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Seja bem vindo!!!. HIGIENIZAÇÃO E HOTELARIA HOSPITALAR.

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1 Seja bem vindo!!!

2 HIGIENIZAÇÃO E HOTELARIA HOSPITALAR

3 -Infecções – invasiva e por contato. Raramente por via aérea. -Detergentes eliminam 90% -Agentes desinfetantes eliminam 98% -Décadas 80 e 90 – surgem programas de qualidade: Just in time, Kanban, CCQ, TQM -85% dos hospitais não foram construídos para serem hospitais. DADOS IMPORTANTES PARA ANÁLISE: HIGIENIZAÇÃO E HOTELARIA HOSPITALAR

4 -O C.C.I.H. assume papel relevante: -Garantia da Qualidade -Controle de Processos – Credibilidade -Interferência nas áreas de apoio -Estabelece Padrões, considerando: -Estrutura Física -Programas de C.I.H. -Gerenciamento de Resíduos Sólidos -Quadro de Pessoal -Segurança Operacional HIGIENIZAÇÃO E HOTELARIA HOSPITALAR

5 HOTELARIA HOSPITALAR -Nomenclatura sugerida: -Doentes -Pacientes -Clientes -95% dos trabalhos são rotinas. -5% faz a diferença na avaliação: -Qualidade -Satisfação -Atendimento HIGIENIZAÇÃO E HOTELARIA HOSPITALAR

6 -Tecnologia e Conhecimento não são diferenciais. Todos temos acesso. -A qualidade está na correta utilização da tecnologia -O Atendimento está na correta atitude de todos nós – diferencial competitivo. -O que o cliente espera de um Hospital, além de querer permanecer o menor tempo possível: -Conforto -Bem Estar -Segurança HIGIENIZAÇÃO E HOTELARIA HOSPITALAR

7 -Hotelaria Hospitalar -Ambiente agradável -Esclarecimentos/ Informações -Ser Ouvido -Os diversos serviços de apoio devem estar integrados e principalmente treinados. -Equipes Multifuncionais -Maior Rapidez no Atendimento -Responsável por várias etapas do processo -Profissionais capacitados e motivados -Não existe:” O problema não é meu!”. HIGIENIZAÇÃO E HOTELARIA HOSPITALAR

8 PRESTADORAS DE SERVIÇOS -Invasão de Espaço/ Privacidade -Exposição -Representa o Hospital -Análise “técnica” dos serviços pelos clientes -Avaliação dos Procedimentos -Redução do Impacto -Treinamento Técnico -Forte enfoque no Comportamental/ Postura -Uniformização HIGIENIZAÇÃO E HOTELARIA HOSPITALAR

9 -Sucesso -A integração das áreas de apoio é primordial para atingirmos o nosso objetivo -C.C.I.H. gestor e integrador dos serviços, qualidade e atendimento, com uma visão macro e sistêmica -Comunicação eficaz entre as áreas -Sistema de registro de informações e soluções HIGIENIZAÇÃO E HOTELARIA HOSPITALAR

10 Lição dos pioneiros

11 O QUE É LIMPEZA - Remoção de toda sujidade de uma superfície sem alterar suas características originais. Para tanto é preciso implantar o conceito de PLANEJAR – EXECUTAR E AVALIAR constantemente.

12 CIRCULO DE SINNER

13

14 A ação mecânica é responsável pelo atrito gerado, removendo, junto as outras ações, a sujidade. Praticidade Ergonomia Produtividade Segurança Aparência Profissionalismo

15 DETERGENTES ÁCIDOS – pH 0 a 6,5 NEUTROS – pH 6,5 a 7,5 ALCALINOS – pH 7,5 a 14 DESINFETANTES:...

16 DESINFECÇÃO Definição Processo aplicado às superfícies inertes, que elimina microorganismos na forma vegetativa, não garantindo a eliminação total dos esporos bacterianos. Pode ser realizada por meio de processos químicos ou físicos. ESTERELIZAÇÃO HIGINIZAÇÃO – em resumo o sucesso do processo de limpeza e desinfecção é a cominação das duas ações sendo que sempre a desinfecção deve ser precedida da limpeza

17 DESINFETANTES HIPOCLORITO DE SÓDIO ÁLCOOL 70% QUATERNÁRIO DE AMÔNIO ÁGUA SUPEROXIGENADA COMPOSTOS QUATERNÁRIOS DE AMÔNIA Aplicação: desinfetante de baixo nível Muito utilizado como desinfetante de superfícies, no passado e ainda como anti- séptico. Ação: desnaturação das proteínas celulares essenciais e ruptura da membrana celular. Espectro de ação: fungicidas, bactericidas e viruscidas lipofílicos. Não são tuberculoscidas ou agem contra vírus hidrofílicos. Hoje existem algumas resistências de seu uso por parte dos Serviços de Controle de Infecção pela publicação de alguns artigos relatando a contaminação das soluções. Além disto, pela contra-indicação pelo Centers for Disease Control face a ocorrência de surtos relacionados a seu uso como anti-séptico. Inativados por tensoativos, resíduos aniônicos e proteínas. Algumas formulações são inativadas por água dura. Baixo nível de toxicidade direta, mas poluente ambiental[i][4]. Site: ccih.med.br

18 Microorganismos

19 Classificação das infecções hospitalares As infecções hospitalares são classificadas em: Endógenas: se originam a partir de microorganismos pertencentes à própria flora bacteriana do paciente, representam a grande parte das Infecções Hospitalares. Exógenas: são causadas por microorganismos existentes no ambiente hospitalar.

20 Desinfeccão É a operação técnica para eliminação de microorganismos presentes em artigos hospitalares, superfícies fixas, pisos, etc.

21 Áreas hospitalares e tipos de limpeza CRITICAS SEMI CRITICAS NÃO CRITICAS PRÉ OPERATÓRIA CONCORRENTETERMINAL

22 Centro Cirúrgico A unidade de Centro Cirúrgico é um dos setores mais importantes do Hospital. Podemos dividir o Centro Cirúrgico em: - Sala Cirúrgica - Centro de Recuperação: Anestésico; Pós- operatório.

23 Centro de Tratamento Intensivo – CTI (também conhecido como Unidade de Tratamento Intensivo – UTI) No CTI são tratados os pacientes vindos do centro cirúrgico, para cuidados pós- operatórios, ou pacientes muito graves que requeiram cuidados especiais.

24 Centros Obstétricos Os centros obstétricos nada mais são do que um centro cirúrgico específico para preparo e parto propriamente dito. Aqui são feitas intervenções cirúrgicas de cesárias, partos normais e cirurgia de períneo.

25 Unidades Coronarianas Estas unidades destinam-se ao tratamento de pacientes cardíacos com graves problemas, os quais já foram diagnosticados nas clínicas ou que foram acometidos de infartos e internados em regime de urgência.

26 Berçários Área que acolhe os recém-nascidos vindos do centro obstétrico. Estes pequenos pacientes são altamente susceptíveis a infecções (sua flora bacteriana ainda não está formada, podendo ser colonizada pelos germes oportunistas do hospital), principalmente através das mãos do pessoal que os manuseia.

27 Isolamento Destina-se a pacientes portadores de doenças infecto- contagiosas, ou transmissíveis, permitindo condições de isolamento com as demais áreas. A proteção desses pacientes e a precaução do pessoal (médicos e enfermeiras) que com eles lidam, é de extrema importância nas prevenções de infecções cruzadas.

28 Lactário É o conjunto de elementos destinados ao preparo da alimentação para as crianças, geralmente fórmulas lácteas, sucos e regimes dietéticos, diretamente ligado ao berçário e enfermaria pediátrica.

29 Clínicas Médicas Áreas de recebimento, triagem e diagnóstico de pacientes clínicos mas que, dependendo da gravidade, pode se tornar um paciente internável (clínico ou cirúrgico).

30 Ortopedia – Fisioterapia A ortopedia faz as triagens dos pacientes cirúrgicos e para tratamentos clínicos (correções). Em alguns hospitais, existem centros cirúrgicos ortopédicos somente para estes tipos de cirurgias. Os pacientes com alta fazem o acompanhamento na ortopedia. Ali são retirados e aplicados novos aparelhos e encaminhados à fisioterapia.

31 Centro de Tratamento dos Queimados – C.T.Q. O CTQ é uma das áreas mais críticas do hospital, não só pelo risco que os pacientes estão submetidos pelas suas próprias condições, como pela contaminação do ambiente, geralmente úmido, propício às bactérias.

32 Enfermaria - É o local onde o paciente é internado. As enfermarias podem ser de pacientes cirúrgicos, clínicos ou mistos. Os pacientes cirúrgicos podem ser preparados para a cirurgia na enfermaria e à mesma retornam para acompanhamento clínico no pré- operatório. Entretanto, este preparo é mais comum aos anexos de centro cirúrgico.

33 Lavanderia Aqui são tratados todos os tipos de roupas de hospitais, nos seus diversos níveis de contaminação. Para esta área específica, se torna necessário um fluxograma de trabalhos com a finalidade de se evitar a transmissão de microorganismos através das roupas contaminadas.

34 Central de Esterilização A central de esterilização é o setor onde é esterilizado todo o instrumento médico-cirúrgico. É comum, nos grandes hospitais, a utilização de um ou mais métodos na esterilização, tais como: calor úmido, (ebulição), calor seco (ar quente), óxido de etileno e também o método a frio, com a utilização de produtos químicos.

35 Pronto Socorro – Emergência Área de recebimento e triagem de pacientes chegadas ao hospital em emergência. Geralmente são pacientes que requerem cuidados imediatos, principalmente, na assepsia e curativos, tendo em vista serem traumatizados ou politraumatizados.

36 Centrais de Compras/Almoxarifado/Farmácia De acordo com o tamanho e segundo à entidade mantedora do hospital, existe um ou mais desses setores. Nos grande hospitais, existe um Depósito Central de Abastecimento, isolado do hospital, e este abastece sua farmácia e almoxarifado quando necessário.

37 Áreas hospitalares e tipos de limpeza CRITICAS SEMI CRITICAS NÃO CRITICAS PRÉ OPERATÓRIA CONCORRENTETERMINAL

38 Obrigado!!! Familía Bralimpiana Visite nosso site: Telefone: (11)


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