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EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL: práticas escolares e pedagógicas para a promoção de alimentação saudável com adolescentes II Jornada Nacional da Produção.

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1 EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL: práticas escolares e pedagógicas para a promoção de alimentação saudável com adolescentes II Jornada Nacional da Produção Científica em Educação Profissional e Tecnológica São Luís / MA

2  monitoramento da situação alimentar e nutricional da população brasileira;  recomendação da OMS para que a inocuidade de alimentos seja inserida como prioridade na agenda de saúde pública, destacando as crianças e os jovens como os grupos de maior risco;  o grande desafio de incorporar o tema da alimentação e nutrição no contexto escolar, com ênfase na alimentação saudável e na promoção da saúde, reconhecendo a escola como um espaço propício à formação de hábitos saudáveis e à construção da cidadania. PORTARIA INTERMINISTERIAL n° 1010 de 8 de maio de 2006, institui as diretrizes para a Promoção da Alimentação Saudável nas Escolas, apresentando considerações, como: INTRODUÇÃO

3 INTRODUÇÃOAdolescência Físico Cognitivo Emocional Alimentação balanceada Rome et al., 1996

4 INTRODUÇÃO Genéticos Adolescência Magalhães et al., 2003 Étnicos Sociais Ambientais Atividades preventivas  Saúde Pública

5 INTRODUÇÃO Faixa etária dos 10 aos 19 anos. OMS,1995 Fase inicialFase final 15 a 19 anos Iuliano et al., 2004 Maloney, 1998 Preocupação com à aparência  75%  gordas. 10 a 14 anos

6 INTRODUÇÃO Puberdade Modificações biológicas e morfológicas Adolescência Transformações biopsicossociais Santos, 2002; Vitolo, 2003 X

7 INTRODUÇÃO Avaliação do Estado Nutricional - Idade - Peso - Estatura - Gordura corporal - Maturação sexual Veiga et al., 1992; Cintra, 2000

8 INTRODUÇÃO OMS, 1998 Aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade - Hipertensão Arterial - Hiperlipoproteinemias - Doenças coronarianas - Doenças ósteo-articulares - Diabetes mellitus - Câncer

9 INTRODUÇÃO Chiara et al., 2003; Veiga et al. 2001; Silugem et al., 2000 Índice de Massa Corporal: fácil aplicabilidade; ampla utilização no rastreamento de sobrepeso e obesidade; ? correlação com Gordura Corporal e Massa Magra; elevada especificidade; baixa sensibilidade. Utilização de outros parâmetros para avaliar o adolescente

10 INTRODUÇÃO Jacobson, 1998 Elevado risco nutricional Modificações biológicas Alimentação Hábitos alimentares influenciados por modelos culturais, mídia e escola  Burlam refeições  Substituem refeições por lanches rápidos  Alimentos de  densidade calórica   Ca,  Fe;  calórico,  lipídeos

11 OBJETIVO GERAL Identificar competências, habilidades e bases tecnológicas, desenvolvidas com docentes e discentes do curso Técnico em Nutrição e Dietética, no componente curricular “Educação Alimentar para o auto cuidado”, a partir do desenvolvimento de práticas escolares e pedagógicas, para promoção de educação alimentar e nutricional.

12 OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Realizar avaliação nutricional de adolescentes estudantes da primeira série do Ensino Médio de Escolas Técnicas do Estado de São Paulo.  Analisar a alimentação habitual dos adolescentes, participantes da pesquisa.  Verificar as conseqüências da alimentação dos adolescentes, participantes da pesquisa, em seus organismos, usando o método de avaliação antropométrica.

13 OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Avaliar o efeito de um programa de educação alimentar e nutricional para adolescentes, na aquisição de hábitos alimentares e de vida saudável e no sucesso da melhora na composição corporal.

14 MATERIAIS E MÉTODOS Local da pesquisa Cidade Escola Técnica Estadual São Paulo Carlos de Campos Getúlio Vargas Guaianazes Mogi das Cruzes Presidente Vargas Ribeirão Preto José Martiniano da Silva Sorocaba Rubens de Faria e Souza

15 MATERIAIS E MÉTODOS Tipo de estudo Pesquisa na área de educação e saúde enfatizando a criação de práticas escolares e pedagógicas para atuar em educação alimentar e nutricional com adolescentes nas escolas, por ser este um conceito em construção metodológica.

16 MATERIAIS E MÉTODOS Tipo de estudo Pesquisa-ação com seis nutricionistas e vinte e quatro monitores de nutrição, discentes do segundo módulo do curso Técnico em Nutrição e Dietética. Pesquisadora atua com observação participativa, segundo o referencial teórico da hermenêutica dialética. MINAYO, 2004 Pesquisadora atua com observação participativa, segundo o referencial teórico da hermenêutica dialética. MINAYO, 2004

17 MATERIAIS E MÉTODOS Tipo de estudo Projeto de pesquisa apreciado e aprovado pelo Comitê de Ética de Pesquisa da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, por indicação do SISNEP – CAAE – , atendendo a Resolução n° 196, de 10 de outubro de 1996.

18 MATERIAIS E MÉTODOS População sob estudo em cada escola  Estudo prospectivo ou de coorte com 80 adolescentes de ambos os sexos, idade entre 15 a 24 anos ;  Matriculados em escolas técnicas estaduais e da rede pública de ensino médio;

19 MATERIAIS E MÉTODOS Caracterização dos participantes em cada escola Grupo controle: 40 adolescentes Grupo intervenção: 40 adolescentes

20 MATERIAIS E MÉTODOS Procedimento amostral em cada escola  Critério de inclusão das escolas-controle: - possuir Ensino Médio; -aceitar participar do projeto; -estar situada próxima da Escola Técnica.  Dois estratos amostrais: Escola Técnica e Escola Estadual

21 MATERIAIS E MÉTODOS Coleta de Dados  Visita as escolas apresentando a carta de apresentação e pedido de autorização.  Amostragem → interesse em participar.  Envio e recebimento do “Termo de consentimento livre e esclarecido”. NUTRICIONISTA  Aplicação de Questionário de freqüência alimentar, de Recordatório 24 h e do Teste de Tanner. MONITORES DE NUTRIÇÃO  Avaliação antropométrica e oficinas de educação alimentar e nutricional com adolescentes.

22 MATERIAIS E MÉTODOS Avaliação antropométrica EQUIPAMENTOS:  balança digital;  antropômetro de balança;  fita métrica;  plicômetro científico.

23 MATERIAIS E MÉTODOS Medidas antropométricas  Peso (Kg) IMC  Altura (m 2 )  PC (mm) tricipital, subescapular, bicipital, supra-ilíaco.  Circunferências (cm): cintura, quadril, braquial. Pontos de corte de acordo com os percentis de IMC Classificação do Estado Nutricional < 5Baixo Peso 5 ├ 85Eutrofia 85 ├ 95Sobrepeso ≥95Obesidade OMS, 1995

24 MATERIAIS E MÉTODOS Ingestão Alimentar  Questionário de Freqüência alimentar.  Recordatório de 24 horas.

25 MATERIAIS E MÉTODOS Teste de maturação sexual  Teste de maturação sexual (Tanner, 1969).  Idade da menarca.

26 MATERIAIS E MÉTODOS Questionário aos adolescentes  Identificação  Caracterização familiar Avaliação das atividades sedentárias e físicas diárias  Questionário respondido pelos adolescentes

27 MATERIAIS E MÉTODOS Análise dos dados  Software Epi Info 2004  Tabulação dos dados  Nutrition (Epi Info 2004)  Avaliação  Software Excel antropométrica

28 Pesquisadora-responsável: Maria Lucia M. de Carvalho- CETEC Arte-gráfica: Prof. João Batista de Macedo Jr. – Escola Técnica Estadual Carlos de Campos São Paulo Outubro/2007 RESULTADOS

29 RESULTADOS Oficinas de educação alimentar e nutricional com os grupos experimentais em cada escola Normas para elaboração dos pôsteres criadas e ministradas por monitores de nutrição Divulgadas pelo site Tema: Ações de educação alimentar e nutricional no controle da obesidade: desafios e limitações

30 RESULTADOS Interpretação e compreensão das propostas expressas nos pôsteres das oficinas de educação alimentar e nutricional, a partir da classificação das oito competências definidas por Perrenoud, expressas em quatro tipos de saber: Saber conhecer (identificar, analisar, avaliar,...) Saber fazer (por exemplo, construir e gerenciar) Saber ser (cooperar, valorizar,.....) Saber viver (conviver, superar conflitos, conviver com regras e outros) ALVES, 2005

31 RESULTADOS Temáticas desenvolvidas nas oficinas de educação alimentar e nutricional com adolescentes do grupo experimental -Consumo de frutas e hortaliças -Orientação alimentar -Elaboração de cardápios equilibrados e de lanches nutritivos -Seleção e consumo de alimentação saudável -Consumo de leite e seus derivados -Identificação da rotina alimentar -Preparações culinárias com talos e cascas -Apresentação da pirâmide alimentar, entre outras

32 RESULTADOS Propuseram oficinas de educação alimentar em função das necessidades do grupo experimental: Escola I •Sujeitos com baixa ingestão de frutas e verduras. •Sujeitos com sobrepeso e obesidade. •Jovens que freqüentemente substituem refeições por lanches. •Sujeitos com alimentação saudável, mas precisam de orientação sobre o consumo de água.

33 RESULTADOS Propuseram oficinas de educação alimentar em função das necessidades do grupo experimental: Escola II •Palestras e degustação de sanduíches saudáveis sobre grupos de alimentos e suas funções. •Investigação sobre o uso da merenda escolar ou do lanche trazido de casa para ingerir no recreio. •Orientações para adolescentes sobre doenças causadas pela má alimentação.

34 RESULTADOS Propuseram oficinas de educação alimentar em função das necessidades do grupo experimental: Escola III •Divulgação da pirâmide alimentar. •Importância do leite para adolescentes.

35 Propuseram oficinas de educação alimentar em função do interesse dos grupos experimentais pelos temas: Escola IV Escola VRESULTADOS

36 Conclusões  A análise preliminar das oficinas de educação alimentar e nutricional demonstra a diversidade de temáticas, a dificuldade e o desafio que temos ao buscar desenvolver alternativas para implementar práticas promotoras de uma alimentação saudável.  Esta dificuldade é justificada pela escassez de referenciais teóricos sobre educação alimentar e nutricional, e também pela complexidade da temática alimentação que está relacionada à saúde e a cultura.

37 Conclusões  No I Encontro de Educação Alimentar e Nutricional com Adolescentes no contexto de seis Escolas Técnicas do Centro Paula Souza realizou-se um observatório científico contando com a participação dos estudantes do terceiro ano do curso superior de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.  A partir deste evento decidiram criar para o projeto de pesquisa o Observatório de Educação Alimentar e Nutricional com Adolescentes.

38 Equipe do projeto Nutricionistas Escolas Ana Cristina G. Azevedo- Carlos de Campos Silvana R. Atayde- Getúlio Vargas Ana Claudia C. Canotilho- Guaianazes Érika S. Bronzi- José Martiniano da Silva Ana Cristina M. Silva- Rubens de Faria e Souza Mariângela C. M. Watashi- Presidente Vargas Parceiros Dra. Ana Maria Cervato Mancuso – Depto. de Nutrição Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Dra. Mirian P. S. Z. Grinspun Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

39 Equipe do projeto Monitores de nutrição Escola Souza, R. A. F; Silva, J. N; Carlos de Campos Santos, R. P.P; Nascimento, P. A.S. Machado, L.S; Silva, F. M.M.S. Getúlio Vargas Alves, V. B. N. Silva, E. S; Barão, M.A; Cobra,V.D.B. Guaianazes Justino, I.P.C; Barbosa, M.A. José Martiniano da Silva Baltazar, L. V. Figueiredo, C; Peres, D.S. Alves, A. Rubens de Faria e Souza Silva, J.S; Martins, A.C.O; Borges, N.A; Presidente Vargas Silva, R, G.

40 Agradecimentos Sub-comissão de comunicação do I Encontro Oswaldo Camillo Giorgi Felipe Ramos Estagiários de apoio no I Encontro Estudantes dos cursos Técnicos em Nutrição e Dietética e em Turismo Observadores científicos no I Encontro Estudantes do terceiro ano do curso superior de Nutrição da FSP/USP


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