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Administração Pública III Professor: Daniel Pinheiro Amanda Drehmer Bruna Fraga Camila Machado Fernanda Vieira Mariana Fernandes Estudo de caso: Home of.

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1 Administração Pública III Professor: Daniel Pinheiro Amanda Drehmer Bruna Fraga Camila Machado Fernanda Vieira Mariana Fernandes Estudo de caso: Home of Joy (Manila, FILIPINAS)

2 ORGANIZAÇÃO – Home of Joy (Lar da Alegria)  Vários serviços para crianças;  Cavite: Lar para aproximadamente 24 crianças e uma escola e um centro diurno que proporcionam a educação e o apoio necessitado em termos de desenvolvimento;  Serviço comunitário: Apoio às crianças e às suas famílias assim como serviço às famílias substitutas.

3 CONTEXTO  As crianças que inicialmente usavam o serviço eram da comunidade local em Manila, onde ficava o lar na época;  Com o passar do tempo, os encaminhamentos têm vindo cada vez mais de outras organizações, inclusive do governo. Geralmente, estes são de crianças pequenas abandonadas, em que não há praticamente nenhuma possibilidade de retorno à família biológica;  A Home of Joy tem cuidado de um número cada vez menor de crianças mais velhas e de um número maior de crianças muito pequenas, as quais, geralmente, são oferecidas para a adoção;

4 BOAS PRÁTICAS  Treinamento e supervisão dos funcionários  Há uma funcionária antiga responsável pela supervisão das três casas, que também organiza o atendimento diurno e possui uma boa relação com os atendentes e as crianças;  É realizada uma reunião “sobre o comportamento” uma vez por semana, a qual é presidida pelo assistente social da comunidade. Esta oferece apoio e treinamento para os funcionários, mas também proporciona a eles uma compreensão valiosa de como avaliar as necessidades das crianças e entender seu comportamento;  Há, inevitavelmente, uma certa rotina e institucionalização num asilo deste tamanho, porém os funcionários são muito aberto a sugestões e esforçam-se por minimizar os efeitos desses fatores nas vidas das crianças.

5 BOAS PRÁTICAS  Famílias substitutas  Há um grupo valioso de pais substitutos que vivem perto um dos outros e, assim, apóiam-se reciprocamente. Estas famílias oferecem um cuidado de alta qualidade, apesar de seus próprios recursos e educação bastante limitados;  O apoio de assistência social para os pais substitutos consiste de visitas semanais e uma reunião de grupo mensal. A avaliação e a preparação dos pais substitutos são realizadas por uma assistente social especializada da organização que envia suas avaliações concluídas para o departamento da previdência social do governo para exame e aprovação finais;  As crianças são bem integradas na comunidade local;  A maioria das crianças em famílias substitutas são, depois, adotadas por famílias no exterior.

6 BOAS PRÁTICAS  Apoio comunitário  Há um fundo à disposição das crianças para ajudá-las com sua educação. As igrejas solicitam este auxílio da Home of Joy, sendo que o financiamento é destinado a crianças de famílias muito pobres;  Os recursos disponíveis para estas crianças não satisfazem a demanda, mas permitem que algumas crianças recebam uma boa educação com a ajuda da igreja e da Home of Joy.

7 BOAS PRÁTICAS  Defesa de direitos  A HOJ trabalha em rede com outras organizações de cuidado infantil e também com Igrejas, para assegurar que as questões do bem-estar infantil sejam debatidas. Além de obter mais informações e apoio em sua atuação;  Em Manila, há uma grande variedade de instituições de acolhimento infantil. A Home Of Joy é respeitada e é capaz de dar uma contribuição positiva para o debate sobre a qualidade das instituições de acolhimento e o futuro direcionamento para os serviços infantis.

8 Dar El Awlad - Lar para Meninos do Oriente Próximo (Beirute, LÍBANO)

9 ORGANIZAÇÃO Fundada em 1948 para oferecer um asilo para meninos carentes, que cuidasse deles tão bem quanto um bom pai o faria e compartilhasse com eles o amor de Cristo;

10 ORGANIZAÇÃO  São em média 70 meninos órfãos, que perderam ambos os pais ou um deles;  Sem condições de cuidar do filho;  Lares abusivos ou desmembrados;  Experiências traumáticas;  Maior atmosfera de lar e cuidado individual direto para cada menino através de sua “mãe” na unidade. DORMITÓRIOS UNIDADES FAMILIARES

11 ORGANIZAÇÃO  As pequenas unidades familiares oferecem um “lar” com amor à criança até que ela possa retornar para sua família; ASILO Residência que oferece um clima de amor e segurança, lida e supre as necessidades físicas, emocionais e espirituais

12 BOAS PRÁTICAS  Mesmo sendo um orfanato cristão, os meninos são aceitos com base em sua necessidade, ao invés da origem religiosa;  7 unidades familiares;  Cada unidade familiar é um apartamento auto-suficiente com uma “mãe”, que cuida de 8–10 meninos;  Quanto às suas necessidades de lazer, os meninos possuem uma quadra de basquete e um campo e futebol de asfalto;  Identificação das necessidades infantis, através da inclusão das famílias extensas (de origem) ou imediatas aos programas desenvolvidos;

13 BOAS PRÁTICAS  As crianças retornam para os cuidados da família, assim que sentimos que as famílias são capazes de cuidar delas;  Assistência financeira por um período limitado, para ajudar com os cuidados da criança;  Esperamos que todos os meninos deixem o asilo com um ofício ou uma habilidade;  Considera-se extremamente importante que os meninos no asilo recebam treinamento escolar e técnico;  Há planos para criar-se um Centro de Tecnologia.

14 BOAS PRÁTICAS  60 % da renda Programa de Apadrinhamento  Todos os meninos possuem um padrinho local;  Igrejas  Organizações locais, inclusive o  Ministério da Previdência Social,  Os 20 % restantes provém de igrejas locais, indivíduos, empresas, etc.

15 BOAS PRÁTICAS  Somente através de funcionários comprometidos e afetuosos que o clima e as condições certas para as crianças serão possíveis;  Os funcionários são obtidos através das igrejas locais, onde é oferecido apoio contínuo e atenção para os funcionários por parte da igreja;  Reniões de funcionários periódicas para oração e ensinamento e, eventualmente, treinamento em cuidados infantis, etc.

16 FUTURO  Aspectos que ainda precisam ser desenvolvidos:  Atendimento psicológico aos meninos  Treinamento dos funcionários para ajudá-los a cuidar de crianças emocionalmente perturbadas;  Programas internos (esportivo, aulas de música, etc.);  Programa social;  Escola primária;  Casa intermediária para os meninos mais velhos que deixaram o asilo e precisam de ajuda para ingressar na vida.

17 Eglise Trinité Internationale Bujumbura, Burundi  Começou em 1992, e possui frequência de em média 1200 pessoas;  Oferecem cultos matinais nos domingos, e grupos de Ministérios (unidades familiares que se reúnem por solidariedade);  Ao final de 1998, a ETI possuía 150 grupos;  A visão do ETI é chegar através do Evangelismo;

18 ORGANIZAÇÃO  Em 1993 a Igreja era muito jovem e pequena e começou a alimentar as crianças nos campos de pessoas deslocadas de Bujubura, devido a Guerra Civil começada em 93;  Várias crianças ficaram desacompanhadas dos pais;  Formaram-se assim, Ministérios de grupos que cuidavam dessas crianças;  criança desacompanhadas apenas em Bujumbura, e a maioria presume que os pais estão mortos;

19 ORGANIZAÇÃO  Muitas vezes são recoladas em famílias substitutas;  Se as familias são procuradas e encontradas, as crianças retornam ao ambiente de seus lares (200 crianças já foram recolocadas);  O grupo faz um acompanhamento das crianças e oferece o apoio de que precisam durante os primeiros meses na reintegração da família

20 Organizações: Save the children; The Orphancare Grupo: Amanda Dhremer; Bruna Fraga; Camila Machado; Fernanda Vieira; Mariana Squizatto

21  Save the Children (International Save the Children Alliance) é uma organização não governamental de defesa dos direitos da criança no mundo, ativa desde 1919, dedicando-se tanto a prestar ajuda humanitária de urgência como ao desenvolvimento de longo prazo, através do apadrinhamento de crianças.  O apadrinhamento humanitário consiste em prover as necessidades da criança, permitindo que continue no seu meio familiar, sua cultura e seu país.

22  A primeira associação Save the Children foi criada em Londres, em maio de 1919, por Eglantyne Jebb e sua irmã Dorothy Buxton. Chocadas diante das consequências da Primeira Guerra Mundial e da Revolução Russa, ambas decidiram criar uma poderosa organização internacional com ramificações nos lugares mais remotos do planeta, voltada à melhoria das condições de vida das crianças.

23  Em Nova York, Genebra e Bruxelas, Save the Children dispõe de escritórios "políticos" voltados ao trabalho de influência e articulação institucional, voltado sobretudo às Nações Unidas e a União Européia.

24  Link Vídeo: 

25  OrphanCARE é uma entidade sem fins lucrativos, organização não-governamental estabelecida em 2008, sob o patrocínio de Sua Alteza Real Sultanah Pahang, Sultanah Hajjah Kalsom. Tem como objetivo dar a cada órfão e bebê abandonado a chance de sentir o amor e os cuidados na segurança de uma família de acordo com o nosso slogan "Toda criança precisa de uma família".

26  Surgiu na Malásia, um país onde é proibida a relação sexual fora do casamento. Logo há muito preconceito com os casos existentes.  Há um número crescente de bebês deixados em lixões, arbustos, ralos, sanitários públicos, entre outros lugares. Mães solteiras ou vítimas de estupro que abandonam seus bebês são na sua maioria jovens e sob pressão decorrentes do estigma social e implicações legais, agravada por um sentimento de desespero devido a não saber a quem recorrer.

27  OrphanCARE tem um banco de dados de rastreio pais adotivos com perfis completos de fundo e trabalhar com outros departamentos governamentais, ONGs e membros do público para dar às famílias adequado para órfãos e crianças abandonadas.


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