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7º Congresso da Água Água - Qualidade de Toda a Vida RUI MIGUEL MADEIRA LANÇA, EST-UALG, MARETEC-IST UTILIZAÇÃO DE REDES TIN EM MODELOS DISTRIBUÍDOS DE.

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Apresentação em tema: "7º Congresso da Água Água - Qualidade de Toda a Vida RUI MIGUEL MADEIRA LANÇA, EST-UALG, MARETEC-IST UTILIZAÇÃO DE REDES TIN EM MODELOS DISTRIBUÍDOS DE."— Transcrição da apresentação:

1 7º Congresso da Água Água - Qualidade de Toda a Vida RUI MIGUEL MADEIRA LANÇA, EST-UALG, MARETEC-IST UTILIZAÇÃO DE REDES TIN EM MODELOS DISTRIBUÍDOS DE PRECIPITAÇÃO/ESCOAMENTO SUPERFICIAL desenvolvido no âmbito do projecto tempQsim

2 Rui Miguel Madeira Lança 2 OBJECTIVOS SIMULAR PROCESSOS HIDROLÓGICOS À ESCALA DA BACIA HIDROGRÁFICA MODELO DIGITAL DO RELEVO REDE HIDROGRÁFICA HIDRODINÂMICA TRANSPORTE DE SEDIMENTOS QUALIDADE DA ÁGUA CRESCIMENTO DE PLANTAS

3 Rui Miguel Madeira Lança 3 FORMULAÇÃO DE BASE DO MODELO MODELO DIGITAL DO RELEVO MALHA ESTRUTURADAMALHA NÃO ESTRUTURADA TIN

4 Rui Miguel Madeira Lança 4 MODELO DIGITAL DO RELEVO TRIANGULAÇÃO DE DELAUNEI – POLIGONOS DE VORONOI

5 Rui Miguel Madeira Lança 5 MODELO DIGITAL DO RELEVO REDE HIDROGRÁFICA

6 Rui Miguel Madeira Lança 6 BACIA HIDROGRÁFICA DA PARDIELA LOCALIZAÇÃO ÉVORA ESTREMOZ BACIA HIDROGRÁFICA DA PARDIELA

7 Rui Miguel Madeira Lança 7 MODELO DIGITAL DO RELEVO REDE HIDROGRÁFICA DEPRESSÕES NATURAIS DO RELEVO

8 Rui Miguel Madeira Lança 8 MODELO DIGITAL DO RELEVO REDE HIDROGRÁFICA DEPRESSÕES NATURAIS DO RELEVO SECÇÃO DE CONTROLO CÉLULAS INUNDADAS

9 Rui Miguel Madeira Lança 9 MODELO DIGITAL DO RELEVO VISTA 3D

10 Rui Miguel Madeira Lança 10 REDE HIDROGRÁFICA SECÇÃO TRANSVERSAL b – LARGURA DA BASE DO LEITO m – DECLIVE DAS MARGENS

11 Rui Miguel Madeira Lança 11 CARACTERIZAÇÃO DA SUPERFICIE CLASSES TAXONÓMICAS DOS SOLOS CARTA DE SOLOS (1: ) USO E OCUPAÇÃO DO SOLO CARTA DE OCUPAÇÃO DO SOLO (1:25 000)

12 Rui Miguel Madeira Lança 12 CARACTERIZAÇÃO DA SUPERFICIE CLASSES TAXONÓMICAS DOS SOLOS CARTA DE SOLOS (1: )

13 Rui Miguel Madeira Lança 13 CARACTERIZAÇÃO DA SUPERFICIE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO CARTA DE OCUPAÇÃO DO SOLO (1:25 000)

14 Rui Miguel Madeira Lança 14 CARACTERIZAÇÃO DA SUPERFICIE CLASSE HIDROLÓGICA SOLO + OCUPAÇÃO DO SOLO

15 Rui Miguel Madeira Lança 15 PRECIPITAÇÃO DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA PRECIPITAÇÃO

16 Rui Miguel Madeira Lança 16 INFILTRAÇÃO MÉTODO DA CURVA NÚMERO DO SOIL CONSERVATION SERVICE CN ESTÁTICO CN DINÂMICO P precipitação total acumulada; Pe precipitação efectiva acumulada; CN curva número, parâmetro empírico função de: parâmetro empírico função de: teor de humidade antecedente; classe taxonómica do solo; uso do solo.

17 Rui Miguel Madeira Lança 17 HIDRODINÂMICA NA SUPERFICIE DOS POLIGONOS DE VORONOI MÉTODO DE MUSKINGUM VELOCIDADE E TEMPO DE RETENÇÃO NA CÉLULA MÉTODO DE MUSKINGUM Q 1 =P e. A/Dt Q2Q2

18 Rui Miguel Madeira Lança 18 HIDRODINÂMICA EM PEGOS, LAGOS OU ALBUFEIRAS ‘LEVEL POOL ROUTING’

19 Rui Miguel Madeira Lança 19 HIDRODINÂMICA LINHAS DE ÁGUA EQUAÇÕES GERAIS DO ESCOAMENTO COM SUPERFÍCIE LIVRE (Equações de Saint-Venant) Equação de conservação da massa Equação de conservação da quantidade de movimento atrito com o leito gravidade diferença de pressões aceleração convectiva aceleração local

20 Rui Miguel Madeira Lança 20 HIDRODINÂMICA LINHA DE ÁGUA Equação de conservação da massa Equação de conservação da quantidade de movimento Equação de onda cinemática

21 Rui Miguel Madeira Lança 21 HIDRODINÂMICA RESOLUÇÃO MUNÉRICA DA ONDA CINEMÁTICA MÉTODO EXPLICITO MÉTODO IMPLICITO

22 Rui Miguel Madeira Lança 22 HIDRODINÂMICA RESOLUÇÃO NUMÉRICA DA ONDA CINEMÁTICA MODELO QUASI-2D

23 Rui Miguel Madeira Lança 23 CENÁRIOS SECÇÃO DE CONTROLO SECÇÃO DE CONTROLO SOLO CN(AMC II) = 90 Ks = 20 (m 1/3 /s) PERFIL = 0.30 (m) POROSIDADE EFECTIVA = 0.55 TEOR DE ÁGUA INICIAL = 0.44 CAPACIDADE DE CAMPO = 0.45 PONTO DE EMURCHECIMENTO = 0.20 REDE HIDROGRÁFICA B NASCENTE = 0.50 (m) B FOZ = (m) m1 = m2 = 1.50 Ks NASCENTE = 10 (m 1/3 /s) Ks FOZ = 25 (m 1/3 /s)

24 Rui Miguel Madeira Lança 24 HIDRODINÂMICA HIDROGRAMAS NA SECÇÃO DE CONTROLO BACIA IMPERMEÁVEL P = 6 (mm/hora) ET = 4 (mm/dia) CENÁRIO 1 LEVEL POOL ROUTING = ON OVER LAND FLOW = ON CENÁRIO 2 LEVEL POOL ROUTING = OFF OVER LAND FLOW = OFF CENÁRIO 3 LEVEL POOL ROUTING = ON OVER LAND FLOW = OFF CENÁRIO 4 LEVEL POOL ROUTING = OFF OVER LAND FLOW = ON

25 Rui Miguel Madeira Lança 25 HIDRODINÂMICA HIDROGRAMAS NA SECÇÃO DE CONTROLO P = 6 (mm/hora) OVER LAND FLOW = OFF LEVEL POOL ROUTING = OFF CENÁRIO 5 DYNAMIC CN CENÁRIO 6 STATIC CN

26 Rui Miguel Madeira Lança 26 CONCLUSÕES A MALHA TIN PERMITE MODELAR O RELEVO DE FORMA ADEQUADA EXISTEM POUCOS ESTUDOS SOBRE A FORMA DA SECÇÃO TRANSVERSAL DAS LINHAS DE ÁGUA EM FUNÇÃO DE PARÂMETROS MORFOLÓGICOS DA BACIA HIDROGRÁFICA O MÉTODO DE CN DINÂMICO É DIFICIL DE CALIBRAR DEVIDO À FALTA DE INFORMAÇÃO O MÉTODO DE CN ESTÁTICO DÁ BONS RESULTADOS E NECESSITA DE DADOS RELATIVAMENTE FÁCEIS DE OBTER A ONDA CINEMÁTICA DÁ BONS RESULTADOS EM PEQUENAS LINHAS DE ÁGUA COM DECLIVES ACENTUADOS

27 Rui Miguel Madeira Lança 27 BACIA HIDROGRÁFICA DA PARDIELA PEGO PRÓXIMO DA SECÇÃO DE CONTROLO VISTA GERAL DA BACIA HIDROGRÁFICA


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