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MICROFINANÇAS E CORRESPONDENTES NO PAÍS São Paulo, 15 de outubro de 2009.

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1 MICROFINANÇAS E CORRESPONDENTES NO PAÍS São Paulo, 15 de outubro de 2009

2 Agenda Microfinanças Correspondentes no País Projeto Inclusão Financeira

3 Abertura de conta- corrente e poupança Contratação de seguros Concessão de créditos Prestação de serviços MICROCRÉDITO MICROFINANÇAS

4 Bancos Comerciais ou com Carteira Comercial e a Caixa Econômica Federal Lei /03 Instituições Financeiras Oficiais Bancos Comerciais ou com Carteira Comercial Cooperativas de Crédito Agências de Fomento Sociedades de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte Agentes sujeitos à supervisão do Banco Central do Brasil Lei /05

5 MICROFINANÇAS - BANCOS Bancos Comerciais ou Múltiplos com Carteira Comercial Atividade típica Captação de depósitos à vista Possibilidades de atuação Atuação direta Carteira Especializada Por intermédio de correspondentes Repasses para outros Bancos, SCMs, Agências de Fomento ou Cooperativas de Crédito

6 MICROFINANÇAS NO BRASIL – DIAGNÓSTICO PROBLEMAS Altos custos fixos dos bancos Grande território e distribuição heterogênea da população e da atividade econômica PONTOS POSITIVOS Concorrência por escala entre os grandes bancos de varejo Tecnologia que permite conexão imediata com todo o país Utilização de correspondentes reduz o custo da prestação de serviços

7 MICROFINANÇAS - BANCOS Veículos Utilizados  Agências  Correspondentes  Postos tradicionais e eletrônicos  Telefonia Móvel (Mobile Bank)  Internet (Internet Bank) DEPENDÊNCIASFÍSICAS

8 Cenário Atual – nº de dependências Evolução do nº de correspondentes em relação ao nº de agências

9 MICROFINANÇAS – CORRESPONDENTES NO PAÍS Correspondentes Do ponto de vista social Uma das formas mais promissoras de atendimento às populações com baixo IDH, especialmente as mais distantes dos grandes centros Do ponto de vista econômico Importante canal de acesso das instituições financeiras a mercados específicos

10 CORRESPONDENTES Modelo Brasileiro Acordo ou contrato feito entre instituições financeiras e pessoas jurídicas para a prestação de serviços financeiros em seu nome. A responsabilidade sobre serviços e produtos financeiros distribuídos, qualquer que seja o veículo utilizado, é sempre de uma instituição financeira regularmente autorizada a funcionar e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil

11 CORRESPONDENTES Vantagens do Modelo PARA O BANCO CENTRAL acesso integral e irrestrito, por intermédio da instituição financeira, a todas as informações, dados e documentos relativos à empresa contratada para distribuição dos serviços, ao terceiro substabelecido e aos serviços por esses prestados PARA OS CONSUMIDORES garantia de uma instituição financeira supervisionada pelo Banco Central responsável pelos serviços oferecidos

12 CORRESPONDENTES BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE Para a Instituição Financeira recebimento de tarifas por transação aumento do fluxo de pessoas fidelização do cliente capacitação dos empregados conveniência e referência aumento da cobertura geográfica menores investimentos e menores custos operacionais de manutenção mesma tecnologia para efetivação das transações Para o correspondente

13 CORRESPONDENTES – BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE Para a População desenvolvimento da economia local ampliação da oferta de serviços financeiros à população de baixa renda aumento da arrecadação incentivo da poupança nacional resgate da cidadania fomento a novos empreendedores atendimento no próprio município maior flexibilidade de horário melhoria das condições de obtenção de crédito, poupança e produtos financeiros maior comodidade para pagamento de contas inclusão social Para o País

14 CORRESPONDENTES NO BRASIL DIVERSIDADE COMUNS Correios Lotéricas Supermercados Farmácias Lojas de departamentos Outros ramos varejistas Cartórios Ônibus Instituições de Ensino

15 Cenário Atual – volume de transações Fonte: Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos do Banco Central (Deban)

16 Cenário Atual – volume de transações Fonte: Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos do Banco Central (Deban)

17 Cenário Atual – volume de transações Canais de Acesso - Saques Fonte: Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos do Banco Central (Deban)

18 Cenário Atual – Serviços prestados Serviços prestados - nº de pontos de atendimento em 1º ): I – Abertura contas II – Movimentação contas III – Receb./Pagamentos IV – Ordens Pagamento V – Pedido Empréstimo VI – Análise crédito VII – Cobrança Fonte: Banco Central do Brasil

19 Bancarização Municípios sem acesso a serviços financeiros Source: Soares and Melo Sobrinho, 2008

20 Correspondentes no País Experiência em Autazes - AM 114 km de Manaus AM 14 horas de barco 30 mil habitantes acesso por barco ou avião

21 Por que o modelo brasileiro de correspondentes é bem sucedido? Estabilidade financeira, uma indústria bancária sólida e modernos sistemas de pagamento são pré-condições para uma estrutura regulamentar sensível a processos novos ou não- convencionais de distribuição de serviços financeiros de maneira segura e eficiente Forte suporte político para viabilizar ou facilitar o acesso a serviços financeiros pela população desbancarizada CONFIANÇA NO MODELO !!!

22 CORRESPONDENTES - CONCLUSÕES O contínuo crescimento no número de correspondentes contratados e o aumento do volume de operações processadas por esses correspondentes ao longo dos últimos anos, são provas da confiança que o sistema financeiro brasileiro e seus consumidores depositam no modelo Do ponto de vista social, os correspondentes representam o instrumento mais eficaz de acesso a populações mais distantes dos grandes centros urbanos ou que ocupam a periferia das metrópoles

23 CORRESPONDENTES CONCLUSÕES Do ponto de vista econômico, representam um importante canal de acesso das instituições financeiras a mercados específicos, aproveitando as sinergias existentes, e com menor custo A expansão da figura do correspondente no sistema financeiro brasileiro representa uma forma criativa de incentivo à bancarização e que tem propiciado melhorias na vida das pessoas que vivem em comunidades mais carentes

24 PROJETO ESTRATÉGICO INCLUSAO FINANCEIRA Objetivos do Projeto: Diagnóstico do setor microfinanceiro no Brasil – pontos fortes e fragilidades Articulação dos stakeholders – estruturação da rede de competências

25 PROJETO ESTRATÉGICO INCLUSAO FINANCEIRA Ações Principais: Designação de equipe exclusiva Formação do Comitê de Inclusão Financeira do Banco Central Realização do I Fórum do Banco Central sobre Inclusão Financeira

26 OBRIGADO Eduardo Ferrari de Araujo Coordenador do Departamento de Supervisão de Bancos e Conglomerados Bancários – Desup Integrante da Equipe Técnica do Projeto de Inclusão Financeira do Banco Central do Brasil OBRIGADO Eduardo Ferrari de Araujo Coordenador do Departamento de Supervisão de Bancos e Conglomerados Bancários – Desup Integrante da Equipe Técnica do Projeto de Inclusão Financeira do Banco Central do Brasil


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