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MOTORES & LUBRIFICANTES MOTORES & LUBRIFICANTES • O motor é a fonte de energia do automóvel. Converte a energia calorífica produzida pela combustão da.

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2 MOTORES & LUBRIFICANTES MOTORES & LUBRIFICANTES

3 • O motor é a fonte de energia do automóvel. Converte a energia calorífica produzida pela combustão da gasolina em energia mecânica, capaz de imprimir movimento nas rodas. • Para evitar desgastes e aquecimento excessivo, o motor inclui um sistema de lubrificação. O óleo, armazenado no cárter sob o bloco do motor, é obrigado a circular sob pressão através de todas as peças do motor que necessitam de lubrificação. MOTOR O primeiro motor de combustão interna bem sucedido foi fabricado em 1876, pelo Engº. Alemão Nikolaus Otto. Num ciclo de quatro tempos: Admissão; Compressão; Explosão; Exaustão.

4 MOTOR

5 MOTOR - GASOLINA

6 MOTOR - DIESEL • Enquanto no motor a gasolina a – mistura gasosa ar gasolina – é inflamada por meio de uma faísca eléctrica produzida pela vela de ignição, no motor a Diesel não existem velas de ignição e a gasolina é substituída por Diesel. • A ignição, num motor a Diesel, é provocada pela compressão, que faz elevar a temperatura do ar na câmara de combustão de tal modo que esta atinja o ponto de auto-inflamação do combustível. • O Diesel, que se evapora menos que a gasolina, não é introduzido na câmara de combustão sob a forma de mistura com ar, mas sim injectado sob alta pressão por meio de um injector. Na câmara de combustão, o Diesel inflama-se em contacto com o ar aquecido por efeito da forte compressão. Uma bomba accionada pelo próprio motor fornece o Diesel a cada injector em determinadas quantidades e sob elevada pressão. O acelerador regula a quantidade de combustível fornecida pela bomba e, consequentemente, a potência gerada pelo motor. • Num motor de automóvel a gasolina médio, a gasolina sofre uma compressão que reduz o seu volume em cerca de um nono do seu valor inicial, o que corresponde a uma relação ou taxa de compressão 9:1 num motor a Diesel esta relação pode atingir o valor de 22:1, de modo a aumentar a temperatura do ar.

7 MOTOR - DIESEL

8  Quando duas superfícies sólidas deslizam em contacto uma contra a outra, ocorre atrito e desgaste.  Atrito  Atrito – Resistência ao movimento durante o deslizamento. ( gera calor e perda de potência)  Desgaste  Desgaste – Perda ou destruição das superfícies em contacto. ( reduz a vida dos componentes e favorece o aparecimento de vibrações e ruídos )  Lubrificação  Lubrificação – É todo e qualquer procedimento que tenha o efeito de reduzir o atrito e o desgaste.  Lubrificantes  Lubrificantes – Qualquer substância que quando introduzida entre as superfícies reduz o atrito e o desgaste. Lubrificação / Lubrificantes

9 • Tipos de Atrito “ Friction “. Atrito de rolamento. Atrito de escorregamento • Tipos de Desgaste “Wear”. Abrasivo – Polimento e abrasão por partículas de desgaste ou contaminantes sólidos.. Adesivo – Soldadura das rugosidades em regimes de lubrificação mista ou limite. Corrosivo – Reacção química pelo ambiente envolvente.. Pitting – Causado pela fadiga da superfície por contacto de rolamento.. Erosão - ( Cavitação ) – Formação e rebentamento de bolhas nas superfícies devido a mudanças rápidas de pressão. Lubrificação / Lubrificantes

10 Um lubrificante tem como objectivo proteger os componentes contra os ácidos, cuja formação é derivada de produtos da combustão. Essa contaminação compreende fuligem, gases e água. Assim, na figura podemos observar partículas de óleo (1) rodeadas por ácidos (2), que será neutralizado pelos aditivos dispersantes - detergentes (3) contidos no óleo (4). Lubrificação / Lubrificantes

11 O óleo em conjunto com os segmentos (figura) tem um papel fulcral em evitar percas de compressão. As funções dos segmentos (3) são diminuir o atrito entre o piston (1) e as paredes dos cilindros (2); de controlar a película de óleo (4); e exercer forte pressão contra as paredes do cilindro (2). Existe pequenas marcas (5 ) na parede do cilindro que fixam uma ligeira película de óleo, ajudando os segmentos a evitar tais percas. Lubrificação / Lubrificantes

12 figura De entre as várias funções do óleo começamos por referir a de lubrificar. Para tal acontecer, o óleo deve alcançar todas as partes em movimento e componentes. Antes de mais, a figura serve para um melhor esclarecimento da localização dos componentes do motor atingidos pelo óleo. Funções Básicas da Lubrificação

13 • Separar as Superfícies em Movimento • Dissipar o Calor Gerado pelo Atrito • Controlo do Desgaste Corrosivo Funções Básicas da Lubrificação

14 • Hidrodinâmica / Hidrostática • Mista ou Película Fina • ElastoHidrodinâmica • Limite Aumento da Severidade Tipos de Lubrificação

15 Este tipo de lubrificação dá-se após o arranque e durante a continuidade do movimento. Ela terá de garantir que não ocorra contacto metal-metal. O afastamento das superfícies é conseguido pelo chamado “efeito de cunha” em que o lubrificante, pressionado a interface, provoca a separação pretendida. Lubrificação Hidrodinâmica Ou seja, a Lubrificação Hidrodinâmica ocorre quando o casquilho e o moente são separados por uma película lubrificante relativamente espessa impedindo o contacto inter-metálico. O movimento das partes móveis origina uma “cunha lubrificante “, que provoca uma pressão na película lubrificante. Este mecanismo só se desenvolve a partir de velocidades elevadas. Este tipo de lubrificação não depende de uma alimentação sob pressão, visto esta ser auto-gerada, mas requer uma alimentação em quantidade suficiente sempre que seja necessário. Lubrificação Hidrodinâmica

16 figura 2 Como se pode observar na figura 2 – Lubrificação Hidrodinâmica, o ponto 1 indica através de uma observação microscópia que os componentes metálicos do motor têm uma superfície irregular e cheia de Saliências, apesar de terem uma aparência lisa. Pois as moléculas do óleo vão manter essas saliências afastadas, como se pode verificar na outra imagem, ponto 2. Quando a cambota inicia a sua rotação, ponto 3, o contacto com o bronze (4) é evitado pala película de óleo que está agarrada à cambota acompanhando o seu movimento de rotação. Ao mesmo tempo, mais óleo vai entrando pelo canal existente (5), preenchendo o espaço (6) que separa os 2 elementos. Depois, com o aumento da velocidade do motor, o óleo é forçado para a zona de pressão (7), evitando o contacto entre o bronze e a cambota. Lubrificação Hidrodinâmica

17 Características da Lubrificação Hidrodinâmica (hmin = a mm ) hmin Formação da “ cunha lubrificante “ Pressão hidrodinâmica Superfície em movimento Lubrificação Hidrodinâmica

18 Lubrificação hidrostática Chama-se Lubrificação hidrostática àquela que se verifica no momento do arranque e que é necessária para reduzir satisfatoriamente o atrito estático. Trata-se de uma situação particularmente crítica, não só porque o atrito e os seus efeitos têm a sua máxima expressão, mas também porque se realiza na fase da mínima circulação do lubrificante e quando este está “frio”e na sua máxima viscosidade. Este tipo de lubrificação exige que o lubrificante (que por vezes pode ser ar ou água) seja introduzido entre o casquilho e o moente com uma pressão elevada capaz de garantir a formação de uma película de lubrificante que evite o contacto entre as duas superfícies. Neste tipo de lubrificação não é importante a velocidade de deslizamento entre as peças, podendo mesmo ser muito pequena ou nula. Lubrificação Hidrostática

19 • Quando, durante a lubrificação hidrodinâmica, e por efeito da pressão exercida pelo lubrificante, se verifica uma deformação elástica das superfícies metálicas, recorre-se à designação de lubrificação elastrohidrodinâmica. • A lubrificação Elastohidrodinâmica ocorre quando o lubrificante é introduzido entre as duas superfícies que estão em contacto por rolamento. (ex. chumaceiras de rolamentos ) Lubrificação Elasto Hidrodinâmica

20 Carga Baixa Velocidade Elevada Carga Elevada Velocidade Baixa Carga Muito Elevada Velocidade Muito Baixa (a)Lubrificação de Película Fina ou Hidrodinâmica – A Espessura do filme lubrificante é maior que as rugosidades da superfície. (b)Lubrificação mista – Existe alguma contacto entre as superfícies. A espessura da película do filme lubrificante é idêntica às rugosidades da superfície. (c)Lubrificação Limite – A espessura do filme lubrificante é menor que as rugosidades da superfícies. (a)(b)(c) Lubrificação Película Fina, Mista e Limite Lubrificação Película Fina, Mista e Limite

21 figura 3, A lubrificação da árvore de cames, na figura 3, é extremamente delicada, visto ser uma zona sujeita a pressões/cargas muito elevadas, o que pode levar à ruptura da película de óleo, surgindo o contacto (4) entre a came (2)(excêntrico) e o accionador da válvula(3). Além disso, o lubrificante tem de ter a capacidade de formar uma película resistente para evitar o contacto entre as peças (2 e 3). Lubrificação película limite (Ex. árvore de cames ) Lubrificação película limite (Ex. árvore de cames )

22 Outra das funções do óleo é de arrefecer (Figura 4) algumas zonas de elevada importância numa unidade motriz, como sejam os apoios da cambota (1), os bronzes da biela (2), válvulas e árvore de cames (4), três elementos que sofrem aquecimento por fricção. Também os pistons (3) têm de ser arrefecidos, devido à transmissão de calor da câmara de combustão. Outras zona importantes são os rolamentos dos turbos, a coroa e o interior do piston. De referir que, se o óleo não tiver uma boa capacidade de arrefecimento, este oxida-se em contacto com as zonas mais quentes. Dissipar o Calor Gerado pelo Atrito

23 Limpeza do Pistão: Limpeza (figura 5) é outro dos factores igualmente importantes, principalmente no pistão. Passamos a explicar: as temperaturas elevadas na zona do pistão originam depósitos, que se formam inicialmente na caixa de segmentos (1), o que pode provocar a colagem dos mesmos (2), provocando uma excessiva passagem de gases (Blow-By) (3), originando perda de compressão e desgaste (4). Esses gases em excesso vão aumentar a formação de gomas e lacas na camisa do pistão (5). Controlo do Desgaste Corrosivo

24 Limpeza do cárter: Também o Carter (figura 6) é merecedor da função de limpeza do óleo, já que a acumulação de combustível e gases da combustão no óleo (Blow-By), provoca o aparecimento de lamas. Por isso, o óleo terá que manter os produtos 6 derivados da combustão em suspensão e neutralizá-los. A tampa das válvulas é outro componente que também deve sofrer uma limpeza. Controlo do Desgaste Corrosivo

25 Protecção contra corrosão: Também a corrosão (figura 8) pode atacar diversos componentes metálicos do motor, como válvulas (1) e o accionador da válvula (2). Para evitar esta situação, os aditivos inibidores de corrosão têm uma polaridade (3), que lhes permite serem atraídos pela superfície (4) das peças metálicas, criando uma película fina de óleo de protecção contra corrosão. 8 Controlo do Desgaste Corrosivo

26 Parâmetros das Superfícies a Lubrificar:. Carga que o contacto pode suportar;. Débito de fluido necessário ao funcionamento do mecanismo;. Força de atrito;. Energia dissipada pelo mecanismo;. Temperatura máxima de contacto. Parâmetros do Lubrificante:. Viscosidade do Lubrificante;. Carga ( Pressão );. Velocidade relativa de escorregamento entre as superfícies;. Temperatura. Selecção Lubrificante

27 . Viscosidade - Cinemática - Absoluta. Índice de viscosidade. Ponto de inflamação. Ponto de combustão. Ponto de escorrimento. Volatilidade. Cor Características Físicas

28 A viscosidade de um fluído mede a resistência do fluido ao escoamento. Elevada Viscosidade – Espesso Baixa Viscosidade – Fino Viscosidade Elevada Viscosidade Elevada ( Espesso ) maior capacidade de suportar cargas. ( menor temperatura ) Viscosidade Baixa Viscosidade Baixa ( fino ) menos perdas de carga. ( maior temperatura ) A Viscosidade varia com:. Temperatura – temperatura elevada, baixa viscosidade.. Pressão – elevada pressão, elevada viscosidade. Viscosidade

29 • Cinemática O tempo que leva um dado volume de óleo a escoar pela força de gravidade através de um tubo capilar, a determinada temperatura. Unidades: Centistoke (cSt) ou mm 2 /s • Índice de Viscosidade Exprime a maior ou menor variação relativa com que um lubrificante varia de viscosidade com a alteração da temperatura. Exprime-se através de um número calculado empiricamente e não apresenta unidades. Viscosidade

30 Ponto de Inflamação. Ponto de Inflamação Temperatura mínima à qual o óleo liberta à sua superfície uma concentração suficiente de vapores para se inflamarem fugazmente quando se aproxima uma chama livre. Ponto de Combustão. Ponto de Combustão Temperatura mínima à qual os vapores libertados pelo óleo são suficientes para manterem uma combustão permanente. Ponto de Escorrimento ou Congelação. Ponto de Escorrimento ou Congelação Temperatura mais baixa a que o óleo escorre. Temperaturas Característica dos Lubrificantes

31 • A medida da tendência de um óleo de motor evaporar a temperaturas de operação do motor • O ensaio Noack mede a proporção de óleo perdido por evaporação quando uma película fina de óleo é colocada num aparelho a determinadatemperatura durante um determinado tempo. A mudança de cor, indica eventualmente, um nível de deterioração do óleo, dependendo da aplicação e da natureza do mesmo. Volatilidade Cor

32 . Elevado índice de viscosidade; grande resistência da película de óleo em todas as temperaturas;. Excepcional resistência à oxidação. Óptimas propriedades de fluidez a baixa temperatura;. Grande poder de detergência e dispersância;. Elevada estabilidade química e térmica;. Economia de energia significativa; Vantagem dos óleos de Base Sintética Vantagem dos óleos de Base Sintética

33 • O óleo de base, só por si, em grande parte das aplicações, é incapaz de satisfazer as exigências dos equipamentos actuais. • Os aditivos adicionam as “novas “ qualidades necessárias, para aplicações especificas ( ex. “limpeza ). • Melhoram as qualidades existentes do óleo. Porquê Aditivos ?

34 Modificadores – Modificadores – Modificam as características físicas dos óleos base para torná-lo mais eficaz.. Melhoradores do índice de viscosidade. Reduz o ponto de fluxão. Controladores de dilatação de vedantes Protectores Protectores – Prolongam a vida útil do óleo.. Anti-oxidantes. Desativadores de metais. Agentes anti-espuma Protectores da Superfície Protectores da Superfície – Protegem as superfícies metálicas contra a corrosão, atrito e desgaste.. Anti-desgaste a extrema pressão. Inibidores de corrosão. Detergentes. Dispersantes. Modificadores de atrito Tipos de Aditivos

35 A sua função é de combater essencialmente (figura 10), os contaminantes principais das moléculas de óleo (1), os abrasivos (2), ou seja, poeiras e sujidades do exterior, os produtos da combustão (3), que resultam em partículas metálicas, água, ácidos, fuligem, carbonos e diluição de combustível e, por fim, os produtos da oxidação do óleo (4), ou seja, vernizes e resinas. 10 Tipos de Aditivos

36 Classificam-se com base em: VISCOSIDADE – grau de VISCOSIDADE. norma SAE – Society of Automotive Engineers. Óleos de motor. Óleos para transmissões. ISO – Internacional Organization for Standardization. Lubrificantes industriais. AGMA – American Gear manufactures Association. Lubrificantes para engrenagens industriais QUALIDADE – especificações de QUALIDADE • API American Petroleum Institute • ACEA Constructores Europeus • Fabricantes Especificações próprias CLASSIFICAÇÃO DE ÓLEOS

37 Viscosidade (cSt, cP) Temperatura (°C)-18°C100°C SAE 60 SAE 50 SAE 40 SAE 30 SAE 20 SAE 25W SAE 20W SAE 15W SAE 10W SAE 5W SAE 0W SAE 40 SAE 15W/40 SAE 15W Viscosidade SAE (Óleos Motor)

38  Com o desenvolvimento dos motores surge a necessidade de uma “melhoria efectiva” nas prestações do lubrificante  Os óleos de “primeiro enchimento” passam de uma qualidade baixa a uma qualidade alta NOVAS GERAÇÕES DE ESPECIFICAÇÕES : USA API (qualidade certificada com “donut”) EUROPA ACEA (auto certificação)  Com o desenvolvimento dos motores surge a necessidade de uma “melhoria efectiva” nas prestações do lubrificante  Os óleos de “primeiro enchimento” passam de uma qualidade baixa a uma qualidade alta NOVAS GERAÇÕES DE ESPECIFICAÇÕES : USA API (qualidade certificada com “donut”) EUROPA ACEA (auto certificação) QUALIDADE ATENÇÃO À QUALIDADE

39 S C Divide-se em dois grupos: serie 'S' destinada principalmente aos motores de gasolina para turismo, e serie ‘C ’ para os óleos destinados à motorização Diesel “Serviço” para motores gasolina “Comercial” para motores Diesel Letra progressiva que indica a actualização API S x / C y Classificação API

40 A partir de 1994 foi introduzido um Sistema de Qualidade, definido sobre a base de um Código de Comportamento (CMA Code of Practice e ASTM 1509) e de um Sistema de de Licenças pelo uso do SELO DE QUALIDADE (EOLCS) São fixadas umas regras estritas – selecciona os bancos de provas – controla a fiabilidade dos testes – estabelece o intercâmbio de bases e aditivos – possibilita a modificação das formulações – controla os lubrificantes no mercado (inspecções) A partir de 1994 foi introduzido um Sistema de Qualidade, definido sobre a base de um Código de Comportamento (CMA Code of Practice e ASTM 1509) e de um Sistema de de Licenças pelo uso do SELO DE QUALIDADE (EOLCS) São fixadas umas regras estritas – selecciona os bancos de provas – controla a fiabilidade dos testes – estabelece o intercâmbio de bases e aditivos – possibilita a modificação das formulações – controla os lubrificantes no mercado (inspecções) Classificação API Qualidade Certificada

41 Nome Aplicação Donut (selo qualidade) SJ/SL motores a gasolina SM motores a gasolina CG 4 motores Diesel OBSOLETO CH 4 motores Diesel ( Introduzida em 1998 ) CI 4 motores Diesel ( Introduzida em 2002 ) CJ 4 motores Diesel ( Introduzida em 2006 ) Nome Aplicação Donut (selo qualidade) SJ/SL motores a gasolina SM motores a gasolina CG 4 motores Diesel OBSOLETO CH 4 motores Diesel ( Introduzida em 1998 ) CI 4 motores Diesel ( Introduzida em 2002 ) CJ 4 motores Diesel ( Introduzida em 2006 ) API Especificações Americanas API Situação Actual

42 API Service Símbolo “ DONUT ”

43 Motores ACEA CCMC Ref.Qualidade gasolina A gasolina A2-96 G4 gasolina A3-96 G5 diesel ligeiros B1-96 diesel ligeiros B2-96 PD2 diesel ligeiros B3-96 PD2 diesel pesados E1-96 D4 MB diesel pesados E MB 228.1(+MackT-8) diesel pesados E3-96 D5 MB 228.3(+MackT-8) O sistema alfanumérico permite identificar a aplicação (A,B,E), o nível de prestações (crescente 1,2,3) e o ano de emissão. Motores ACEA CCMC Ref.Qualidade gasolina A gasolina A2-96 G4 gasolina A3-96 G5 diesel ligeiros B1-96 diesel ligeiros B2-96 PD2 diesel ligeiros B3-96 PD2 diesel pesados E1-96 D4 MB diesel pesados E MB 228.1(+MackT-8) diesel pesados E3-96 D5 MB 228.3(+MackT-8) O sistema alfanumérico permite identificar a aplicação (A,B,E), o nível de prestações (crescente 1,2,3) e o ano de emissão. Especificações ACEA 1996

44 •As sequências ACEA foram revisadas / renovadas em com a publicação de ACEA´98 •Introduzira-se requisitos “fuel economy” para os níveis A1 e B1 •Novo nível B4 para os novos motores Diesel de turismo de injecção directa •Novo nível E4 para serviço severo com extensão dos intervalos de mudança de óleo •As sequências ACEA foram revisadas / renovadas em com a publicação de ACEA´98 •Introduzira-se requisitos “fuel economy” para os níveis A1 e B1 •Novo nível B4 para os novos motores Diesel de turismo de injecção directa •Novo nível E4 para serviço severo com extensão dos intervalos de mudança de óleo Especificações ACEA 1998

45 •Desde SET-99 foi introduzido o nível ACEA E5 (melhores prestações que E4 em relação à prova americana de “hollín- desgaste”, ainda que pior “detergência-limpeza do piston”), com o cancelamento simultâneo de ACEA E1 • ACEA 2000 • ACEA 2000 considera um novo nível ACEA B5 para os novos motores Diesel de turismo de injecção directa que está ao mesmo nível de ACEA B4, mas com exigências “fuel economy” • ACEA 2002 • ACEA 2002 introduz novos níveis ACEA A4 para novos motores de injecção directa gasolina e ACEA A5 com prestações “fuel economy” e “long drain” em motores gasolina ACEA 1999 –

46 Motores ACEA Gasolina / Diesel A1/B1 Gasolina / Diesel A3/B3 Gasolina / Diesel A3/B4 Gasolina / Diesel A5/B5 Gasolina / Diesel – DPF C1 Ford / Mazda Gasolina / Diesel – DPF C2 Grupo PSA Gasolina / Diesel – DPF C3 VW / M.B. / BMW Gasolina / Diesel – DPF C4 Renault Diesel Pesado – E2 / E3 / E4 / E5 / E6 – Sem Filtro de Partículas E7 / E9 – Com Filtro de Partículas Motores ACEA Gasolina / Diesel A1/B1 Gasolina / Diesel A3/B3 Gasolina / Diesel A3/B4 Gasolina / Diesel A5/B5 Gasolina / Diesel – DPF C1 Ford / Mazda Gasolina / Diesel – DPF C2 Grupo PSA Gasolina / Diesel – DPF C3 VW / M.B. / BMW Gasolina / Diesel – DPF C4 Renault Diesel Pesado – E2 / E3 / E4 / E5 / E6 – Sem Filtro de Partículas E7 / E9 – Com Filtro de Partículas Especificações ACEA

47 • Para a maioria dos Fabricantes Europeus as sequências ACEA são só uma base para as exigências nas prestações do lubrificante • Alguns Fabricantes (VW) têm um desenvolvimento individual acentuado • Outros, completam as exigências ACEA com ensaios/provas internos (BMW, Porsche, Ford, Opel) • Poucos Fabricantes aceitam ACEA sem exigências adicionais • Para a maioria dos Fabricantes Europeus as sequências ACEA são só uma base para as exigências nas prestações do lubrificante • Alguns Fabricantes (VW) têm um desenvolvimento individual acentuado • Outros, completam as exigências ACEA com ensaios/provas internos (BMW, Porsche, Ford, Opel) • Poucos Fabricantes aceitam ACEA sem exigências adicionais Afinidades e Discrepâncias dos FABRICANTES Afinidades e Discrepâncias dos FABRICANTES

48 • Volkswagen ESPECIFICAÇÃO PRÓPRIA • Mercedes Benz ESPECIFICAÇÃO PRÓPRIA • BMW ACEA + provas • Porsche ACEA + provas • Renault CCMC -- ACEA • Fiat ACEA • Ford Europe ACEA ( “genuine oil”) • PSA API-ACEA + provas • Volkswagen ESPECIFICAÇÃO PRÓPRIA • Mercedes Benz ESPECIFICAÇÃO PRÓPRIA • BMW ACEA + provas • Porsche ACEA + provas • Renault CCMC -- ACEA • Fiat ACEA • Ford Europe ACEA ( “genuine oil”) • PSA API-ACEA + provas Recomendações e especificações FABRICANTES EUROPEUS (turismo)

49 GASOLINA • VW (11/92) (minerais) (similar ACEA A2) • VW (11/92) (sintéticos ou semi-sintéticos) (similar ACEA A3) • VW (01/97) (substitui as 2 anteriores) (  intervalos de mudança ) (*) Modelos a partir ano 2.000: • VW (largo interv.mudança) (computador a bordo) (“fuel economy”) • VW (igual ao anterior, para motores turbo) DIESEL • VW (11/92) (similar ACEA B2-B3) (*) Modelos a partir ano 2.000: • VW (bomba-injector) • VW (inj.dir.) (largo interv.mudança)(comp.a bordo) (“fuel economy”) • VW / (bomba-injector) (largo interv.cambio) (“fuel economy”) (*) Nestes modelos podem-se utilizar óleos com especificações antigas, respeitando os intervalos de mudança tradicionais. GASOLINA • VW (11/92) (minerais) (similar ACEA A2) • VW (11/92) (sintéticos ou semi-sintéticos) (similar ACEA A3) • VW (01/97) (substitui as 2 anteriores) (  intervalos de mudança ) (*) Modelos a partir ano 2.000: • VW (largo interv.mudança) (computador a bordo) (“fuel economy”) • VW (igual ao anterior, para motores turbo) DIESEL • VW (11/92) (similar ACEA B2-B3) (*) Modelos a partir ano 2.000: • VW (bomba-injector) • VW (inj.dir.) (largo interv.mudança)(comp.a bordo) (“fuel economy”) • VW / (bomba-injector) (largo interv.cambio) (“fuel economy”) (*) Nestes modelos podem-se utilizar óleos com especificações antigas, respeitando os intervalos de mudança tradicionais. FABRICANTES EUROPEUS (turismo) Especificações VOLKSWAGEN

50 • MB (*) - ACEA A2-96 / A ACEA B2-96 / B alguns limites mais severos que ACEA • MB (*) desde Janeiro selecciona a qualidade dos óleos 0W/ 5W-X (HTHS) (mín.3,5) - características “fuel economy” e “long drain” - ACEA A3-98, B3-98, B4-98 • MB características “fuel economy” “long drain” “mid SAPS” - ACEA A3 / B4 C2 / C3 (*) O número corresponde ao nº de página do livro da Mercedes Benz (“grey book”) no qual se classificam todos os tipos de fluidos homologados por este fabricante • MB (*) - ACEA A2-96 / A ACEA B2-96 / B alguns limites mais severos que ACEA • MB (*) desde Janeiro selecciona a qualidade dos óleos 0W/ 5W-X (HTHS) (mín.3,5) - características “fuel economy” e “long drain” - ACEA A3-98, B3-98, B4-98 • MB características “fuel economy” “long drain” “mid SAPS” - ACEA A3 / B4 C2 / C3 (*) O número corresponde ao nº de página do livro da Mercedes Benz (“grey book”) no qual se classificam todos os tipos de fluidos homologados por este fabricante Recomendações e especificações FABRICANTES EUROPEUS (turismo) MERCEDES BENZ (Gasolina e Diesel)

51 Tendências nos motores que afectam a QUALIDADE DO ÓLEO

52 CONTACTE-NOS CONTACTE-NOS :


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