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Humanismo Prof. Júnior Oliveira. Humanismo 1. Contexto Histórico A Europa estava num momento de transição entre a Idade Média e o Renascimento, período.

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1 Humanismo Prof. Júnior Oliveira

2 Humanismo 1. Contexto Histórico A Europa estava num momento de transição entre a Idade Média e o Renascimento, período em que o homem passa a se opor aos valores teocentristas. Nesse contexto se dá ainda o franco crescimento da Burguesia e suas atividades mercantis, que, por sua vez, desencadeará o processo das Grandes Navegações e o início do deslocamento para as cidadelas. São fatores preponderantes para a mudança de pensamento da época: - Declínio do feudalismo; - Início da Revolução Comercial; - Grandes Navegações; - Desenvolvimento urbano; - Invenção da imprensa e - Disseminação do conhecimento.

3 Humanismo 2. O Humanismo Literário É o movimento literário voltado principalmente para o engrandecimento do homem enquanto ser e cidadão dos novos agrupamentos urbanos, bem como do conhecimento voltado para seu bem-estar e paz de espírito. Essa valorização do homem se deu a partir da passagem do teocentrismo para o antropocentrismo, que é a linha filosófica que considera que o universo deve ser avaliado a partir de sua relação com o homem. A diáspora dos campos para as cidades foi um dos principais fatores para a efervescência literária deste movimento.

4 Humanismo 3. A Historiografia: Fernão Lopes Com o declínio do teocentrismo, o homem passa a ser o principal agente dos movimentos históricos, com isso se dá a necessidade de documentar estes fatos. Quando assumiu a função de cronista-mor da Torre do Tombo, em 1418, Fernão Lopes começou a documentar os movimentos históricos europeus, principalmente de Portugal. Ele utilizava apenas fontes escritas para suas documentações, além de utilizar linguagem coloquial e citar manifestações populares. Principais obras: Crônica del-Rei D. Fernando, Crônica del-Rei D. João I e Crônica del-Rei D. Pedro I.

5 Humanismo 4. Poesia Palaciana Uma das poucas produções deste estilo que são estritamente da nobreza. Estes poemas nos remetem principalmente aos moldes utilizados na época do Trovadorismo. Como nesta estirpe já não há mais o acompanhamento de instrumentos musicais, os poemas são principalmente feitos em redondilhas (estrofes com cinco ou sete versos), por terem uma maior musicalidade, o que facilitaria a memorização. Estes poemas podem ser encontrados no Cancioneiro Geral, compilação organizada por Garcia de Resende.

6 Humanismo 5. O Teatro de Gil Vicente Sem dúvidas o maior nome do Humanismo português, Gil Vicente, é também o maior retrato da disseminação do antropocentrismo. Suas farsas, comédias, autos etc. levantavam sempre a bandeira do engrandecimento moral e religioso do homem, afim de que ele se tornasse, além de um ser social, um ser puro, seguidor da doutrina cristã e da ética humana. Criticava o desvirtuamento moral e social de todas as castas da sociedade: nobreza, clero, burguesia e povo, sempre com um fortíssimo humor que beirava a acidez. Principais obras: Farsa de Inês Pereira, Auto da Barca do Inferno e Auto da Barca do Purgatório.

7 Humanismo 6. O Auto da Barca do Inferno Teatro representado pela primeira vez em É um retrato muito bom do que era a sociedade de Lisboa, com seus problemas sociais. Trata do julgamento divino de alguns personagens (tipificados), levando em consideração o que fizeram em vida. A peça é iniciada com os personagens defronte às barcas, uma que leva ao inferno e outra que leva ao céu. Os principais personagens-tipo são: um nobre (D. Anrique), um onzeneiro (homem que vivia de emprestar dinheiro a juros), um sapateiro, um parvo – um louco –, um corregedor, uma alcoviteira, um frade e quatro cavaleiros. Cada um debate com os guardiões das barcas para saber aonde serão levados. No final apenas o louco e os quatro cavaleiros tomam o rumo do céu.

8 Humanismo 7. Farsa de Inês Pereira Obra que tem como mote a seguinte frase: “Mais vale um asno que me carregue que um cavalo que me derrube”. Inês, moça interesseira, fútil e preguiçosa, procura um marido para se livrar da vida tediosa de solteira. Seu primeiro casamento fracassa em virtude da morte do marido. Porém o segundo, com a ajuda da alcoviteira Lianor Vaz, atende aos anseios da jovem: encontrar um marido bobo, que faça todos os seus caprichos. Este homem é Pero Marques, que por vezes é maltratado e até traído por Inês. Ao final, o marido carrega a mulher nos ombros e a entrega ao amante, completando assim a relação com a frase mote.


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