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L EITURA E ENSINO DA LEITURA : algumas reflexões Margareth Brainer de Queiroz Lima.

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1 L EITURA E ENSINO DA LEITURA : algumas reflexões Margareth Brainer de Queiroz Lima

2 O que lemos nas últimas 24 horas?

3 Para que lemos o que lemos?

4 O que lemos para as crianças e jovens na escola? Para quê? Com que frequência?

5 OBJETIVOS:  “provocar” uma reflexão sobre a importância da leitura na escola;  “provocar” o olhar e o pensar sobre as ações voltadas para a formação do leitor na escola.

6 O QUE DIZEM AS PESQUISAS SOBRE LEITURA, LIVRO E CULTURA NO PAÍS  Há déficit de livrarias no país  69% municípios não possuem livraria  Contradição: o Brasil é o 8º produtor de livros do mundo  O acesso a espaços culturais em 2001:  APENAS 21% dos municípios possuíam teatro  Entre os municípios de até 20 mil habitantes, 98% não possuíam salas de cinema  Existiam museu em apenas 16% dos municípios Fontes: Pesquisa “Retrato de leitura no Brasil”/2001 ; IBGE, 2003 ; Associação Nacional de Livrarias (ANL)

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9 Porém.....

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22 QUE CONCEP Ç ÕES DE LEITURA TÊM ESTADO SUBJACENTES À S PROPOSTAS CURRICULARES DE ENSINO ?

23 1- MODELOS ASCENDENTES (BOTTOM-UP)  Entende o texto como única fonte de sentido  O sentido estaria presente nas palavras e nas frases  Concepção de leitura totalmente centrada no texto  O leitor deve procurar os significados dentro do próprio texto, uma vez que ele apresenta um significado preciso, exato e completo  As propostas de ensino baseadas na concepção ascendente atribuem grande importância às habilidades de decodificação

24 1- MODELOS ASCENDENTES (BOTTOM-UP)  O leitor pode compreender o que lê porque tem a capacidade de decodificar o texto completamente  A adivinhação de palavras, através do contexto, deve ser evitada  O leitor iniciante tem o costume de fazer uso do processamento ascendente decifrando letra por letra, palavra por palavra. Essa atividade de decifrar precede a de ativar o conhecimento semântico, pragmático ou enciclopédico (Kleiman, 1998)

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26 A__RA JÉ BAHIANO In diente: 2 cebo___ grandes ½ qui__ de fei___ macassa ou fra__nho Modo de ___zer: Pas____ tudo no liquidi_______. Faça os bo__nhos usan__ duas colheres de __pa. Frite-os em óleo de ___dê bem quen__. Sirva os bolinhos recheados com va__pá. ___ uma delícia!

27 Que conhecimentos usamos para ler a receita?

28 Como explicar fenômenos correntes como o fato de o leitor usar inferências e formulação de hipóteses para construir o sentido daquilo que lê? Tais estratégias não são utilizadas em situações em que o leitor se depara com um “obstáculo”?

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32 Piemont im Trüffelfieber Äpfel in Kastanienhonig und Balsamico - Mela con Miele die Castagna Rezept für 2-3 Personen Koch/Köchin: Vincent Klink Ein Rezept von: Vincent Klink Einkaufsliste: 150g Apfelwürfel 2 EL Balsamico 1 TL Eßkastanienhonig 3 EL brauner Rohrzucker 1/2 TL geschroteter Pfeffer 1 TL Butter Zubereitung: Die Apfelwürfel in Butter anbraten, Honig und Zucker hinzugeben und beides karamellisieren. Mit Essig ablöschen, etwas reduzieren, Pfeffer dazugeben und mit der Butter binden. Während des Erkaltens immer wieder umrühren.

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35 2- MODELOS DESCENDENTES (TOP-DOWN)  Segundo essa concepção, o leitor é o responsável pela construção do sentido do que lê  Ler não significa que haverá apreensão da mensagem na íntegra  As experiências prévias que o leitor dispõe serão as responsáveis pela compreensão do que se lê  O texto apresenta lacunas a serem preenchidas pelo leitor e seus conhecimentos prévios  O leitor é incentivado a fazer inferências, adivinhar palavras a partir do contexto.

36 Quando o leitor lê, segundo a hipótese descendente, modelo psicolingüístico (cf. Kleiman, 1996), o ato não ocorre de forma linear da mesma forma que na hipótese ascendente. O significado não é construído palavra por palavra. O leitor levanta hipóteses sobre o o texto lido; hipóteses essas que, posteriormente, serão confirmadas ou rejeitadas através de testes feitos pelo próprio leitor que vão desde o nível do discurso até o nível grafofonêmico, passando pelos níveis sintático e lexicais (Leffa, 1996: 15).

37 Qual o significado da palavra FIM para vocês?

38 MODELOS INTERATIVOS DE LEITURA  A leitura é uma atividade social  Os objetivos da leitura, bem como as caracter í sticas do texto orientarão a atividade globalmente, ativando, na nossa mem ó ria, conhecimentos pr é vios relevantes, que nos ajudarão a prever o que vir á e a adotar estrat é gias de leitura adequadas a tais prop ó sitos.  Usamos diferentes estrat é gias em diferentes situa ç ões.  As estrat é gias são ensin á veis.

39 Moita Lopes afirma que a leitura não ocorre em um vácuo social e diz ainda que um modelo interacional de leitura coloca em ênfase, no ensino, o desenvolvimento nos alunos da consciência crítica de que a linguagem funciona como um refletor das relações de poder na sociedade através das quais os leitores e os escritores se defrontam

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41 “Não te amo mais. Estarei mentindo dizendo que Ainda te quero como sempre quis. Tenho certeza que Nada foi em vão. Sinto dentro de mim que Você não significa nada. Não poderia dizer jamais que Alimento um grande amor. Sinto cada vez mais que Já te esqueci! E jamais usarei a frase Eu te amo! Sinto, mas tenho que dizer a verdade É tarde demais...”

42 CACHAÇA DA BOA... Fui a Água Doce e tomei uma Cachaça da boa, mas tão boa que resolvi levar 10 garrafas para casa, mas Dona Patroa me obrigou a jogar tudo fora. Peguei a primeira garrafa, bebi um copo e joguei o resto na pia. Peguei a segunda garrafa, bebi outro copo e joguei o resto na pia. Peguei a terceira garrafa, bebi o resto e joguei o copo na pia. Peguei a quarta garrafa, bebi na pia e joguei o resto no copo. Peguei o quinto copo, joguei a rolha na pia e bebi a garrafa. Peguei a sexta pia, bebi a garrafa e joguei o copo no resto. A sétima garrafa eu peguei no resto e bebi a pia. Peguei no copo, bebi no resto e joguei a pia na oitava garrafa. Joguei a nona pia no copo, peguei a garrafa e bebi o resto. O décimo copo, eu peguei a garrafa no resto e me joguei na pia.... Não lembro o que fiz com a patroa.

43 O que é a leitura? Uma atividade mecânica de decodificar palavras? Uma atividade de garimpar sentidos prontos no textos?

44 A metáfora do iceberg

45 Consequências de se compreender leitura como decodificação e localização Acreditou-se que bastava ensinar a ler no primeiro ano de alfabetização; Nesse curto período, os alunos não desenvolviam habilidades suficientes para compreender a diversidade de textos; O aluno era acusado de incompetência por não saber ler com eficiência.

46 Como compreendemos a leitura? Uma atividade complexa, em que o leitor produz sentidos a partir das relações que estabelece entre as informações do texto e seus conhecimentos; Uma atividade cognitiva, pois, quando lemos, executamos operações mentais que vão além da decodificação; Um atividade social, pois pressupõe a interação entre um escritor e um leitor que estão distantes, mas querem se comunicar, em condições específicas.

47 Sistematizando... Tomada como atividade cognitiva, a leitura pode ser ensinada, isto é, podem ser ensinadas estratégias que ajudam o leitor a ler melhor; Tomada como atividade social, a leitura pressupõe objetivos e necessidades que são determinados na interação: para que, com que objetivos, para interagir com quem, por que motivo.

48 Sistematizando... A significação de um texto não se encerra nem se resolve nele mesmo. Ela é produzida na relação desse texto com o contexto em que ele ocorre e nas ações que, por ele, com ele ou nele, os interlocutores realizam.


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