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O Espírito de Profecia: Orientações para a Igreja Remanescente Organizado por Renato Stencel, diretor do Centro White, 2013.

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1 O Espírito de Profecia: Orientações para a Igreja Remanescente Organizado por Renato Stencel, diretor do Centro White, 2013

2 Ellen G. White e a Bíblia: Como seus Escritos se Relacionam com as Escrituras Livros: Nisto Cremos O Grande Conflito Renato Stencel (org.) 2013

3 Introdução • Os escritos de Ellen White se igualam aos da Bíblia? Como ela entendia a relação de seus escritos para com as Escrituras? Qual é a diferença entre os profetas canônicos e os não-canônicos? • “Os escritos de Ellen White não constituem um substituto para a Bíblia. Não podem ser colocados no mesmo nível. As Escrituras Sagradas ocupam posição única, pois são o único padrão pelo qual os seus escritos – ou quaisquer outros – devem ser julgados e ao qual devem estar subordinados” (Nisto Cremos, p. 305). Renato Stencel (org.) 2013

4 Entendimento de Ellen White • O fato de que Deus revelou Sua vontade aos homens por meio de Sua Palavra, não tornou desnecessária a contínua presença e direção do Espírito Santo. Ao contrário, o Espírito foi prometido por nosso Salvador para aclarar a Palavra a Seus servos, para iluminar e aplicar os seus ensinos. E visto ter sido o Espírito de Deus que inspirou a Escritura Sagrada, é impossível que o ensino do Espírito seja contrário ao da Palavra. • O Espírito não foi dado – nem o poderia ser – a fim de sobrepor-se à Escritura. (EGW, GC, p. 8 e 9) Renato Stencel (org.) 2013

5 Entendimento de Ellen White • Jesus Cristo prometeu: “O Consolador vos ensinará todas as coisas” (Jo. 14:26). As Escrituras claramente ensinam que estas promessas, longe de se limitarem aos dias apostólicos, se estendem à igreja de Cristo em todos os séculos. (EGW, GC, p. 7) • Os dons do Espírito foram postos na igreja para o “aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”(Ef. 4: 12 e 13). Renato Stencel (org.) 2013

6 A primazia da Palavra • A relação dos escritos de Ellen G. White para com a Bíblia. “Recomendo-vos, caro leitor, a Palavra de Deus como regra da vossa fé e prática. Por essa Palavra seremos julgados” (PE, p. 78). • Não toma o lugar da Palavra. O Senhor deseja que estudeis a Bíblia. Ele não deu alguma luz adicional para tomar o lugar de Sua Palavra. Esta luz deve conduzir as mentes confusas a Sua Palavra, a qual, se for comida e assimilada, é como o sangue que dá vida à alma. Então serão vistas boas obras como luz brilhando nas trevas (Carta 130, 1901). Renato Stencel (org.) 2013

7 A primazia da Palavra • Obter provas da Bíblia. “Apresentai vossas provas, claras e simples, da Palavra de Deus. Um ‘assim diz o Senhor’ é o mais forte testemunho que podeis apresentar ao povo. Que ninguém seja instruído a olhar para a Irmã White, e, sim, ao poderoso Deus, que dá instruções à Ellen White (Carta 11, 1894). • Relação dos escritos de Ellen White para com a Bíblia – a luz menor. Pouca atenção é dada à Bíblia, e o Senhor deu uma luz menor para guiar homens e mulheres à luz maior (RH, 20 de janeiro de 1903). Renato Stencel (org.) 2013

8 A primazia da Palavra • Não para proporcionar nova luz. “A palavra de Deus é suficiente para iluminar o espírito mais obscurecido, e pode ser compreendida de todo o que sinceramente deseja entendê-la. Mas, não obstante isso, alguns que dizem fazer da Palavra de Deus o objeto de seus estudos, são encontrados vivendo em oposição direta a alguns de seus mais claros ensinos. Daí, para que tanto homens como mulheres fiquem sem escusa, Deus dá testemunhos claros e decisivos, a fim de reconduzi-los à Sua palavra, que negligenciaram seguir” (2 TS, p. 279). Renato Stencel (org.) 2013

9 A primazia da Palavra • Testemunhos para trazer lições simples da Palavra. Além das instruções em Sua Palavra, o Senhor tem concedido testemunhos especiais a Seu povo, não como uma nova revelação, mas para que possa apresentar-nos as claras lições de Sua Palavra, a fim de que sejam corrigidos os erros e indicado o caminho certo, para que toda alma fique sem escusa (Carta 63, 1893). Renato Stencel (org.) 2013

10 Como a IASD entende Ellen G. White • Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm algumas crenças fundamentais. • Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja Remanescente e foi manifestado por Ellen G. White. Seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser aprovado todo ensino e experiência. (AG, Crenças Fundamentais, abril de 1980) Renato Stencel (org.) 2013

11 Como a IASD entende Ellen G. White • Acreditamos que a Escritura é a Palavra divinamente revelada de Deus e é inspirada pelo Espírito Santo. • Acreditamos que o cânon da Escritura é composto somente dos sessenta e seis livros do Antigo e Novo Testamentos. • Acreditamos que a Escritura é a base da fé e a autoridade final em todos os assuntos de doutrina e prática. • Acreditamos que a Escritura é a Palavra de Deus em linguagem humana. Renato Stencel (org.) 2013

12 Como a IASD entende Ellen G. White • Acreditamos que a Escritura revela que o dom de profecia será manifestado na igreja cristã após o período do Novo Testamento. • Acreditamos que a aceitação do dom profético de Ellen White é importante para a nutrição espiritual e a unidade da IASD. • Acreditamos que o uso que Ellen White fez de fontes e assistentes literários encontra paralelo em alguns dos escritos da Bíblia. • Acreditamos que o ministério e os escritos de Ellen White foram uma manifestação do dom de profecia. Renato Stencel (org.) 2013

13 Como a IASD entende Ellen G. White • Acreditamos que Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo e que seus escritos, frutos dessa inspiração, são aplicáveis e autoritativos, especialmente para os adventistas do sétimo dia • Acreditamos que os propósitos dos escritos de Ellen White incluem orientação na compreensão dos ensinos das Escrituras e na aplicação destes ensinos, com urgência profética, para a vida espiritual e moral. Renato Stencel (org.) 2013

14 Como a IASD entende Ellen G. White • Não acreditamos que a qualidade ou grau de inspiração nos escritos de Ellen White seja diferente do da Escritura. • Não acreditamos que os escritos de Ellen White sejam um acréscimo ao cânon da Escritura Sagrada. • Não acreditamos que os escritos de Ellen White funcionem como o fundamentos e a autoridade final da fé cristã, como a Bíblia funciona. Renato Stencel (org.) 2013

15 Como a IASD entende Ellen G. White • Não acreditamos que os escritos de Ellen White possam ser usados como a base da doutrina. • Não acreditamos que os estudo dos escritos de Ellen White possa ser usado para substituir o estudo das Escrituras Sagradas. • Não acreditamos que a Escritura possa ser compreendida somente através dos escritos de Ellen White. • Não acreditamos que os escritos de Ellen White esgotem o significado das Escrituras. Renato Stencel (org.) 2013

16 Como a IASD entende Ellen G. White • Não acreditamos que os escritos de Ellen White sejam essenciais para a proclamação das verdades das Escrituras para a sociedade como um todo. • Não acreditamos que os escritos de Ellen White sejam o produto de mera piedade cristã. • Não acreditamos que o uso de fontes e assistentes literários por parte de Ellen White negue a inspiração de seus escritos. Renato Stencel (org.) 2013

17 O Dom de Profecia O Espírito de Profecia e a Bíblia. Os escritos de Ellen White não constituem um substituto para a Bíblia. Não podem ser colocados no mesmo nível. As Escrituras Sagradas ocupam posição única, pois são o único padrão pelo qual os seus escritos – ou quaisquer outros – devem ser julgados e ao qual devem estar subordinados. Renato Stencel (org.) 2013

18 O Dom de Profecia A Bíblia é o padrão supremo. Os adventistas do sétimo dia apoiam plenamente o princípio da Reforma, sola scriptura, a Bíblia como seu próprio intérprete e a Bíblia sozinha, como base de todas as doutrinas. Ellen White disse que “em Sua Palavra, Deus conferiu aos homens o conhecimento necessário à salvação. As Santas Escrituras devem ser aceitas como autorizada e infalível revelação de Sua vontade. Elas são a norma do caráter, o revelador das doutrinas, a pedra de toque da experiência religiosa”. Renato Stencel (org.) 2013

19 O Dom de Profecia Um guia para entender a Bíblia. “Pouca importância é dada à Bíblia”, escreveu Ellen White, e assim, “o Senhor concedeu uma luz menor para conduzir homens e mulheres à luz maior”. Um guia na compreensão da Bíblia. “Não são apresentadas verdades novas; através dos Testemunhos, porém, Deus simplificou as grandes verdades já concedidas e segundo a forma por Ele mesmo escolhida, trouxe-as perante o povo, visando despertá-los e impressionar suas mentes, afim de que todos eles fiquem sem escusa” (EGW, 2TS, p. 280). Renato Stencel (org.) 2013

20 O Dom de Profecia Um guia para aplicar princípios bíblicos. Muitos de seus escritos aplicam os conselhos bíblicos ao viver diário. Ellen White disse que ela foi “orientada a apresentar princípios gerais, e ao mesmo tempo, especificar os perigos, erros e pecados de alguns indivíduos, a fim de que todos pudessem ser advertidos, reprovados e aconselhados”. Renato Stencel (org.) 2013

21 O Dom de Profecia O desafio ao crente. O livro do Apocalipse profetiza que o “testemunho de Jesus” haveria de manifestar-se através do “espírito de profecia” nos últimos dias da história terrestre. Isso representa um desafio a todos, no sentido de não assumir um atitude de indiferença ou descrença, mas a “provar todas as coisas” e “reter o que é bom”. Renato Stencel (org.) 2013

22 Espírito de Profecia: Orientações para a Igreja Remanescente Pág Centro de Pesquisas Ellen G. White Organizador: Renato Stencel Abril de 2013 Fonte


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