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Felipe Marconcin Giovanna Hayssa Marina Queiroz Franciely Haracemiv.

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Apresentação em tema: "Felipe Marconcin Giovanna Hayssa Marina Queiroz Franciely Haracemiv."— Transcrição da apresentação:

1 Felipe Marconcin Giovanna Hayssa Marina Queiroz Franciely Haracemiv

2  Falta de clareza com relação ao seu papel  Sentir que suas qualificações estão acima ou abaixo das exigências do seu cargo  Excesso de trabalho  Excesso de responsabilidade  Política organizacional  Entre outros

3  Todos nós dispomos das mesmas 24 horas  A chave para o sucesso é lembrar que tempo gasto ou desperdiçado fica perdido para sempre.

4  Enfermidades – dores de cabeça, doenças cardíacas, úlcera, etc.  Reduz a capacidade de disposição do funcionário  Redução das habilidades cognitivas  Nível de energia  Motivação  Capacidade de relacionamento com os colegas

5  Incidência de acidentes  Baixa qualidade  Índice de desempenho

6  Tetsunojo Uehata cunhou a expressão karoshi – literalmente morte por excesso de trabalho.  O acumulo de fadiga e um quadro crônico de sobrecarga, acompanhados de hipertensão arterial e enrijecimento das artérias, até redundar no colapso fatal.

7  Estresse encontra-se dentro da pessoa e é uma reação a modificação do ambiente esterno retirando o organismo de seu equilíbrio  Portanto o individuo que experimenta o estresse profundo causado pelo excesso de trabalho ou preocupações pessoais pode ficar mais suscetível a doenças como resfriado.

8  1º Estagio do alarme – os mecanismos de defesa do organismo são deflagrados, o organismo libera adrenalina e caso se resolva volta ao normal  2º Caso a demanda persista o corpo entra em um estagio de resistência – no qual o corpo procura voltar ao equilíbrio basicamente concentrando toda sua atenção no fator de estresse. O que acarreta na diminuição de atenção aos demais fatores de estresse.

9  3º Estagio final é o da exaustão, no qual o organismo tendo sofrido estresse intenso e/ou prolongado, perde a capacidade de resistir.  Nesta etapa, é provável que as reações do 1º estagio reapareçam, e o corpo não consiga retornar ao seu estado normal.  O resultado pode ser psicológico, como no caso da depressão, ou fisiológico, como no caso das doenças cardíacas ou ulcera gástrica.

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11  No papel de produtores, os gerentes devem tomar a iniciativa de ajudar suas unidades e departamentos a maximizar o estresse positivo (sem pressa física, psicológica nem emocional), minimizar o estresse negativo e gerenciar de maneira eficaz as situações em que o estresse negativo não puder ser minimizado.

12  Preste atenção a saúde física  Experimente usar uma técnica de relaxamento  Crie um sistema de apoio pessoal  Faça pausas revigorantes  Administração do tempo  Esclareça seus valores  Planeje e estabeleça prioridades regularmente  Volte a analisar regularmente a maneira como esta gastando o tempo

13  Termo inglês – queimar completamente  Síndrome psicológica  Exaustão – além dos limites  Ceticismo – reação negativa, perda do idealismo  Ineficácia – incompetência

14  Má qualidade no trabalho  Desempenho mínimo  Mais suscetível à erros  Menor criatividade para resolução de problemas  Baixo comprometimento organizacional  Impacto negativo sobre seus colegas  Faltam o trabalho com maior frequência

15  O burnout tende a afetar mais facilmente pessoas que possuem:  Baixa autoestima  Baixo nível de resistência  Comportamento Tipo A  Empregados mais jovens  Solteiros  Neuroticismo

16  Quanto maior incompatibilidade entre o indivíduo e seu emprego, maior a probabilidade de burnout.  Sobrecarga de trabalho  Falta de controle  Recompensas insuficientes/reconhecimento  Ruptura na comunidade/brigas  Falta de justiça  Conflitos de valor

17  Não procurar por livrar-se do burnout, mas sim encontrar enfoques motivadores  Engajamento no trabalho  Energia  Envolvimento  Eficácia  Focar-se em melhorar as coisas no local de trabalho  Marco das seis áreas

18  Burnout não é um problema apenas pessoal, mas do ambiente social em que trabalham.  Falta de reconhecimento do lado humano do trabalho.  Incompatibilidade entre a natureza do trabalho e das pessoas.  Enfoque no objetivo positivo de promover o engajamento e não de reduzir o burnout.  Diagnóstico das seis áreas

19  Toda empresa enfrenta períodos turbulentos, seja por problemas internos ou externos. Nestas horas, é redobrada a importância de uma gestão eficaz e do planejamento. Sabendo a maneira certa de administrar nos momentos de crise, garantem especialistas, pode- se até mesmo encontrar oportunidades nas dificuldades.

20  O presidente da Azaléia, Antônio Britto Filho, acredita que quando uma empresa está enfrentando momentos de dificuldades, a primeira condição dos gestores é ser otimista em relação a ela.  “É preciso agir com franqueza com os funcionários, mostrando a eles onde estão os problemas e qual é o risco de cada um deles”  momentos de crise geralmente duram pouco tempo e a empresa possui poucas oportunidades para errar. Por isso, é necessário ter um diagnóstico claro de qual é o problema e também ter uma proposta objetiva para superar a dificuldade.

21  “A crise não pode permitir o corte do essencial, que é o produto e a capacidade das pessoas em desenvolvê-lo”  gerente de recursos humanos da DalPonte, Amarildo de Souza, “O problema deve ser resolvido em conjunto, com os diretores e colaboradores da empresa”  Segundo ele, existem formas para uma fábrica superar situações difíceis, como por exemplo, buscar novas oportunidades de mercado, inovar o produto e abrir novas parcerias.

22  32º presidente  Grande depressão  New deal  2ª guerra mundial


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