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Drogas e a Saúde Visão Panorâmica das drogas na atualidade

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Apresentação em tema: "Drogas e a Saúde Visão Panorâmica das drogas na atualidade"— Transcrição da apresentação:

1 Drogas e a Saúde Visão Panorâmica das drogas na atualidade
Drogas do ponto espiritual Tratamento Prevenção

2 REFLEXÕES DROGAS NA ATUALIDADE

3 VISÃO DA VIDA O que é a vida? Onde que eu estou? Quem eu sou? Para onde vou?

4 VISÃO DA VIDA O que é a vida? visão materialista Onde estou? Reducionista ? Quem eu sou? visão espiritualista Imortalidade ? Prá onde eu vou?

5

6 Definições (OMS) Droga: qualquer substância (exceto alimentos) ou mistura que altera a função biológica e possivelmente a sua estrutura Droga Psicoativa: altera as funções psíquicas atuando no SNC e modificando o comportamento, o humor e a cognição.

7 Drogas – fatores de risco
O que leva uma pessoa a procurar droga? busca de bem estar, prazer, alegria Curiosidade, busca de novas sensações, causar boa impressão aos amigos (legal, divertido). Exemplos em família – pais usuários, pais traficantes Midia facilitadora

8 Drogas – fatores de risco
Dor – emocional, moral, espiritual – CONFLITO Maneiras de reagir: Enfrentando Evitando Colocando peneira (negação) Usando drogas, álcool ou outro comportamento compulsivo

9 Mecanismo geral da DQ Psiquiatra Ronaldo Laranjeira Coordenador Unidade de Pesquisa em álcool e droga (PROAD) – UNIFESP

10 Drogas e o sistema de recompensa
As drogas acionam o sistema de recompensa do cérebro, uma área encarregada de receber estímulos de prazer e transmitir essa sensação para o corpo todo Isso vale para todos os tipos de prazer - temperatura agradável, emoção gratificante, alimentação, sexo, etc... - e desempenha função importante para a preservação da espécie. recompensa

11 Drogas e sistema de recompensa
Evolutivamente o criou-se essa área de recompensa e é nela que as drogas interferem Por uma espécie de curto circuito, elas provocam uma ilusão química de prazer que induz a pessoa a repetir seu uso compulsivamente Com a repetição do consumo, perde-se o significado todas as fontes naturais de prazer e só interessa o “prazer imediato” propiciado pela droga, mesmo que isso comprometa e ameace sua vida.

12 Mecanismo de Dependência
Apesar de diferentes mecanismos de ação e efeitos a proposta final é a mesma Não importa se cigarro, álcool, maconha, cocaína ou heroína Só causam dependência as drogas que, de algum modo, atuam nesta área

13 Mecanismo de Dependência
NEUROTRANSMISSORES LIGADOS À RECOMPENSA De alguma maneira, as drogas pervertem o sistema de recompensa DOPAMINA OPIÓIDES GABA Koob (1992)

14 Mecanismo de Dependência
Para quem está de fora fica difícil entender porque o usuário de cocaína e crack, com a saúde deteriorada não abandona a droga Tal comportamento reflete uma disfunção do cérebro

15 Mecanismo de Dependência
O sistema de prazer é muito primitivo A drogas produzem efeito tão intenso porque age nesses mecanismos biológicos bastante primitivos Pressiona à exaustão Deixa de pressionar

16 Dependência química é um processo de aprendizagem

17 Dependência é um processo de aprendizado
Parte da resposta está no uso crônico e na história de cada pessoa. Quando começou a usar? O que vai fazer a repetição da experiência é: a busca do prazer? a tentativa de evitar o desprazer que a ausência da droga produz ?

18 Crack

19 Efeitos Inalado age em 8 segundos Acaba em 5 minutos
A primeira é prazerosa; o resto é fissura

20 Fissura Fatores ambientais – lugares, pessoas estímulos visuais, auditivo, sensações do corpo. Fatores emocionais – situações de estresse que impulsionam o uso Na primeira tragada – desenvolve COMPULSÃO IMEDIATA Uso ininterrupto (até acabar estoque ou até exaustão) Uso prolongado, intenso e contínuo

21 Fissura Valores rebaixados:
Sujeita-se a práticas NÃO CONVENCIONAIS para obter a droga: Roubar Prostituir-se Fortes eventos de agressividade – medo que ameacem seu consumo

22 Fissura – o usuário Sabe que a fissura ocorre: Pelo efeito da droga
Pela retirada dela

23 Fissura – estratégias do individuo para reduzir danos
Evita lugares Evita pessoas Evita situações de estresse Usa benzodiazepínico – para conseguir dormir Usa maconha – para melhorar o apetite (diminuído pelo crack)

24 FUMANTE Fumante, pela manhã abstinência: Fica irritado
Capacidade de concentração baixa Ele fuma, o desconforto diminui Após 20 minutos o nível de nicotina no cérebro cai, voltam os sintomas e ele vai aprendendo a usar pelo: Efeito agradável – acionado pela questão psicológica Evitar o desprazer que sua falta produz

25 FUMANTE A interação entre aspectos psicológico e efeito farmacológico cerebral define o perfil de abstinência de cada pessoa RESUMO: A DEPENDÊNCIA QUÍMICA PRESSUPÕE O MECANISMO PSICOLÓGICO DE BUSCAR A DROGA E A NECESSIDADE BIOLÓGICA QUE SE CRIOU NO ORGANISMO

26 MACONHA Seu uso compulsivo hoje é muito maior que há 20 ou 30 anos.
Quanto mais cedo o indivíduo começa a usá-la, maior é a possibilidade de tornar-se dependente. As concentrações de THC aumentaram de 0,5% para 5% (10 vezes maior). Skank chega a 20% de THC Cepas desenvolvidas na Holanda com concentração ainda maior

27 MACONHA UNIFESP – fila de espera para atendimento de adolescentes e jovens adultos desmotivados, que fumam 6, 7 baseados por dia e não conseguem fazer outra coisa na vida. Não existem drogas leves, se produzem estímulo no sistema de recompensa cerebral.

28 COCAÍNA Na impossibilidade de sentir prazer sem a droga, passada a excitação a pessoa não volta ao estado normal – fica deprimida e desanimada. Tudo perde a graça Como só sente prazer com a ação da droga, torna-se um usuário crônico

29 COCAÍNA Às vezes tenta suspender o uso e reassumir suas atividades normais, mas nada lhe dá prazer. No processo de reabilitação é fundamental ajudá-la a reencontrar fontes de prazer independentes da substância química. Seu cérebro está doente, com a sensação de que não existe outro prazer além da droga.

30 Cocaína EFEITO IMEDIATO

31 Efeito imediato e efeito cumulativo
IMEDIATO: Cocaína e outros estimulantes – passado o efeito estimulante, de agitação, o cérebro não volta ao funcionamento normal imediatamente. CUMULATIVO: Surge o efeito rebote – hipoativo, deprimido, etc. Cardiovascular, arritmia, infarto.

32 Apesar de ser estimulante Redução global do metabolismo de glicose
GREA – Rev. Bras. Psiquiatr. vol.23  suppl.1 São Paulo May 2001

33 Apesar de ser estimulante Redução global fluxo sangüíneo cerebral
GREA – Rev. Bras. Psiquiatr. vol.23  suppl.1 São Paulo May 2001

34 Múltiplas áreas de hipofluxo
cerebral, na ausência de sintomas Dependente químico, de 20 anos Em abstinência Duvida se alterações são reversíveis Manutenção hipofluxo até 6 meses após interrupção Difícil definir padrão Spect – uso de múltiplas drogas

35 USO PROLONGADO Fissura provocada por estimulação audiovisual (vídeo contendo imagens e sons relacionados à cocaína) que não ocorre no Indivíduo normal Aumento metabolismo da glicose Sugerindo aspecto cognitivos e emocionais

36 Maconha e Álcool EFEITO IMEDIATO

37 Maconha IMEDIATO: efeito relaxamento e redução da ansiedade
CUMULATIVO: uso crônico torna-se mais ansiosa, cérebro tenta voltar funcionamento anterior, mas houve alteração da neuroquímica.

38 Maconha e memória Não melhora o desempenho intelectual.
Pessoas criativas usam drogas e produzem coisas criativas. Se elas não fossem criativas por natureza, não haveria droga no mundo capaz de produzir esse resultado. CUMULATIVO: apatia, intenso desinteresse.

39 Associação perigosa cocaína com álcool

40 Cocaína com álcool É uma das associações mais perigosas que existem.
O uso do álcool relaxa, o uso da cocaína fica mais fácil. O efeito depressor do álcool é atenuado pela cocaína. Círculo vicioso álcool ↔ cocaína – confusão mental

41 Cocaína com álcool Parece que, tal associação dá origem a uma terceira molécula extremamente tóxica para cérebro e para o músculo cardíaco.

42 Cocaína com álcool No Carandiru Dr Drauzio viu meninos de 20 e poucos anos com infarto do miocárdio ou derrame cerebral puxando o braço ou a perna depois de uma seção de crack ou de uma overdose de cocaína. No Brasil, não há dados precisos sobre o que aconteceu com os usuários de cocaína porque o sistema médico não é muito coordenado. 5 anos de acompanhamento H. Taipas – 30% tinham morrido de acidente ou por morte violenta (traficantes? polícia?). Poucas doenças apresentam este índice de mortalidade

43 Paranóia associada ao consumo de drogas

44 Cocaína/ crack e paranóia
Paranóia é um efeito terrível da cocaína. Seu efeito de excitação e de prazer é imediato, ocorre em poucos segundos. Alguns minutos depois, desaparece e surgem os efeitos desagradáveis. Confrontando os dois, prevalece a lembrança dos bons momentos e a pessoa volta a usar a droga. Paciente com doença mental que usam cocaína – em crise, sai em disparada por uma estrada, atropelado e morre. Em crise outros que pegam uma arma e disparam a esmo.

45 Maconha e paranóia É menos comum, mas casos de paranóia também ocorrem especialmente em pessoas que já apresentaram algum problema mental.

46 Efeito orgânicos do álcool
Anatomo-patológico e neuroimagem Atrofia cerebral Atrofia cerebelar Diminuição desempenho cognitivo Ingesta aguda Diminuição metabolismo cerebral de glicose S. abstinência Diminuição fluxo sangüíneo cerebral

47 Substância psicoativas e taxa de co-morbidades
Maior taxa de co-morbidades psiquiátricas Maior taxa de doenças clínicas: Cirrose Hepatites Dça cardiovascular Diabetis Infecção pelo HIV/AIDS Desnutrição Maior taxa de uso de substâncias lícitas (medicamentos) e ilícitas Escores intelectuais (QI) abaixo da média Bauer Lo.. Brain imaging in substance abuse. Humana press; 2001,p

48 Associação de Drogas Uma visão equivocada
A segunda onda Associação de Drogas Uma visão equivocada A gravidez, o aleitamento e as drogas

49 TRATAMENTO

50 Tratamento Específico para drogadição
Equipe multiprofissional, interdisciplinar Regime ambulatorial/ regime internação Disponibilização recursos D.E.

51 E do ponto de vista espiritual?

52 Ponto de vista espiritual
Entendimento – viciações (inter-relação desencarnado) Parasitismos e infecções fluídicas (EDM – AL/FCX cap. 15 – vampirismo; romances Luis Sergio) Identificam os pontos vulneráveis (desencarnados)

53 Como auxiliar do ponto de vista espiritual?
Terapêutica do amor, auto-amor, terapêutica do bem consigo e com o próximo e o autoconhecimento. Ação dos encarnados, esforço em: Identificar os pontos Aceitar Refletir Decidir Agir de forma diferenciada.

54 Como ajudar a saúde mental?
Auxilio na modificar as projeções mentais (ajudar a vida mental) Alfabetização Leitura edificante, divulgação de páginas consoladoras e educativas Palestra educativa Exemplo contagiante na prática da bondade simples Ensinar exercício de meditação Auxiliar no despertamento de valores íntimos e pessoais Ação/ trabalho no bem (palavra, oração e ação)

55 Ação do encarnado NADA É EFETIVADO SEM a concretização das ações pelo encarnado: Criação de novas redes neurais (é conseqüência do processo acima) Quiça promoverá a RESTAURAÇÃO das alterações ou deformidade corpo perispiritual

56 Evangelho Segundo Espiritismo;
Fonte Viva Emmanuel/FCX, 1956; Corações cevados pg Ajudemos a vida mental pg Evangelho Segundo Espiritismo; Laços de afeto, Mereça ser feliz série Ermance Dudaux - Wanderley S. de Oliveira série psicológica Joanna de Angelis – Divaldo P Franco;

57 Terapêutica do parasitismo
EDM – AL/FCX, 1958; cap 15,

58 PREVENÇÃO

59 Prevenção Informar – as drogas fazem mal e como.
É preciso dizer como e por que as drogas são altamente prejudiciais ao organismo para que a pessoa tome uma decisão firme, bem alicerçada, e disponha-se a abandoná-las. As evidências nos mostram que, quando se trabalha com a prevenção, a prioridade deve ser dada aos fatores de risco.

60 Prevenção – espiritualidade
Esclarecimento, informação, trabalhar auto-valorização, espírito imortal (sentir-se) Ampliar os 4 fatores preditivos da capacidade de resiliência (solidariedade, gratidão, interesse, amor) na superar obstáculos e conflitos (todos encontrados na religião). Ampliar o despertamento da espiritualidade – facilitando a visão na busca de sentido para a vida. Julio Peres. Trauma e Superação – o que a psicologia, a neurociência e a espiritualidade ensinam. Ed Roca; 2009.

61 PERSPECTIVA DA VIDA O que é a vida? Onde estou? Quem eu sou?
Prá onde eu vou? Jovens e crianças trazem a disposição para o amor, a disposição para ajudar, para o bem Que nós adultos saibamos semear nestes corações as sementes do bem e do amor, do amor por si, pela vida nesta visão de seres imortais que somos


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