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OS HABITANTES DO PARANÁ •Os indígenas encontrados no Paraná dividiam- se em duas grandes áreas culturais: •Floresta Tropical (Tupi-Guarani): Carijós, Xetás.

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Apresentação em tema: "OS HABITANTES DO PARANÁ •Os indígenas encontrados no Paraná dividiam- se em duas grandes áreas culturais: •Floresta Tropical (Tupi-Guarani): Carijós, Xetás."— Transcrição da apresentação:

1 OS HABITANTES DO PARANÁ •Os indígenas encontrados no Paraná dividiam- se em duas grandes áreas culturais: •Floresta Tropical (Tupi-Guarani): Carijós, Xetás e Tingui. Conheciam a navegação fluvial, a cerâmica, a rede e a agricultura. •Floresta marginal (Gê): Coroado, Botocudo e Kaigangue. Desconheciam a cerâmica e agricultura e eram nômades. •Em comum tinham: flecha, lança e arco. •Influência cultural: farinha de mandioca, erva- mate, culinária e a rede.

2 DIVISÃO DO TERRITÓRIO PARANAENSE •O Parná, em seu litoral norte pertencia à Capitania de São Vicente e o litoral sul à Capitania de Sant’Ana, doadas a Martin Afonso de Souza e Pero Lopes de Souza. •O início da colonização do atual território paranaense foi pelos espanhóis, pois tinham a posse da terra, segundo o Tratado de Tordesilhas. Somente o litoral paranaense pertencia aos portugueses. A COLONIZAÇÃO DO TERRITÓRIO •Os espanhóis fundaram o 1º núcleo de povoamento: a Vila de Ontieros, com Alvar Cabeza de Vaca, em •Mais tarde surgiram outras vilas: Ciudade Real del Guairá e Vila Rica do Espírito Santo. •Objetivos: subordinar e catequizar indígenas e instalar uma saída para o Oceano Atlântico através da Baía de Paranaguá. A mão-de-obra era indígena. •Os padres Jesuítas fundaram as reduções para catequizar os índios, o que foi um sucesso, porque os adelantados (indivíduos encarregados de conquistar as terras ocupadas pelos índios) não estavam conseguindo. Assim, os indígenas eram obrigados a prestar serviços na agricultura conhecidos como “encomienda”, em troca eram catequizados.

3 •REDUÇÕES (ou missões): fundadas através dos jesuítas da Companhia de Jesus. Eram agrupamentos de indígenas dirigida por um missionário, onde todos viviam em terras de uso comunal, aprendiam a trabalhar nas lavouras, na criação de gado, a ler, escrever e eram convertidos à religião cristã. •As reduções foram um sucesso, espalharam-se por todo o território paranaense, passando a forma um total de 13 aldeamento. Os índios fugiam para as reduções onde o trabalho não era forçado. Por isso os Jesuítas passaram a ser mal vistos pelos espanhóis. •As reduções foram destruídas porque faltou mão-de-obra escrava. Os bandeirantes paulistas aprisionavam os índios para vendê-los nas fazendas nordestinas. •Objetivos para a destruição: a) temor da expansão espanhola par o leste; b) aprisionamento de índios; c) procura de metais preciosos. •Destaque para os bandeirantes Raposo Tavares, Manuel Preto e Fernão Dias Paes. •As reduções desapareceram, por isso, o território paranaense ficou abandonado por mais de um século.

4 O LITORAL PARANAENSE •Ocupação: devido a descoberta de ouro na baia de Paranaguá, no início do séc. XVII. •Os bandeirantes, temendo os índios Carijós, fundaram habitações na ilha Cotinga. Depois entraram no litoral e mais tarde surge Paranaguá – 1º núcleo populacional paranaense fundado por portugueses (não esquecer que foram os espanhóis que fundaram o 1º núcleo de povoamento). Em 1648, Paranaguá é elevada à categoria de Vila. CURITIBA •Surge pela descoberta de ouro. Em 1668, Gabriel de Lara ergue o pelourinho e passa a se chamar Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais. •Segundo a lenda, um cacique Tingui (que foi convidado para indicar o melhor lugar para fundar um povoado e manter um bom relacionamento com os indígenas dos arredores), fincou uma vara no chão pronunciando “Coré – etuba i é”: muito pinhão aqui, e dessa expressão originou-se o nome da capital paranaense.

5 A OCUPAÇÃO DO OESTE •No início do séc. XIX, D. João VI manda expedições para ocupar os campos de Guarapuava, que se desenvolvia através da pecuária (a produção era consumida por SP e MG) e também para defender a capitania da ameaça espanhola. TRATADOS E FRONTEIRAS •Os portugueses não respeitaram o Tratado de Tordesilhas, por isso foi preciso acordos: •Tratado de Madri (1750): entre Portugal e Espanha, estabelecendo que a Colônia do Sacramento seria dos espanhóis e a região dos Sete Povos das Missões (que ocupava parte do RS) pertenceria aos portugueses. Ficou apenas no papel. •Tratado de Santo Ildefonso (1777): estabeleceu que a região dos Sete Povos das Missões e a Colônia de Sacramento ficaria com a Espanha, e todas as terras além do Tratado de Tordesilhas ficaria com Portugal. Mas os portugueses acharam desvantajoso e não respeitaram o acordo. •Tratado de Badajós (1801): estabeleceu a atual configuração do território brasileiro, e que a região dos Sete Povos das Missões ficaria com Portugal e a Colônia de Sacramento com a Espanha.

6 OS CAMINHOS E O TROPEIRISMO •Caminho de Peabiru: picadas de acesso dos indígenas, para a travessia do Atlântico ao Pacífico. Saia de São Vicente, litoral paulista, e ia até o Peru. Este caminho contava com várias ramificações, que possibilitavam outras forma de acesso ao interior do Paraná e São Paulo. Utilizado pelos espanhóis, indígenas e pelos bandeirantes. •Caminho de Itupava: ligava Curitiba ao litoral. •Caminho da Graciosa: ligava Curitiba a Morretes. •Caminho do Arraial: ligava São José dos Pinhais a Morretes. •Caminho de Viamão ou Estrada da Mata: ligava Viamão (RS) a Sorocaba (SP). O gado transportado do RS era revendido na feira em Sorocaba e conduzido até Minas Gerais. Através desse caminho Curitiba beneficiou-se por estar num ponto estratégico entre as duas rotas, onde os tropeiros vinham a procura de alimentos. Com esse caminho surgiram as pousadas, e posteriormente, as vilas da Lapa, Ponta Grossa, Piraí do Sul, Palmeira, Jaguariaiva, etc.

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8 A EMANCIPAÇÃO POLÍTICA E ADMINISTRATIVA DO PARANÁ •Com a junção das capitanias de São Vicente e Santo Amaro, formou-se a capitania de São Paulo. Como era muito grande, foi dividida em duas: uma no Sul, com sede em Paranaguá e outra ao Norte, com sede em São Paulo. Em 1821, formou-se um movimento separatista com Bento Viana, mas fracassou. Somente em o Paraná consegue sua emancipação política, com D. Pedro II. Nascia a Província do Paraná. Maior defensor da emancipação foi Honório Hermeto Carneiro Leão. O PARANÁ PROVÍNCIA •1º Presidente: Zacarias de Góes e Vasconcelos. •Fixou a capital da província em Curitiba. •Calçou a estrada da Graciosa. •A economia era voltada para a extração da Erva Mate.

9 A ESCRAVIDÃO NO PARANÁ •No Paraná houve muito pouco escravos. A mão-de-obra indígena foi mais utilizada, uma vez que pouco ouro foi encontrado aqui. Os poucos escravos passaram a trabalhar na pecuária. O EPISÓDIO CORMORANT •O Porto de Paranaguá era um dos maiores centros de contrabando de escravos do Brasil. •Em 1850 o navio negreiro Cormorant estava aportado no Porto de Paranaguá, quando um cruzador inglês abordou o Cormorant, com base na Lei do Bill Aberdeen de •Para não ser preso o comandante afundou o navio Cormorant com toda a tripulação dentro. Diante da tragédia o governo brasileiro aprovou a Lei Eusébio de Queiroz, de 1850, proibindo o tráfico de escravos no Brasil.

10 A IMIGRAÇÃO NO PARANÁ •É necessário lembrar que a vinda de imigrantes está ligada ao fim do tráfico negreiro, em substituição ao trabalho escravo. •Na metade do século XIX, vieram para o Paraná os descendentes de alemães, poloneses, italianos e outros. •Após a 2ª Guerra Mundial, o maior contingente no estado foi o japonês, no norte do Paraná, nas cidades de Assaí, Rolândia, Uraí e Londrina. A ECONOMIA PARANAENSE •No séc. XVIII, desenvolve a pecuária para abastecer MG. •No decorrer do séc. XIX, a erva-mate se destaca, sendo exportada para a Argentina e Uruguai. •No período da 1ª Guerra Mundial, desenvolve-se com o pinho, que tem madeira branca e leve, de alta qualidade. •Por volta de 1930, a economia cafeeira atinge o norte do Estado do Paraná.

11 O PARANÁ REPÚBLICA •O Paraná recebeu a República sem grandes motivações. O 1º governador foi Generoso Marquês apoiador de Deodoro da Fonseca. Quando Deodoro renunciou, Marquês foi substituído por Francisco Xavier da Silva. A REVOLUÇÃO FEDERALISTA - RS •Durante a República, ocorre a Revolução Federalista em 1893, no Rio Grande do Sul (eram contra Floriano Peixoto e revoltados com problemas políticos regionais). •O início da revolução aconteceu com a invasão do RS, SC e através de um plano estratégico invadiram o Paraná em três frentes: Paranaguá, Tijucas e Lapa. •A resistência no cerco da Lapa durou três dias. Os federalistas invadiram Curitiba e obrigaram o comércio a fornecer alimentos e dinheiro para manter as tropas. •Foi a resistência da Lapa que possibilitou a Floriano formar uma esquadra forte para o contra-ataque. •Quando começou a contra-ofensiva, a matança, os massacres e fuzilamentos foi considerada uma das mais sangrentas e heróicas revolução do estado do Paraná. •Houve o fuzilamento do Barão do Cerro Azul na estrada de ferro Curitiba- Paranaguá, um dos colaboradores para as negociações com os federalistas quando ocuparam Curitiba.

12 A GUERRA DO CONTESTADO •Os 48 mil Km 2 de fronteira entre PR e SC não estava bem definida, onde nem um dos dois estados deram assistência para a região, dando abertura para ser ocupada por uma população pobre, carente, caracterizados como sertenejos. •Havia muitos sertanejos pobres. Muitos expulsos pela Brasil Railway (empresa que construir estrada de ferro ligando SP ao RS). Quando terminou o serviço, os trabalhadores não foram embora e se uniram aos sertanejos da região, pois havia presença marcante de monges. •Os sertanejos eram orientados pelo líder messiânico monge José Maria (havia outros como João Maria D’Agostini, João Maria de Jesus e o próprio José Maria de Agostinho). •PR, SC e o Governo Federal se uniram para expulsar os sertanejos. Houve conflito armado. Após várias batalhas, de vitórias e perdas com as forças oficiais, a derrota foi definitiva pelos revoltosos. •Em 1916 o presidente Wenceslau Brás assinou um acordo entre os dois estados, onde o Paraná ficou com 20 mil km 2 e Santa Catarina com 28 mil km 2.

13 A COLONIZAÇÃO DO NORTE DO PARANÁ •A partir de 1840, o Barão de Antonina, visando a abertura de uma estrada que interligasse os Campos Gerais paranaenses com o Mato Grosso, fundou uma colônia militar, conhecida como “Colônia Militar de Jataí”, atual Jataizinho, que foi elevada à categoria de Vila em •Mas a extraordinária colonização, deve-se à “Companhia de Terras Norte do Paraná”, a partir de 1925, financiada por uma companhia inglesa, a “Paraná-Plantation”, que estava interessada em continuar o trabalho do Barão de Antonina e dos paulistas e mineiros, “os vastos cafezais de Cambará”. •Portanto, compraram a ferrovia dos fazendeiros existentes e deram procedência nos anos 30, às construções da estrada de ferro “São Paulo a Paraná” e ao mesmo tempo iniciaram a colonização, através do projeto de loteamento das terras. •A Paraná-Plantation se desdobrou em duas companhias: 1) Companhia de Terras Norte do Paraná (fundou Maringá): objetivo era lotear e revender em pequenas propriedades as terras devolutas, adquiridas do Governo do Estado. Em 1951 mudou o nome para Companhia Melhoramentos Norte do Paraná; 2) Companhia Ferroviária São Paulo-Paraná: a função de continuar os trilhos de Cambará até o local do loteamento. •O norte do Paraná, foi formando-se com as cidades de Londrina, Maringá, Cianorte, Arapongas.

14 LONDRINA •Recebeu esse nome em homenagem a Londres. Este centro urbano, destacou-se com as famosas terras roxas do norte do Paraná. Nesta região, o cafezal atingiu o mais elevado índice do mundo. O PARANÁ - REVOLUÇÃO DE 30 •Para governar o Paraná, Getúlio Vargas escolheu o interventor Mario Tourinho, que ficou até 1932, sendo substituído por Manoel Ribas, que governou até •No período de , o Paraná atinge o seu auge nas exportações de café e na ocupação do território. •Classificação do movimento populacional: -Norte Novo: Terras colonizadas pela Companhia Norte do Paraná (Londrina, Apucarana, Arapongas, Mandaguari, Maringá, e outras). -Norte Velho ou Pioneiro: região a nordeste do Estado, colonizadas pelos paulistas e mineiros (Jacarezinho, Cambará, Bandeirantes, Cornélio Procópio). -Sudoeste do PR: nesta região ocorreram as migrações internas, principalmente de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. -Norte Novíssimo: Terras colonizadas pelo governo e imobiliárias particulares (Paranavaí, Nova Esperança e Nova Londrina.


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