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Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade Nota sobre a Educação da Sexualidade Livro p. 28 a 43.

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1 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade Nota sobre a Educação da Sexualidade Livro p. 28 a 43

2 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade A é um dos núcleos estruturantes e essenciais da personalidade humana, que não se reduz a alguns momentos e comportamentos, mas é um complexo que se integra no pleno e global desenvolvimento da pessoa. A Sexualidade é um dos núcleos estruturantes e essenciais da personalidade humana, que não se reduz a alguns momentos e comportamentos, mas é um complexo que se integra no pleno e global desenvolvimento da pessoa.

3 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade A tem uma dimensão psicológica, que se exprime A Sexualidade tem uma dimensão psicológica, que se exprime: Em emoções e sentimentos, Na evolução com a maturidade e a experiência, Na influência sobre o auto-estima, Na variedade das suas expressões afectivas, No sentido em que proporciona segurança e comunicabilidade interpessoal.

4 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade A tem uma dimensão social, uma vez que os encontros e desencontros de uma relação contribuem para amadurecer, em cada homem ou mulher, A Sexualidade tem uma dimensão social, uma vez que os encontros e desencontros de uma relação contribuem para amadurecer, em cada homem ou mulher, dinamismos de doação, de entrega, de abertura aos outros e ao mundo.

5 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade O amor como entrega.

6 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade O homem é criado à imagem e semelhança de Deus, e o próprio Deus é. de Deus, e o próprio Deus é amor. A vocação ao amor é aquilo que faz do homem a autêntica imagem de Deus.

7 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade O homem torna-se O homem torna-se semelhante na medida a Deus na medida em que se torna alguém que ama

8 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade Entender-se como Entender-se como pessoa humana criada por amor e com a missão de amar é a premissa essencial para alguém atingir a plenitude da realização humana.

9 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade A tem uma ligação profunda com o amor e só nele encontra A Sexualidade humana tem uma ligação profunda com o amor e só nele encontra o seu verdadeiro sentido.

10 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade O é homem e mulher... Sexualmente diferenciados e complementam-se numa relação de amor. O ser humano é homem e mulher... Sexualmente diferenciados e complementam-se numa relação de amor.

11 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade Na, Na referência a Deus, o homem e a mulher encontram o modelo da comunhão perene, modelo da comunhão perene, ideal sempre a atingir a partir da vivência quotidiana da sua relação.

12 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade A A educação da Sexualidade não se resume a informação sobre os mecanismos corporais e reprodutores.

13 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade A não se reduz A Sexualidade não se reduz à dimensão física com vista à prevenção contra: o contágio de doenças sexualmente transmissíveis o contágio de doenças sexualmente transmissíveis o surgimento de gravidezes indesejadas. o surgimento de gravidezes indesejadas.

14 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade Separar a dimensão do amor, do compromisso e dos valores é deturpar o. Separar a dimensão do amor, do compromisso e dos valores é deturpar o sentido da Sexualidade. Abre-se caminho à vivência da liberdade sem responsabilidade, pela ausência de critérios éticos, e à aceitação, por igual, de múltiplas manifestações da Sexualidade.

15 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade A deve ser orientada, elevada e integrada pelo amor, o único que a torna verdadeiramente humana. A Sexualidade deve ser orientada, elevada e integrada pelo amor, o único que a torna verdadeiramente humana. A educação da Sexualidade deve inserir-se no processo global e contínuo da formação da pessoa.

16 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade A é a primeira comunidade responsável pela educação dos filhos. A família é a primeira comunidade responsável pela educação dos filhos. Os pais têm o direito e o dever de educar os filhos.

17 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade Os são o primeiro modelo dos filhos, educando-os através do seu Os pais são o primeiro modelo dos filhos, educando-os através do seu comportamento e atitudes e do clima familiar que existe em suas casas.

18 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade Os devem saber: Os pais devem saber: Preparar-se adequadamente; Preparar-se adequadamente; Dialogar com simplicidade e abertura; Dialogar com simplicidade e abertura; Esclarecer e Orientar; Esclarecer e Orientar; Testemunhar valores; Testemunhar valores; Viver com equilíbrio e sentido; Viver com equilíbrio e sentido; Lutar por manter a fidelidade; Lutar por manter a fidelidade; Comprometer-se matrimonialmente; Comprometer-se matrimonialmente; Assumir a educação dos filhos. Assumir a educação dos filhos.

19 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade A é subsidiária da família e compete à família decidir as orientações educativas básicas que deseja para os seus filhos, decorrentes dos seus valores, crenças e quadro cultural. A escola é subsidiária da família e compete à família decidir as orientações educativas básicas que deseja para os seus filhos, decorrentes dos seus valores, crenças e quadro cultural. Do dever de escolher a educação adequada para os seus filhos, decorre, para a família, o direito de cooperar no planeamento da educação da Sexualidade na escola...

20 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade : Tarefa do Estado: «defender os direitos e deveres educativos dos pais e apoiar as instituições que os completem na responsabilidade da educação»; «defender os direitos e deveres educativos dos pais e apoiar as instituições que os completem na responsabilidade da educação»; «completar a tarefa e missão educativa dos pais, sem, todavia, contrariar os seus legítimos e justificados desejos». «completar a tarefa e missão educativa dos pais, sem, todavia, contrariar os seus legítimos e justificados desejos».

21 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade Aos requer-se: Aos educadores requer-se: Competências científicas Competências pedagógicas Maturidade afectiva Maturidade humana Fidelidade aos Valores Só assim, poderão merecer a indispensável confiança por parte das famílias.

22 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade A integração da educação da Sexualidade na deve garantir: A integração da educação da Sexualidade na organização curricular deve garantir: A qualidade formativa dos docentes, A qualidade formativa dos docentes, A colaboração de organizações exteriores, A colaboração de organizações exteriores, A divulgação antecipada dos projectos, A divulgação antecipada dos projectos, A clarificação das perspectivas, A clarificação das perspectivas, O direito de opção das famílias, O direito de opção das famílias, A dignidade de tratamento. A dignidade de tratamento.

23 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade Contribuir para a educação da Sexualidade das crianças, dos adolescentes e dos jovens é uma de todos os cidadãos. Responsabilidade de todos os cidadãos. Apelamos à participação de todos os cristãos: famílias, educadores e jovens.

24 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade «, pois, sem vos deixardes desencorajar pelas dificuldades que encontrais (…) Hoje, um obstáculo particularmente insidioso na obra educativa é constituído pela presença massiva na nossa sociedade e cultura, daquele relativismo que, ao não reconhecer nada como definitivo, tem como última medida apenas o próprio eu com os seus apetites, e, sob a aparência de liberdade, torna-se para cada um uma verdadeira prisão.» «Continuai, pois, sem vos deixardes desencorajar pelas dificuldades que encontrais (…) Hoje, um obstáculo particularmente insidioso na obra educativa é constituído pela presença massiva na nossa sociedade e cultura, daquele relativismo que, ao não reconhecer nada como definitivo, tem como última medida apenas o próprio eu com os seus apetites, e, sob a aparência de liberdade, torna-se para cada um uma verdadeira prisão.» Papa Bento XVI

25 Paulo SNEC Nota sobre a Educação da Sexualidade bondade vidarelações validadeempenho comum «Não é possível, assim, uma verdadeira educação: sem a luz da verdade, mais cedo ou mais tarde, cada pessoa é condenada a duvidar da bondade da sua própria vida e das relações que a constituem, da validade do seu empenho em construir com os outros qualquer coisa em comum» Papa Bento XVI


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