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DAVID DOUEK, LEED AP Diretor de Desenvolvimento 08/10/2013 EXCELÊNCIA E SUSTENTABILIDADE EM O&M LEED EB O&M.

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1 DAVID DOUEK, LEED AP Diretor de Desenvolvimento 08/10/2013 EXCELÊNCIA E SUSTENTABILIDADE EM O&M LEED EB O&M

2 Quem Somos A OTEC é uma empresa de consultoria que trabalha pela melhoria do desempenho do ambiente construído. Apoiada na responsabilidade ambiental e social, busca soluções que tragam o retorno financeiro, direto e indireto. As áreas de atuação da empresa são: Desempenho do ambiente construído. Engenharia de Sistemas Prediais. Qualidade. Certificações e Normas. Pesquisa & Desenvolvimento.

3 LEED – Operação e Manutenção A certificação LEED para operação e manutenção tem por objetivo maximizar a eficiência de suas operações e minimizar o impacto no meio ambiente. L eadership in E nergy and E nvironmental D esign

4 Benefícios de uma Operação e Manutenção Sustentável Fonte: USGBC 20% DE MELHORA NAS PROVAS ESCOLAS AUMENTO NA PRODUÇÃO MANUFATURAS AUMENTO DE PRODUTIVIDADE DE 2-16% ESCRITÓRIOS AUMENTO DE VENDAS POR METRO QUADRADO COMÉRCIO PACIENTES DEIXAM O HOSPITAL MAIS CEDO HOSPITAIS DIMINUIÇÃO SIGNIFICATIVA DAS ABSTENÇÕES

5 Benefícios de uma Operação e Manutenção Sustentável 21 % Uso de Água 25 % Emissões Gases Efeito Estufa 65 % Resíduos 42 % Eletricidade Fonte: USGBC

6 Operação e Manutenção Sustentável REDUÇÃO NOS CUSTOS operacionais

7 Benefícios de uma Operação e Manutenção Sustentável Siemens Anhanguera EXTENSÃO DA VIDA ÚTIL Edifício Chicago Holabird & Roche Fonte:

8 Benefícios de uma Operação e Manutenção Sustentável VÍDEO CCP “Reduzimos cerca de 30% a necessidade de limpeza das áreas internas”. “O tempo de vacância diminuiu depois da certificação LEED para Operação e Manutenção”. Edifício JK Financial Center 2000 Sandro Zanetti, BRC Propriedades Bern Siegel, BRC Propriedades

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10 Certificação é o Prêmio para a Gestão de Excelência Edifício JK Edifício Faria Lima Square

11 Categorias e Critérios SS – captação de águas pluviais Exemplo AMCHAM Foto dos Reservatórios construídos para captação de águas pluviais Caixa de água de reuso

12 Categorias e Critérios Exemplo AMCHAM MR – auditoria e destinação correta de resíduos

13 Categorias e Critérios IEQ – proibição do fumo IEQ – limpeza (produtos, equipamentos e procedimentos adequados). Exemplo AMCHAM Produto de limpeza com baixo impacto. Proibido fumar em qualquer dependência da AMACHAM. Equipamento de limpeza com baixo impacto.

14 Categorias e Critérios IEQ - Capachos Exemplo AMCHAM Capacho em todas as entradas

15 Categorias e Critérios EA – Submedidores de Energia Exemplo AMCHAM Quadro de Submedidores de Energia

16 AUDITORIA DE ENERGIA Gestão de Energia  Melhorar desempenho  Reduzir custos de operação  Eliminar desperdício  Otimizar sistemas  Gerenciar energia

17 Histórico de Consumo Consumo em MJ

18 Auditoria e Medição Mapeamento de Energia em Indústria

19 Auditoria e Medição Levantamento em edifícios comerciais e indústrias

20 Auditoria e Medição Levantamento em edifícios comerciais e indústrias

21 Análise dos Equipamentos Excesso de corrosão nos equipamentos

22 Desperdício de Energia Falta de manutenção nas tubulações Sistema de vapor sem retorno para água de condensado

23 Escopo da ISO O standard internacional exige que uma organização: Estabeleça, implemente, mantenha e melhore um sistema de gestão de energia Assuma uma aproximação sistemática Obtenha melhoria continuada de eficiência energética e conservação de energia. Entender consumos de energia Priorizar melhorias Avaliar custo-benefício e payback

24 Escopo da ISO Impõe requisitos no fornecimento de energia e consumo: Medição, Documentação e registro, Desenho e práticas de aquisições de sistemas e equipamentos de uso de energia, Processos e pessoal. Aplicável naqueles fatores que podem ser monitorados e influenciados pela organização. Não especifica um critério específico de desempenho no que diz respeito ao consumo de energia. Projetado para ser utilizado de forma independente, no entanto pode ser alinhado ou integrado com outros sistemas de gestão (ISO9001 e 14001). É aplicável a todas as organizações.

25 Mapeamento de energia em Indústria IDMedida Custo de implantação (R$/ano) Economia de energia (kWh/ano) Economia de demanda (kW) Economia manutenção (R$/ano) Economia total (R$/ano) G1Contração de Gerente de Energia ,00 (fonte: CREA) ---- G4Troca dos compressoresRealizado G5 Manutenção das linhas de ar comprimido ,00 R4 Aumento da temperatura da água gelada ,0189, ,00 R5Substituição dos Splits ,46 R6Água de resfriamento no processo ,00 R7Troca dos chillersR$800,00/TR , ,00 C1Ar externo para renovação.Pré-requisito (IEQp1) C5Troca dos filtros ,44, ,00 C6Limpeza de serpentinas ,22, ,00 V2Linhas de retorno para condensado ,0212, ,00 V4Eliminar uso de BPFRealizado V5Redução da pressão do vapor ,070, ,00 V6Utilização do economizador na caldeira ,0127, ,00 V7 Utilização da purga para aquecer água (chuveiro) ,06, ,00 V8Aproveitamento do Metano da ETE ,0222, ,00 V9Sistema de Cogeração vapor/eletricidade Elevado ,00

26 Como chegar lá Processo de Certificação LEED

27 Facilities sustentável relações humanas; gestão de áreas verdes; gestão de compras; gestão de resíduos; uso racional de água; gestão de pragas; Facilities Limpeza Suporte Eficiência Propriedade Manutenção Segurança gestão de limpeza; gestão de energia; benchmarking; normas e manutenção; gases de efeito estufa; certificações. Treinamento Gestor de Facilities

28 tecnologias de climatização e eficiência; iluminação eficiente; sistemas de automação predial; motores, bombas e elevadores; energia renováveis; cálculos de payback; financiamento de projetos e eficiência energética; normas e manutenção; gases de efeito estufa (GHG) de energia e refrigerantes; estudos de caso. Facilities Treinamento Gestor de Facilities geração de energia e rede brasileira; análise tarifárias, mercado livre; qualidade de energia; sistema de monitoramento: software e hardware; M &V, medição; benchmarking; ISO50001; auditoria de energia;

29 DAVID DOUEK, LEED AP Diretor de Desenvolvimento OBRIGADO!


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