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COLETA E IDENTIFICAÇÃO DE VESTÍGIOS BIOLÓGICOS. Evidência material pode ser qualquer elemento produzido durante a execução de um crime e coletado. Provém.

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1 COLETA E IDENTIFICAÇÃO DE VESTÍGIOS BIOLÓGICOS

2 Evidência material pode ser qualquer elemento produzido durante a execução de um crime e coletado. Provém informações objetivas e confiáveis, enquanto os outros tipos de prova (testemunhas, confissões) tem confiabilidade limitada. Exame do local de crime.

3 Reconhecimento, coleta, documentação, preservação e transporte: partes fundamentais do trabalho. DNA Forense é usado na esfera criminal (investigação criminal) e na esfera civil (investigação de paternidade). Qualquer tipo de tecido ou fluido biológico pode ser utilizado como fonte de DNA (células – tanto núcleo quanto mitocôndrias).

4 As evidências localizadas em cenas de crime devem ser fotografadas (esquemas e relatórios) antes de tocadas ou movidas. Ao receber as amostras, o laboratório forense deve verificar e registrar a presença e o estado do empacotamento, dos selos e etiquetas. Os dados sobre a evidência devem ser verificados. Caso se realize algum teste preliminar no material, este procedimento deve ser registrado.

5 Perfil de DNA ou Perfil Genético: identificação individual. DNA: sequência disposta nos cromossomos. A análise de DNA tem como objetivo diferenciar um indivíduo de outro.

6 P RINCIPAIS MATERIAIS SUBMETIDOS A EXAME DE DNA : Sangue e manchas de sangue; Sêmen e manchas de sêmen; Fios de cabelo; Tecidos, ossos e órgãos; Urina, saliva e fezes. Deve-se ressaltar que somente células nucleadas servem para genotipagens de DNA nuclear (Lee et al., 1991).

7 COLETA DE AMOSTRAS: Sangue Sangue ainda líquido pode ser removido com o auxílio de uma seringa descartável, conta-gotas, sempre estéreis, e transferido para um tubo de laboratório, também estéril. Quando seco, deve ser transferido a um recipiente plástico ou vidro utilizando-se uma espátula esterilizada. Pode-se coletar o material com hastes flexíveis com pontas revestidas de algodão estéril (swab).

8 Quando se tratar de coletas de sangue de pessoas, o procedimento deve ser executado por pessoal médico. Manchas de sangue depositadas em peças de vestuário, lençóis e outros objetos que podem ser removidos para o laboratório devem ser isoladas e transportadas na forma em que estão. Quando estas manchas estão localizadas sobre objetos maiores que não podem ser removidos por inteiro ao laboratório, a região contendo o material deve ser cortada para envio ao laboratório.

9 Quando estes materiais se encontram sobre superfícies que não podem ser recortadas, tais como paredes e peças metálicas, o material deve ser documentado conforme supracitado e as manchas raspadas com uma ferramenta apropriada e limpa de contaminantes. Cada material obtido a partir de uma secção individual deve ser acondicionado individualmente.

10 V ERIFICAÇÃO DE SANGUE NA MANCHA : Reações de orientação:  Teste da benzidina;  Teste da fenolftaleína;  Teste da leucobase malaquita;  Teste do Luminol. Reações de certeza:  Teste morfológico (presença de hemácias),  Teste de cristalização. Reações específicas:  Teste de precipitação. Reações de identificação individual:  Provas individuais (fatores A, B, O),  DNA.

11 Sêmen Manchas de sêmen depositadas em peças de vestuário, lençóis e outros objetos que podem ser removidos para o laboratório devem ser isoladas e transportadas na forma em que estão. Ao se coletar material presente em vítimas de abuso sexual, os procedimentos devem ser realizados pelo médico legista.

12 Sinais de orientação:  Forma: irregular.  Cor: branca ou amarelo-citrino.  Consistência: sofre coagulação, permitindo, quando a mancha se encontra em suporte de tecido, identificação pelo aspecto de pano gomado.

13 V ERIFICAÇÃO DE SÊMEN : Sinais de probabilidade:  Cristais de Florence,  Cristais de Barberio,  Fosfatase ácida. Provas de certeza:  Prova de Corin-Stockis,  Soro antiesperma. Provas individuais.

14 Manchas de leite:  Forma: bem delimitada.  Cor: amarelada. Reação específica: soroprecipitação. Individualização.

15 Saliva:  Forma: irregular.  Cor: amarelada ou esbranquiçada. Reações químicas:  Pesquisa de sulfocianeto,  Pesquisa de ptialina. Individualização.

16 Tecidos, fios de cabelo, órgãos e ossos Este tipo de material pode ser coletado com o auxílio de instrumentos como bisturis e pinças, sempre estéreis. Cada item deve ser acondicionado separadamente, selado e identificado.

17 Saliva, urina e outros fluidos corporais Amostras de urina ou saliva na forma líqüida devem ser transferidas para garrafas plásticas ou de vidro estéreis. Preferencialmente, o material deve ser isolado de fontes de luz e armazenado em refrigerador. Se as amostras estiverem na forma de manchas, pode-se proceder conforme descrito para manchas de sangue e sêmen.

18 C OMUM A TODAS AS AMOSTRAS : Em todos os casos deve-se descrever o estado e aposição da amostra e fotografar. Cada item deve ser acondicionado separadamente, selado e identificado. Para evitar riscos, toda e qualquer evidencia biológica deve ser submetida ao laboratório forense tão rápido quanto possível a fim de evitar a degradação, a mistura e a contaminação do material. Uso de luvas e instrumentos livres de contaminantes para a realização da coleta.

19 C ONSIDERAÇÕES FINAIS : Análise do DNA – 2 vantagens:  Estabilidade química do DNA,  Ocorrência em todas células do organismo humano. Cuidado na coleta, transporte, manipulação.

20 R EFERÊNCIAS : DOLINSKY, L.C.; PEREIRA, L.M.C.V. DNA Forense – Artigo de Revisão. Saúde e Ambiente em Revista, v.2, n.2, p.11-22, DOREA, L.E.C.; STUMVOLL, V.P.; QUINTELA, V. Criminalística – 4ª edição LEE, H.C.; GAENSSLEN, R.E.; BIGBEE, P.D.; KEARNEY, J.J. Guidelines for the Collection and preservation of DNA evidence. J. Forensic Ident., v.41, n.5, p , Revista âmbito jurídico. Coleta, documentação e transferência de evidências biológicas destinadas a testes forenses de DNA. UNODC – Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime. Conscientização sobre o local de crime e as evidências materiais em especial para pessoal não- forense


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