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O MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA. Objetivo do Manifesto: Traçar diretrizes de uma nova política nacional de educação e ensino em todos os níveis,

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1 O MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA

2 Objetivo do Manifesto: Traçar diretrizes de uma nova política nacional de educação e ensino em todos os níveis, aspectos e modalidades. O Manifesto representa uma síntese e uma tentativa de avanço sobre propostas novas de educação.

3 Contexto histórico e ideologia da educação da época: Segunda República ou Governo Provisório Governo Constitucional – de 1934 a 1937 Governo Autoritário – de 1937 a 1945 Para Antonio Severino – o período de 1889 a 1964 consolidação da ideologia liberal Para Dermeval Saviani – propõe como período de regulamentação nacional do ensino e do ideário pedagógico renovador.

4 A Educação passou a ser vista como propulsora do processo com a função de instrumento para a reconstrução nacional e promoção social: 1924 – criação da ABE – Associação Brasileira de Educação; 1930 – formação do Ministério dos Negócios de Educação e Saúde Pública; 1934 – Promulgação da Constituição – estabelecendo necessidade de um Plano Nacional de Educação, da gratuidade e obrigatoriedade do ensino elementar e proposições de inúmeras reformas educacionais.

5 Duas vertentes de pensamento polarizaram os debates sobre educação: Igreja – iniciativa privada, elitista, doutrina religiosa na escola, separação por sexo, ensino particular e responsabilidade da família quanto à educação. X Renovadores – Movimento Escola Nova - escola pública, laica, gratuita e obrigatória com um plano nacional de educação. A Constituição de 1934 atendeu tanto aos renovadores – defendem a educação com direito de todos e deveres do estado, quanto aos católicos, ao prever o ensino religioso facultativo na escola pública.

6 1932 – Renovadores apresentaram Plano de Reconstrução Nacional – Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, fruto de movimento por reformas educacionais tendo à frente Fernando de Azevedo e outros 26 educadores com idéias pedagógicas dos Estados Unidos da América e Europa para adequação do ensino ao desenvolvimento capitalista industrial – novos métodos educacionais se contrapondo à escola tradicional.

7 Os projetos educacionais da época, apesar de desencontros nos objetivos, promoveram diretrizes nacionais para a escolarização da população apesar da persistência do modelo dualista do ensino: um para o povo outro para a elite, condicionantes do sistema social produtivo e organização social presentes no ideal de educação preconizado e nas limitações do projeto educativo.

8 A reconstituição educacional no Brasil – ao povo e ao governo Novos ideais para a educação: Transferir do plano administrativo para o político social, a solução dos problemas escolares. A Educação se realiza pela “ação extensa e intensiva da escola sobre o indivíduo e deste sobre si mesmo”, produzindo-se por uma evolução contínua, favorecida e estimulada por todas as forças organizadas de cultura e de educação.

9 FINALIDADES DA EDUCAÇÃO Educação Nova - escola como meio social – ideal de solidariedade, serviço social e cooperação. Romper com a velha estrutura do serviço educacional, desprendendo-se dos interesses de classes, deixando de constituir privilégio determinado pela condição econômica e social do sujeito para se organizar para a coletividade.

10 A educação nova tem sua finalidade alargada para além dos limites das classes, assumindo feição mais humana, assumindo sua função social = formar a “hierarquia democrática” pela “hierarquia das capacidades” com oportunidades iguais de educação, com objetivo de organizar, desenvolver meios de ações com o fim de dirigir o desenvolvimento natural e integral do ser humano em cada uma de suas etapas de crescimento.

11 O Estado em face da Educação a. Educação: uma função social e eminentemente pública A família ainda é o “quadro natural que sustenta socialmente o indivíduo, com o meio moral em que se disciplinam as tendências, onde nascem, começam a desenvolver-se e continuam a entreterem-se as suas aspirações para o ideal”. Assim o Estado deve assentar o trabalho da educação no apoio que ela (família) dá à escola e na colaboração efetiva entre pais e professores, estabelecendo relações entre essas duas forças sociais – a família e a escola

12 b. A questão da escola única Educação integral através de um plano geral de educação que torne a escola acessível a todos. Escola igual para todos é o princípio comum e único onde as reformas pedagógicas estão intimamente ligadas com a reconstrução fundamental das relações sociais. c. A laicidade - acima de crenças e disputas religiosas, alheia a todo o dogmatismo sectário; gratuidade – acessível a todos os cidadãos; obrigatoriedade – não dá para ser obrigatório sem que seja gratuito. Deve se estender até os 18 anos; coeducação – comum para homens e mulheres.

13 A FUNÇÃO EDUCACIONAL a)A unidade da função educacional - formação integral do ser. b) A autonomia da função educacional - a escola necessita de autonomia técnica, administrativa e econômica, construída a partir da responsabilidade dos técnicos e educadores, administradores pelos órgãos do ensino através de sua direção. c) A descentralização - “A unidade pressupõe multiplicidade” através de uma obra metódica e coordenada, de acordo com um plano comum, eficiência tanto em intensidade como em extensão.

14 Nova escola A escola deve oferecer ao sujeito um meio vivo e natural (contextualização), favorável ao intercâmbio de reações e experiências Nova concepção de escola – não mais passiva, intelectualista e verbalista – a atividade está na base de todos os seus trabalhos, tendo como elemento principal o “interesse” (fator psicológico), que é a primeira condição de uma atividade espontânea e o estímulo constante ao educando a buscar todos os recursos ao seu alcance, “graças à força de atração das necessidades profundamente sentidas”. Interesse = fonte de inspiração das atividades escolares.

15 PLANO DE RECONSTRUÇÃO EDUCACIONAL a. As linhas gerais do plano: radical transformação da educação pública através da unidade do fim geral da educação, princípios e métodos comuns a todos os graus e instituições educativas, reforçando para todos os meios a intenção e o valor social da escola, sem negar a arte, a literatura e os valores culturais.

16 b. Ponto nevrálgico da questão: estrutura do plano educacional (Escola infantil/pré-primário – primário – secundário – superior/universitário) respeitando os 4 períodos do desenvolvimento natural do ser humano, desenvolvendo a atividade criadora do aluno desde a pré-escola até o superior. Respeito a personalidade integral do aluno, através do desenvolvimento de sua faculdade produtora e de seu poder criador, numa continuidade ininterrupta dos estudos.

17 c. O conceito moderno da Universidade e o problema universitário no Brasil: a educação superior deve tender à formação profissional e técnica, assim como à formação de pesquisadores em todos os ramos de conhecimento humano. Deve contribuir para o aperfeiçoamento constante do saber humano.

18 Deve ter tríplice função: 1- elaboradora ou criadora da ciência (investigação); 2- docente ou transmissora de conhecimento (ciência feita); 3- vulgarizadora ou popularizadora das ciências e das artes.

19 d. O problema dos melhores: A universidade se encontra no ápice de todas as instituições educativas – formação das elites de pensadores, sábios, cientistas, técnicos e educadores; elevando ao máximo o desenvolvimento dos indivíduos dentro de suas aptidões naturais e selecionando os mais capazes, lhes dando bastante força para exercer influência efetiva na sociedade e afetar a consciência social.

20 Dessa elite deve fazer parte todo professorado do Brasil. A preparação dos professores é descuidada como se para tal, não fosse preciso preparação profissional. Todos os professores, de todos os graus, deverão ter a preparação em escolas secundárias e formar seu espírito pedagógico, conjuntamente em cursos universitários. A formação universitária é o único meio de elevar o professor em verticalidade e cultura.

21 O papel da escola na vida e na sua função social Concepção da escola como instituição social, limitada na sua ação educativa, pela pluralidade e diversidade das forças que concorrem ao movimento das sociedades. Cada escola, seja qual for seu grau, deve reunir em torno de si as famílias dos alunos, estimular sociedades de ex-alunos, numa cooperação social entre os pais, professores, empresas e todas as demais instituições diretamente intervenção na obra da educação.


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