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DIGNIDADE HUMANA PROF. NISON. Ó Deus Pai e Criador, em vós vivemos, nos movemos e somos! Sois presença viva em nossas vidas, pois nos fizestes à vossa.

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1 DIGNIDADE HUMANA PROF. NISON

2 Ó Deus Pai e Criador, em vós vivemos, nos movemos e somos! Sois presença viva em nossas vidas, pois nos fizestes à vossa imagem e semelhança. Proclamamos as maravilhas de vosso amor presentes na criação e na história. Por vosso Espírito, tudo renasce e ganha vida.

3 Nosso egoísmo muitas vezes desfigura a obra de vossas mãos, causando morte e destruição. Junto aos avanços, presenciamos tantas ameaças à vida. Que nesta quaresma acolhamos a graça da conversão, tornando-nos mais atentos e fiéis ao Evangelho.

4 Vosso Filho Jesus Cristo, crucificado ressuscitado, nos confirma que o amor é mais forte que a morte. Como seus discípulos queremos escolher a vida. Que o compromisso de nossa fé nos leve a defender e promover a vida no seu início, no seu crescimento e também no seu declínio.

5 Maria, Mãe da vida, que protegeu e acompanhou seu Filho, da gestação à ressurreição, interceda por nós, Amém!

6 Documento de Aparecida Escolha da VIDA como seguimento de Jesus 9.7 – A vida é presente gratuito de Deus, dom e tarefa que devemos cuidar desde a concepção, em todas as suas etapas, até `morte natural, sem relativismos. Luta contra a cultura de morte DI4. A vida nova de Jesus Cristo atinge o ser humano por inteiro e desenvolve em plenitude a existência humana em sua dimensão pessoal, familiar, social e cultural

7 Objetivos Específicos Desenvolver uma concepção de pessoa capaz de fundamentar adequadamente, sem reducionismos, as ações em defesa da vida humana. Antropologia integral Ser humano como um todo

8 Objetivos Específicos Fortalecer a família como espaço primeiro da defesa da vida, através da maternidade e da paternidade responsáveis, do acolhimento aos idosos, doentes e sofredores.

9 Objetivos Específicos * Fomentar a cultura da vida, através da educação, para o desenvolvimento pleno da afetividade * Desenvolver nas pessoas a consciência crítica diante das estruturas que geram a morte e promovem a manipulação e comercialização da vida humana. * Propor e apoiar políticas públicas que garantam a promoção e defesa da vida.

10 O documento segue o famoso método

11 1ª Parte

12 ENTRE A CULTURA DA VIDA E A CULTURA DA MORTE

13 A PESSOA HUMANA E A CULTURA DA MORTE Um olhar integral sobre a pessoa humana Desejo de felicidade unitária ou fragmentada Consciência pessoal e dignidade humana Desejo de liberdade

14 A PESSOA HUMANA E A CULTURA DA MORTE Os valores da cultura da morte –Autonomia do indivíduo –Êxito, sucesso individual –Redução da participação política e social –Valor utilitarista da pessoa humana –Consumismo, egoísmo, materialismo e imediatismo

15 A PESSOA HUMANA E A CULTURA DA MORTE Os desafios da ciência e das novas tecnologias –Ciências e interesse de mercado –Ciências dependentes de novas tecnologias –Pesquisa e violação de direitos humanos –Muitas promessas e poucos resultados

16 A PESSOA HUMANA E A CULTURA DA MORTE Um olhar sobre a juventude –Pobreza, exclusão, alienação e suicídio –Crise familiar, carências e conflitos emocionais

17 VIDA, AFETIVIDADE E SEXUALIDADE Os tempos atuais e o papel da sexualidade na vida humana 1. Satisfação de necessidades e prazeres 2. Luta entre prazer e repressão 3. Sublimação ou contestação de valores 4. Liberdade sexual como exigência de mercado 5. Compromisso entre afetividade e sexualidade

18 Afetividade, sexualidade, contracepção, prevenção e defesa da vida 1. Liberdade sexual gravidez indesejada 2. Métodos de prevenção de gravidez. 3. Visão tecnicista da realidade e da pessoa 4. Educação, grupo social, fatores econômicos e perda do sentido da sexualidade 5. Valorização da pessoa e da fidelidade

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20 A origem da vida Fecundação Relações entre mãe e filho Identidade de cada pessoa O aborto Interrupção da gravidez até a 20 a ou 22 a Semana Provocado ou espontâneo No Brasil é crime: Art 128 do Código Penal

21 O aborto e a saúde pública Causa de mortes O discurso: milhares de mortes por ano causadas por abortos clandestinos Datasus – provavelmente entre 70 e 108 Altos custos com curetagens O discurso: 230 mil internações por ano Datasus – este dado refere-se a todos os casos e não apenas os de aborto clandestino Curetagem custa mais barato que aborto

22 Argumento: alto número de abortos clandestinos justificam a lei Resposta: a ética não é determinada pelo número de casos. Ex: mundo das drogas Argumento: em alguns casos, melhor para a criança e para a mãe Resposta: para a mãe, o aborto traz problemas e para a criança, a morte nunca é o melhor O problema do machismo O aborto como mal necessário

23 O financiamento externo para a liberação do aborto O desejo de ter filhos e a reprodução assistida (o bebê de proveta) As células tronco A eugenia, seleção de sexo e o projeto dos pais em relação aos filhos

24 2ª Parte

25 Deus indica o caminho da vida A VIDA, DOM DE DEUS A beleza da vida nos conduz a Deus A vida é sempre um bem

26 A criação nos revela Deus O ser humano é a maior expressão do bem que é a vida

27 Compreensão à partir de Gênesis Capaz de refletir sobre si e sobre o mundo Ser livre e em relação Intimidade, consciência, liberdade e auto- transcendência Chamado à comunhão e à reciprocidade Relações homem-mulher

28 O próprio Deus indica o caminho da felicidade e da vida Amar a Deus e andar em seus caminhos Decisão incondicional a favor da vida Fé em Jesus Cristo O Ressuscitado venceu a morte

29 Encontro com Cristo = escolher a VIDA! Bom Pastor Jesus, o Bom Pastor, quer nos comunicar a sua vida e se colocar a serviço da vida. Doc. Aparecida 353 Uma postura de acolhida O Bom Pastor se coloca a serviço da vida Aproxima-se de todos

30 DISCERNIMENTO ENTRE OS CAMINHOS DA VIDA E OS CAMINHOS DA MORTE sobre a pessoa humana diante dos avanços das ciências diante da esterilidade conjugal diante da gestação indesejada diante da manipulação do embrião diante da vida afetivo-sexual diante da pobreza diante da violência diante do sofrimento diante da morte

31 3ª Parte

32 Agir em defesa da vida! Quando pensamos em ações em defesa da vida, é importante que nos livremos de qualquer redução moralista do tema, olhando-o em sua globalidade e a partir da experiência de nosso pertencer a Cristo.

33 CONSCIENTIZAR E AGIR PARA DESENVOLVER A VIDA Renovar a consciência da cultura da vida nas comunidades cristãs Interrogações em âmbito eclesial Discutir os problemas fundamentais da vida Ser voz de quem não tem voz Superação do individualismo e do subjetivismo Superação de antropologias reducionistas

34 CONSCIENTIZAR E AGIR PARA DESENVOLVER A VIDA Conscientizar através de uma educação afetivo- sexual integral Conscientizar para o valor da família Incentivar a reflexão nos ambientes acadêmicos, científicos e técnicos Atuar junto aos meios de comunicação social

35 AÇÕES DA COMUNIDADE PARA DEFENDER A VIDA Acolher a gestante em dificuldade e seu filho Apoiar os menores em situação de risco Trabalhar junto às pastorais desenvolvendo a ação em defesa da vida

36 A TRANSFORMAÇÃO DAS ESTRUTURAS VISANDO UMA VIDA DIGNA PARA TODOS

37 As obras de caridade e a defesa da vida –As obras da Igreja –As obras do poder público –As ONGs –As instituições particulares –Princípio da subsidiariedade

38 Políticas públicas, participação política e defesa da vida Respeito à vida Criar condições para vida digna e justa para todos A salvaguarda da Paz

39 Gesto Concreto VER NA SALA DE AULA. QUAL SERA O GESTO DA SALA PARA COM REALIDADE TRABALHO EM GRUPO PARA APRESENTAR O TRABAHO

40 Com carinho, desenhei este planeta; Com cuidado, plantei nele o meu jardim. Com alegria, eu sonhei um paraíso, Para a vida, dom de amor que não tem fim.

41 Ponho, então, à tua frente Dois caminhos diferentes: Vida e morte, escolherás! Sê sensato: escolhe a vida!

42 Ponho, então, à tua frente Dois caminhos diferentes: Vida e morte, ódio e paz. Sê sensato: escolhe a vida! Parte o pão, cura as feridas! Sê fraterno e viverás. Fiz o homem e a mulher à minha imagem; Por amor e para o amor eu os criei. Com meu povo celebrei uma Aliança. O caminho da justiça eu ensinei.

43 Com tristeza vejo a vida desprezada, Nos meus filhos e em toda a natureza. Me entristece tantas vidas abortadas, Dói em mim a violência e a pobreza.

44 Pelas margens desta vida há tanta gente Que implora por justiça e dignidade. Respeitar, cuidar da vida é o que te peço; Vai! Transforma a tua fé em caridade!

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