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Música: Rita Intérprete: AdSheh TaAzov Fotos: Internet Texto: Rildo Silveira Drª Patrícia Piccino Médica “Na faculdade, durante o Curso de Medicina, a.

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2 Música: Rita Intérprete: AdSheh TaAzov Fotos: Internet Texto: Rildo Silveira Drª Patrícia Piccino Médica “Na faculdade, durante o Curso de Medicina, a única coisa que aprendi com os animais que eram usados em aula é que eles sofrem e morrem”. Rildo Silveira Criado por Cruzília – MG – Brasil

3 A pesquisa científica objetiva trazer soluções para diversos problemas da humanidade.

4 Mas para a mesma ciência a serviço da vida, salvo exceções, não importam os meios, e sim, os fins.

5 Dessa forma, milhares de animais têm sua integridade violada nos laboratórios e universidades de quase todo o mundo, em nome do progresso científico.

6 Anualmente, milhares de cães, gatos, ratos, rãs, coelhos, pombos, porcos, porquinhos-da-índia e outros animais são torturados, dilacerados e finalmente mortos para satisfazerem os currículos de determinadas matérias.

7 A ciência que tanto avança de um lado, tanto regride do outro. O caminho é o estudo, a pesquisa e o investimento para desenvolver novas técnicas até o desaparecimento total dessa brutalidade.

8 A verdadeira educação deve buscar abordagens e alternativas educacionais que substituam o uso de animais, estimulando a visão holística e o respeito à vida.

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12 Uma ciência não humanitária torna-se perigosa ao desprezar a ética, desrespeitar os estudantes em sua liberdade de expressão e opção, submeter os animais ao sofrimento e assassiná-los em práticas educativas.

13 Muitos estudos, como a biologia, a medicina humana e veterinária, têm recorrido à utilização de animais, desde insetos até mamíferos. E quem diria, até a psicologia, numa falta de psicologia, estudando o comportamento dos ratos para depois fazer análise em humanos (???).

14 As aulas de fisiologia, anatomia e outros aspectos biológicos e comportamentais, envolvem o sacrifício de um elevado número de animais.

15 A própria Biologia, centrada no estudo da vida, deveria fomentar nos aprendizes o fato dos animais serem senscientes e por conseguinte, o respeito por todos os seres vivos.

16 A pesquisa fundamental não se interessa pelas alternativas, derivando quase totalmente do conservadorismo científico a suposta necessidade de testes com animais. As empresas também são movidas exclusivamente pela lógica do lucro, lançando um produto no mercado a um custo mínimo, ao mesmo tempo resguardando-se legalmente de acometer algum dano à saúde humana ou do meio ambiente.

17 A dissecção e a vivissecção apresentam problemas éticos, morais, psico-pedagógicos, sociais e ambientais ao dessensibilizar os estudantes do sofrimento alheio e afastando a ciência da natureza e da vida.

18 Ao invés da imposição de uma conduta única de estudo, as alternativas disponíveis primam pelo rigor científico e à elevada qualidade pedagógica, evitando os problemas morais, éticos, sociais, ecológicos e do sofrimento de milhares de animais. Os métodos alternativos sincronizam e atualizam a educação com o progresso tecnológico-científico, além de criarem um ambiente saudável educando professores e estudantes para um ensino sem conflito, moderno e ético. O uso de alternativas e uma combinação de cuidados específicos no ensino possibilitam o alcance dos objetivos de ensino de qualquer prática com animais.

19 Ao vangloriar-se dos avanços científicos, muitas instituições e pesquisadores, contraditoriamente têm resistido, ou mesmo se tornado cegos, aos avanços científicos e tecnológicos ao seu redor, de outras áreas. Pesquisas têm demonstrado que estudantes que optam por alternativas aprendem tão bem quanto, e em alguns casos melhor, que os estudantes que utilizam o método tradicional de experimentação animal.

20 Esquecem das simulações computacionais, filmes multimídia, vídeos e modelos, experiências in vitro, auto-experimentação, estudos de campo e de observação com relevância direta para as populações.

21 Todos esses recursos são atualizáveis, se constituindo em métodos humanitários de ensino, além de simples, previsíveis e repetitíveis quantas vezes necessário, o que os torna inclusive, mais eficientes.

22 E se levarmos em conta os resultados positivos que esses recursos trazem, eles acabam sendo também, menos onerosos que a prática da dissecção e da vivissecção. A educação deve combinar o ensino com o respeito pela vida, de forma a apoiar o desenvolvimento dos estudantes e o progresso da humanidade.

23 Devemos suspeitar da ciência que, sob pretexto de produzir algo de bom, mutila e mata quando existem outras opções disponíveis, não levando em conta a ética e a moral, princípios básicos e essenciais da conduta humana. O fim, é o lucro ou a ciência? Se o lucro engole a ciência, então é porque os fins justificam os meios. Então, a isso chamamos de ganância. Não de ciência.

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25 Natura Geral Assunto: Natura Geral Nome do veículo: O GLOBO - RJ Data da publicação: 03/01/2005 Página e Seção: 12 / RAZÃO SOCIAL Título da notícia: Uma brutalidade que resiste a desaparecer Foto: A pesquisadora Sandra Medina mostra um procedimento de teste in vitro, que reproduz a pele humana e despreza testes em animais.

26 Faça sua parte. Divulgue esta mensagem. Envie para seus amigos. A NATUREZA AGRADECE !!!

27 V I S I T E


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