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Saúde da Criança Cristiane Andrade.  Aula de Hoje...  Apresentação do conteúdo programático;  Conceitos: Pediatria, neoantologia, perinatologia, puericultura,

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1 Saúde da Criança Cristiane Andrade

2  Aula de Hoje...  Apresentação do conteúdo programático;  Conceitos: Pediatria, neoantologia, perinatologia, puericultura, hebiatra;  Crescimento e desenvolvimento da criança;  Estatuto da criança e do adolescente;  Sinais vitais pediátricos;

3 Pediatria, Neonatologia,Perinatologia, Puericultura e Hebiatria. Conceitos:

4 PEDIATRIA Pediatria é o ramo da medicina que lida com os cuidados médicos de bebês, crianças e adolescentes. O limite de idade destes pacientes varia de nascimento aos 18 anos.

5 Neonatologia: Neo = novo Nat= nascimento Logia= estudo É o ramo da pediatria que estuda a criança desde o nascimento até o 28° dia de vida.

6 Puericultura É a especialidade da Pediatria que se preocupa com o acompanhamento integral do processo de desenvolvimento da criança, desde da sua concepção, nascimento, desenvolvimento e muitas vezes até a idade adulta.

7 Hebiatria Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a adolescência é o período da vida que vai dos 10 aos 20 anos de idade. O Hebiatra atende os pacientes dentro desta faixa etária.

8 Classificação da Criança ¹  Neonato: 0 – 28 dias.  Lactente: 29 dias a 12 meses.  Infante (Todller): 1 aos 3 anos.  Pré- escolar: 3 anos a 6 anos;  Escolar: 7 anos a 11 ou 12 anos.  Pré-adolescente: 10 a 13 anos;  Adolescente: 13 aos 18 anos.

9 Classificação dos Neonatos  Pela idade gestacional: Pré –termo: < 37 semanas;  Pré- termo limítrofe: /7 semanas.  Pré- termo moderado: /7 semanas.  Pré termo extremo: < 30 6/7 semanas

10  A Termo entre: 37 e 41 6/7 semanas semanas  Pós-termo: 42 semanas. Essa classificação visa antecipar a possibilidade de afecções mais freqüentes nos diversos grupos. Avaliação de riscos

11 Peso ao nascimento  É o peso do RN é determinado imediatamente após o nascimento. É expresso em gramas. EX: 2590 gramas

12 Classificação do RN por peso  PN<2.500g – RN DE BAIXO PESO.  PN<1500g – RN MUITO BAIXO PESO.  PN<1000g – RN MUITISSIMO BAIXO PESO.  PN<800g – PREMATURO EXTREMO.

13 CLASSIFICAÇÃO DO RN PN X IG  Aig – ADEQUADO PARA IDADE GESTACIONAL. (PERCENTIL – 10 E 90)  Pig- PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL. ( ABAIXO DO PERCENTIL DE 10)  Gig – GRANDE PARA A IDADE GESTACIONAL. ( ACIMA DO PERCENTIL 90)

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15 Sinais vitais em pediatria RESPIRAÇÃO: Características: Tipo: abdominal ou diafragmática torácica Ritmo: irregular regular OBS: nos prematuros e lactentes pequenos, o ritmo é irregular, os movimentos são mutantes, em geral superficiais. Freqüência: - normal ou eupnéia. - bradipneica - taquipneica Atenção! Verificar a respiração durante 1 minuto nos lactentes e pré –escolares, 30 segundo nos escolares. Verificar a respiração antes dos outros S.V. em decorrência das alterações provocadas pelo choro. Observar dificuldade respiratória, presença de secreção. Efetuar o registro das condições respiratórias, anotando as condições da criança durante a verificação.

16 IDADE VALORES RN IRP/M 1° MÊS A 11° MESES IRP/M 1 – 4 ANOS 25-30IRP/M ANOS 20-25IRP/M 10 ANOS 16 – 20 IRP/M

17 Freqüência Cardíaca Pulso: É a expansão e a retração de uma artéria, produzida pela onda de sangue, forçada através da mesma pela contração cardíaca. Freqüência: número de batimentos por minuto OBS: a freqüência varia de acordo com sexo, esforço, biotipo, emoções, choro, sono. Ritmo: -normal -arrítmico Força da batida: - cheia e forte - fracas Métodos para verificação do pulso Por palpação: artéria femoral; artéria temporal; artéria pediosa. Nas crianças maiores: artéria braquial; artéria radial ; artéria femoral; artéria carótida; artéria temporal; artéria pediosa. OBS: Ausculta do pulso apical: método utilizado freqüentemente com lactentes, onde normalmente é difícil a verificação de pulso por palpação. O estetoscópio deve ser colocado entre o mamilo esquerdo e o externo, e a freqüência verificada durante 60 segundos. Observar se o aparelho esta frio, para que a criança não se assuste estimulando o choro e alternando os dados.

18 Tabela de valores para referência IDADEPULSAÇÃO MÉDIA NORMAL RECÉM- NATO MESES ANOS ANOS ANOS ANOS ANOS ADOLESCENTES REQÜÊNCIA CARDÍACA NORMAL:

19 Temperatura ORAL: 35,8 0 C-37,2 0 C AXILAR: 35,9 0 C-36,7 0 C RETAL: 36.2 A 38°c Preparo do paciente: a) Sempre que possível obter a temperatura com a criança calma, em repouso pelo menos meia hora antes. b) O local da verificação da temperatura deve estar seco e o termômetro livre de solução desinfetante. c) Desde que a criança compreenda, explicar o procedimento e fazê- la conhecer o equipamento. d) Os locais onde se verifica a temperatura não devem estar expostos à ação do calor ou frio. e) Nunca deixar a criança sozinho ao verificar a temperatura.

20 Pressão arterial IDADE MÉDIA VALORES- SÍSTOLE/DIÁSTOLE 0-3 MESES 75/50MMHG 3 MESES-6 MESES 85/65 MMHG 6 MESES-9 MESES 85/65 MMHG 9 MESES-12 MESES 90/70 MMHG

21 1 ANOS-3 ANOS 90/65 MMHG 3 ANOS-5 ANOS 95/60 MMHG 5 ANOS-7 ANOS 95/60 MMHG 7 ANOS- 9 ANOS 95/60 MMHG 9 ANOS- 11 ANOS 100/60 MMHG 11 ANOS- 13 ANOS 105/65 MMHG 13 ANOS- 14 ANOS 110/70 MMHG

22 Quem são os responsáveis pela garantia dos direitos das crianças? Todos nós! -O estado -A sociedade -A família Porque, afinal, todas crianças são de todos!

23 O Estatuto da Criança e do Adolescente ECA - é um conjunto de normas do ordenamento jurídico brasileiro que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente. Criada a partir da lei: Lei no dia 13 de julho de Foi fundamentada a partir da declaração universal dos direitos da criança de 20 de Novembro de 1959.

24 UNICEF Fundo das Nações Unidas para a Infância No Brasil desde 1950 Tem como objetivo promover a defesa dos direitos das crianças, ajudar a dar resposta às suas necessidades básicas e contribuir para o seu pleno desenvolvimento. Trabalha com os governos nacionais e organizações locais em programas de desenvolvimento a longo prazo nos setores da saúde, educação, nutrição, água e saneamento e também em situações de emergência para defender as crianças vítimas de guerras e outras catástrofes. Atualmente, está presente em 191 países e territórios de todo o mundo.

25 O que ela Faz.. Educação das crianças: para que todas as crianças tenham acesso e completem o ensino primário. Desenvolvimento na primeira infância: para que cada criança tenha o melhor começo de vida. Imunização “mais”: proteger as crianças de doenças e deficiências, dando especial relevo à imunização. Luta contra o HIV/SIDA: para prevenir a propagação da doença e para que as crianças e jovens infectados e afetados pela Sida recebam cuidados adequados. Proteção Infantil: para que todas as crianças possam crescer livres da violência, exploração, abusos e discriminação.

26 No Brasil... A atuação do UNICEF no Brasil tem como objetivo garantir a cada criança e adolescente os seus direitos a:  Sobreviver e se desenvolver;  Aprender;  Proteger e ser protegido do HIV/Aids;  Crescer sem violência;  Ser prioridade absoluta nas políticas públicas.

27 Declaração dos direitos da Criança  Todas as crianças são iguais e têm os mesmos direitos, não importa sua cor, raça, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.  Todas as crianças devem ser protegidas pela família, pela sociedade e pelo Estado, para que possam se desenvolver fisicamente e intelectualmente.  Todas as crianças têm direito a um nome e a uma nacionalidade.  Todas as crianças têm direito a alimentação e ao atendimento médico, antes e depois do seu nascimento. Esse direito também se aplica à sua mãe  As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais.

28  Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.  Todas as crianças têm direito à educação gratuita e ao lazer  Todas as crianças têm direito de ser socorridas em primeiro lugar em caso de acidentes ou catástrofes.  Todas as crianças devem ser protegidas contra o abandono e a exploração no trabalho.  Todas as crianças têm o direito de crescer em ambiente de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.  Todas as crianças têm o direito de viver uma vida saudável.

29 Deveres da criança....

30 Crescimento e Desenvolvimento

31 É o aumento na estrutura do corpo, tendo em vista a multiplicação e o aumento do tamanho das células, cessando com o alcance da altura individual máxima (crescimento linear). O acompanhamento do peso corporal, da estatura e do perímetro cefálico com o objetivo de saber o quanto uma criança ganhou ou perdeu em determinados intervalos de tempo e tendo por base um acompanhamento a longo prazo através de anotações em gráficos ou curvas de crescimento. Crescimento

32  Fatores intrínsecos (genéticos);  Fatores extrínsecos (ambientais) como: - alimentação, saúde, higiene, condições de habitação e saneamento, cuidados gerais com a criança, atenção e carinho que podem atuar acelerando ou retardando este processo. Fatores que influenciam....

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34 É a aquisição de novas habilidades ou o aumento da capacidade do indivíduo na realização de funções cada vez mais complexas, além do crescimento, a maturação, a aprendizagem e os aspectos psíquicos e sociais. Desenvolvimento

35  Caracterizada do nascimento até os 12 anos de vida. Infância A principal atividade das crianças são as brincadeiras, as quais são responsáveis por estimular o desenvolvimento do intelecto infantil, a coordenação motora e diversos outros aspectos importantes ao desenvolvimento pleno da criança.

36 Neste estágio da vida, a criança cresce muito rapidamente. Os primeiros cabelos, bem como os primeiros dentes, aparecem neste estágio. Aos 18 meses de vida, a maioria dos bebês já soltaram suas primeiras palavras meses

37 -Responsabilidade e independência; - Identificação de pessoas ( amigos, parentes e babá, etc.); - Abandono de fralda; - Diferenciação entre Gêneros; 3° ao 4° ano

38  Desenvolvimento psicológico;  Racionalização sobre os problemas e crenças.  Inícios dos “porquês”?  Após o 6° anos os dentes de leite começam a cair, um por um, até a adolescência. 5° ao 9° ano

39 - Marcada pelo início das intensas transformações físicas que transformam a criança em um adulto; - Início da puberdade, marcada principalmente pelo aumento do ritmo de crescimento corporal e pelo amadurecimento dos órgãos sexuais. - Meninas : 10 – 12 anos; - Meninos: 11º ao 14º anos de vida. 10° pré-adolescência

40 É a fase do desenvolvimento humano que marca a transição entre a infância e a idade adulta. Adolescência

41 Para refletir Qual foi o seu peso ao nascimento? Em qual terminologia você se enquadra? 2- Você foi o um RNT/PNTP, pós termo, PIG/GIG ou AIG ? 3- Você convive com alguma faixa etária descrita? Se sim, classifique. 4- Esta apto para diferenciar os vários tipos de criança de acordo com a sua faixa etária? 5- Em qual especialidade encaminharia seu filho para tratamento :  2 meses:  10 dias:  13 anos:  9 anos:

42 6- Foi admitido um RN de 38 semanas com 3,1 kg, com desconforto respiratório: FR: 70 rpm, retração intercostal, diafragmática e fúrcula com batimento de asa nasal, SPO2 89%, respondendo pouco a estímulo tátil e não chora e está com temperatura de 35°.  Classifique esse RN de acordo com o peso e idade gestacional.  Quais são as terminologias corretas para os sinais vitais descritos acima.  A forma da descrição do peso ao nascimento esta correta? Justifique.

43 7 - Diferencie crescimento e desenvolvimento e dê exemplos. 8 - Descreva fatores podem afetar o crescimento e desenvolvimento infantil? 10 - O que significa as siglas ECA e UNICEF e qual a sua importância para a sociedade? 11 - De acordo com o ECA descreva os direitos, proibições e seus deveres Qual o local ideal para verificar o pulso e a respiração de um lactente? 13 - Como escolher um manguito de PA ideal ?

44 Fisiologia fetal e do recém-nascido

45 Sistema Respiratório: Entre as 24 – 30 semanas de gestacionais, os pneumócitos começam a secreção limitada de surfactante. Sistema hematopoético: Hemácias: a eritropoiese é estimulada pelo hormônio renal, a eritropoietina. Ao nascimento, a saturação de O2 aumenta, inibindo a liberação da eritropoietina, reduzindo assim a produção de hemácias, podendo levar a anemia fisiológica.

46 Sistema Hepático  Liberação da bilirrubina: a bilirrubina é um produto do heme após a degradação das hemácias, ligando-se a albumina plasmática, e não solúvel em água, ela é chamada de bilirrubina indireta. No RN há um acúmulo de bilirrubina indireta, sendo tóxica e levando ao quadro de icterícia  Coagulação sanguínea: nos primeiros dias após o nascimento, o trato gastrointestinal não tem atividade bacteriana para sintetizar vit K suficiente, levando o RN a sangramentos, se não houver profilaxia.  Metabolismo dos carboidratos: no RN a maior fonte de energia é a glicose, com as atividade neonatais essa reserva esgota-se levando a quadros de hipoglicemia.  Ferro: reservas até o 5º mês de vida.

47 Sistema digestório  A capacidade gástrica é de 40 a 60ml no 1º dia de nascido, aumentando posteriormente.  A peristalse é rápida, fazendo o estômago esvaziar-se entre 2 a 4 horas. A regurgitação está presente devido ao esfíncter da cárdia estar imaturo.  Enzimas gastrointestinais: a amilase e lipase começam sua função após o 3º mês de vida. A digestão então começa no estômago e termina no intestino.  Fezes: está presente o mecônio, substância fecal espessa, verde-escura e inodora, é eliminada em 72 horas com a alimentação.

48 Circulação fetal O sangue oxigenado vem da placenta pela veia umbilical, onde ele se divide em dois: parte vai para o fígado  circulação hepática  e outra parte  ducto venosos  cava inferior. Este sangue rico em oxigênio entra no átrio direito, e passa para o átrio esquerdo através do de um local chamado forame oval. Assim, temos no átrio esquerdo principalmente o sangue com alta saturação de oxigênio, misturado com pouco sangue com baixa saturação vindo das veias pulmonares. Este sangue passa ao ventriculo esquerdo, de onde é bombeado para a aorta; parte vai para a cabeça, coronárias e extremidades superiores, enquanto outra parte, após misturar-se com o sangue proveniente do ducto arterioso, é distribuído para o resto do corpo, inclusive para a placenta.

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50 Clampeamento do Cordão  Expansão Alveolar   Compressão Capilar   Resistência Vascular Pulmonar  Fechamento do Ducto Arterioso  Fechamento do Forâmen Oval

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53 Após o nascimento.  Passagem pelo canal de parto.  Interrupção da circulação placentária.  Mudança da circulação fetal para neoantal.  Início da ventilação pulmonar.  Trabalho respiratório.  Choque térmico.  Fim do suprimento energético.

54 Circulação neonatal Quando cessa a circulação do sangue fetal pela placenta, e os pulmões do bebê começam a funcionar. O orifício oval, o ducto arterioso e o ducto venoso, que permitiam que a maior parte do sangue fosse desviada do fígado e dos pulmões, param de funcionar. Tão logo a criança nasce, os vasos umbilicais também não são mais necessários. O esfíncter no ducto venoso contrai-se, fazendo com que todo o sangue que penetra no fígado seja obrigado a passar pelos sinusóides hepáticos.

55  O ducto arterioso geralmente deixa de ser funcional nas primeiras dez a quinze horas após o parto.  O forame oval apresenta o seu fechamento até um anos de vida.

56 Referências bibliográficas  WONG, fundamentos de enfermagem pediátrica /{editado por} Marylin J. Hockenberry ; {coedição David Wilson}; tradução Maria Inês Correa Nascimento...[et al.].- Rio de Janeiro: Elsevier,  A turma da Mônica : estatuto da criança e do adolescente.  Tamez. Raquel nascimento; Silva, Maria Jones Pantoja. Enfermagem na UTI neonatal, 4° Edição. Editora Guanabara Koogan,2009.  Imagens: www. Google.com.br

57 Obrigada!!!


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