM:

60 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS MIDIA CD MÍDIA COLORIDA 74 MIN – 650 MB 80 MIN – 700 MB 90 MIN – 800 MB

61 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS MIDIA DVD

62 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS MIDIA DVD

63 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS MIDIA DVD Inicialmente a sigla DVD era a abreviação de "digital vídeo disc", ou disco de vídeo digital, mas devido a gama de utilização foi popularizada como "digital versatile disc" ou disco digital versátil. Hoje em dia temos diversos tipos de mídias de DVD para as mais diversas finalidades: DVD-ROM, DVD-R, DVD-RW, DVD+R, DVD+RW, DVD-RAM. Estas mídias poderão ter mais de uma face e mais de uma camada.

64 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS DVD: EXTERNO

65 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS DVD: INTERNO

66 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Modem: O Modem é um acessório responsável por realizar a comunicação de dados entre seu computador e outro computador ou a Internet através da linha telefônica. Seu nome vem de sua finalidade: Modulador/Demodulador de sinais. O Modem conecta-se ao computador e à linha telefõnica, através de uma placa específica para realizar a modulação. Os modems são internos ao computador (“on-board”)), ou na versão de uma placa adicionada à placa- mãe (“off-board”)).

67 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE ENTRADA/SAÍDA DE DADOS Modem: Para se comunicar com outros computadores através do telefone, o modem transforma os sinais digitais de seu computador em sinais de pulso modulares, capazes de trafegar em uma linha telefônica e chegar até outro modem, que irá demodulá-los novamente para outro computador. Graças ao Modem é possível nos conectarmos à Internet. Ele foi uma peça fundamental para que a informática desse esse salto na área de comunicação de dados.

68 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Monitor de Vídeo: O Monitor é o principal meio de exibição de dados. São fabricados por tubos de emissão de raios catódicos, que criam feixes de elétrons que são disparados até a tela revestida de fósforo. A vibração destes feixes é que faz produzir as centenas de cores existentes em nosso monitor. O número de cores disponível para exibição em um monitor depende de sua Placa de Vídeo e da quantidade de memória desta placa. Com ela você poderá ter monitores que exibam 16, 256 ou 16 milhões de cores.

69 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Monitor de Vídeo: O mesmo acontece com a resolução gráfica, ou o número de Pixels existente em seu monitor. Um Pixel (Picture Elements) é a menor resolução de cor ou ponto de luz que sua tela pode projetar. A depender de sua Placa de Vídeo, seu monitor pode também ser configurado para reduzir os pontos de emissão de luz, dando uma maior resolução de tela. Através de seu Sistema Operacional é possível esta resolução aumentar de 640 x 480 pixels, 800 x 600 e 1024 x 768 por tela e até mais... As Placas de Vídeo com alta resolução são imprescindíveis se você deseja trabalhar com programas que lidem com cores ou desenhos, e jogos que necessitem exibir muitas telas em tempo muito rápido. Existem diversos tipos de monitores hoje em dia, mas o mais utilizado é o de padrão SVGA (Super Vídeo Graphics Array)

70 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Monitor de Vídeo: Periférico básico e essencial em um sistema. Constitui o principal canal entre a máquina e o usuário, mantendo visível o registro de tudo o que é digitado no teclado. Tudo o que é mostrado no vídeo é levado por meio da placa de vídeo. Todo monitor, quando não monocromático, é RGB (Red/Green/Blue), ou seja efetua uma composição das três cores primitivas: VERMELHO, VERDE e AZUL. São referenciados em polegadas... 14, 15, 17, 19 e 21 polegadas. Atualmente existem os de tela plana...

71 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Impressora: A Impressora é um meio fundamental de exibir seus dados, relatórios, documentos. Existem basicamente três tipos de impressoras comerciais hoje em dia: TIPO DE IMPRESSORACOMO É ? MATRICIAL Um cabeçote de impressão se move pressionando uma fita com tinta, que ao encostar no papel, o borra. DESK JET / JATO DE TINTA Um cabeçote de impressão se move pela página e em cada pequeno ponto de impressão é formada uma bolha de calor que estoura no papel, borrando a tinta. A LASER Imprime borrando em uma matriz de calor formada a partir da imagem do documento. Outros tipos: PLOTTERs e TÉRMICAs.

72 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Impressora Matricial: Impressora de impacto, com capacidade para imprimir textos e gráficos numa qualidade menor do que a das impressoras a laser ou jato de tinta. Sua velocidade é expressa em CPS (caracteres por segundo). Apresenta uma característica incômoda: o barulho. Muito usada para imprimir documentos carbonados, caso de notas fiscais e outros que contenham mais de uma via.

73 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Impressora Jato de Tinta (DeskJet): O nome “jato de tinta” não é à toa: uma cabeça de impressão se aquece e faz uma minúscula bolha de tinta “explodir”, borrando em pequeníssimos pontos o papel impresso. O calor provocado por uma resistência elétrica aquece a tinta e faz com que ela seja aplicada gota a gota sobre o papel. A velocidade é medida em ppm (normalmente).

74 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Impressora a Laser (LaserJet): Permite imprimir textos e gráficos com qualidade tipo off-set. A velocidade é medida em ppm (páginas por minuto). Sua qualidade é medida em dpi (density per inch). Por meio de pulsos de raios laser é magnetizado um cilindro pelo qual o toner (tinta de pó preto) passa e fixa o desenho. Quando o papel passa pelo cilindro, é recolhida a imagem, originada pelo pó previamente desenhada. Existem Impressoras LaserJet monocromáticas e coloridas.

75 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Impressora Multifuncional e All-in-one: PSC 7110 Qualidade fotográfica Fácil impressão de fotos Integração tudo-em-um 3 segundos por página 5000 páginas por mês PSC 1510 Até 7 ppm em preto e 5 ppm em cores

76 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Impressora Fotográficas:

77 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Plotter: Tipo de impressora muito utilizado na área de engenharia. Além de imprimir plantas, permite a impressão de gráficos e textos. Normalmente tem as dimensões grandes para poder imprimir em papéis com medidas especiais, caso dos A0. Plotter de impressão para sinalização e decoração

78 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Impressoras Térmicas: É o periférico mais utilizado para impressão colorida nos dias de hoje. O processo de impressão gera cores vivas porque a tinta utilizada não borra as demais e nem é absorvida por papéis com texturas especiais. Ela segue os seguintes procedimentos: o papel entra na impressora e é preso por um rolamento que o pressiona contra um filme largo revestido de tintas coloridas. O filme contém uma faixa de cada uma das cores de composição - ciano, magenta, amarelo e, se for o caso, preto. Quando o papel passa pelo alimentador de papel, ele é pressionado contra a faixa ciano do filme. Um ou mais elementos de aquecimento são acionados e derretem pequenos pontos de tinta. O papel continua a se mover pelo alimentador até ser parcialmente ejetado da impressora. A tinta que foi derretida então fixa-se no papel. O filme colorido desliza exibindo a faixa magenta e o papel é puxado de volta à impressora, onde é pressionado contra a faixa magenta e o processo térmico é repetido. O processo se repete até que a impressora tenha utilizado todas as cores, e só então a página é ejetada por completo.

79 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Impressoras Térmicas: TEC-B452 Impressora de Código de Barras Resolução 300 dpi Velocidade 4 pol/Seg Reais R$ 4.100,00 TEC-B-416-T3 Impressora Código de Barras Resolução 305 dpi Velocidade 6 pol/s Reais R$ ,00

80 UNIDADE III ‑ NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Periféricos/dispositivos de Entrada e de Saída. UNIDADE DE SAÍDA DE DADOS Impressoras Térmicas: As impressoras de crachás Fargo e Datacard apresentam-se com uma ótima solução para bureaus escolas/universidades, clubes, supermercados, grandes magazines, hospitais e empresas de todos os portes. Impressão colorida, com fotos, com logomarcas, codigo de barras e alguns modelos tem opcional para tarja magnetica e codificacao de "Smart Card".

81 Boa Sorte !


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