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CELSO HIROSHI IOCOHAMA. VERDADES E MENTIRAS A mentira como realidade  A mentira no cotidiano ◦ Quem nunca mentiu? ◦ Quem já ouviu ou leu uma mentira?

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1 CELSO HIROSHI IOCOHAMA

2 VERDADES E MENTIRAS

3 A mentira como realidade  A mentira no cotidiano ◦ Quem nunca mentiu? ◦ Quem já ouviu ou leu uma mentira? ◦ É possível reconhecer a mentira?  200 mentiras por dia

4 A mentira e a convivência ◦ A (im)possibilidade de conviver (pacificamente) sem a mentira  Falando sempre a verdade  Estar preparado para a verdade 4

5 Quando a mentira gera prejuízos  No plano pessoal: o descrédito  No plano processual-judicial: ◦ O desequilíbrio entre as partes ◦ A morosidade ◦ Efeito para a formação do convencimento ◦ Descrédito profissional ◦ A importância da verdade

6 A configuração da verdade  A verdade do objeto e não em quem o conhece  Uma verdade pode ser repetida ou isso seria outra verdade?

7 Fatores que dificultam a verdade: o sujeito O dogma A ideologia A alienação

8 Previsões no Código de Processo Civil Art. 14. São deveres das partes e de todos aqueles que de qualquer forma participam do processo: I - expor os fatos em juízo conforme a verdade; Art Ninguém se exime do dever de colaborar com o Poder Judiciário para o descobrimento da verdade.

9 Exceção ao dever de dizer a verdade  Garantia constitucional de permanecer calado : art. 5º, LXIII  CPC: “Art A parte não é obrigada a depor de fatos: I – criminosos ou torpes, que lhe forem imputados; II – a cujo respeito, por estado ou profissão, deva guardar sigilo.”

10 A avaliação da mentira no processo  As omissões e as contradições  O controle do depoimento ◦ A verificação dos olhos ◦ A postura do corpo ◦ Sinais verbais (pontes de texto, tática do retardamento)

11 Controle da verdade pelo advogado  O advogado tem o dever de agir com veracidade?  Código de Ética: Art. 2º, parágrafo único (são deveres do advogado): II - atuar com destemor, independência, honestidade, decoro, veracidade, lealdade, dignidade e boa-fé; Art. 6º É defeso ao advogado expor os fatos em Juízo falseando deliberadamente a verdade ou estribando-se na má-fé.

12 Segurança para o advogado  O risco da negação dos fatos por parte do cliente  A declaração da parte sobre os fatos

13 A Autoridade

14 A importância da autoridade  A nossa disponibilidade para conhecer sobre tudo  Há alguém que sabe mais do que nós?  Qual o poder que fundamenta a autoridade?

15 O discurso e argumento  A necessidade de uma afirmação  O desenvolvimento de premissas para a afirmação  A conclusão estabelecida

16 O conhecer sem a autoridade  Acreditar ou não acreditar no que dizem?  Podemos aprender sem as autoridades?  A dificuldade de fazer isso plenamente

17 A formação da autoridade  A autoridade pela fé  A construção individual  A construção pelo poder adquirido  A consolidação pela recepção social

18 A autoridade no contexto familiar-social  A autoridade dos pais  As autoridades constituídas  As hierarquias e a disciplina

19 A autoridade no contexto pedagógico- educacional  A experiência do professor  As informações doutrinárias  A questão ético-disciplinar  As citações das fontes

20 A importância da autoridade no contexto processual  A autoridade que antecede o processo  A argumentação, a autoridade e a imparcialidade  A autoridade dos meios de prova  A autoridade de cada sujeito processual

21

22 Dupla crise da autoridade •Crise pela perda da autoridade •Crise pelo não questionamento da autoridade

23 Desvios no argumento da autoridade - I  Quando a autoridade não é autoridade  Quando a informação da autoridade não é verdadeira  Quando a autoridade é ignorada mas é invocada  Quando a autoridade não tratou daquilo para o qual está sendo invocada

24 Desvios no argumento da autoridade - II  Quando a autoridade se justifica na própria autoridade  Quando a autoridade induz à soberba  Quando a autoridade não aceita as possibilidades do outro

25 Desvios no argumento da autoridade - III  Quando não se pensa mais sobre a verdade da autoridade ◦ A zona de conforto ◦ A alienação ◦ A manipulação

26 A (des)alienação  Instrumentos para a desalienação: ◦ O querer do sujeito (necessidade) ◦ A saída da zona de conforto ◦ A zetética

27 C ONCLUSÕES A importância pessoal do convencimento A importância profissional do convencimento Os cuidados com as premissas para a argumentação Cuidado com a autoridade que assumimos Os cuidados com as verdades que aceitamos


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