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Brincando e aprendendo a viver A ludicidade como fator de inclusão escolar e transformação social.

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Apresentação em tema: "Brincando e aprendendo a viver A ludicidade como fator de inclusão escolar e transformação social."— Transcrição da apresentação:

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2 Brincando e aprendendo a viver A ludicidade como fator de inclusão escolar e transformação social

3 Nosso ponto de partida  Brincar tem um importante papel nas formas de subjetivação na contemporaneidade.  Pode contribuir para estabelecer um novo senso de realidade a partir do qual é possível a participação social marcada por novos valores e princípios e por um novo imaginário.

4 Nosso ponto de partida  O brincar contribui para isto através da vivência de ousadia, solidariedade, autonomia que propicia.

5 Características da contemporaneidade  Globalização  Comunicação instantânea  Volatilidade do capital  Ação à distância  Novos apartheids sociais - tribalismos  Predominância da mídia na constituição do universo simbólico das grandes massas  Declínio da esfera pública e da política nos moldes consagrados

6 Características da contemporaneidade  Crise ecológica  Impasse histórico do socialismo  Expansão dos fundamentalismos  Novas formas de identidade social  Cooperatividade superficial  Autonomia = jeito de não precisar do outro  Fragmentação do sujeito

7 Características da contemporaneidade  Compressão do tempo e do espaço => extrema rapidez nas mudanças  Narrativas midiáticas X narrativas literárias do passado  Sacrifica a constituição de uma narrativa de vida coerente para seus integrantes e produz a corrosão do caráter, quando as pessoas não mais vivenciam valores de lealdade, confiança, comprometimento, integridade e ajuda mútua nas suas relações.

8 Como pode a brincadeira contribuir para a inclusão e transformação social?

9 Inclusão X exclusão social  Exclusão não é desconexão de qualquer forma de vínculo social, mas basicamente exclusão de direitos, inclusive o direito de viver.

10 Brincar como um direito  Art. 7. da Declaração dos Direitos da Criança;  Direito ao acesso ao patrimônio lúdico da humanidade;  Direito a ser diferente e ser aceito mesmo assim, ou por isso mesmo;  Expressão do direito de viver, porque brincar é uma forma de viver, de afirmar a vida.

11 A contribuição da perspectiva lúdica para a inclusão e transformação social  Brincar na escola propicia aprender e ensinar com prazer e significado, o que representa uma revolução nos padrões da escola e contribui para o sucesso escolar.

12 A contribuição da perspectiva lúdica para a inclusão e transformação social  Ter sucesso escolar é uma forma de inclusão escolar e, por conseguinte, social, pois representa o acesso ao direito da efetiva escolarização.

13 A contribuição da perspectiva lúdica para a inclusão e transformação social  O potencial do jogo para a transformação social está no fato de que se apóia no diálogo entre os estilos de vida e não se baseia na busca da homogeneidade e sim em uma comunicação entre pessoas, grupos e culturas que podem se influenciar mutuamente, rompendo o paroquialismo e garantindo a polivalência cultural.

14 A contribuição da perspectiva lúdica para a inclusão e transformação social  Torna as relações na escola e, por conseguinte, na sociedade, mais justas, mais humanas, mais solidárias, porque se fundamenta em uma visão da aprendizagem como processo associado à transformação e preconiza o acolhimento das diferenças.

15 Como o brincar promove a inclusão e a transformação social?  é múltiplo e não único  supõe tempos diversos

16 Como o brincar promove a inclusão e a transformação social?  propõe estados e movimentos em direção à experiência da introspecção e do isolamento e da extroversão e cooperação  exige diferentes modalidades de intervenção educativa  é atraente, não por basear-se em materiais caros e coloridos ou ter estímulos abundantes, mas por ser instigante, provocante, desafiador

17 Como o brincar promove a inclusão e a transformação social?  dá lugar à ação (física e mental)  permite a experiência da ordem, desordem e reordenação  estimula a formação do laço social através da história contida nos jogos e brincadeiras e expressa pelos companheiros de jogo

18 Como o brincar promove a inclusão e a transformação social?  tem como premissa a atividade simbólica, estimulando a função representativa e o deslocamento, a simbolização dos impulsos, em detrimento da atuação

19 Como o brincar promove a inclusão e a transformação social?  implica regras, permitindo a vivência dos limites, das referências = é continente  ensina a lidar com a necessidade de gratificação imediata, levando em consideração não apenas os seus interesses, mas igualmente os do grupo = aprendizado de sociabilidade alargada

20 Ponto de chegada?  A boa utopia é aquela do mundo possível, sem guerras entre as nações, com os seres humanos com consciência da sua condição terrestre e de cidadão do mundo, com a constituição de uma confederação planetária, em oposição à utopia ruim, que crê ser possível buscar o fim do tédio e da infelicidade, num mundo de harmonia e reconciliação.

21 Ponto de chegada?  Sorrir, rir, brincar também é resistir - à crueldade do mundo, visível nas relações predatórias dos homens e entre eles, naquilo que desintegra, separa. Esta forma de resistência se chama esperança (Morin).


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