A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Jornal na Sala de Aula Profª Me. Rosemari L. Martins ProfªMe. Simone D. Schneider.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Jornal na Sala de Aula Profª Me. Rosemari L. Martins ProfªMe. Simone D. Schneider."— Transcrição da apresentação:

1 Jornal na Sala de Aula Profª Me. Rosemari L. Martins ProfªMe. Simone D. Schneider

2 Equipe de Apoio  Aline Favero  Jessica Schmitz  Mirian Torres  Thais

3 Da oralidade para a escrita: uma atividade de retextualização

4  Elaborar um texto escrito de um grau de formalidade médio/alto, a partir de um monólogo oral que sirva de passo intermediário entre a língua oral informal e a língua escrita formal. OBJETIVO

5 O que é um monólogo oral formal? Semelhanças com o texto escrito  É uma comunicação elaborada: um esquema planejado.  A escolha da informação deve ser precisa e o registro de uso: padrão.  Grau de explicitude e de coesão gramatical elevado.  Estruturas sintáticas mais complexas.  Ordem dos elementos da frase bastante estável.  Palavras formais.  Contém referências endofóricas.

6 Semelhanças com o texto oral espontâneo  Comunicação imediata no tempo e no espaço.  Uso de códigos não-verbais.  Interação com o destinatário durante a emissão do texto.  Uso de repetições e paráfrases para tornar o texto mais compreensível.  Contém referências a elementos significativos graças ao contexto (aqui, agora,...).

7 Considerações:  No ensino-aprendizagem da língua, a oralidade e a escrita devem ter um tratamento equilibrado.  A língua oral não deve ser introduzida unicamente nas programações escolares acrescentando novas atividades, mas por meio de uma metodologia que permita a aprendizagem paralela das duas modalidades de uso da língua.

8  Redigir uma reportagem jornalística, para publicar no jornal da escola (ou no NH), com base em dados obtidos por meio de entrevistas. A reportagem deverá conter os resultados mais significativos de todas as entrevistas. Para tanto, é preciso criar uma situação de escrita integrada numa situação discursiva real.

9 Importante:  A proposta deve estar baseada em situações de comunicação reais ou verossímeis na vida escolar ou extraescolar para que desperte o interesse dos alunos.  As atividades devem estar relacionadas aos objetivos e à avaliação.

10  A leitura de textos-modelo ou documentos reais ajuda a representar a tarefa a realizar e a prever as dificuldades futuras.  Embora este tipo de produção torne mais lenta a elaboração de um texto, permite que o professor possa proporcionar, durante o processo, ajuda aos alunos que dela necessitem.

11 1. Reconhecer as características de um gênero discursivo: a reportagem. 2. Saber selecionar informação relevante e pertinente à situação de comunicação. 3. Saber comunicar oralmente, em forma de monólogo, uma informação obtida por meio de um diálogo. 4. Saber produzir um gênero discursivo escrito destinado a uma situação de comunicação formal: uma reportagem.

12 ATIVIDADES DE ELABORAÇÃO OBJETIVO IOBJETIVO II 2. Elaboração de questionários. 3. Realização de entrevistas. 4. Seleção de informação para a elaboração de uma reportagem. OBJETIVO III 1. Análise de modelos. 5. Planejamento da comunicação dos resultados. 6. Comunicação oral (monólogo). 7. Produção e avaliação da reportagem. Exercícios sobre conectores textuais, modalizadores e linguagem. OBJETIVO IV

13 PASSOS PARA ELABORAR A REPORTAGEM Realização de entrevistas Comunicação dos resultados Elaboração da reportagem Texto dialogado oral Texto monologado oral Texto monologado escrito Língua oral Língua escrita

14 A proposta  Esta proposta prevê dez fases: cada uma equivalendo a um período de aula.

15 FASES DA PROPOSTA DIDÁTICA DA ENTREVISTA À REPORTAGEM 1. Representação da tarefa. 2. Delimitação de tema e da intenção. 3. Planejamento da busca de informação. 4. Busca da informação. 5. Processamento de dados. 6. Comunicação dos resultados. 7. Textualização. 8. Avaliação dos textos. 9. Revisão e edição do texto. 10. Reflexão sobre o processo.  Características de uma reportagem jornalística.  Seleção de subtemas.  Explicitação da intenção.  Preparação dos questionários.  Realização das entrevistas.  Planejamento da comunicação dos resultados.  Exposição dos resultados das entrevistas.  Escolha dos dados e composição das reportagens.  Análise e discussão das reportagens elaboradas.  Escolha e revisão da reportagem a ser publicada.  Avaliação do processo de aprendizagem. FASES

16 FASES DA PROPOSTA Realização de entrevistas: texto dialogado oral Fase 1: ● Explicação dos objetivos e do processo da proposta. ● Escolha do tema da reportagem. ● Leitura e análise de reportagens publicadas no Jornal NH. ● Elaboração da pauta de avaliação da reportagem.

17 Fase 2: ● Formação de duplas. ● Escolha de subtemas e justificativa da escolha, por duplas (o destino do lixo, a merenda escolar, namoro na escola, o respeito aos professores, etc.). ● Formulação de uma primeira hipótese sobre o subtema escolhido.

18 Fase 3: ● Elaboração de um questionário sobre o subtema. ● Critérios para a formulação de perguntas (clareza, ordem, concisão).

19 Fase 4: ● Realização de entrevistas simultâneas entre os colegas: divisão das duplas, de forma que um entreviste o outro. ● Os alunos também podem entrevistar adultos fora do horário escolar. Adaptação do questionário (apresentação, forma de tratamento, adequação das perguntas, etc.).

20 Fase 5: ● Tratamento dos dados obtidos: classificação, síntese, cálculo de porcentagem, etc. ● Planejamento da comunicação dos resultados. Transformação da informação obtida em um diálogo (estilo direto) para um monólogo (estilo indireto) e adequação ao contexto: registro linguístico mais elaborado. ● Estruturação do monólogo oral: — Apresentação com a hipótese inicial. — Desenvolvimento com os dados obtidos (contrastados entre os jovens e os adultos). — Conclusões com os aspectos mais relevantes ou surpreendentes.

21 Comunicação dos resultados: texto monologado oral Fase 6: ● Comunicação dos resultados das entrevistas. ● Avaliação da estrutura do monólogo oral. ● Resumo dos dados pertinentes de todas as entrevistas para a elaboração da reportagem.

22 Elaboração da reportagem: texto monologado escrito Fase 7: ● Seleção e ordenamento da informação obtida na fase anterior. ● Redação da reportagem. ● Uso da ficha de avaliação. ● Consulta de materiais e realização de exercícios específicos.

23 Fase 8: ● Coavaliação das reportagens. ● Escolha da reportagem a ser publicada. Fase 9: ● Avaliação e revisão coletiva. ● Adequação da reportagem a um contexto formal: o jornal NH. Fase 10: ● Balanço do grau de alcance dos objetivos. ● Avaliação das fases da proposta didática.

24 Para finalizar...  Verificar se atende aos objetivos iniciais.  Ver se está dirigida a um destinatário genérico (a maioria adultos, possivelmente – observar o tipo de linguagem usada).  Enviar a reportagem para publicação.

25 Avaliação  O professor poderá solicitar que os alunos escrevam sua opinião sobre a atividade realizada.  O professor terá três textos: diálogo (entrevista), o monólogo (resumo das entrevistas) e a reportagem.  Como há traços em comum e diferentes entre os textos: diálogo monólogo; monólogo reportagem, o professor poderá avaliar a passagem da oralidade para a escrita e também a competência sociolinguística dos alunos.

26 Referência  SANTASUSANA, Monserrat Lià i. Da entrevista à reportagem jornalística (ou da linguagem oral à escrita). In:CAMPS, Anna. Propostas didáticas para aprender a escrever. Porto Alegre: Artmed, 2006, (p ).


Carregar ppt "Jornal na Sala de Aula Profª Me. Rosemari L. Martins ProfªMe. Simone D. Schneider."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google