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Prof. MSc LÍLIAN CARLA CARNEIRO FACULDADE UNIÃO DE GOYASES - FUG MEMBRANA PLASMÁTICA.

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1 Prof. MSc LÍLIAN CARLA CARNEIRO FACULDADE UNIÃO DE GOYASES - FUG MEMBRANA PLASMÁTICA

2 Desenho da estrutura da membrana plasmática segundo o modelo do Mosaico Fluído de Singer e Nicholson Membrana plasmática.

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4 Singer e Nicholson (1972), o modelo do mosaico fluído.

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6 Membrana plasmática - Funções:  Isolamento Físico - mantém o conteúdo interno ou citoplasmático separado, porém não isolado do meio externo; Regulação das trocas com o ambiente: controla a entrada de íons e nutrientes, a eliminação de excretas, e a liberação de produtos de secreção (permeabilidade seletiva); Comunicação entre a célula e seu ambiente: ela contém receptores que permitem reconhecer as moléculas ou as mudanças no ambiente externo;  Suporte estrutural : as proteínas presentes mantém o formato celular, e tb criam junções especializadas que estabiliza a estrutura.

7 Membrana plasmática - Composição química : Os principais componentes estruturais de membranas são: • Lipídios - fosfolipídios, totalizando 25% a 40%  Proteínas - 60% a 75% são os compostos que participam diretamente na formação de membranas celulares.  Glicídios e outras moléculas permanentes ou transitórias,  Antígenos, Enzimas

8 Membrana plasmática - Composição química: LIPO-GLICO-PROTÉICA 1.Lipídeos: ESTRUTURAL. São moléculas anfipáticas (com domínio polar e apolar) que se diferenciam pelo grupamento alcoólico e existem em 3 tipos: - FOSFOLIPÍDEOS, como fosfoglicerídeos e esfingolipídeos; - GLICOLIPÍDEOS, como cerebrosídeos (com monossacarídeos) e gangliosídeos (com polissacarídeos) - COLESTEROL, que se encaixa entre os fosfolipídeos e confere rigidez à MP, diminuindo a funcionalidade.

9 Membrana plasmática -Composição química: 2. Glicídeos: São estruturas polares que formam o glicocálix. Existem em dois tipos: - Monossacarídeos e oligossacarídeos dos glicolipídeos - Oligossacarídeos das glicoproteínas de membrana. 3. Proteínas: FUNCIONAL. São moléculas também anfipáticas e existem em 2 tipos: -INTEGRAIS OU INTRÍNSECAS, são fortemente associadas aos lipídeos sendo, portanto, de difícil remoção; - PERIFÉRICAS OU EXTRÍNSECAS, estão fracamente associadas aos lipídeos e podem ser facilmente removidas com expectrina (uma das formas de Hb)

10 Microfotografia da membrana plasmática

11 Membrana Plasmática e Córtex Celular Membrana da hemácia

12 REFORÇOS DA MEMBRANA Em células de vegetais, células animais, bactérias e de outros seres, pode-se encontrar a superfície externa da membrana com uma série de envoltórios com composição e funções variadas. 1. Glicocálice – é um envoltório externo de células animais formado por glicolipídios e glicoproteínas. FUNÇÕES: As principais são de proteção, barreira de difusão, enzimática, antigênica – só a porção constante – adesiva, inibição por contato, reconhecimento celular e definição de um ambiente especial, com pH, força iônica e carga elétrica próprios.. Cada célula tem o seu glicocálice característico como uma espécie de "impressão digital da célula". Esta característica permite que as células de um determinado tecido reconheçam-se entre si, limitando o seu crescimento por inibição de contato.

13 Microfotografia de membrana plasmática com vilosidades e glicocálice

14 O glicocálix ou glicocálice

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16 ASSIMETRIA DA MEMBRANA  A membrana tem duas faces:  A Externa: em contato com outra célula – face E.  A Interna ou protoplasmática: em contato com o citoplasma: face P.  As duas faces são diferentes química e eletricamente, por isto a membrana é assimétrica. A face E tem carboidratos, ausentes na face P. A face P é negativa em relação à face E.

17 ESPECIALIZAÇÕES DE MEMBRANA  SERVEM PARA:  UNIR MELHOR (ADESÃO).  PARA AUMENTAR A SUPERFÍCIE EM CÉLULAS QUE ABSORVEM.  PARA COMUNICAR MELHOR CÉLULAS VIZINHAS.

18 ESPECIALIZAÇÕES PARA ADESÃO  DESMOSSOMOS  ZONULA DE ADESÃO  ZONULA DE OCLUSÃO

19 ESPECIALIZAÇÕES DE MEMBRANA Zonula de oclusão Zonula de adesão Junção comunicante

20 DESMOSSOMOS  São pontos em que duas células aderem mais fortemente. O material intercelular se espessa mais, o citoplasma sobre as membranas é mais condensado e há filamentos de queratina presos na citoplasma condensado e que se projetam para o citoplasma de cada célula.

21 DESMOSSOMOS |Micrografia de desmossomo e o desenho ilustrativo (filamentos de queratina em azul) Micrografia de célula apresentando vários desmossomos

22 ZONULA DE ADESÃO  Faixa de adesão que rodeia toda a região apical de células epiteliais colunares. Adere melhor a região apical destas células.  No lugar dos filamentos de queratina há filamentos de actina ligados ao citoplasma próximo de cada membrana.

23 ZONULA DE OCLUSÃO  A região apical de células epiteliais que formam uma barreira entre dois ambientes diferentes têm as membranas soldadas (sem espaço intercelular). Serve para evitar a infiltração de moléculas através do espaço intercelular (sem serem selecionadas.

24 MICROVILOSIDADES  Função: aumentam a superfície de absorção.  São dobras e projeções em forma de dedos na superfície livre de células especializadas em absorver. Uma célula especializada em absorver pode ter milhares de microvilosidades. ( Ver figura do Slide 22)

25 JUNÇÃO COMUNICANTE OU NEXOS  Função: permitem comunicação direta entre células vizinhas que funcionam em conjunto: ex. células glandulares, células do coração.  Formadas por conjuntos de 6 proteínas integrais de uma membrana que se justapõem com outro conjunto da membrana vizinha. Por dentro dos CONEXONS há um canal hidrofílico que permite a passagem de íons e pequenas moléculas polares que são mensageiros químicos.

26 INVAGINAÇÕES DE BASE  Invaginações na base da célula. Cada loja do citoplasma assim formado apresenta pilhas de longas mitocôndrias.  Função: favorece o transporte ativo de íons, como nas células dos rins.

27 JUNÇÃO COMUNICANTE Micrografia eletrônica de junção comunicante (grande junção tipo fenda): as membranas estão muito próximas. Os poros são rodeados por seis proteínas que no conjunto formam um conexon. Os conexon de membranas vizinhas formam um canal hidrofílico que liga os citoplasmas das células.


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