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Arte, Educação e Histórias do Recife Prof.ª Marta Andrade Lima Historiadora, Mestre em Educação Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE Unidade.

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1 Arte, Educação e Histórias do Recife Prof.ª Marta Andrade Lima Historiadora, Mestre em Educação Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE Unidade acadêmica de Garanhuns – UAG

2 História Local: uma janela para o mundo “ A história local requer um tipo de conhecimento diferente daquele focalizado no alto nível de desenvolvimento nacional e dá ao pesquisador uma idéia muito mais imediata do passado. Ele a encontra dobrando a esquina e descendo a rua. Ele pode ouvir os seus ecos no mercado, ler a seu grafite nas paredes, seguir suas pegadas nos campos.” (SAMUEL,1989, p.220) “... faz das pessoas comuns participantes de uma história aparentemente desprovida de importância e estabelece relações entre grupos sociais de condições diversas que participaram de cruzamentos de histórias, tanto no presente como no passado” ( BITTENCOURT, 2004, p. 165)

3 Os interesses dessa nova história local voltam-se para uma abordagem social que procura reconstituir as condições de vida dos diversos grupos sociais num determinado período histórico. A história local tem sido indicada como necessária para o ensino por possibilitar a compreensão do entorno do aluno, identificando o passado sempre presente nos vários espaços de convivência – escola, casa, comunidade, trabalho e lazer – e igualmente por situar os problemas significativos da história do presente. (BITTENCOURT 2004 p.168) (MANIQUE E PROENÇA 1990, p 141) ↔ O local e o contexto

4 “Sob o ponto de vista científico, a história local e regional evita o erro grosseiro de considerar o nacional como um todo homogêneo, o que, em termos de investigação científica, produz uma percepção desfocada e distorcida da dinâmica das sociedades.” (MANIQUE E PROENÇA 1994, p. 27) Possibilidade de perceber que:

5 O Cotidiano como fonte de estudo: A fim de fazer emergir as tensões sociais do dia-a-dia, as formas improvisadas de luta e resistência, o apego a tradições (a questão cultural); Fonte de práticas cotidianas e representações culturais: contextualizando uma vida em sociedade e articulando a história individual a história coletiva;

6 Francisco Brennand e o Bairro da Várzea

7 Os Brennand Cerâmica São João fundada em 1917: Ricardo Brennand e família; Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand nasce em 11 de junho de 1927, o marco; Influenciado pela arte de Abelardo da Hora, Álvaro Amorim e outros se engaja na carreira artística; Em 1947, recebeu o primeiro prêmio de pintura do Salão de Arte do Museu de Pernambuco;

8 No final de 1948, casa-se com Deborah e em fevereiro de 1949 o casal embarca para Paris; Em 1955, participa da III Bienal de Barcelona, na Espanha. Em 1958, inaugura o mural do Aeroporto Internacional dos Guararapes, no Recife; Em 1971, depois de visitar às ruínas semi- abandonadas da Cerâmica São João da Várzea, resolve aproveitar o amplo espaço e constituir a partir das ruínas seu ateliê/oficina.

9 Oficina de Cerâmica Francisco Brennand Fundada em 1971: fonte inspiradora e depositária da história do artista pernambucano. Oficina: caráter inusitado, conjunto arquitetônico monumental de grande originalidade, em constante processo de mutação; Relações Histórico-Culturais com o tradicional bairro da Várzea.

10 A chamada Várzea do Capibaribe A oeste do Recife; 2.264,0 hectares; habitantes; Ponto turístico e grande fonte de História.

11 “A melhor e mais bela moradia dentre os melhores lugares de Pernambuco e de onde vem o melhor e maior parte do açúcar” ( Adrien Verdonck, 1630)

12 Breve histórico Povoada desde o século XVI, originária do Engenho Santo Antônio e Engenho São João; Dominação holandesa ; Foco da culminância da Insurreição Pernambucana;

13 O encontro da Arte, Educação e da História através da obra de Brennand

14 A Batalha dos Guararapes Produzido entre 1961/1962 referente a batalha que derrotou os holandeses que ocupavam Pernambuco no século XVII;

15 A oficina: museu e espaço cultural Ovos, aves, figuras totêmicas: a marca e o referencial; Anatomia masculina e feminina: a sexualidade presente nos elementos.

16 “Tenho a impressão de estar criando com o conjunto de minha obra um vasto cenário, talvez uma cosmogonia, ou então, como diz um crítico pernambucano, uma simples gliptoteca, mas sempre como um pintor.” (BRENNAND, 2005)

17 Monumento do Marco Zero Obra contemplada no projeto: Eu vi o Mundo...Ele começava no Recife."

18 As pessoas e o lugar são também a minha imagem. Quando me reconheço nesse lugar, nessas pessoas, nessa cidade e na sua história eu me encontro e percebo a minha imagem.

19 Referências Bibliográficas BRENNAND, Francisco.Testamento I: o oráculo contrariado. Recife: Bagaço, p. Disponível em: SILVA, Leonardo Dantas. Arruando a Várzea. Recife: Fundaj, s/a. s/p. Disponível em: gov.br/geral/textos%20online/recife/arruando%20v.pdf ARTE E CULTURA. Praças e Parques.Disponível em: az.com.br/arte_Cultura/pracas_parques.htm INSURREIÇÃO PERNAMBUCANA. História de Pernambuco. Disponível em: BITTENCOURT, Circe M. Fernandes. Conhecimentos históricos: conceitos fundamentais. In:___. Ensino de História: fundamentos e métodos. (coleção docência em formação. Série Ensino Fundamental) São Paulo: Cortez, Cap. 2-3, p FONSECA, Selva Guimarães. Abordagens historiográficas recorrentes no ensino fundamental e médio. In:___. Didática e prática de ensino de História. Campinas: Papirus, Cap. 3, p

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