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PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO pantanal LOCALIZAÇÃO  70% brasileiro e 30% paraguaio e boliviano.  Localizado na região Centro- Oeste do Brasil, abrange.

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2 PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO

3 pantanal LOCALIZAÇÃO  70% brasileiro e 30% paraguaio e boliviano.  Localizado na região Centro- Oeste do Brasil, abrange 12 municípios, com destaque para Corumbá, Coxim, Aquidauana, Miranda, Porto Murtinho e Rio Verde.

4 PANTANAL CLIMA O clima é quente e úmido no verão, com temperatura média de 32º C, e frio e seco no inverno, com média em torno de 21º C, considerada baixa para a região, eventualmente, podem ocorrer geadas. Já foram registradas temperaturas de 1º C. De junho a outubro é época de seca e o período das cheias vai de novembro a maio. As chuvas se concentram nos meses de dezembro e janeiro. A média de chuva anual no pantanal é de a milímetros.

5 PANTANAL CICLO DAS ÁGUAS  ENCHENTES – de novembro a março no norte. de maio a agosto no sul.  Grande reservatório de água com defasagem de até cinco meses.  A cada ano 70/80% da região é inundada com água das cheias, podendo atingir a altura de 5 metros acima do nível da estação seca.  As inundações são provocadas pela combinação das enchentes do Paraguai, dos afluentes do planalto circundante, das chuvas concentradas sazonalmente, dos pequenos declives, dos solos hidromórficos, e da única saída de drenagem que constitui o rio Paraguai.

6 PANTANAL VÁRIOS PANTANAIS  Micro-Regiões O Pantanal, dada a sua vasta área e, em razão disto a ocorrência de características muito peculiares em seu território, relacionadas a vegetação, solo, período de inundação e ouros aspectos, levaram pesquisadores e a própria população a classificá-lo em micro- regiões.

7 PANTANAL Micro-Regiões

8 PANTANAL VÁRIOS PANTANAIS  Micro-Regiões Pantanal de C á ceres (MT) Pantanal de Pocon é (MT) Pantanal de Barão de Melga ç o (MT) Pantanal de Paiagu á s (MT/MS) Pantanal de Porto Murtinho (APA)

9 PANTANAL VÁRIOS PANTANAIS  Micro-Regiões Pantanal da Nhecolândia: é um dos maiores da á rea considerada. A imensa maioria de seu territ ó rio est á situada dentro do munic í pio de Corumb á, ficando apenas uma pequena parcela a leste sob a jurisdi ç ão de Rio Verde de Mato Grosso. A vista a é rea deste pantanal mostra uma fisionomia bastante t í pica, caracterizada por apresentar ba í as, salinas, campos limpos, bosques e savanas.

10 PANTANAL VÁRIOS PANTANAIS  Micro-Regiões Pantanal do Abrobral : é um dos pantanais mais baixos dentre os conhecidos, sendo dos primeiros a encher, junto com o Nabileque, quando da chegada das chuvas em outubro. Encontram-se no Abobral extensões consider á veis de campos limpos, intercalados com pequenos capões de mata (bosques) esparsos. Tamb é m encontram-se campos levemente sujos, intercalados com bosques esparsos.

11 PANTANAL VÁRIOS PANTANAIS  Micro-Regiões Pantanal de Aquidauana: O Pantanal de Aquidauana, assim como o de Miranda, é definido mais como pantanal alto, sendo menos afetado pelas enchentes do que outros pantanais. Traduzindo, pode-se afirmar que as perdas e malef í cios causados aos rebanhos pela ocorrência de enchentes, nestes dois pantanais, apresentam menor incidência.

12 PANTANAL VÁRIOS PANTANAIS  Micro-Regiões Pantanal de Miranda: A vegeta ç ão é do tipo savana, mata e campo. Aqui, surgem em forte concentra ç ão o carand á e, especialmente, o paratudo (Tabebuia caraiba), este formando os famosos paratudais.

13 PANTANAL VÁRIOS PANTANAIS  Micro-Regiões Pantanal de Nabileque : Est á sob a jurisdi ç ão de Corumb á, sendo um distrito do munic í pio. A á rea de Jacadigo é tamb é m inclu í da neste pantanal. A vegeta ç ão do Nabileque é do tipo savana, por é m nela não ocorrem algumas esp é cies lenhosas observadas em Nhecolândia e Paiagu á s, que são substitu í das por uma palmeira que aparece em forma ç ões densas. Esta palmeira é o carand á (Copernicia alba), esp é cie dominante no conhecido carandazal.

14 PANTANAL VÁRIOS PANTANAIS  Micro-Regiões Pantanal do Paraguai : Essa região corresponde, em sua maior parte, à extensa plan í cie de inunda ç ão do Rio Paraguai, desde a ilha do Caracar á, nos limites do Pantanal de C á ceres, at é as bordas do Maci ç o do Urucum, ao Sul de Corumb á. Caracterizada pela grande incidência de ba í as e longo per í odo de inunda ç ão que se estende por mais de 06 (seis) meses, sendo que grandes á reas ficam permanentemente inundadas.

15 PANTANAL HOMEM PANTANEIRO  A região foi palco de fascinante história desde os primeiros séculos quando os espanhóis e portugueses disputavam a sua ocupação no expansionismo europeu no continente sul-americano lutando com o nativo, o indígena de cultura Chaquenha, os Paiaguás, os Cadiueus(Kadiueus) e os Guaicurus.  Esta região para o desbravador europeu ávido na procura de riquezas minerais, ouro e prata na verdade, pouco representava, sendo utilizada como passagem para o Eldorado.

16 PANTANAL HOMEM PANTANEIRO  A identidade pantaneira contemporânea, tem suas raízes a partir de fins do século XIX, quando a pecuária extensiva concretiza-se como a principal atividade econômica da planície, com a formação das grandes fazendas e no andar dos rebanhos na busca de pastagens de melhor qualidade provocou o "amansamento" da região

17 PANTANAL  A cultura pantaneira está intimamente ligada à pecuária de corte extensiva.  A aspiração desse homem é pequena e simples, um bom cavalo domado por ele, uma traia completa (pelego vermelho, argolas, reiador), tudo fabricado artesanalmente, com couro de reses abatidas para consumo na fazenda, um revolver "Shimith" bom e uma companheira bela e formosa nas práticas do lar, é o que o faz homem feliz e com prazer no trabalho de campo

18 PANTANAL  As distâncias e o difícil acesso às fazendas fizeram o homem pantaneiro acostumar-se ao isolamento e à solidão, porém manifesta o sentimento de cooperação quando trabalha seu gado (manejo tradicional) ou nas festividades típicas entre as fazendas.  O pantaneiro, homem simples, em vias de êxodo para a cidade, espera dos políticos, dos ecologistas e dos pesquisadores ser ouvido nas soluções alternativas que "fabricaram" para torná-las defensoras de sua cultura, condição indispensável para a manutenção do Pantanal, para o "homem pantaneiro" que o explora há mais de 200 anos sem ferí-lo de morte, ao contrário, mantendo relacionamento harmônico naturalmente com a biodiversidade local e a atividade econômica mais importante da região que é a exploração da pecuária de corte extensiva.

19 PANTANAL  A vegeta ç ão aqu á tica é fundamental para a vida pantaneira. As plantas flutuantes são os principais produtores prim á rios nas á guas do Pantanal. Imensas á reas são cobertas por "batume", que são plantas flutuantes, tais como o aguap é (Eichhornia) e a Salvinia, entre outras. Levadas pelos rios, estas plantas constituem verdadeiras ilhas flutuantes, os camalotes. BIODIVERSIDADE - VEGETAL

20 PANTANAL  Ap ó s as inunda ç ões, a camada de lodo nutritivo permite o desenvolvimento de uma rica vegeta ç ão de ervas. A palmeira carand á (Copernicia australis) ocorre em extensas forma ç ões nas á reas em que as inunda ç ões dominam mas que ficam secas durante o inverno, permeando com os cupinzeiros, onde se inicia o paratudal. Os paratudais, formados pelos ipês roxos (Tabebuia, localmente chamado pi ú va), são t í picos. BIODIVERSIDADE - VEGETAL

21 PANTANAL  Numa região um pouco mais elevada, j á com á reas não inund á veis, h á uma vegeta ç ão caracter í stica de cerrado. H á ainda no Pantanal á reas com mata densa e sombria (com Piptadenia, Bombax, Magonia, Guazuma). Em torno das margens mais elevadas dos rios aparece a palmeira acuri (Attalea principes), formando uma floresta de galerias juntamente com outras á rvores, como o pau-de-novato (Triplaris formicosa), a emba ú ba (Cecropia), o genipapo (Genipa) e as figueiras (Ficus). Em pontos altos dos morros aparece uma vegeta ç ão semelhante à da caatinga, com a bromeli á cea Dyckia e os cactos cansan ç ão e mandacaru (Cereus). BIODIVERSIDADE - VEGETAL

22 PANTANAL  O Pantanal oferece ao visitante uma variedade de paisagens abertas povoadas por grandes popula ç ões de animais, cuja alimenta ç ão depende da fase aqu á tica. Assim, nas lagoas, a microflora e a microfauna permitem o desenvolvimento de ricas popula ç ões de caramujos aruas (Pomacea, Marisa e outros) e de moluscos (Anodontides, Castalia e outras), que sustentam uma variedade de predadores como aves e r é pteis. BIODIVERSIDADE - ANIMAL

23 PANTANAL  Entre os peixes abundantes, h á o corumbat á, o pac ú, o cascudo, o pintado, o dourado, o ja ú e as piranhas. Entre os comedores da vegeta ç ão aqu á tica destacam-se as grandes popula ç ões de capivaras (Hydrochaeris, hydrochaeris) e de b ú falos. O c á gado (Platemys) é tamb é m vegetariano. A ariranha (Pteronura brasiliensis), importante predador pisc í voro, outrora abundante, foi quase exterminada pelos ca ç adores. Destino semelhante pode ter o jacar é (Caiman crocodilus yacare), dizimado pela ca ç a ilegal dos ú ltimos anos. BIODIVERSIDADE - ANIMAL

24 PANTANAL  Os jacar é s têm papel importante nas á guas pantaneiras, onde funcionam como predadores "reguladores" da fauna pisc í cola e, à s vezes, como agentes relevantes da ciclagem de nutrientes. Onde h á muitos jacar é s são encontradas poucas piranhas. Quando os jacar é s são dizimados pela ca ç a indiscriminada dos "coureiros", a popula ç ão de piranhas agressivas aumenta em detrimento de outras esp é cies de peixes, podendo chegar a ser perigosa at é para os seres humanos. BIODIVERSIDADE - ANIMAL

25 PANTANAL  Outro importante predador aqu á tico e semi-terrestre é a sucuri (Eunectes notaeus), cobra injustamente perseguida pelos pantaneiros. As cobras são escassas no Pantanal, principalmente nas á reas inund á veis. Mas h á cobras d' á gua (Liophis, Helicops), jararacas (Bothrops neuwiedii) e boipeva ç u (Hydrodynaste gigas). BIODIVERSIDADE - ANIMAL

26 PANTANAL  As aves do Pantanal são um de seus maiores atrativos. Reunidas em enormes concentra ç ões, exploram os recursos alimentares aqu á ticos. O tuiui ú (Jabiru mycteria), a cabe ç a-seca (Mycteria americana) e o colhereiro (Ajaia ajaja), al é m das gar ç as, bigu á s e patos são os mais vistosos. Muitas esp é cies nidificam em á reas comuns, sobre determinadas á rvores, conhecidas como ninhais, que se destacam na paisagem pantaneira. Um espet á culo admir á vel é acompanhar as aves, ao anoitecer ou ao amanhecer, aos dormit ó rios à beira dos rios, onde passam as noites. BIODIVERSIDADE - ANIMAL

27 PANTANAL  Aves t í picas do Pantanal são tamb é m o aracuã-do- pantanal (Ortalis canicollis), a arara-azul (Anodorhyncus hyacinthinus), que corre o risco de extin ç ão, o periquito de cabe ç a preta (Nandayus nenday). O pequeno cardeal (Paroaria capitata) é ave caracter í stica deste ecossistema. A enorme abundância de aves de rapina, especialmente o caracar á (Polyborus), refletem a riqueza da presa animal. O gavião caramujeiro (Rosthramus sociabilis) alimenta- se de moluscos.  A fauna das aves aqu á ticas e palud í culas (que vivem em lagoas) do Pantanal est á entre as mais ricas do mundo, com muitas esp é cies de patos e marrecos filtradores de pequenos animais e de algas, entre os quais o irerê é o mais comum e abundante na região. BIODIVERSIDADE - ANIMAL

28 PANTANAL  Animais típicos do cerrado também se concentram em grande número no Pantanal, atraídos pela fartura de alimentos das áreas alagadas. São estas espécies que aparecem esparsas em outras áreas do continente. O cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus), comum nas ricas pastagens úmidas, pode ser visto acompanhado por mais duas espécies de cervos do cerrado e por outros mamíferos, como o cachorro- vinagre (Speothus vinaticus), a anta (Tapirus terrestris), o catetu (Tayassu tajacu) e a paca (Agouti paca). Encontram- se lá, ainda, o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) e o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), caçados intensamente. BIODIVERSIDADE - ANIMAL

29 PANTANAL  As paisagens abertas do Pantanal facilitam o recenseamento a é reo das popula ç ões de grandes vertebrados. Estima-se, por exemplo, que existam 10 milhões de jacar é s, 600 mil capivaras, mas somente 35 mil cervos-do-pantanal. BIODIVERSIDADE - ANIMAL

30 PANTANAL  A moderniza ç ão da pecu á ria trouxe a divisão de terras, variedades ex ó ticas de capim e a necessidade de interferir no fluxo das á guas com pequenas represas, estradas, dragagens e drenagens, al é m de difundir o uso de pesticidas. AMEAÇAS A REGIÃO Criação de gado é a principal atividade econômica da região.

31 PANTANAL  A pesca é outra atividade bastante desenvolvida. Em que pese a enorme produtividade pesqueira do ecossistema e a riqueza de espécies comerciais, tanto a pesca industrial - para exportação a outras regiões do país ou para abastecimento dos restaurantes e hotéis - como o turismo de pesca ameaçam a sustentabilidade. Os peixes estão diminuindo de tamanho e tornando-se mais raros, nítidos sinais de superexploração, aos quais se somam problemas de contaminação por pesticidas e poluição industrial, sobretudo nos rios que vem do planalto. AMEAÇAS A REGIÃO

32 PANTANAL  Essa falta de controle sobre as atividades desenvolvidas na região e seu entorno motivaram o Banco Mundial a considerar o Pantanal como área vulnerável e prioridade máxima para conservação. Somam-se, ainda, problemas com a mineração, o aumento do lixo urbano e projetos de navegação. Algumas atividades, como a caça ilegal e o crescimento desordenado do turismo, representam ameaça direta à vida selvagem, além da pesca predatória. AMEAÇAS A REGIÃO

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34 EXERCÍCIOS 1) (UFMS-2003) A vegetação do Pantanal exibe uma influência determinante de outros biomas colocados no seu entorno, embora algumas características peculiares possam ser observadas na região. Dentre as afirmativas mostradas abaixo, assinale a(s) correta(s).

35 EXERCÍCIOS (001) O termo carandazal é empregado como referência às extensas formações com predomínio de carandá, um planta arbórea comum em áreas alagadas do Pantanal. E – A palmeira carand á (Copernicia australis) ocorre em extensas forma ç ões nas á reas em que as inunda ç ões dominam mas que ficam secas durante o inverno, permeando com os cupinzeiros,

36 EXERCÍCIOS (002) O cerrado, como formação característica da Região Centro-Oeste, é também o tipo de formação predominante no Pantanal. C - Como área de transição, a região do Pantanal ostenta um mosaico de ecossistemas terrestres, com afinidades, sobretudo, com os Cerrados e, em parte, com a floresta Amazônica, além de ecossistemas aquáticos e semi-aquáticos, interdependentes em maior ou menor grau.

37 EXERCÍCIOS (004) Na planície de inundação, são encontrados freqüentemente cactos e barrigudas, representantes típicos de vegetação de áreas úmidas. E – Cactáceas e Barrigudas são plantas xeromórficas, isto é adaptadas a clima seco e portanto encontradas em terrenos mais secos como por exemplo os campo rupestres.

38 EXERCÍCIOS (008) Em alguns trechos do rio Paraguai, podem ser encontradas formações de vitória-régia (Victoria amazonica), uma das maiores plantas aquáticas do mundo. C – Como exemplos de vegetação aquática o pantanal apresenta o Aguapé, a Salvínia, a Alface-d’água ou Erva –de-Santa-Luzia, a Elódia e a gigantesca Vitória-Régia com folhas circulares e flores flutuantes, brancas e rosadas

39 EXERCÍCIOS (016) A maioria das espécies de plantas aquáticas do Pantanal apresenta baixa plasticidade, permitindo que se adaptem aos períodos de seca e de cheia na região. E – Se a plasticidade for baixa os vegetais apresentariam baixa capacidade de adaptação.

40 EXERCÍCIOS 2) (UFMS-2003) O Pantanal Mato-Grossense tem um histórico de ocupação humana de pouco de mais de 200 anos, existindo, na atualidade, como um dos maiores centros de pecuária bovina do País. Uma característica importante desse bioma é a sazonalidade, em que se alternam um período de chuvas intensas e uma estiagem que se estende por vários meses ao longo do ano. Esse aspecto característico determina uma série de condicionantes para a fauna e a flora, principalmente na planície de inundação. Dentre as considerações abaixo, assinale a(s) correta(s).

41 EXERCÍCIOS (001) O período das chuvas e enchentes é vantajoso para várias espécies de peixes, pois elas podem abandonar o leito dos rios em busca de alimento nas áreas inundadas. C – Durante a época das cheias os peixes abandonam o leito dos rios e invadem as Baías ou Paranás onde acabam aprisionados pelo retorno das águas ao trajeto natural nas secas.

42 EXERCÍCIOS (002) A maioria dos anfíbios anuros da região se reproduz de julho a outubro, período coincidente com o de chuvas no Pantanal. E – De junho a outubro é época de seca e o período das cheias vai de novembro a maio. As chuvas se concentram nos meses de dezembro e janeiro. A média de chuva anual no pantanal é de a milímetros.

43 EXERCÍCIOS (004) Aves paludícolas comuns na região (tuiuiú, cabeça-seca, garças) alimentam-se principalmente dos peixes que ficam concentrados nos ambientes de águas rasas. C – A fauna das aves aqu á ticas e palud í culas (que vivem em lagoas) do Pantanal est á entre as mais ricas do mundo, com muitas esp é cies de patos e marrecos filtradores de pequenos animais e de algas, entre os quais o irerê é o mais comum e abundante na região.

44 EXERCÍCIOS (008) O Pantanal se caracteriza, comparado aos demais biomas brasileiros, como aquele de mais alta taxa de endemismo de mamíferos E – a Floresta Amazônica é bioma brasileiro com maior endemismo de mamíferos. Os mamíferos encontrados no Pantanal também são encontrados em outros biomas.

45 EXERCÍCIOS (016) No Pantanal, podem ser encontradas atualmente populações significativas de algumas espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção. C – Encontramos no Pantanal a Arara Azul, o Lobo Guará e a Onça Pintada que são alguns animais ameaçados de extinção.

46 EXERCÍCIOS 3) Do alto, o leito dos rios parece ladeado de curvas, como se a natureza tivesse hesitado antes de lhe dar seu traçado atual e temporário. Claude Lévi-Strauss (Tristes tropiques) Sobre o Bioma Pantanal, assinale a(s) alternativa(s) correta(s).

47 EXERCÍCIOS (001) A origem submarina dos terrenos do Pantanal é testemunhada pelos fósseis dos seres marinhos que lá são encontrados. C – Há cerca de 100 milhões de anos, ocorreu um levantamento do continente Sul-americano - Regressão marinha, e há menos de 2 milhões de anos a área do Pantanal voltou a afundar – Subsidência. O Pantanal hoje encontra-se com cerca de 500 metros de sedimentos depositados.

48 EXERCÍCIOS (002) Os índios Cadiueus são os remanescentes dos habitantes originais do Pantanal. C - Na região vivem mais de 10 povos indígenas, distribuídos por 30 comunidades. Entre as principais etnias podemos destacar : os Cadiueus (Kadiwéus), os Coxiponés, os Paiaguas e os Guatós.

49 EXERCÍCIOS (004) O garimpo, devido aos métodos rudimentares de extração de minérios, não representa fonte de impacto ecológico no Pantanal. C – Grande quantidade de mercúrio (800 kg por ano) é depositada no rio Taquari pelos garimpos de ouro, principalmente o de Poconé.

50 EXERCÍCIOS (008) O Pantaneiro, homem de hábitos mistos, adquiridos dos índios, dos vizinhos bolivianos e paraguaios, e dos peões do sul, tem como atividade principal à pecuária. C - A cultura pantaneira está intimamente ligada à pecuária de corte extensiva.

51 EXERCÍCIOS (016) O Pantanal representa a maior reserva mundial em quantidade de peixes ósseos de água doce. C - Existem mais espécies de aves no Pantanal (656 espécies) do que na América do Norte (cerca de 500) e mais espécies de peixes do que na Europa (263 no Pantanal contra aproximadamente 200 em rios europeus).

52 EXERCÍCIOS 4) (UFMS-2003) O Pantanal Mato-Grossense, com uma área de aproximadamente km 2, localizada na porção central da América do Sul, além de representar o maior complexo de áreas úmidas da região Neotropical, tem, entre seus aspectos notáveis, uma série de condições bastante particulares. De acordo com seus conhecimentos, assinale a(s) alternativa(s) correta(s).

53 EXERCÍCIOS (001) Além de ocupar parte do território dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estende-se ainda em áreas menores no Paraguai, Bolívia e Argentina. C - Esse mega ecossistema, abrange 4 países: Brasil, Argentina, Bolívia e Paraguai, cobrindo uma superfície de nada menos que 17 milhões de hectares, onde 14 milhões estão no Brasil, nos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

54 EXERCÍCIOS (002) As enchentes sazonais constituem um fenômeno natural bastante peculiar e da maior importância para os organismos aquáticos do Pantanal e das aves aquáticas consumidoras desses recursos. C - Toda a vida e a economia do Pantanal estão ligadas a este sistema de inundações. A rica fauna de aves e mamíferos depende, na sua grande maioria, da alimentação aquática. O Pantanal pode ser visto, então, como uma grande e dinâmica interface entre o mundo aquático e o terrestre.

55 EXERCÍCIOS (004) O Pantanal apresenta grandes populações de répteis ecologicamente dependentes de ambientes aquáticos, principalmente do jacaré-açu (Melanosuchus niger), o maior réptil da região Neotropical. E - O jacaré do Pantanal (Caiman crocodilus yacare) mede até 2,5 metros de comprimento, alimentando-se principalmente de peixes. A maior cobra do Pantanal é a sucuri amarela. Mede até 4,5 metros e se alimenta de peixes, aves e pequenos mamíferos.

56 EXERCÍCIOS (008) A vegetação do Pantanal é formada por uma grande diversidade de espécies vegetais, em sua grande maioria endêmicas, ou seja, de ocorrência restrita à região. E - A vegetação do Pantanal é uma mistura de matas, cerradões, savanas, campos, vegetação de brejo e vegetação aquática

57 EXERCÍCIOS (016) A criação extensiva de gado bovino, a atividade econômica que permitiu a ocupação da região, vem sendo substituída pela implantação de grandes áreas de cultivo de soja na planície de inundação. E - Desde meados dos anos 70, intensificou-se no Pantanal a economia agropecuária. Hoje, com cerca de 4 milhões de cabeças de gado, a região tornou-se importante produtora de carne. De maneira geral, a cultura do gado não é considerada prejudicial ao ambiente. A imprevisibilidade das grandes enchentes, no entanto, limita o tamanho dos rebanhos e os mantém dentro dos limites de uma economia ecologicamente sustentável. Na ausência de outros mamíferos pastadores, além dos poucos cervídeos, os bois Nelore não são competidores da fauna original. Eles se tornaram parte integral da paisagem pantaneira.

58 EXERCÍCIOS (032) O rio Paraguai, representando o grande canal de drenagem do sistema Pantanal, desloca-se no sentido norte- sul e recebe afluentes como o Miranda e o Taquari, que se deslocam no sentido leste-oeste. C -. Através do rio Paraguai, o Pantanal está intimamente ligado à grande bacia do rio Paraná - rio da Prata. Conexões aquáticas difusas com afluentes amazônicos existem ao norte, especialmente com os rios Guaporé e Cuiabá e ao sul os rios Miranda, Negro, Taquari Piquiri e o Correntes.

59 EXERCÍCIOS 5) (UFMS-2003) O Brasil apresenta diversos biomas como a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica, o Cerrado, a Caatinga e o Pantanal Mato-Grossense, dentre outros. Nas afirmativas abaixo, foram considerados os aspectos mais relevantes de alguns desses biomas. Assinale a(s) correta(s).

60 EXERCÍCIOS (001) A Floresta Amazônica apresenta vários estratos vegetais com as copas das árvores mais altas podendo atingir de 30 a 40 metros acima do solo C - A figura mostra a estratificação vertical da floresta constituída por quatro estratos bem definidos.

61 EXERCÍCIOS (002) Na Mata Atlântica encontramos uma grande diversidade de plantas epífitas, como bromeliáceas e orquídeas. (004) As árvores do cerrado geralmente têm o caule ereto, a casca fina e as raízes pouco profundas. C E - A típica vegetação que ocorre no Cerrado possui seus troncos tortuosos, de baixo porte, ramos retorcidos, cascas espessas,folhas grossas e raízes profundas.

62 EXERCÍCIOS (008) A Caatinga caracteriza-se por apresentar um índice pluviométrico anual entre e 2.250mm. (016) No Pantanal Mato-Grossense, várias espécies de plantas estão adaptadas para a sobrevivência em períodos de cheia e seca. E – As chuvas na caatinga são raras e irregulares – o índice pluviométrico médio é de 600mm anuais. C

63 EXERCÍCIOS (032) A vegetação do Pantanal Mato-Grossense caracteriza-se pelo predomínio das cactáceas, euforbiáceas e bromeliáceas. E – Cactáceas são de clima seco (xerófitas), euforbiáceas representam uma das maiores famílias das dicotiledôneas com aproximadamente 7500 espécies, entre as quais destacamos a mamona, a seringueira, o quebra-pedra e a coroa-de- cristo, entre as bromeliáceas família de monocotiledôneas destacamos plantas epifitas e terrestres como o abacaxi.

64 EXERCÍCIOS 6) (UFMS-2005) O Bioma Pantanal Mato-Grossense é um complexo de áreas úmidas com cerca de km 2 e abriga uma notável diversidade de plantas e animais. Sobre o Pantanal Mato-Grossense é correto afirmar que (001) aproximadamente 35% da sua área total está localizada no estado de Mato Grosso do Sul. E – ¾ em MS e ¼ em MT

65 EXERCÍCIOS (002) a principal atividade econômica da região é a pecuária. (004) nos seus diferentes habitats, a ariranha é considerada o mais importante predador. C E – a ariranha é um predador em ambientes aquáticos

66 EXERCÍCIOS (008) regionalmente, as lagoas de água doce do Pantanal Mato-Grossense, são denominadas baías. (016) no Pantanal Mato-Grossense formam-se grandes ninhais ou viveiros, onde se reproduzem garças-brancas, colhereiros, cabeças-seca e outras espécies. C C - As aves do Pantanal são um de seus maiores atrativos. Reunidas em enormes concentrações, exploram os recursos alimentares aquáticos. O tuiuiú (Jabiru mycteria), a cabeça-seca (Mycteria americana) e o colhereiro (Ajaia ajaja), além das garças biguás e patos são os mais vistosos. Muitas espécies nidificam em áreas comuns, sobre determinadas árvores, conhecidas como ninhais, que se destacam na paisagem pantaneira. Um espetáculo admirável é acompanhar as aves, ao anoitecer ou ao amanhecer, aos dormitórios à beira dos rios, onde passam as noites.

67 EXERCÍCIOS (032) o paratudal é uma formação de palmeiras, característica do Pantanal Mato-Grossense. E - Os paratudais são formados pelos ipês roxos (Tabebuia, localmente chamado piúva).

68 EXERCÍCIOS 7) (UFMS-2005) Um pesquisador realizou, durante o período de um ano, a contagem (censo) de 3 espécies de aves piscívoras (A, B e C), em um determinado conjunto de ambientes aquáticos, localizado no Pantanal Mato-Grossense. Os dados obtidos são mostrados no gráfico a seguir.

69 EXERCÍCIOS Com base nessas informações, é correto afirmar que (001) as 3 espécies ocorreram com as mesmas freqüências nos diferentes ambientes aquáticos ao longo de todo o período de estudo. (002) as espécies A e B foram mais abundantes durante o período das enchentes na região, quando os peixes estão dispersos nas áreas inundadas. E E

70 EXERCÍCIOS (004) as 3 espécies mostram padrões de distribuição muito semelhantes durante o período de estudo, o que sugere não haver nenhuma influência das mudanças ambientais impostas pelos períodos de seca e enchentes. (008) as espécies A e C foram mais abundantes durante o período de seca na região, quando existe maior facilidade para captura das presas, pois os peixes estão confinados aos ambientes aquáticos remanescentes. E C

71 EXERCÍCIOS (016) embora não tenham sido consideradas no estudo, as variações extremas de temperatura impostas pelas frentes frias no período junho-agosto é que limitam a presença dessas aves na região. (032) a espécie B não tem sua distribuição influenciada pelos períodos de seca e de enchentes, provavelmente porque utiliza estratégias diferentes das outras duas espécies, para a obtenção de presas. E C

72 EXERCÍCIOS 8) (Unesp-2006) Nas cheias, quando os rios do Pantanal naturalmente transbordam, a vegetação herbácea das áreas inundadas morre e é transformada em detritos que vão alimentar uma grande quantidade de peixes e invertebrados. Nas secas, quando o rio volta ao seu leito, o solo é fertilizado pelos nutrientes originados principalmente dessa vegetação morta. Um artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo de relata que uma área de aproximadamente km² no Pantanal foi transformada em trechos de alagamento permanente na região de planície, onde o rio Taquari encontra as águas do rio Paraguai, prejudicando esse processo natural de cheias e secas. (.(.

73 EXERCÍCIOS Nesse artigo afirma-se que o processo que acabou ocasionando essa inundação foi acelerado na década de 1970, quando o governo incentivou a ocupação das áreas de cerrado em torno do Pantanal, na região de planaltos, onde estão as nascentes do rio Taquari, para o desenvolvimento da agricultura e da pecuária. a) Qual o nome do processo responsável pela transformação gradual da vegetação morta em detritos e posteriormente em nutrientes minerais que fertilizam os solos? Cite dois grupos de microrganismos que participam desse processo. R: Decomposição que ocorre com a participação de fungos e bactérias

74 EXERCÍCIOS b) Considere os seguintes fatores: assoreamento, desmatamento das áreas de cerrado para expansão das fronteiras agrícolas, transbordamento do rio e erosão. Ordene esses fatores, descrevendo sucintamente a provável seqüência de eventos que acabou por provocar o alagamento permanente relatado no artigo. Cite uma conseqüência imediata para a economia da região causada pela inundação permanente de uma área tão extensa de pantanal.

75 EXERCÍCIOS R: Com a expansão das fronteiras agrícolas áreas do cerrado serão desmatadas resultando em erosão do solo e assoreamento dos rios que ficarão mais rasos aumentando assim sua área de transbordamento. A região do pantanal, cuja economia é baseada na pecuária, poderá ser afetada pela diminuição das pastagens.

76 EXERCÍCIOS 9) (UFMS-2005) Durante o período de reprodução, os machos de anuros vocalizam para atração das fêmeas até o sítio de vocalização. Uma poça d’água temporária, recém-formada pelas fortes chuvas, propicia um ótimo ambiente para a reprodução de várias espécies de anuros. O número de indivíduos, da mesma espécie, na poça aumenta com o passar dos dias, partindo-se de poucos indivíduos no início, até a formação de um verdadeiro coro com muitos machos vocalizando ao mesmo tempo. Individualmente, um macho vocalizando, em geral, tem maiores chances de entrar em amplexo, e conseqüentemente, de deixar descendentes; por outro lado, ele corre maior risco de sofrer ataque de um predador. O gráfico a seguir mostra a relação entre o risco de predacão e o tamanho do coro (ou número de indivíduos vocalizando).

77 EXERCÍCIOS

78 Após a análise do gráfico abaixo, assinale a(s) proposição(ões) que está(ão) correta(s). (001) O risco de predação aumenta à medida que aumenta o número de indivíduos no coro. (002) O risco de predação é maior quando existem poucos indivíduos vocalizando. E C

79 EXERCÍCIOS (004) A quantidade de indivíduos no coro não influencia a taxa de predação. (008) O risco de predação diminui com o aumento do número de indivíduos no coro. E C

80 EXERCÍCIOS (016) Os dados mostram que, quando o indivíduo corre o risco de sofrer a predação, ele pára de vocalizar. (032) Os maiores riscos de predação ocorrem em dois momentos, ou seja, quando existe um pequeno número de indivíduos e quando o número de indivíduos atinge o máximo no coro. E E


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