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Gênese do Solo. • AMOLGAMENTO É o fenômeno da perda de resistência de um solo por efeito da destruição de sua estrutura. É o fenômeno responsável pela.

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1 Gênese do Solo

2 • AMOLGAMENTO É o fenômeno da perda de resistência de um solo por efeito da destruição de sua estrutura. É o fenômeno responsável pela formação de lama nos solos argilosos AMOLGAMENTO

3 Fatores de formação do solo

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5 A B C R

6 Processos de formação do solo Remoção Translocação Adição Remoção Adição

7 • ADIÇÃO: aporte de material do exterior do perfil ou horizonte do solo. Ex: areia ou cinzas vulcânicas trazidas de outro local e depositados sobre o perfil.

8 Adição- detalhes • Matéria orgânica (incorporação ao solo); • Chuva; • Vento; • Sedimentação (ligeira); • Antropogênicos: Adubos Biocidas Resíduos Aterros

9 Remoção • REMOÇÃO: o material é removido para fora do perfil. Ex: lixiviação de elementos para o lençol freático, erosão.

10 Transformação • TRANSFORMAÇÃO: o material muda sua natureza química ou mineralógica. Ex: montmorilonita caulinita

11 • Decomposição da matéria orgânica; • Minerais primários em secundários (ruptura da rede cristalina dos minerais primários); • Precipitação; • Dissolução; • Gênese dos minerais de argila;

12 Translocação • TRANSLOCAÇÃO: ocorre quando o material passa de um horizonte para outro, sem abandonar o perfil. Ex: eluviação da matéria orgânica, argila silicatada e óxidos do horizonte A para o B; movimentação de material dentro do perfil em outras direções/iluviação.

13 • Eluviação / iluviação: -Colóides orgânicos - Colóides inorgânicos • Íons vertical para baixo e para cima (crostas salinas: capilaridade + evaporação): • Animais: -Minhocas, cupins formigas; -Tatus, coelhos.

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15 Perdas • Lixiviação; • Erosão; • Antropogênicas: - Erosão acelerada; -Colheita; -Empréstimo de material para construção.

16 Processos específicos • Latolização: remoção de sílica e bases do perfil ( enriquecimento relativo em óxidos de Fe e Al), após transformação (imtemperismo) dos minerais constituintes. Praticamente não há translocação de material para o horizonte B. • Os solos formados por este processo são aqueles com horizonte B latossólico

17 Formação do horizonte B latossólico • Predomínio: - Perdas (bases) -Transformação • Principais horizontes: - B latossólico - B nítico ??? • Principais solos: -Latossolos -Nitossolos??

18 Formação do B latossólico • Características: -Enriquecidos em Fe, Al e seus respectivos óxidos; -Empobrecimento em sílica - Empobrecimento em bases • Áreas sem eventos tectônicos recentes (Brasil Central, África Central, Austrália)

19 Formação do B latossólico • Processo 1: -Formação in situ; - Intensa lixiviação (bases e sílica) • Processo 2 (petroplintitas): - Aporte lateral de ferro em adição ao acumulado pelo intemperismo. • Processo 3: -Transporte e deposição de material pré- intemperizado, com subsequente pedogênese (poligenia). • Linhas de pedra ???

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21 • Solos Neossolos – Solos com B incipiente- Solos com B textural-Solos com B latossólico Mica Caulinita Gibsita ENVELHECIMENTO • AUMENTO EM: DIMINUIÇÃO EM: - Fertilidade Intemperização; - Atividade da fração argila (CTC) Profundidade - Minerais primários intemperizáveis Porosidade - Teor em silte Lixiviação de cátions básicos Fixação de P

22 Principais vantagens e desvantagens de solos novos e velhos para culturas anuais e perenes VantagensDesvantagens Solo Novo Culturas anuaisMenor deficiência de nutrientesMaior infestação de ervas invasoras, Impedimentos à mecanização, Suscetibilidade à erosão. Culturas PerenesMenor deficiência de nutrientes, Menor necesidade de mecanização Alguma restrição ao desenvolvimento do sistema radicular Solo Velho Culturas AnuaisMenor incidência de invasoras, Facilidade de mecanização, Menor erosão Pobreza em nutrientes, Maior custo de produção. Culturas PerenesSistema radicular mais bem desenvolvido, Melhor aproveitamento de água e nutrientes. Pobreza em nutrientes, Maior custo de produção.

23 Tipos de Argilas • Argilas Silicatadas: • Dentro da fração argila (partículas menores que 2 µm), as argilas silicatadas são os constituintes mais comuns em solos de regiões temperadas, ainda não sujeitos a um estágio avançado de intemperismo. • As argilas silicadas são constituídas de duas unidades estruturais básicas. Uma é o tetraedro de sílica, formado por ligações de um átomo de Si a 4 átomos de oxigênio:

24 Tetraedro de Sílica- 1 átomo de Si e 4 de Oxigênio

25 Octaedro de Alumínio- 1 átomo de Al e 6 de Oxigênio

26 Representação esquemática • RETÂNGULO: usado para representar a camada formada pelos octaedros; • Os tetraedros e octaedros juntam-se dando os vários tipos de argila silicatada.

27 Argila 1:1 • 1 tetraedro de sílica + 1 octaedro de alumínio

28 Argila 2:1 2 tetraedros de sílica1 octaedro Alumínio

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30 Caulinita- 1:1 • Caracteriza-se por um arranjo com uma camada de tetraedros e uma de octaedros, ligadas entre si, rigidamente, pelos átomos de oxigênio comuns ás duas camadas, constituindo uma unidade cristalográfica. Unidades assim formadas e rigidamente ligadas entre si por pontes de hidrogênio constituem o grupo das caulinitas ou o grupo das argilas do tipo 1:1. São hexagonais e de tamanho grande, o que condiciona pequena superfície específica

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32 Montmorilonita- 2:1 • Caracteriza-se por unidades constituídas por um arranjo com duas camadas de tetraedros para uma de octaedros, ligadas rigidamente pelos átomos de oxigênio comuns às lâminas. São também denominadas argilas do tipo 2:1. As unidades são frouxamente ligadas entre si por moléculas d'água e cátions presentes na solução, o que permite que a distância entre elas seja variável. Como conseqüência, cátions e moléculas podem se mover entre essas unidades, o que proporciona tanto uma superfície total (a interna mais a externa) como uma superfície específica bem maiores do que para a caulinita.

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34 Ilita- 2:1 • O grupo da ilita, ou mica hidratada, apresenta a mesma organização estrutural que a montmorilonita (tipo 2:1), exceto no que diz respeito às ligações entre as unidades cristalográficas. A existência de "deficit" de carga positiva na camada de tetraedro conduz à existência de excesso de cargas negativas que são neutralizadas, geralmente por íons de K, fortemente retidos entre duas unidades. Essas ligações diminuem intensamente a expansão do material quando sujeito à hidratação. A superfície de adsorção catiônica é, conseqüentemente, menor do que a da montmorilonita.

35 Vermiculita (2:1) • A presença mais freqüente de vermiculita argila silicatada semelhante à montmorilonita, embora não tão expansiva como esta, em solos de regiões temperadas, diz sobre sua menor resistência ao intemperismo, do que a caulinita, por exemplo, tão freqüente em solos de regiões tropicais.

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37 Clorita 2:1 • A clorita difere das demais estudadas por apresentar, além do grupo 2:1 de talco (com unidade cristalográfica similar à da montmorilonita, mas com Mg dominando a camada de octaedros), uma camada adicional de brucita (Mg(OH) 2 ). A superfície específica e a capacidade de troca catiônica são semelhantes às da ilita

38 Argilas não silicatadas • Óxidos de Fe e Al -Al(OH)3 e Fe(OH)3; gibbsita (Al 2 O 3.3H 2 O) e a goethita (Fe 2 O 3.H 2 O) ; • Constituintes da fração argila frequentemente em solos tropicais (caulinita); • A hematita, quimicamente óxido de ferro não hidratado (Fe 2 O 3 ), é outro componente freqüente da fração argila, principalmente de solos tropicais. • Esses óxidos, de maneira geral, são os principais responsáveis pela adsorção aniônica dos solos. O efeito desses óxidos sobre a adsorção de fosfatos em solos tem sido intensamente estudado (Fox et al., 1971; Syers et al., 1971; Leal & Veloso, 1973; Lopes, 1977; Bahia Filho, 1982).

39 Solo e paisagem • A paisagem é a imagem da ação combinada dos fatores de formação do solo, tais como o relevo, os organismos, o material de origem, o clima, ao longo do tempo. É muito importante conhecer a distribuição dos solos na paisagem na execução dos levantamentos de solos (ou pedológicos), e também nos estudos de gênese dos solos. • Nas superfícies mais velhas e estáveis da paisagem (relevo plano ou suavemente ondulado), geralmente, ocorrem os Latossolos, associados ou não com os Neossolos Quartzarênicos.

40 • Nas superfícies mais jovens (relevo mais ondulado ou forte ondulado) encontramos os Argissolos, Luvissolos, Alissolos, Cambissolos, Nitossolos e Chernossolos, e Neossolos Litólicos. • Os Vertissolos ocorrem nas baixadas planas ou no terço inferior das encostas quase planas nas regiões nordeste e sul do Brasil. Enquanto que, principalmente, na faixa litorânea ocorrem os Espodossolos, nos tabuleiros costeiros ocorrem os Latossolos e Argissolos coesos. • No relevo plano de várzea ocorrem os Organossolos e/ou Gleissolos, podendo ocorrer os Cambissolos nos terraços, e Neossolos Flúvicos ao longo dos cursos d'água.

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52 Classificação Brasileira de Solos • Os conceitos do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos da EMBRAPA foram baseados não só no sistema de classificação de solos de BALDWING, KELLOG & THORP de 1938, modificado por THORP em 1949, como também no sistema de classificação da FAO. • Em 1999, a EMBRAPA publicou a primeira edição, depois revisada e ampliada em 2006;

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54 Conceitos • Ácrico: baixa saturação por bases e soma de bases, baixo potencial nutricional, baixa CTC, solo extremamente itemperizado. • Álico: Alta saturação por alumínio; • Alumínico: apresenta alta saturação por Al, se difere do álico por apresentar maior teor de Al no horizonte B

55 • Mesoálico: entre distrófico e álico; • Mesotrófico: entre distrófico e eutrófico; • Alíticos: igual ao álico diferindo pela atividade da argila que é igual ou maior que 20 Cmol c.kg -1

56 Diferenças entre os sistemas de classificação de solos do Brasil e dos Estados Unidos • As principais diferenças entre os sistemas brasileiro e americano de classificação de solos são os seguintes: • Origem dos dados pedológicos brasileiros obedeceu levantamentos generalizados, exploratórios e de reconhecimento; o sistema americano teve origem a partir de levantamentos mais detalhados; • A estrutura do sistema brasileiro foi arquitetada iniciando- se no nível superior (ordem), para os níveis hierárquicos mais inferiores (atualmente o sistema brasileiro contempla o nível de sub grupo). Por outro lado, no sistema americano a hierarquia foi arquitetada do nível mais inferior (série) para os níveis superiores;

57 • No nível hierárquico de sub ordem, o Sistema Brasileiro considera a cor para alguns solos (Latossolo, Nitossolo, Argissolo e Luvissolo). Ao contrário, o sistema americano, dá muito pouca importância a coloração, priorizando o regime de umidade no perfil de solo; • Enquanto que o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos da Embrapa considera o horizonte A como superficial, o Sistema Americano considera o epipedon como o horizonte superficial (A), podendo incluir parte ou todo horizonte B; • Nem todos Latossolos do Sistema Brasileiro correlacionan- se com os Oxisois do Sistema Americano.

58 Sistema Internacional da FAO- Food and Agriculture Organization • A Sociedade Internacional de Ciência do Solo, em 1960, recomendou a publicação da legenda do mapa de solos do Mundo na escala 1: , para representar os solos do globo terrestre como referencial. • Em 1969 foi publicado o primeiro mapa de solos do Mundo com aproximações ao longo do tempo, em 1994 foi publicada com a legenda revisada. • Sem muitas dificuldades, a legenda da FAO permite a transferência dos conhecimentos pedológicos de diferentes países, e contribui para o ensino pedológico do globo terrestre.

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60 Diferenças entre os sistemas de classificação de solos do Brasil e dos Estados Unidos, e da FAO • As informações de solos nos sistemas brasileiro e americano formam feitas com base na hierarquia de ordem, sub ordem, grande grupo, sub grupo, família e série, mas essa hierarquia não é considerada na legenda da FAO, que considera apenas dois níveis.


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